PPC 2019

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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICABACHARELADO PERÍODO INTEGRAL

Maceió
2019

SUMÁRIO
I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................. 4
1. Dados de identificação institucional ..................................................................... 4
2. Contexto institucional ........................................................................................... 5
3. Contexto regional ................................................................................................. 6
4. Contextualização do curso ................................................................................... 6
II. HISTÓRICO DO CURSO ........................................................................................ 8
III. CONTEXTO DO CURSO ....................................................................................... 9
1. Objetivos do curso ............................................................................................. 10
2. Perfil do egresso ................................................................................................ 12
3. Competências e habilidades .............................................................................. 12
4. Campo de atuação profissional .......................................................................... 14
IV - POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO EDFB-UFAL ............ 16
1. Ensino de Graduação ........................................................................................ 16
2. Inovação e Qualificação ..................................................................................... 16
3. Internacionalização ............................................................................................ 18
4. Relação de convênios com outras Instituições ................................................. 19
5. Gestão Acadêmica do Ensino de Graduação .................................................... 19
6. Avaliação do Curso (docentes e discentes) ....................................................... 20
7. Ensino de Pós-Graduação ................................................................................. 21
8. Pesquisa ............................................................................................................ 22
9. Extensão ............................................................................................................ 23
10. Laboratórios Especializados ............................................................................ 23
11. Responsabilidade Social .................................................................................. 29
12. Acessibilidade .................................................................................................. 30
13. Inclusão ............................................................................................................ 32
14. Política de Cotas .............................................................................................. 33

V - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO .................................. 34
1. Estrutura Curricular ............................................................................................ 34
2. Componentes Curriculares ................................................................................ 35
3. Ordenamento Curricular ..................................................................................... 36
3.1 Organização Curricular do Curso .................................................................. 36
3.2 Atividades Complementares (Parte Flexível) ................................................ 39
3.3 Estágio Curricular Supervisionado ................................................................ 40
3.4 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ....................................................... 42
3.5 Interface do Curso com as Atividade Curriculares de Extensão (ACE)......... 43
VI – METODOLOGIA ................................................................................................ 45
VII – MATRIZ CURRICULAR.................................................................................... 47
VIII - EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS .................................................................... 51
IX- TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC ......................... 85
X - AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL ................................................ 86
XI - PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM ..................................................................................................... 87
XII - AVALIAÇÃO DO CURSO CAA RELATÓRIOS DE CURSO DO ENADE ........ 90
XIII - COLEGIADO DO CURSO ................................................................................ 91
XIV - NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE.......................................................... 92
XV- POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS ................................. 93
XVI- POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES ....................................................... 94
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 98
ANEXOS ................................................................................................................. 105

I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. Dados de identificação institucional
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal

Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Autores do Documento (Núcleo Docente Estruturante)
Amândio Aristides Rihan Geraldes
Braulio Cesar Alcantara Mendonça
Eduardo Seixas Prado
Gustavo Gomes de Araujo
Leonéa Vitoria Santiago
Maria do Socorro Meneses Dantas
Marta de Moura Costa

4

2. Contexto institucional
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL, juntamente com seus campis,
é configurada como Pessoa Jurídica de Direito Público – Federal, inscrita no
CNPJ com o número: 24.464.109/0001-48, sediada à Avenida Lourival de Melo
Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas,
CEP 57.072-970.
A partir do agrupamento das Faculdades de Direito (1933), Medicina
(1951), Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia
(1957), a UFAL foi considerada pela Lei Federal nº 3.867 de 25 de janeiro de
1961, como Instituição Federal de Educação Superior (IFES), de caráter
pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da
Educação, sendo mantida pela União, com autonomia assegurada pela
Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei
9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
A instituição possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus
A. C. Simões, em Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação.
O processo de interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para
o Agreste, com o Campus de Arapiraca e com outras Unidades Educacionais em:
Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa ofertando 23 cursos. Em 2010, a IES
chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional
em Santana do Ipanema, ofertando oito cursos, todos presenciais.

Além dos

cursos presenciais, são ofertados 11 cursos na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB.
A pós-graduação contribui com 31 programas de Mestrado e nove de
Doutorado, além de inúmeros cursos de especialização nas diferentes áreas do
conhecimento.
A pesquisa na UFAL vem crescendo anualmente e progressivamente com a
participação de linhas e grupos de pesquisa nas diferentes áreas do
conhecimento. Da mesma forma a extensão contribui com diversos programas
sendo uma atividade em constante expansão.

5

O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo
seletivo através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção
Unificada).
3. Contexto regional
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km², o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em três mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão Alagoano) e treze microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE,
Alagoas apresentava população residente 3.120.922 de habitantes, sendo 73,64%
em área urbana.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado
em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma
oferta acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada
localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades polo consideradas
fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na
Zona da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do
litoral.

4. Contextualização do curso
Modalidade: Bacharelado - Presencial
Título oferecido: Bacharel em Educação Física
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A. C. Simões
Município-Sede: Maceió
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Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso: Av. Lourival Melo Mota, S/N – Tabuleiro
dos Martins – 57072-900

Atos Legais:
Portaria de Autorização: (Resolução COSUNI nº 32/2007 de 25 de maio de 2007).
Portaria de Reconhecimento: (Portaria nº395 de 23 de setembro de 2011 –
Publicada no DOU de 26 de setembro de 2011).
Número de Vagas autorizadas: 35 em cada semestre totalizando 70 vagas anuais.
Turnos de Funcionamento: Integral
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.270 horas.
Tempo de integralização do curso:
Noturno: Mínima: 8 (oito) períodos/ Máxima: 12 (doze) períodos
Coordenador do Curso
Nome: Maria do Socorro Meneses Dantas
Formação acadêmica: Educação Física
Titulação: Doutorado
Regime de trabalho: DE
Tempo de exercício na UFAL: 24 anos
Tempo de exercício na função: 4 anos
Composição do Colegiado do Curso:
Docentes titulares
Coordenação: Prof. Dra. Maria do Socorro Meneses Dantas
Vice Coordenação: Prof. Dr. Amandio Aristides Rihan Geraldes
Prof. Dr. Gustavo Gomes de Araujo
Prof. Dr. Eduardo Seixas Prado
Prof. Msc. Braulio Cesar de Alcantara Mendonça
Docentes Suplentes:
Profa. Dra. Neíza de Lourdes Frederico Fumes
Profa. Dra. Leonéa Vitoria Santiago
Prof. Dr. Marco Antônio Chalita
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Prof. Dr. Alexandre Magno Câncio Bulhões

Representante Técnico Administrativo
Titular: Suzana Coelho Moura
Suplente: Wilma Maria dos Santos Moraes

Representante Discente
Titular: Davi Cordeiro Wanderley Tenório Farias
Suplente: Héverton Barboza da Rocha

II. HISTÓRICO DO CURSO

Desde a criação do primeiro curso de Educação Física (EDF) no Brasil, na
década de 30, quando foi aberta a Escola de Educação Física e Desportos (EEFD)
idealizada pela Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), a EDF como curso,
vem passando por rápidas e dinâmicas mudanças. Nesse contexto, a Resolução nº
CFE 03/87 ampliou a formação do professor de EDF e passou a conferir aos
profissionais, dois diferentes títulos: Bacharel e/ou Licenciado (Art. 1º).
No que diz respeito aos referenciais curriculares, a Resolução nº 03/87 é
reconhecida como um importante e inequívoco avanço por ter assegurado a
autonomia e a flexibilidade permitindo às Instituições de Ensino Superior estabelecer
seus marcos conceituais, os perfis profissionais desejados, bem como, elaborar as
ementas, fixar carga horária para cada disciplina e definir nomenclaturas,
enriquecendo o currículo pleno, sem desrespeitar as peculiaridades regionais. Neste
contexto, embora, o Curso de EDF – UFAL tenha sido criado em 1974, ofertava um
único tipo de graduação em Educação Física: a Licenciatura.
Em 2006, foi criado o Curso de Educação Física/Bacharelado (EDFB) da
Universidade Federal de Alagoas através da Resolução COSUNI nº 32/2007 de 25
de maio de 2007, atendendo aos requisitos estabelecidos pela Resolução CNE
07/2004, que trata dos Cursos Superiores de Bacharelado em Educação Física e,
tendo seu primeiro reconhecimento através da Portaria MEC nº395 de 23 de
setembro de 2011 – publicada no DOU de 26 de setembro de 2011. O curso foi
8

criado para atender a uma crescente demanda social tendo em vista que até aquele
momento, em Maceió, existia apenas um único curso de EDFB, entretanto, ofertado
por uma instituição privada.
Sendo assim, além do Curso de EDF Licenciatura (EDFL), a UFAL passou a
ofertar, em horário noturno, o curso de EDF Bacharelado com o objetivo de preparar
os profissionais egressos desse curso, para entender e aplicar seus conhecimentos
considerando as relações entre os diferentes tipos de atividades físicas:
ocupacionais, domésticas, de transporte, de lazer (exercícios e esportes, dentre
outras), o desempenho físico, a saúde e a qualidade de vida de sujeitos de ambos
os sexos e diferentes escalões etários.
No que concerne à formação do profissional de EDF, desde a formação do
curso de EDFB, temos buscado atender às necessidades regionais e locais, não só
da comunidade acadêmica, mas, também, da sociedade alagoana.

III. CONTEXTO DO CURSO

O profissional de EDF vem conquistando cada vez mais espaço no mercado
de trabalho. Tal valorização não se limitou às áreas de Educação e Esporte, mas
também, à área da Saúde, reconhecendo-se a importância das atividades físicas
para uma vida saudável. O exposto é comprovado pelas políticas desenvolvidas pelo
Ministério da Saúde (MS) que, atento aos fatores determinantes de saúde e
principalmente aos altos índices de sedentarismo no Brasil, incluiu a prática de
atividades físicas no Sistema Único de Saúde (SUS), como fator primordial para
melhorar a qualidade de vida da população.
Iniciou-se, assim, uma série de ações para promoção da saúde e prevenção
de doenças através do exercício físico, incorporando os profissionais de EDF no
quadro de profissionais da Saúde, inclusive com o lançamento da Política Nacional
de Promoção da Saúde (2006). Nesse contexto, foi aprovada a Portaria nº 154 do
Ministério da Saúde que em 24 de janeiro de 2008 criou os Núcleos de Apoio à
Saúde da Família (NASF), estabelecendo a inclusão do profissional de EDF no SUS,
nas Unidades de Atenção Básica à Saúde (UBS), nas Unidades com Estratégia de

9

Saúde da Família, onde desenvolvem um trabalho multidisciplinar, em parceria com
outras categorias profissionais.
Em 2011, o Ministério da Saúde pensando na importância da prática regular
de atividades físicas, criou a Academia da Saúde (Portaria nº 2.681 de 7 de
novembro de 2013), programa voltado para estimular a prática regular de exercício
físico, visando a mudança de hábitos e adoção de estilo de vida ativo.
Tais ações obrigaram as IES que ofertam cursos de EDF a incluir em suas
matrizes curriculares, disciplinas que tratam da saúde pública, políticas públicas e do
trabalho multiprofissional, para agregar ainda mais conhecimento e maior
competência aos futuros profissionais de EDF que venham a atuar neste campo de
trabalho.

1. Objetivos do curso
Geral
O curso EDFB-UFAL tem como objetivo formar profissionais aptos a
diagnosticar as necessidades das pessoas (crianças, jovens, adultos, idosos,
pessoas com deficiência, de grupos e comunidades especiais) de modo a planejar,
prescrever, ensinar, orientar, assessorar, supervisionar, controlar e avaliar projetos e
programas de atividades físicas, recreativas e esportivas nas perspectivas da
prevenção, promoção, proteção da saúde, da formação cultural, da educação e
reeducação motora, do rendimento físico esportivo, do lazer e de outros campos que
contemplem a prática das diferentes categorias de atividades físicas.
Específicos
O Curso EDFB-UFAL deverá viabilizar a formação de profissionais capazes de:
• Adquirir conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais específicos
da Educação Física e aqueles advindos das ciências afins, orientados por
valores sociais, morais, relacionados aos diferentes tipos de atividades
físicas, além de outros campos que oportunizem a prática de atividades
físicas;
10

• Pesquisar, conhecer, compreender, analisar e avaliar a realidade social para
nela intervir acadêmica e profissionalmente, por meio das manifestações e
expressões do movimento humano, tematizadas, com foco nas diferentes
formas e modalidades de atividades físicas: programas de exercícios físicos,
jogos, esportes, lutas (artes marciais), danças, visando à formação, a
ampliação e enriquecimento cultural da sociedade, no sentido de incentivar a
adoção de um estilo de vida fisicamente ativo e saudável;
• Intervir acadêmica e profissionalmente de forma deliberada, adequada e
eticamente balizada, não só nos campos do desempenho atlético e
prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, mas também, da
formação cultural, da educação e reeducação motora, do desempenho físico
(em suas diferentes dimensões), da gestão de empreendimento;
• Participar,

assessorar,

coordenar,

liderar

e

gerenciar

equipes

multiprofissionais de discussão, de definição e de operacionalização de
políticas públicas e institucionais nos campos da saúde, do lazer, do esporte,
da educação, da segurança, do urbanismo, do ambiente, da cultura e do
trabalho, dentre outros;
• Conhecer, dominar, produzir, selecionar e avaliar os efeitos da aplicação de
diferentes

técnicas,

instrumentos,

equipamentos,

procedimentos

e

metodologias para a produção e a intervenção acadêmico-profissional em
Educação Física, nos campos da prevenção, promoção, proteção e
reabilitação da saúde, do rendimento físico desportivo, do lazer, da gestão de
empreendimentos relacionados às atividades físicas, além de outros campos
que oportunizem a prática de atividades físicas;
• Acompanhar as transformações acadêmico-científicas que relacionem a
Educação Física no contexto geral, bem como em suas relações com a saúde
e qualidade de vida, mediante a análise crítica da literatura especializada com
o propósito de contínua atualização e produção acadêmico-profissional;

11

• Utilizar recursos da tecnologia da informação e da comunicação de forma a
ampliar e diversificar as formas de interagir com as fontes de produção e de
difusão de conhecimentos específicos da Educação Física e de áreas afins,
com propósito de contínua atualização e produção acadêmico-profissional.

2. Perfil do egresso
De acordo com o que determina as Diretrizes Curriculares Nacionais dos
Cursos de Bacharelado e Licenciatura, da Secretaria de Educação Superior (MEC),
o Bacharel em EDF atua no planejamento, prescrição, supervisão e coordenação de
projetos e programas de atividades físicas, recreativas e esportivas. Em sua
atividade, avalia as manifestações e expressões do movimento humano, tais como:
exercícios físicos, ginásticas, jogos, esportes, lutas, artes marciais e dança.
Pesquisa, analisa e avalia campos da prevenção, promoção e reabilitação da saúde,
da formação cultural, da educação e reeducação motora e do rendimento físico
esportivo. Planeja e gerencia atividades de lazer e de empreendimentos
relacionados às atividades físicas, recreativas e esportivas. Em sua atividade
gerencia o trabalho e os recursos materiais de modo compatível com as políticas
públicas de saúde, primando pelos princípios éticos e de segurança.

3. Competências e habilidades
O curso EDFB-UFAL segue o que determina as Diretrizes do Conselho
Nacional de Educação (CNE)1 no sentido de assegurar uma formação generalista,
humanista

e

crítica,

qualificadora

da

intervenção

acadêmico-profissional,

fundamentada no rigor científico, na reflexão filosófica e na conduta ética. Dessa
forma o graduado em EDFB-UFAL deverá estar qualificado para analisar
criticamente a realidade social e nela intervir acadêmica e profissionalmente por
meio das diferentes manifestações e expressões do movimento humano, visando a
1

CNE. Resolução CNE/CES 7/2004. Diário Oficial da União, Brasília, 5 de abril de 2004, Seção 1, p. 18.
Alterada pela Resolução CNE/CES nº 7, de 4 de outubro de 2007.

12

formação, a ampliação e o enriquecimento cultural das pessoas, para aumentar as
possibilidades de adoção de um estilo de vida fisicamente ativo e saudável.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em
Educação Física:
§ 1º A formação do graduado em Educação Física deverá ser concebida,
planejada, operacionalizada e avaliada visando a aquisição e desenvolvimento das
seguintes competências e habilidades:
- Dominar os conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais específicos
da Educação Física e aqueles advindos das ciências afins, orientados por valores
sociais, morais, éticos e estéticos próprios de uma sociedade plural e democrática.
- Pesquisar, conhecer, compreender, analisar, avaliar a realidade social para nela
intervir acadêmica e profissionalmente, por meio das manifestações e expressões
do movimento humano, tematizadas, com foco nas diferentes formas e
modalidades do exercício físico, da ginástica, do jogo, do esporte, da luta/arte
marcial, da dança, visando a formação, a ampliação e enriquecimento cultural da
sociedade para aumentar as possibilidades de adoção de um estilo de vida
fisicamente ativo e saudável.
- Intervir acadêmica e profissionalmente de forma deliberada, adequada e
eticamente balizada nos campos da prevenção, promoção, proteção e reabilitação
da saúde, da formação cultural, da educação e reeducação motora, do rendimento
físico esportivo, do lazer, da gestão de empreendimentos relacionados às
atividades físicas, recreativas e esportivas, além de outros campos que
oportunizem a prática de atividades físicas, recreativas e esportivas.
- Participar, assessorar, coordenar, liderar e gerenciar equipes multiprofissionais de
discussão, de definição e de operacionalização de políticas públicas e institucionais
nos campos da saúde, do lazer, do esporte, da educação, da segurança, do
urbanismo, do ambiente, da cultura, do trabalho, dentre outros.
- Diagnosticar os interesses, as expectativas e as necessidades das pessoas
(crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência, de grupos e
comunidades especiais) de modo a planejar, prescrever, ensinar, orientar,
assessorar, supervisionar, controlar e avaliar projetos e programas de atividades
físicas, recreativas e esportivas nas perspectivas da prevenção, promoção,
proteção e reabilitação da saúde, da formação cultural, da educação e reeducação
motora, do rendimento físico esportivo, do lazer e de outros campos que
oportunizem ou venham a oportunizar a prática de atividades físicas, recreativas e
esportivas.
- Conhecer, dominar, produzir, selecionar, e avaliar os efeitos da aplicação de
diferentes técnicas, instrumentos, equipamentos, procedimentos e metodologias
para a produção e a intervenção acadêmico-profissional em Educação Física nos
campos da prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, da formação
cultural, da educação e reeducação motora, do rendimento físico esportivo, do
lazer, da gestão de empreendimentos relacionados às atividades físicas,
recreativas e esportivas, além de outros campos que oportunizem ou venham a
oportunizar a prática de atividades físicas, recreativas e esportivas.

13

- Acompanhar as transformações acadêmico-científicas da Educação Física e de
áreas afins mediante a análise crítica da literatura especializada com o propósito
de contínua atualização e produção acadêmico-profissional.
- Utilizar recursos da tecnologia da informação e da comunicação de forma a
ampliar e diversificar as formas de interagir com as fontes de produção e de
difusão de conhecimentos específicos da Educação Física.

4. Campo de atuação profissional
Os graduados em Educação Física estarão habilitados a atuar em academias,
hospitais

e

clínicas

especializadas,

áreas

públicas,

clubes

comunitários,

condomínios residenciais, atendimento individualizado ou domiciliar (personal
training) ou em quaisquer locais onde ocorram as perspectivas específicas de
intervenção do graduado e, em outras áreas que venham a oportunizar o
entendimento das relações e importância das práticas dos diferentes tipos de
atividades físicas para o desempenho atlético e saúde.
Para uma efetiva aplicação profissional dos conhecimentos, adquiridos ao
longo do curso, o aluno egresso deverá intervir crítica e pedagogicamente na
perspectiva da habilitação adquirida. Além disso, deverá estar apto a desenvolver as
competências adquiridas que comprovem suas potencialidades para:
• Compreender e dominar o processo de intervenção profissional nos campos
de trabalho relacionados e nas suas relações com o contexto no qual estão
inseridos;
• Resolver problemas concretos da prática profissional e da dinâmica das
instituições afins, zelando pela aprendizagem e pelo desenvolvimento da sua
clientela;
• Considerar as características, os interesses e as necessidades da sua
clientela no planejamento, na aplicação e na avaliação dos programas de
intervenção profissional;
• Sistematizar e socializar a reflexão sobre a prática profissional;

14

• Compreender

as

implicações

socioculturais,

políticas,

econômicas

e

ambientais inerentes à sua intervenção profissional;
• Demonstrar capacidade de lidar autonomamente com a literatura pertinente e
atualizada e com os diversos tipos de produção do conhecimento afins;
• Demonstrar manejo da clientela, clareza e objetividade de comunicação
verbal e não-verbal, desenvoltura no fazer didático, no manuseio do material
didático, de modo a conduzir sua atividade profissional adequadamente;
• Ter argumentos para justificar teoricamente sua prática profissional, bem
como balizar sua intervenção profissional à luz das teorias produzidas a partir
dos campos de conhecimento específico e afim;
• Contribuir na construção de novos conhecimentos.

IV - POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO EDFB-UFAL

1. Ensino de Graduação
O ensino de graduação adota políticas centradas em três grandes eixos,
visando à melhoria contínua da oferta dos cursos, a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de
egresso desejado. Isso passa necessariamente por inovação e qualificação,
internacionalização e gestão acadêmica.

2. Inovação e Qualificação
A universidade deve possibilitar uma revisão permanente dos seus projetos
pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, inclusive
aqueles já implantados quando da interiorização, estando atenta a novas tendências
e desafios para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre
novas práticas pedagógicas. Sendo assim, no curso EDFB-UFAL as discussões,
15

realizadas com o objetivo de promover a atualização do projeto pedagógico do
curso, têm sido constantes.
Para atingir seus objetivos, o curso EDFB-UFAL conta com vários recursos
como, por exemplo, o Moodle, sítio eletrônico utilizado como uma das ferramentas
formais de Tecnologia da Informação e da Comunicação, e as redes sociais a fim de
acompanhar as tendências atuais para divulgação de informações. Além disso,
algumas disciplinas do curso contam com o apoio pedagógico de programa de
monitoria presencial (com e sem bolsas), além de seminários temáticos, realizados
como ações contínuas, no início e término de cada semestre da graduação.
O curso EDFB-UFAL tem sido um espaço para a criação e oferta de
diferentes ações extensionistas e de pesquisas relacionadas ao desempenho físico,
à prática esportiva, à saúde e a qualidade de vida de diferentes populações e
escalões etários, proporcionando um ambiente adequado para a aprendizagem e
favorecendo uma ampla rede de atendimento didático-pedagógico.
O curso fomenta o uso de outros recursos didático-pedagógicos na medida
em que intensifica a mobilidade discente e docente, intra e interinstitucional como
forma de ampliar conhecimentos, saberes e culturas a partir dos diferentes
programas e projetos de pesquisa, extensão e parcerias institucionais entre
laboratórios de pesquisa.
Procurando atender o proposto pela política educacional, nomeadamente no
que se refere às Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 e às resoluções: CNE/CP nº
01/2012 e CNE/CP 01/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a inserção das disciplinas: Educação de Relações Étnico Raciais e Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, tais temáticas são abordadas
e fazem parte das

disciplinas: Aspectos Sócio Antropológicos das Atividades

Corporais; Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Física, e de forma
transversal em outras disciplinas.
A instituição e o curso, não perdem de vista que uma formação completa deve
também levar em consideração a inclusão de outras temáticas como os direitos
humanos, educação ambiental.
Com relação à Educação em Direitos Humanos, de acordo com a Resolução
CNE/CP nº 01/2012 na UFAL, a disciplina é incluídas nos PPC (s) dos cursos
16

através da transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos
e tratados interdisciplinarmente; como um conteúdo específico de uma das
disciplinas já existentes no currículo escolar, e de maneira mista, ou seja,
combinando transversalidade e disciplinaridade.
No curso EDFB, a temática da Educação de Direitos Humanos é abordada
de forma transversal nos conteúdos das disciplinas: Bioética e Temas Atuais em
Educação Física, Esporte e Lazer. O tema Educação em Direitos Humanos,
também, pode ser abordado em outras disciplinas de forma multidisciplinar e
indireta.
O Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei nº 9.795, de
27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá
outras providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de
implementação da temática nos currículos dos cursos superiores. Desta forma, o
curso de EDFB busca atender à legislação vigente utilizando a disciplina: Temas
Atuais em Educação Física, Esporte e Lazer para abordar a temática Educação
Ambiental. Entretanto, a temática pode ser abordada de forma transversal em
diversas outras disciplinas, que tratam das atividades físicas e qualidade de vida.
Ademais, para além da IES, estimular a inclusão das temáticas: Educação
Ambiental, Relações Étnico Raciais e História e Cultura Afro-brasileira, Africana e
Indígena, nas ações de extensão envolvendo os alunos do curso de EDFB, o
mesmo acontece, nos diversos eventos institucionais realizados pela Unidade
Acadêmica e pela UFAL.
Em busca de contemplar tais políticas, estas temáticas são discutidas de
modo

interdisciplinar,

especificamente

nas

disciplinas:

Aspectos

Sócio-

antropológicos das Atividades Corporais; Fundamentos Históricos e Filosóficos da
Educação Física, Bioética, Crescimento e Desenvolvimento Humano, Fundamentos
do Lazer, Atividade Física Adaptada, Organização, Marketing e Assessoria de
Programas de Atividades Físicas, Esporte e Lazer, Temas Atuais em Educação
Física, Esporte e Lazer e Epidemiologia das Atividades Físicas e Saúde Pública.

17

3. Internacionalização
O ensino de graduação pensa a internacionalização como mais uma das
possibilidades de formação e troca de conhecimentos, deixando os currículos locais
efetivamente sem fronteiras. Tal proposta implica na criação de novas normas de
aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir o ir e vir dos
sujeitos da aprendizagem, dessa forma, a adequação e modernização curricular é
peça fundamental nesse processo.
A UFAL se preocupa, também, em dar uma formação inicial e/ou
complementar nas línguas estrangeiras, eliminando um dos grandes limitadores na
concretização do sonho de muitos. Nessa direção, o colegiado do curso está atento
aos editais periódicos lançados por instituições privadas e públicas, incentivando os
alunos à participação nos mesmos. Ademais, através da Faculdade de Letras
(FALE), a IES oferta cursos contínuos de línguas estrangeiras.
Ainda no contexto da internacionalização, a Assessoria de Intercâmbio
Internacional (ASI) é o órgão responsável pelas relações estabelecidas entre a
UFAL e instituições de âmbito internacional. Tais relações abrangem desde acordos
de cooperação, envolvendo pesquisas conjuntas, intercâmbios de alunos e
organização de eventos, visitas de pesquisadores internacionais à UFAL, à
representação da UFAL em instituições estrangeiras.
A ASI, em parceria com diversos órgãos nacionais de fomento à cooperação
internacional,

vem

disponibilizando

informações

relevantes

à

comunidade

acadêmica e pretende elevar ao mais alto nível a cooperação entre a UFAL e
instituições estrangeiras, trazendo benefícios não só para a universidade, mas
também, e principalmente, para o Estado de Alagoas.

4. Relação de convênios vigentes com outras Instituições
Docentes e discentes do curso EDFB-UFAL têm participado, de maneira
contínua, das ações e convênios relacionados ao curso de graduação e Programas
de Pós-Graduação. Nesse sentido, docentes e discentes participam de ações com
diversos laboratórios de diferentes estados da União, como por exemplo, o
Laboratório de Promoção da Saúde (LABSAU) na Universidade Estadual do Rio de
Janeiro (UERJ) e o Laboratório de Antropometria e da Universidade Federal da
18

Paraíba

(UFPB),

além

de

ações

internacionais

com

IES

portuguesas,

nomeadamente, com as Universidades de Coimbra (FCDF-UC) e Porto (FADEUUP).

5. Gestão Acadêmica do Ensino de Graduação
O ensino de graduação terá como planejamento maior o Projeto Pedagógico
do Curso (PPC) em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional. O plano
de ações para suportar a oferta semestral dos cursos será elaborado e/ou revisado
semestralmente em momentos que antecedem o início das aulas.
Tais atividades constarão do calendário acadêmico e serão coordenadas pelo
Colegiado de Curso sendo da responsabilidade de todos os docentes, sob a
supervisão da Direção da Unidade Acadêmica ou Direção Acadêmica do Campus
Fora de Sede.
Alunos e docentes deverão observar seus direitos e obrigações, de acordo
com as normas e resoluções acadêmicas vigentes, sendo a atividade de aula
orientada pelo plano de aula.
Ao final do semestre as Unidades/Campus Fora de Sede e seus respectivos
cursos deverão promover um processo de avaliação, observando a atuação do
docente, a participação dos discentes, os pontos relevantes no processo de
ensino/aprendizagem e, não menos importantes, os indicadores de sucesso
comumente conhecidos como evasão e retenção.
A avaliação é um fator de gestão no sentido de possibilitar correções,
reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os
obstáculos administrativos. Deste modo, ela precisa estar definida, de forma clara e
objetiva, no Projeto Pedagógico que, deverá prever tempo amplo para o processo de
auto avaliação pedagógica.

6. Avaliação do Curso (docentes e discentes)
A avaliação institucional é um mecanismo que ajuda a responder mais
efetivamente às demandas da sociedade e da comunidade científica, devendo ser

19

entendida como um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios
estabelecidos no regulamento geral dos cursos de graduação.
O acompanhamento e a avaliação do processo ensino-aprendizagem deverão
estar em consonância com a própria dinâmica curricular. A avaliação é, portanto,
uma atitude de responsabilidade da instituição, dos professores e dos alunos acerca
do processo formativo.
A avaliação que aqui se propõe não é uma atividade puramente técnica, ela
deve ser processual e formativa, mantendo coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do PPC. Ela transcende a concepção de avaliação da
aprendizagem

e

deve

ser

integrada

ao

PPC

como

dado

que

interfira

consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à
realidade na qual se insere a UFAL.
A avaliação requer, portanto, a participação de todos os atores envolvidos
com o processo educacional, em uma permanente aferição avaliativa do PPC em
relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação
deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo
de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
Nesse sentido, em termos de avaliação dos docentes, caberá ao Colegiado
do curso EDFB-UFAL, a cada novo semestre, coordenar o planejamento, a
execução e o acompanhamento das ações a serem realizadas durante o semestre
letivo, mantendo reuniões periódicas regulares. Ao Núcleo Docente Estruturante
(NDE) caberá a responsabilidade do planejamento de médio e longo prazo do
currículo do Curso, sendo qualquer mudança submetida ao colegiado para a devida
aprovação.
Em termos institucionais, o Fórum dos Colegiados dos Cursos será um dos
principais espaços de discussão e proposição aos Conselhos Superiores da IES
para normativas, soluções tecnológicas e de sistemas, planos de capacitações,
metodologias inovadoras e, principalmente, de trocas de experiências entre os
gestores dos cursos.

20

7. Ensino de Pós-Graduação
As políticas que norteiam o ensino de Pós-Graduação na UFAL visam garantir
sua expansão e consolidação de maneira sustentável, tendo no horizonte a
internacionalização e o aprofundamento das relações com a graduação e o ensino
básico.
Todas as iniciativas na área da internacionalização da Pós-Graduação, no
âmbito da UFAL, estão alinhadas com os preceitos e orientações da política nacional
e visam à internacionalização da produção científica, tecnológica e cultural e a
transferência de conhecimento entre fronteiras que permite o crescimento
profissional e desenvolvimento da ciência em Alagoas e no Brasil.
A sustentabilidade da expansão e consolidação da Pós-graduação será
alcançada, principalmente, através de ações detalhadas a seguir, que contribuirão
para a melhoria dos índices dos programas existentes, além de induzir a expansão
dos novos programas em áreas estratégicas para o desenvolvimento regional e
nacional. Nessa direção, foi ofertado um curso Pós-Graduação lato senso

em

parceria com a Universidade de Coimbra.
Dentro da UFAL, são estabelecidas outras parcerias, vários de nossos
docentes atuam em programas de mestrado e doutorado de outros cursos e
Unidades da UFAL, como por exemplo: Programa de Mestrado e Doutorado em
Educação (CEDU), Programa de Mestrado em Nutrição (PPG-FANUT) e Programa
de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS).

8. Pesquisa
Dado o caráter interdisciplinar das pesquisas, a UFAL incentiva a promoção
da pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, estimulando a formação de
grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa,
considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No âmbito da graduação, o curso EDFB-UFAL foi pensado para a formação
de profissionais capazes de compreender os efeitos dos níveis de atividades físicas,
do treinamento físico e do comportamento sedentário, bem como, as relações
dessas variáveis com os diferentes tipos ou dimensões de atividades físicas:
ocupacional, transporte, domésticas e lazer, nomeadamente no que se refere aos
21

exercícios físicos e esportes com o desempenho físico, funcionalidade, saúde e
qualidade de vida.
O curso EDFB-UFAL foi estruturado para contemplar estudos relacionados ao
treinamento físico e às diferentes atividades físicas, bem como, suas relações com o
desempenho físico esportivo, saúde e qualidade de vida. Para alcançar tais
objetivos, vários de nossos laboratórios: Laboratório de Aptidão Física, Desempenho
e Saúde (LAFIDES), Laboratório de Ciências Aplicadas ao Esporte (LACAE),
Laboratório de Bioquímica e Fisiologia do Exercício (LABIOFEX) e Grupos de
Pesquisa: Núcleo de Extensão e Pesquisa em Aptidão Física, Desempenho e Saúde
(NEPAFIDES-NEFD/CEDU/UFAL), Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão em
Esporte (GEPEXE - UFAL), Grupo de Estudos em Esporte, Corpo e Sociedade
(GEECS/UFAL), Grupo de Estudo e Pesquisa em Exercício Físico e Metabolismo
(GEPEFIM/UFAL), Grupo de Pesquisa em Ciências Aplicadas ao Esporte
(GPCAE/UFAL),

Grupo de Estudos e Extensão em Atividade Motora Adaptada

(GEEAMA/UFAL) e Núcleo de Estudo em Educação e Diversidade (NEEDI/UFAL),
dão suporte aos professores pesquisadores e alunos do EDFB, bem como, os de
outros cursos da UFAL.

9. Extensão
A LDB (lei 9.39496)2 traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às IES adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas
institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto
voltados à formação profissional quanto às ciências ou às artes.
Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação
continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do processo
de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar que, como
contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a

2

LEI Nº 11.741, DE 16 DE JULHO DE 2008.Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996.

22

necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para identificar
desvios e propor correções de rumo.
A UFAL atua em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo
Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça,
Educação, Meio Ambiente, Produção e Trabalho, Saúde e Tecnologia.
O IEFE entende a extensão universitária sob o princípio da indissociabilidade,
considerando-a como um processo interdisciplinar educativo, cultural, científico e
político que promove sua interação transformadora entre a universidade e outros
setores da sociedade (Art. 4º da Resolução nº. 04/2018-Consuni/Ufal). As diretrizes
da extensão na Ufal procuram atender ao que estabelece o Plano Nacional de
Educação (PNE), por meio de suas diretrizes, metas e estratégias para a política
educacional brasileira. Dentre as estratégias do PNE pode-se destacar a 12.7 que
trata sobre a creditação curricular para extensão universitária: “Assegurar, no
mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a
graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação,
prioritariamente, para as áreas de grande pertinência social (PNE 2014, p. 14).
Dessa forma para atender o percentual acima estabelecido o Iefe oferecerá
320 horas (10,9 %) da carga horária total (3254 horas) do curso EDFB para a
curricularização da extensão conforme demonstrado no Quadro 2 (Distribuição da
Carga Horária das ACES na Matriz Curricular). Como forma de acompanhamento e
avaliação das atividades de extensão, esse Instituto está embasado em indicadores
e instrumentos de avaliação conforme à Política Nacional de Extensão Universitária.
A seguir será apresentado a estrutura do programa de extensão desenvolvido
pelo IEFE.
9.1. Do Programa de Extensão do IEFE
9.1. Título do Programa
Programa de Extensão do IEFE: educação, saúde e esporte.

9.2. Unidades Acadêmicas Envolvidas.
As unidades acadêmicas envolvidas nas ações de extensão são: Faculdade
de Nutrição (FANUT), Instituto de Matemática (IM), Escola de Enfermagem e
23

Farmácia (ESENFAR), Faculdade de Medicina (FAMED), Centro de Educação
(CEDU) e Hospital Universitário (HU) “Prof. Alberto Antunes” da UFAL campus A. C.
Simões.

9.3. Justificativa
O Estado de Alagoas revela um quadro persistente de exclusão social,
econômica e política, marcado especialmente pelo baixo grau de escolaridade e
baixa qualificação profissional dos seus habitantes. Além disso, estes fatores
reforçam ainda mais a falta de oportunidades para a maioria dos indivíduos engajarse em programas que promovam a melhoria da saúde e qualidade de vida. Diante
deste cenário, o Programa de Extensão do IEFE cujo subtítulo abrande educação,
saúde e esporte cria uma plataforma de trabalho transversal que leve em
consideração o estágio de desenvolvimento de crianças, jovens, adultos e idosos em
situação de vulnerabilidade social e econômica.
No que se refere a crianças e jovens escolares, a plataforma de trabalho
reconhece a relevância do trabalho que se realiza no dia-a-dia das escolas públicas
dos municípios alagoanos dirigidos a prática esportiva e pretende colaborar com
esse trabalho a partir da disponibilização de recursos técnicos-metodológicos de
acompanhamento mais pormenorizado no que diz respeito ao desenvolvimento
cognitivo/motor/físico/psicológico. Entendemos que o IEFE pode contribuir com a
formação complementar de crianças e jovens atletas a partir de projetos de extensão
que possam potencializar a administração de estímulos mais sofisticados, mas
desafiantes,

possibilitando

um

desenvolvimento

sustentado

com

base

na

especificidade de cada escolar/atleta, contribuindo, complementarmente, para o seu
desenvolvimento global e, como não poderia deixar de ser, um aumento do
desempenho escolar e esportivo.
No campo da saúde mental, as ações de curricularização da extensão tem
sido justificas pela importância da atuação do profissional de educação física na
área do desempenho motor. Na população específica de crianças e jovens com
transtorno do espectro do autismo (TEA), a literatura internacional adverte que
inserir crianças com TEA em programas de atividades motoras pode reduzir
sintomas primários, danos causados por comorbidades associadas ao transtorno,
24

como por exemplo, o sobrepeso e a obesidade infantil além de aumentar o tempo de
engajamento em tarefas acadêmicas. No entanto, ainda são escassos os programas
de atividade motora ou exercício físico dirigido a população assim como os espaços
com acessibilidade para engajamento e permanência da população nestes
programas. Diante de tais evidências o curso de EDFB desde 2009 através dos
projetos de extensões, eventos e cursos busca colaborar com a formação de futuros
e de profissionais de educação física para atuar na área do desempenho motor nos
diferentes campos de atendimento à população com TEA assim como presta
atendimento especializado a criança e adolescente com TEA e seus familiares a
partir da intervenção do acadêmico do curso de EDFB, na área do exercício físico,
na única instituição pública de atendimento especializado a pessoa com TEA na
cidade de Maceió.
No que se refere a atenção a pessoa idosa (acima dos 60 anos), os projetos
de curricularização da extensão atendem ao diagnóstico realizado acerca da
caracterização da população do entorno da UFAL. De acordo com a Lei Municipal
nº. 4952/2000, um dos bairros mais populosos da cidade de Maceió é o Tabuleiro do
Martins e Cidade Universitária, ambos com população acima de 50.000 pessoas. É
nessa região que o Campus A. C. Simões está localizado e seu entorno caracterizase como uma região carente de áreas de lazer e com poucos espaços para a prática
de exercícios físicos e outras atividades corporais destinadas ao público idoso. Esse
público, dos bairros próximos à UFAL, são indivíduos de baixo poder aquisitivo e que
teriam dificuldade em pagar para fazer atividades físicas sistematizadas. Os projetos
de extensão do IEFE atendem para além da comunidade idosa do entorno da UFAL
os seus funcionários que estão se aproximando da aposentadoria e breve se
afastarão do trabalho e entrarão em uma nova fase da vida. O IEFE, através dos
projetos, eventos e cursos representa um importante vetor para viabilização de um
envelhecimento com mais qualidade de vida.
No que se refere a atenção a indivíduos com câncer, o projeto de extensão
destinado a esse público atende as evidências relacionadas a estimativa de alta
prevalência da doença no Brasil, biênio 2018-2019, de 600 mil casos diagnósticos
(INCA, 2107). Em Alagoas, o atendimento realizado a população com câncer é
realizado através dos Centros de Alta Complexidade Oncológica (CACON)
25

distribuídos no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA), na Santa
Casa de Misericórdia e no Hospital do Açúcar, em Maceió; e no Hospital Afra
Barbosa e no Hospital Chama, no interior do Estado. Considerando que há uma
normativa que orienta os pacientes a serem atendidos dentro do seu raio de
moradia, consideramos relevante selecionar para operacionalização do projeto de
extensão, os dois maiores centros de atendimento para adultos do município de
Maceió: CACON/HUPAA e Unidade Oncológica Rodrigo Ramalho – Santa Casa de
Misericórdia (SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS, 2014). Ciente
das evidências do impacto positivo do exercício físico nos sintomas físicos e mentais
do tratamento quimioterápico e radioterápico do câncer (DIETRICH et al., 2016),
indicadores como fadiga e qualidade de vida devem fazer parte da avaliação de
pessoas em tratamento de câncer, associando-os à propostas de programas de
ações motoras (BATTAGLINI et al. 2004; CASTRO FILHA et al., 2016). A hipótese
de trabalho desse projeto será a de que o grupo que for submetido a intervenção do
programa de exercícios físicos apresentará melhores resultados nos testes de nível
de fadiga, qualidade de vida e aptidão física, quando comparados com o estado
inicial em que se encontravam antes da adesão ao programa. Ressaltamos ainda a
possibilidade de os acadêmicos poderem aplicar o conhecimento teórico de algumas
disciplinas, com destaque para: atividade física para grupos especiais, na
população.

9.4. Abrangências do Programa de Extensão
O “Programa de Extensão do IEFE: educação, saúde e esporte” tem
abrangência

interdisciplinar,

intersetorial,

interinstitucional

e

interprofissional.

Atualmente, no desenvolvimento das ações de curricularizações, o Programa
articula-se de forma interdisciplinar a partir da interlocução entre docentes e
pesquisadores responsáveis pelas ações assim como colaboradores externos,
estabelecendo parcerias intersetoriais com a Faculdade de Nutrição (FANUT), o
Instituto de Matemática (IM),a Escola de Enfermagem (ESENFAR), a Faculdade de
Medicina (FAMED), o Centro de Educação (CEDU) e o Hospital Universitário (HU)
“Prof. Alberto Antunes” da UFAL campus A. C. Simões. Interinstitucionais as
parcerias foram realizadas com as Secretarias de Educação e Saúde Municipais e
26

Estaduais e o Centro Unificado de Integração e Desenvolvimento do Autista (CUIDA)
e interprofissionalmente as interlocuções nestes diferentes setores e instituições se
realizam nas equipes multidisciplinares constituídas por profissionais das diferentes
áreas da saúde, educação e esporte.

9.5. Áreas Temáticas do Programa:
Foram selecionadas as áreas temáticas a partir da Resolução Consuni nº 04/2018,
de 19 de fevereiro de 2018:
Área temática principal 1: Saúde
Área temática secundária 2: Educação e Cultura

9.6. Linhas de Extensão do Programa:
O curso de EDFB-UFAL desde a sua fundação, ano de 2006, sempre
desenvolveu ações de extensão no âmbito do esporte e lazer através dos seus
diferentes projetos, eventos e cursos de extensão o programa de extensão do IEFE
organiza-se a partir de três linha de extensão (esporte e lazer, saúde humana,
metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem) e têm por objetivo potencializar
a construção de conhecimento de caráter formador, direcionando a articulação da
extensão com as ações de ensino e de pesquisa para a solução de problemas reais
e potenciais da sociedade. Nesse sentido, as Atividades Curriculares de Extensão
(ACE) poderão ser sistematizadas e executadas nas formas de dois projetos, cada
um com duas semestralidades, cursos e/ou eventos que estarão articulados a uma
ou mais linha de extensão como orientação da Resolução Consuni nº 04/2018, de 19
de fevereiro de 2018. Todas as ações de extensão envolverão necessariamente, a
coordenação de um professor, a participação de discentes e da comunidade
externa.

Linha 1: Esporte e Lazer

Definição
Essa linha de extensão pretende possibilitar ao discente o entendimento da relação
do esporte, da iniciação esportiva ao alto desempenho e do lazer. Serão ofertados
27

projetos de extensões, eventos e cursos com objetivo de discutir conceitualmente e
procedimentalmente as dimensões físicas, esportivas, artísticas culturais, sociais e
turísticos do esporte e do lazer.

Operacionalização
As ações de extensão da linha esporte e lazer serão operacionalizadas a
partir de projetos de extensão vinculados ao desenvolvimento do esporte no Estado
de Alagoas: Nesta categoria existem três projetos de extensão, iniciados em 2019,
que acontecem simultaneamente e que se articulam entre si. A duração dos projetos
é de duas semestralidades, tem como objetivo principal desenvolver prática
esportiva associada a matemática e robótica para escolares/atletas da rede pública
de ensino. Cada escolar/atleta inscrito no projeto de extensão será vinculado aos
três projetos de extensão simultaneamente e será assistido nas instalações físicas
do IEFE. Até 2020 pretende-se atender 1800 crianças, de idade entre 12 e 15 anos,
oriundas de escolas da rede pública de ensino com alta vulnerabilidade social. As
ações dos projetos são coordenadas por três docentes do IEFE e operacionalizadas
por três acadêmicos do curso de bacharelado bolsistas da PROEXT e cinco
voluntários.
Projetos de Extensão vinculados a identificação de talentos nas modalidades
de atletismo e de voleibol da comunidade circunvizinhança da UFAL. Nesta
categoria existem dois projetos de extensão que estão articulados e atuam nas
modalidades de atletismo e de voleibol com duração de duas semestralidades.
Criado em 2014, os projetos de identificação de talentos vêm descobrindo crianças e
adolescentes com altas habilidades esportivas na cidade de Maceió e outros
municípios de Alagoas além de apresentá-los no cenário de campeonatos estaduais,
regionais e nacionais. Os projetos vêm oportunizando à comunidade do entorno da
universidade a entender a função social da universidade na perspectiva de planejar,
com essa comunidade, um futuro no âmbito esportivo para suas crianças e jovens.
O objetivo dos projetos é a formação de futuros atletas a partir da orientação
sistematizada, em função da detecção e seleção de indivíduos com aptidões
especiais para o desempenho esportivo. As ações dos projetos são coordenadas por
28

três docentes do curso IEFE e operacionalizadas, por um aluno do programa de
doutorado em biociência, seis acadêmicos do curso de bacharelado bolsistas da
PROEXT e quatro voluntários.
Projetos de extensão vinculados ao esporte para comunidade da UFAL. Nesta
categoria existem 20 projetos de extensão, duração de dois semestres cada um,
cujo objetivo dos projetos é promover práticas esportivas e de lazer para melhoria
das competências motoras e qualidade de vida relacionada a saúde de acadêmicos,
graduação e pós-graduação, técnicos administrativos, docentes e terceirizados da
UFAL campus A.C. Simões. Iniciado em 2019, atualmente atende aproximadamente
640 acadêmicos de diversos cursos de graduação e pós-graduação, 72 técnicos
administrativos, docentes e terceirizados da Ufal campus A.C. Simões. Contempla
atividades em modalidades de esportes individual e coletivo, esportes de lutas e
raquetes, práticas corporais e treinamento funcional. As ações dos projetos são
coordenadas por 20 docentes do curso IEFE e operacionalizadas por 05 acadêmicos
do curso de bacharelado bolsistas da PROEXT e 18 voluntários.
Além do desenvolvimento dos projetos de extensão articulados a linha de
extensão esporte e lazer, o curso de EDFB também realiza ações de extensão no
formato de eventos e cursos com objetivos de divulgar os resultados dos projetos de
extensão e promover a formação complementar sobre temas atualizados
relacionados a área do esporte e lazer.
Linha 2: Saúde humana

Definição:
Essa linha de extensão pretende possibilitar ao discente compreender que a
saúde, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é um estado
completo de bem-estar físico, mental e social. Neste sentido, os projetos de
extensão terão como objetivos promover atividades que promovam um estilo de vida
saudável e mudanças de hábitos da população. Objetiva-se o desenvolvimento de
atividades orientadas para fomentar uma alimentação saudável, diminuição do
sedentarismo, práticas para o controle do stress, controle de incidências de doenças
crônicas não transmissíveis (obesidade, hipertensão, diabetes, etc.) e quaisquer
29

outras ações voltadas para o estímulo da qualidade de vida e bem-estar da
população.

Operacionalização:
As ações de extensão da linha saúde humana serão operacionalizadas a
partir de projetos de extensão vinculados a população da terceira idade: Nesta
categoria existem cinco projetos de extensão, com duração de dois semestres,
eventos e cursos com carga horária de no mínimo 60 horas. As ações de extensão
têm como objetivo geral promover a melhoria da qualidade de vida do idoso. Os
projetos são de ginástica, hidroginástica, tai-chi-chuan, informática e oficinas sobre
alimentos. Além dos projetos serão ofertados eventos e cursos sobre temas
relacionados ao processo do envelhecimento humano saudável. As ações são
coordenadas por três docentes do IEFE e operacionalizadas por dois acadêmicos do
curso de bacharelado bolsistas e quatro voluntários.
O projeto “Exercício Físico para crianças com transtorno do espectro do
autismo” (PEFaut) foi iniciado em 2009 após análise dos dados da Secretaria
Municipal de Saúde acerca da escassez de profissionais de educação física
qualificados para atuar em Centros Psicossociais e atender a população de crianças
e jovens com transtorno do espectro do autismo (TEA). Em resposta a demanda
profissional, foi estabelecida uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde /
Saúde Mental, projeto com inscrição no Comitê de Ética Nº 024478/2009-23, e a
partir de então iniciou-se um processo de atendimento especializado no campo do
desempenho motor nas instalações do Curso de Educação Física na UFAL. De 2009
a 2018 um total de 32 acadêmicos do curso de bacharelado participaram de projeto
de extensão e foram atendidos 124 crianças, adolescentes e adultos com TEA
encaminhados pelos Centros Psicossociais, ambulatório do HU e escolas inclusivas
públicas e privadas da cidade de Maceió. Também foram realizados quatro cursos
de formação de professores e cinco eventos locais destinados a comunidade
acadêmicas, familiares e profissionais da saúde com público estimado em mais de
600 pessoas no total dos eventos. Atualmente o projeto de extensão apresenta
inscrição de 105 crianças com TEA, o atendimento é oferecido no setor de educação
30

física do Centro Unificado de Integração e Desenvolvimento do Autista, participam
do projeto um professor do IEFE, a equipe multidisciplinar clínica e o profissional de
Educação Física do Centro e seis estagiários voluntários do EDFB.
O projeto “Efeitos do Exercício Físico na Qualidade de Vida, Fadiga e Aptidão
Física dos Pacientes em Tratamento contra o Câncer”, iniciado em 2019, tem como
principal objetivo avaliar os efeitos de um programa de exercício físico na qualidade
de vida, no nível de fadiga e na aptidão física de indivíduos com câncer que se
encontram em tratamento quimioterápico. A população foi composta por 20
pacientes adultos, de ambos os sexos, com idade acima de 18 anos, com o
diagnóstico de câncer e tratamento na unidade oncológica da Santa Casa de
Misericórdia de Maceió - AL. A intervenção é realizada em sala climatizada no
Hospital Universitário, as sessões são de 50 minutos de exercícios físicos (aeróbios
e resistidos). As ações do projeto são coordenadas por três docentes do IEFE, uma
técnica de Educação Física do Hospital Universitário e operacionalizadas por três
acadêmicos do curso de bacharelado voluntários.

Linha 3: Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem;

Definição:
Essa linha pretende possibilitar ao discente refletir acerca do planejamento,
dos procedimentos metodológicos, dos recursos pedagógicos e do processo
avaliativo do ensino das inúmeras práticas corporais a partir da compreensão da
ação pedagógica enquanto processo de ensino / aprendizagem contínuo com
características dialéticas que se insere em um contexto geográfico e temporal. Os
projetos, eventos e cursos tentarão privilegiar intervenções com a intenção de
identificar os principais problemas vivenciados pelos profissionais de educação
física, tanto no âmbito da transferência do conhecimento acadêmico para a prática
assim como na reflexão sobre a ação do profissional na busca de melhorias da
qualidade da prática profissional.

31

Operacionalização:
As ações de extensão desenvolvidas nas linhas de extensão 1 “práticas
esportivas e de lazer” e 2 “saúde humana” que envolvem a comunidade interna da
UFAL bem como a sociedade em geral, serão articuladas a linha “Metodologias e
estratégias de ensino/aprendizagem”. A linha tem por objetivo oportuniza a
articulação

dos

saberes

acadêmicos

a

produção

de

estratégias

de

ensino/aprendizagem capazes de aumentar a adesão e permanência da
comunidade em geral nos programas de esporte, lazer e outras práticas corporais.
Serão realizados cursos e eventos com objetivo de criar espaços para discussão do
diagnóstico do estado de saúde, da competência motora, composição corporal e
funcional de todas as populações assistidas pelos projetos de extensões; serão
realizadas também oficinas metodológicas de caráter prático com objetivo de
elaborar, desenvolver e avaliar ações de planejamento estratégico para atendimento
as demandas específicas de cada público atendido pelos projetos de extensão.
De forma ilustrativa segue abaixo o gráfico 1 que apresenta o percentual da linha de
extensão representando o volume de ACEs disponibilizadas através de projetos, eventos e
cursos ao acadêmico EDFB.

Gráfico 1: Apresentação percentual das linhas de extensão
32

9.7. Objetivo do Programa:
9.7.1. Objetivo Geral:
Garantir ao acadêmico do curso de EDFB a experiência teórico-prática com a
extensão universitária enquanto processo que transversaliza a formação profissional
nas dimensões do ensino e da pesquisa no intercâmbio com a sociedade em geral.

9.7.2. Objetivos Específicos:
a) Fomentar ações de integração interdisciplinar sobre temas relevantes
relacionados as três linhas de extensão esporte e lazer, saúde humana, metodologia
e estratégias de ensino-aprendizagem;

b) Formar recursos humanos qualificados para atuar no mercado de trabalho nas
áreas do esporte e lazer, metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem e
saúde humana;

c) Desenvolver atividades de extensão articuladas ao desenho da formação
curricular e da iniciação a pesquisa;

9.8. Ementa do Programa
Discutir conceitualmente e procedimentalmente as dimensões físicas, esportivas,
artísticas culturais, sociais e turísticos do esporte e do lazer. Refletir acerca do
planejamento, dos procedimentos metodológicos, dos recursos pedagógicos e do
processo avaliativo do ensino das inúmeras práticas corporais e compreender a
saúde enquanto estado completo de bem-estar físico, mental e social.

9.9. Metodologia:
As atividades que serão desenvolvidas a partir das ACEs seguiram formato
de projetos, com duas semestralidades, cursos e eventos.

9.9.1. Público-alvo e local de atuação:
Linha 1: Esporte e lazer:
33

Público externo: crianças e adolescentes com vínculo na rede de ensino pública da
cidade de Maceió e outros municípios do Estado de Alagoas assim como
comunidade do entorno da UFAL.
Público interno: indivíduos da comunidade da UFAL composto por acadêmicos de
diversos cursos de graduação e pós-graduação, técnicos administrativos, docentes e
terceirizados do campus A.C. Simões.
Os locais de atuação das ações de extensão serão: instalações do IEFE e
áreas específicas para prática de esporte (praças, associações e ginásios) na cidade
de Maceió ou outros municípios do Estado de Alagoas.

Linha 2: Saúde humana
Público externo: populações com neoplasia, com transtorno do espectro do autismo
e idosos das comunidades do entorno da UFAL.
Público internos: acadêmicos de cursos da área da saúde e áreas afins,
pesquisadores e docentes de cursos da área da saúde e áreas afins.
Os locais de atuação das ações de extensão serão: instalações do IEFE na cidade
de Maceió, Centro Unificado de Integração e Desenvolvimento do Autista e hospitais
na cidade de Maceió.

Linha 3: Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem: acadêmicos
Público externo: acadêmicos de cursos da área da saúde e áreas afins,
pesquisadores e docentes de cursos da área da saúde e áreas afins.
Público interno: acadêmicos do curso EDFB, acadêmicos de cursos da área da
saúde e áreas afins, pesquisadores e docentes de cursos da área da saúde e áreas
afins.
Os locais de realização dos cursos e eventos serão: instalações do IEFE ou outros
Institutos da UFAL na cidade de Maceió, Centro Unificado de Integração e
Desenvolvimento do Autista e hospitais na cidade de Maceió.

9.9.2. Unidades envolvidas:
✓ Instituto de Matemática (IM): participa das ações de extensão do IEFE a partir
da associação da prática esportiva a melhoria do desempenho acadêmico. Os
34

acadêmicos do curso de matemática desenvolverão aulas de reforço em
matemática, visando a melhoria do desempenho escolar na seriação
específica e ao treinamento direcionado a Olimpíada Brasileira de Matemática
(OBM).
✓ Instituto de Computação (IC): participa das ações de extensão do IEFE a
partir da associação da prática esportiva a melhoria do desempenho
acadêmico. Os acadêmicos do curso de computação desenvolverão aulas de
robótica, visando a melhoria do desempenho escolar na seriação específica e
ao treinamento direcionado a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR).
✓ Faculdade de Medicina (FAMED): participa das ações de extensão do IEFE, a
partir dos acadêmicos do curso e supervisão dos docentes e pesquisadores,
a partir do Ambulatório de Hebiatria, no Hospital Universitário, a partir do
diagnóstico clínico e tratamento das doenças pertinentes ao público
adolescente.
✓ Faculdade de Nutrição (FANUT) e Programa de Pós-Graduação em Nutrição
(PPGNUT): participa das ações de extensão do IEFE, a partir dos acadêmicos
do curso e supervisão dos docentes e pesquisadores, a partir da avaliação do
estado

nutricional

dos

diferentes

públicos

envolvidos

nos

projetos,

intervenção nutricional e orientação sobre mudança de comportamentos
relativos aos hábitos alimentares.

9.9.3. Período de Realização:
O Programa de Extensão do IEFE tem duração prevista para quatro anos, correlato
ao PPC, podendo se estender por mais dois anos de acordo com a previsão de
reflexão, avaliação e reformulação do PPC.

9.9.4. Tipos de ACEs associadas:
As ACEs serão constituídas por pelo menos dois projetos extensionistas, com
duração de duas semestralidades e uma terceira ACE constituída de projeto de
extensão ou não, eventos ou cursos. O quadro 1 apresenta as ACEs vinculadas as
disciplinas das quais poderão ser ofertadas as atividades curriculares de extensão

35

(projetos, cursos ou eventos) e o quadro 2 apresenta a distribuição da carga horária
de cada ACE.

Quadro 1: Relação das ACEs vinculadas a disciplinas curriculares
Atividade Curriculares de Extensão - ACE
Projeto de Extensão
ACE 1, Parte I
(3º Período)
Projeto de Extensão
ACE 1, Parte II
(4º Período)
Projeto de Extensão
ACE 2, Parte I
(5º Período)
Projeto de Extensão
ACE 2, Parte II
(6º Período)
Curso ou Evento de Extensão
ACE 3, Parte I
(7º Período)
Curso ou Evento de Extensão
ACE 3, Parte II
(8º Período)

Disciplinas Envolvidas da Matriz do Curso
Cinesiologia e Biomecânica Aplicada à Atividade Física
Crescimento e Desenvolvimento Humano
Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos
Política e Organização da Educação Física, esporte e lazer
Teorias da Aprendizagem e do Controle Motor
Testes, Medidas e Avaliação nas Atividades Físicas
Atividade Física Adaptada
Metodologia dos Esportes Individuais
Métodos e Sistemas para o Treinamento Físico Geral
Epidemiologia das Atividades Físicas e Saúde Pública
Metodologia dos Esportes Coletivos
Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Cardiovascular
Organização, Marketing e Assessoria de Programas de Atividade
Física, esporte e lazer
Métodos e Sistemas das Ginásticas em Academias
Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Neuromuscular
Atividades Físicas para Grupos Específicos (hipertensos,
cardiopatas, obesos, gestantes, diabético)
Atividades Físicas para a Terceira Idade

Quadro 2: Distribuição da Carga Horária das ACES na Matriz Curricular
3º Período
Código

Disciplina

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Pré-Requisito

ACE 1 – Parte I (Projeto)

20

40

60

***

4º Período
Código

Disciplina

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Pré-Requisito

ACE 1 – Parte II (Projeto)

20

40

60

ACE 1 – Parte I

5º Período
Código

Disciplina

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Pré-Requisito

ACE 2 – Parte I (Projeto)

20

40

60

***
36

6º Período
Código

Disciplina

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Pré-Requisito

ACE 2 – Parte II (Projeto)

20

40

60

ACE 2 – Parte I

7º Período
Código

Disciplina

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Pré-Requisito

ACE 3 – Parte I (Curso ou
Evento)

20

40

60

***

8º Período
Código

Disciplina

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Pré-Requisito

ACE 3 – Parte II

20

40

60

***

(Curso ou Evento)
CH HORÁRIA TOTAL ACEs

360 (10,9%)

CH HORÁRIA TOTAL OBRIGATÓRIA do Curso EDFB

3294 (100%)

9.9.5. Parcerias:
Para além das parcerias com os institutos da UFAL, descritos no item 2.9.2
Unidades Envolvidas, existem parcerias com instituições externas a UFAL:
✓ Centro Unificado de Integração e Desenvolvimento do Autista (CUIDA):
participa das ações de extensão do IEFE a partir da disponibilização de um
profissional de educação física co-supervisor do projeto, infraestrutura física,
recursos materiais e acesso a toda documentação do seu público para fins de
pesquisa e extensão.
✓ Secretaria Municipal de Educação (SEMED) da cidade de Maceió: participa
das ações de extensão do IEFE a partir do convênio estabelecido com
escolas de educação fundamental, disponibilização de um profissional de
educação física co-supervisor do projeto, transporte, alimentação, vestimenta
e material para prática esportiva das crianças envolvidas nos projetos de

37

esporte e lazer e metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem
acadêmicas.
✓ Federação Alagoana de Esportes Aquáticos: participa das ações de extensão
do IEFE a partir do convênio estabelecido com a Federação, indicação de
atletas

para

avaliação

e

prescrição

de

treinamento

em

natação,

disponibilização de um profissional de educação física co-supervisor do
projeto, especializado em treinamento de natação envolvidas nos projetos de
esporte e lazer e metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem
acadêmicas.

9.10. Acompanhamento e Avaliação:
Serão aplicados questionários específicos para projetos, eventos e cursos
sempre nos momentos pré e pós realização das ações de extensão com objetivo de
entender o impacto da ação sobre a comunidade diretamente envolvida e como
resposta de retroalimentação na proposição de modificações na estruturação e
funcionamento atual.
Em cada umas das ações de extensão serão definidos protocolos específicos
capazes de garantir a legibilidade dos efeitos nos aspectos relacionados ao esporte
e lazer, saúde humana e metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem
acadêmicas assim como no processo de validações das estratégias procedimentais
utilizados em cada uma das linhas de extensão capazes de otimizar os resultados
esperados.
As

formas

de

avaliação

e

acompanhamento

das

ACEs

descritas

anteriormente ou que possam ser definidas no desenvolvimento do PPC serão
orientadas conforme indicadores institucionais local e nacional de extensão.
Também poderão ser utilizados como instrumentos de avaliação e acompanhamento
os diários de campo e relatórios em mídias digitais e ou impressa.

10. Laboratórios Especializados
Atualmente, os seguintes laboratórios dão suporte às atividades de ensino,
pesquisa e extensão do curso:
✓ Laboratório de Aptidão Física, Desempenho e Saúde (LAFIDES/UFAL).
38

O LAFIDES é um dos vários laboratórios do grupo de laboratórios do Instituto de
Educação Física e Esportes (IEFE) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Desde sua criação em 1999, o LAFIDES vem dando apoio às ações de graduação,
extensão e pesquisa, atendendo a docentes e discentes dos cursos de Educação
Física e de outras Unidades da UFAL, como por exemplo, a Faculdade de Nutrição
(FANUT/UFAL), através de seu programa de Pós-Graduação.
O LAFIDES se distribui por duas salas: 02 e 03. As características destas
instalações, bem como, os equipamentos a elas pertencentes são descritas a seguir:
Sala 02. - Esta sala, com aproximadamente 250 m², dispõe de dois
ambientes: uma pequena sala pequena (separada por divisórias) com mais ou
menos 10 m² e uma sala maior com 240 m². Nestas salas, encontram-se os
seguintes mobiliários: 03 computadores (desktop) ligados à Internet via Wi-Fi, 03
aparelhos de ar refrigerado (dois na sala grande e um na sala menor), 01 bebedouro
elétrico, 01 pia (com armário), 01 bancada de madeira (onde estão dois
computadores), 35 cadeiras de plástico, 03 cadeiras giratórias de madeira e tela, 02
cadeiras giratórias acolchoadas, 01 cadeira de diretor (escritório/sala pequena), 04
cadeiras giratórias de plástico, 01 conjunto de cadeiras de sala de espera com 04
unidades, 07 fichários de aço com quatro gavetas cada, 05 armários de aço com
duas portas, 02 armários de madeira com duas portas e 02 mesas de computador.
Além do exposto, o laboratório possui os seguintes equipamentos: 02 cadeiras de
Bonnet adaptadas para testes de força isométrica, 01 Escada de fisioterapia, 05
Bicicletas ergométricas (Ergofit 167), 01 Balança mecânica (Welmy, Brasil), 01
Balança mecânica (Asimed, Espanha), 03 células de carga (EMG, Brasil), 04
goniômetros eletrônicos (EMG, Brasil), 02 Eletromiógrafos com dois canais (EMG
Brasil), 01 esteira ergométrica profissional com controle de inclinação (Inbrasport,
Brasil), 02 Dinamômetros de Membros Inferiores e Lombar; 04 plicômetros de marca
Lange; 01 Dinamômetro manual, 02 Dinamômetros escapulares, 01 Plataforma
estabilométrica (EMG, Brasil), dentre outros.
Sala

03

-

Conhecida

como

LABNEURO,

este

ambiente,

com

aproximadamente 250m², na realidade, é uma sala de musculação completa que,
além de servir para apoio a diversas disciplinas da graduação dos dois cursos de
Educação Física, como por exemplo: Testes, Medidas e Avaliação em Educação
39

Física

e

Atividades

Físicas,

Metodologia

do

Treinamento

Neuromuscular,

Metodologia do Treinamento Desportivo e Treinamento Personalizado, dentre
outras, atende a programas de pesquisa/extensão, como por exemplo: Academia da
Universidade, além de dar apoio a vários projetos de Trabalhos de Conclusão de
Curso e mestrado. Neste ambiente encontram-se os seguintes mobiliários: 02
Armários fichários, 02 Cadeiras giratórias, 01 mesa de mármore de apoio e 02
aparelhos de ar refrigerado (50.000 BTUS). Ainda neste ambiente, localizam-se dois
vestiários completos: um masculino (composto por: 01 mictório de aço, 02 cabines
com vasos sanitários e quatro chuveiros) e outro feminino com 02 cabines com
vasos sanitários e 04 chuveiros, além de uma cabine privativa para pessoas com
deficiências motoras. Constam dessa sala, os seguintes equipamentos de ginástica
e musculação: 01 Hack Machine, 01 Leg Horizontal, 01 Panturrilheira em pé, 01
Flexora em pé, 02 Mesas flexoras, 02 Máquinas de glúteos, 02 Cadeiras adutoras,
01 Suporte para barras, 02 Bacos supinos, 04 Bancos, 01 Banco Scortt, 02 Smith
Machine, 01 Cross over, 01 Máquina para abdominais, 02 Cadeiras extensoras, 01
Máquina para desenvolvimento sentado, 01 Supino sentado com placas, 04
Bicicletas ergométricas, 05 Barras longas, 02 Barras “H”, 02 Barras “W”, 08 Anilhas
de 2kg, 08 Anilhas de 5kg, 10 Anilhas de 10kg, 01 Aparelho de som além de
caneleiras, bastões, colchonetes, “steps” e vários pares de halteres manuais de
diferentes cargas.
O LAFIDES se relaciona e presta apoio direto às disciplinas da graduação dos
cursos de EDF: - Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos; Testes,
Medidas e Avaliação em Atividades Físicas; Métodos e Sistemas para o
Treinamento Físico Geral; Nutrição e Atividade Física; Atividades Físicas para
Grupos Especiais; Métodos e Sistemas de Treinamento Neuromuscular; Métodos e
Sistemas de Treinamento Cardiovascular; Métodos e Sistemas das Ginásticas em
Academias e Clubes; Treinamento Físico Personalizado; Atividades Físicas para a
Terceira Idade.
Atividades de Pesquisa - Destaca-se que grande parte dos equipamentos
hoje disponíveis no LAFIDES, foram obtidos através de auxílios captados por
pesquisas, como por exemplo: “Aptidão Física e Desempenho Funcional de Idosos
Alagoanos: Um Estudo Normativo” realizado entre 2008 e 2010 e que recebeu de
40

auxílio do CNPQ, na chamada do Universal 2008 (processo: 472491/2008-3), a
quantia de: R$ 49.500,00 (QUARENTA E NOVE MIL E QUINHENTOS REAIS).
Diversos projetos de TCC e mestrado, já firam desenvolvidos com apoio do
LAFIDES.
Atividades de extensão: Parte dos equipamentos que, atualmente, compõem
o acervo do LAFIDES, foi adquirido com auxílio da chamada do Programa de
extensão Universitária PROEXT 2007/SESu-MEC, na qual concorremos com o
Projeto de Extensão: “Atividades Física: “Promoção da Saúde e Qualidade de vida. ”
Atualmente, dois grandes Projetos de Extensão: “Academia da Universidade” e
Cuidando da Saúde Óssea de Idosas (projeto componentes do Programa:
“Exercitando a melhor idade” que recebeu auxílio de R$ 150.000,00 do Programa de
Extensão Universitária: PROEXT 2013/SESu-MEC), realizado em parceria com a
Faculdade de Nutrição (FANUT) da UFAL, envolvendo um total de cerca de 400
pessoas, acontecem com apoio do LAFIDES.
O LAFIDES desenvolve projetos e presta apoio logístico, a outros
Grupos/Diretórios de Pesquisa, como por exemplo: Grupo de Estudos, Esportes e
Corpo e Sociedade (NEECS), Grupo de Pesquisa em Exercício Físico e
Metabolismo (GEPEFIM) e Grupo de Pesquisa em Ciências do Esporte (GPCE).
Outro laboratório do curso é o LABIOFEX que tem como objetivo principal
estudar os diversos aspectos metabólicos, a partir de bases bioquímicas, fisiológicas
e nutricionais, necessários para o diagnóstico, acompanhamento e evolução do
desempenho de atletas e não atletas, especialmente, em ambiente quente.
✓ Laboratório de Bioquímica e Fisiologia do Exercícios (LABIOFEX).
Através do Grupo de Pesquisa em Exercício Físico e Metabolismo
(GEPEFIM), cadastrado no diretório do CNPq, o LABIOFEX proporciona ambiente
para o desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão, com estudantes da
Graduação e/ou Pós-Graduação através de aulas práticas, trabalhos de conclusão
de curso, PIBIC, dissertações de mestrado e avaliação metabólica e nutricional em
projetos de extensão.
Atualmente, o LABIOFEX conta com 7 pesquisadores (sendo 3 doutores e 4
mestres) e 12 estudantes (sendo 2 alunos de mestrado). Além disso, dispõe de uma
41

sala de 30 m2, com os seguintes equipamentos e materiais: Espectrofotômetro
digital, Refratômetro manual, Termômetro de globo, Monitores de frequência
cardíaca, Aquecedor elétrico, Centrifuga clínica, Balança de precisão, Medidor de
pH, Cubetas de vidro óptico, Tubos de ensaio, Estante poli tubos, Micropipeta de
volume regulável 0-10 μL, Micropipeta de volume regulável 10-100 μL, Micropipeta
de volume regulável 100-1000 μL, Banho Maria, Refrigerador, Ciclocomputadores,
Cicloergômetros, Computadores portáteis, Software para avaliação nutricional,
Impressora.
✓ Laboratório de Ciências Aplicadas ao Esporte (LACAE)
Vinculado ao Grupo de Pesquisa em Ciências Aplicadas ao Esporte (GPCAE)
o LACAE tem como objetivo, desenvolver ações teóricas e práticas para os alunos
de graduação e pós-graduação por meio de projetos científicos do GPCAE e em
parceria com outros grupos de pesquisa e atender as demandas dos projetos de
extensão vinculados ao UFAL para avaliações das capacidades físicas.
O LACAE foi criado em 2014 e atende projetos de extensão, alunos de
graduação vinculados aos cursos de Educação Física, Nutrição e Biologia da UFAL,
bem como alunos de Fisioterapia, Educação Física e Nutrição de outras Instituições
de Nível superior para desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso,
projetos relacionados ao GPCAE e projetos de Iniciação Científica.
O LACAE tem abrigado alunos de mestrado e doutorado devido ao vínculo
com o Programa de Pós-Graduação em Nutrição e de parcerias interinstitucionais
com a UFPE, UFS, UNICAMP e USP.
O espaço físico do LACAE tem aproximadamente 150 m², dispõe de dois
ambientes: uma pequena sala pequena (separada por divisórias) com mais ou
menos 10 m² e uma sala maior. Nestas salas, encontram-se os seguintes
mobiliários: 01 computador (desktop) ligado á Internet via Wi-Fi, 02 aparelhos de ar
refrigerado (um na sala grande e um na sala menor), 10 cadeiras de plástico, 01
cadeiras giratórias acolchoadas, 02 armários de aço com duas portas, 02 mesas de
computador. Além do exposto, o laboratório possui os seguintes equipamentos: 02
Bicicletas ergométricas (Ergofit 167), 01 Bicicleta ergométrica CEFISE, 01 Balança
mecânica (Filizola, Brasil), 01 Eletromiógrafo multi-canais (EMG Brasil), 01 esteira
42

ergométrica profissional com controle de inclinação (Inbrasport, Brasil), 01
Analisador de gases (Quark, COSMED), 01 Esteira ergométrica de inclinação
adaptada para roedores (Inbrasport, Brasil), dentre outros.
Atividades de Ensino:
O LACAE apoia às seguintes disciplinas da graduação dos cursos de EDF:
Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos; Testes, Medidas e Avaliação
em Atividades Físicas; Métodos e Sistemas para o Treinamento Físico Geral;
Nutrição e Atividade Física; Métodos e Sistemas de Treinamento neuromuscular;
Métodos e Sistemas de Treinamento Cardiovascular; Métodos e Sistemas das
Ginásticas em Academias e Clubes; Treinamento Físico Personalizado.
O LACAE desenvolve diversas atividades de pesquisa e conta atualmente
com mestres, mestrandos, doutores, doutorandos, pós-doutorando e alunos PIBIC
que desenvolvem os seus trabalhos de pesquisa. O LACAE apresenta parcerias
com outras universidades do país, como por exemplo: Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE), Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade de
Campinas (UNICAMP) e Universidade de São Paulo (USP).
Na UFAL o LACAE encontra-se vinculado aos programas de pós-graduação
stricto sensu da Faculdade de Nutrição (FANUT) e do Instituto de Ciências
Biológicas e da Saúde (ICBS). A produção cientifica e o quantitativo de alunos
formados ou em formação podem ser visualizados através do link:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4556877T9
Nas ações de extensão, o LACAE atende aos alunos pertencentes ao projeto
“Fábrica Coletiva de Talentos” – Lei de Incentivo ao Esporte/Ministério do
Esporte/Banco do Nordeste (aproximadamente R$ 184.000,00) para avaliação
antropométrica, potência aeróbia e polimorfismo genético (parceria com ICBS –
Professor Dr. Daniel Gitaí). Também desenvolve projetos e presta apoio logístico, a
outros Grupos/Diretórios de Pesquisa, como por exemplo: Grupo de Pesquisa em
Exercício Físico e Metabolismo (GEPEFIM) e LAFIDES.
São beneficiários diretos do referido laboratório: Alunos de graduação dos
cursos de Educação Física-Bacharelado, Nutrição e Biologia da UFAL; alunos de
Pós-graduação em Nutrição da UFAL.

43

Os beneficiários indiretos são: Alunos de graduação em Educação Física
(Faculdade Estácio - FAL) e Nutrição (Faculdade Maurício de Nassau e
Universidade Tiradentes); alunos de mestrado e doutorado de PPGs do Nordeste.

11. Responsabilidade Social
UFAL não se considera proprietária de um saber pronto e acabado que vai
ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa sociedade, é
sensível aos seus saberes, problemas e apelos dos grupos sociais com os quais
interage, através das questões que surgem de suas próprias atividades de ensino,
de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem a superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e
no Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do
conhecimento nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se
objeto da pesquisa acadêmica são, também, consideradas sujeito desse
conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às informações e
produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social.
O curso atua em relação à responsabilidade social, no sentido da inclusão
social, exercício dos direitos humanos, através dos diversos projetos de extensão
ofertados, possibilitando às pessoas, participarem

de

inúmeras atividades

objetivando o aprendizado de várias modalidades esportivas, o conhecimento dos
benefícios relacionados à prática de diferentes programas de atividade físicas.

12. Acessibilidade
A UFAL atualmente possui o Núcleo de Acessibilidade (NAC) que tem a
função de apoiar o processo de inclusão da pessoa com deficiência na educação
superior, de maneira a tornar a instituição e seus serviços mais acessíveis às
44

pessoas pertencentes ao público alvo da Educação Especial. Essas ações são no
sentido de atender à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente.
O NAC atua provendo a eliminação das barreiras de aprendizagem das
mais diferentes naturezas – arquitetônicas, comunicacionais, digitais, de
transporte, pedagógicas e atitudinais.

Suas ações também focam na

disponibilização de recursos materiais e pedagógicos que tornem acessíveis o
ambiente, a comunicação e a aprendizagem; como ainda oferece o Atendimento
Educacional Especializado para aqueles discentes do público alvo da Educação
Especial que demandem esse serviço, a formação para a inclusão de professores,
técnicos e alunos, a divulgação de informações que levem o reconhecimento dos
direitos da pessoa com deficiência e que sensibilizem a comunidade universitária
para o respeito à diversidade. É preciso esclarecer que o dimensionamento das
ações e das necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma atual
de identificação dos alunos: auto declaração.
Essas e outras informações estão disponíveis em:
http://nucleodeacessibilidadeufal.blogspot.com.br/p/contato.html ou no Facebook
(Núcleo de Acessibilidade da UFAL).
De uma geral, é preciso enfatizar que a UFAL tem investido na capacitação
técnica de seus servidores para o estabelecimento de competências para
diagnóstico,

planejamento

e

execução

de

ações

voltadas

para

essas

necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica,
junta-se agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela
Política de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica,
de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica se apoia no art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos
com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização, específicos para atender às suas necessidades”. Neste
sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de
2013 orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
45

recomenda que os PPCs contemplem orientações no sentido da adoção de
parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em
que está inserido.
Diante do exposto, o NAC desempenha importante papel de apoio às
coordenações de curso, uma vez que pode atuar na consultoria com professores,
técnicos e coordenadores no trato com a pessoa do público alvo da Educação
Especial, na produção de materiais didáticos e de apoio, na orientação de
avaliação acessível às necessidades do alunado, assim por diante.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar
atendimento especializado aos alunos com deficiência auditiva/surdez, visual,
física, intelectual, múltiplas, Transtornos do Espectro Autista, entre outros, sempre
que for identificada a necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o
acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico
de forma a garantir a permanência e a conclusão bem-sucedida do curso.
Além disso, a UFAL também dispõe do Núcleo de Assistência Educacional
– NAE – oferece o necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo
social da UFAL em suas demandas específicas de forma a promover a integração
de todos ao ambiente acadêmico.
Libras - De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de
2005, que Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de
dezembro de 2000. O curso de bacharelado em Educação Física UFAL oferece a
disciplina de Libras como disciplina eletiva/optativa a partir do 1º semestre do
curso de forma e regular a cada semestre, podendo também a disciplina ser
considerada parte dos componentes curriculares complementares.

13. Inclusão
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso

46

nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de
vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento)
das vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos
das escolas públicas de Ensino Médio. Destas vagas, 50% (cinquenta por cento)
foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior
a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per
capita. Nos dois grupos que surgem, após a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e
Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22%
(sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A meta da UFAL é destinar até o
ano de 2016 50% de suas vagas a alunos egressos de escolas das redes
públicas.
No curso EDFB-UFAL, particularmente no que diz respeito à inclusão de
estudantes do público alvo da Educação Especial (com deficiência, Transtornos
do Espectro Autista e Altas habilidades/superdotação), poderá contar com o apoio
do Núcleo de Acessibilidade da UFAL.
O NAC foi criado a partir do Programa INCLUIR, do Ministério da
Educação, em 2013, e atualmente integra as ações da Plano Nacional de
Assistência Estudantil (PNAES). Sua missão é promover a inclusão do aluno do
público alvo da Educação Especial na Educação Superior, principalmente com a
eliminação das diferentes barreiras de aprendizagem.
Sendo assim, o curso EDFB-UFAL poderá contar a qualquer momento com
os serviços de bolsistas e profissionais do Núcleo de Acessibilidade NAC, que
funciona no próprio Centro de Educação. Do mesmo modo, o próprio aluno com
deficiência, TEA e/ou Altas Habilidades/Superdotação poderá procurar o NAC e
solicitar serviços, como AEE, acompanhamento de bolsistas, ledores, transcritores
de Braille, intérpretes de Libras, guias-intérpretes e assim por diante.

47

É importante dizer que o NAC já tem atuado na formação de professores da
UFAL pensando no gradativo aumento de ingresso de universitários do público
alvo da Educação Especial. Nesse sentido, foram oferecidos cursos sobre
Tecnologias Assistivas, Escrita e Leitura no Sistema Braille e Iniciação à Libras.
Também têm sido adquiridos recursos de acessibilidade que poderão ser
disponibilizados para o processo de aprendizagem de estudantes com deficiência,
TEA e/ou Altas Habilidades/Superdotação, como ainda oferece regularmente o
Atendimento Educacional Especializado.

14. Política de Cotas
Com o objetivo de atender à demanda das cotas, no ano de 2015 foram
reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada curso e turno ofertados
pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas,
50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias
com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a um salário mínimo e meio bruto per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada à divisão socioeconômica,
serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e
Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, de acordo com o último censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,2%
(sessenta e sete, vírgula, dois por cento).
A meta da UFAL é destinar até o ano de 2016, 50% de suas vagas a alunos
egressos de escolas públicas.

V - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO
Para o desenvolvimento deste projeto propomos um modelo de currículo que
venha garantir uma relação interdisciplinar entre as diferentes áreas de
conhecimento do curso em formação. Para isso, cabe garantir uma articulação entre
os conhecimentos propostos, em uma perspectiva teórico-prática favorecendo que
os eixos norteadores, entre ensino, pesquisa e extensão sejam abordados de
48

maneira prática e aplicada, de forma que os conhecimentos adquiridos sejam
utilizados em vivências práticas na esfera do cotidiano acadêmico-profissional.
Esta relação, além de inserida e explicitada no contexto programático das
diferentes unidades de conhecimento constitutiva da organização curricular do
curso, também poderá ser viabilizada sob a forma de oficinas, laboratórios, projetos
de extensão, entre outros tipos de organização que permitam aos graduandos
vivenciarem o nexo entre as dimensões conceituais e a aplicabilidade do
conhecimento.
1. Estrutura Curricular
O curso EDFB-UFAL tem seu currículo pautado na Resolução CNE/CES
7/2004. De acordo com esta resolução, os cursos de graduação devem pretender
formar profissionais de EDF, qualificados para analisar criticamente a realidade
social, para nela intervir acadêmica e profissionalmente por meio das diferentes
manifestações e expressões do movimento humano, visando à formação, a
ampliação e o enriquecimento cultural das pessoas, para aumentar as possibilidades
e caminhos para adotar um estilo de vida fisicamente ativo e saudável.
Portanto, o curso de graduação EDFB-UFAL deverá ter a duração mínima de
08 (oito) e máxima de 12 períodos letivos, compreendendo uma carga horária
mínima de 3.294 horas. Estão incluídos nesta carga horária: as Atividades de
Curricularização da Extensão (ACEs), os estágios curriculares supervisionados e os
conteúdos curriculares de natureza humana e social; Biológica do corpo humano;
Produção do conhecimento científico e tecnológico; Culturais do movimento
humano; Técnico-instrumental e Didático-pedagógico.
O curso EDFB-UFAL apresenta sua proposta curricular, dividida em duas
formações: a) Formação Ampliada; b) Formação Específica.

a) Formação Ampliada
A Formação Ampliada é guiada pelo critério da orientação científica, da
integração teoria e prática e do conhecimento do homem, da cultura e da sociedade.
Isto possibilitará uma formação abrangente para a competência profissional de um
trabalho

com

seres

humanos

em

contextos

histórico-sociais

específicos,

promovendo um contínuo diálogo entre as áreas de conhecimento científico e a
49

especificidade da Educação Física. Esta Formação Ampliada apresenta-se
constituída por três subáreas de conhecimento: Relação ser humano e Sociedade;
Produção do conhecimento Científico-Tecnológico; Aspectos Biológicos do Ser
Humano;
b) Formação Específica
Refere-se aos conhecimentos relacionados ao tipo de formação almejada.
Identifica-se com as disciplinas cujos conhecimentos se apresentam como
identificadores da Educação Física e da Atividade Física: Aspectos Culturais do
Movimento Humano; Dimensões Técnicas e Instrumentais do Conhecimento;
Dimensões Didáticas e Pedagógicas do Conhecimento.

2. Componentes Curriculares
2.1 Disciplinas Obrigatórias
As disciplinas obrigatórias estão distribuídas entre os conteúdos de Formação
Ampliada e Formação Específica, totalizando 3.294 horas.

2.2 Disciplinas Eletivas
O aluno pode eleger as disciplinas eletivas dentre o rol de disciplinas
propostas pelo curso ou ainda, sempre que possível, dentre as disciplinas oferecidas
pelos demais cursos de graduação da UFAL, desde que atendidos os pré-requisitos,
com a aprovação do Colegiado do Curso EDFB-UFAL. Disciplinas de outros cursos
oferecidos por outras universidades, que possam contribuir para a formação do perfil
do egresso, podem integralizar o currículo do discente desde que, aprovadas pelos
órgãos competentes da UFAL. Diante da existência de demanda, o curso EDFBUFAL poderá ofertar outras disciplinas eletivas, além das listadas no presente
documento. Para tal, será necessária aprovação do Colegiado do Curso.
São denominadas de eletivas, as disciplinas capazes de proporcionar aos
alunos, momentos de inserção no campo de atuação profissional, sendo necessárias
para integralizar o currículo do curso.
O aluno deverá cursar um número mínimo de disciplinas eletivas que
contemplem 216 horas/aulas da carga horária do curso. Estas disciplinas serão

50

realizadas em tempo integral ao curso, além da ocorrência regular das demais
disciplinas.
O aluno pode eleger as disciplinas eletivas dentre o rol de disciplinas
ofertadas pelo Curso ou dentre disciplinas oferecidas pelos demais cursos de
graduação da UFAL, desde que, aprovadas pelo Colegiado do curso EDFB-UFAL.
O curso EDFB-UFAL poderá ofertar outras disciplinas eletivas, além das listadas no
rol descrito no PPC, desde que haja demanda e que estas sejam aprovadas pelo
colegiado do curso.
O Estágio Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), nas suas
diversas modalidades, complementam a formação do aluno dando ao mesmo a
oportunidade efetiva de observar como os mais diversos conhecimentos adquiridos
no curso são executados na prática.

3. Ordenamento Curricular
3.1 Organização Curricular do Curso
No quadro a seguir apresenta a organização curricular do curso de EDFBUFAL.
Quadro 3
Áreas

Sub-áreas

Disciplinas Obrigatórias

Carga
Horária
(aula
60min)

Formação
Ampliada
Relação Ser Humano e
Sociedade

Fundamentos Históricos e
Filosóficos da EDF

36

Bioética

36

Bases da Anatomia Humana

72

Teorias da Aprendizagem e do
Controle Motor

72

51

Aspectos Biológicos do Ser
Humano

Produção do Conhecimento
Científico-tecnológico

Formação
Específica
(Conhecimentos
Identificadores
da EDF)

Aspectos Culturais do
Movimento Humano

Bioquímica Aplicada às Atividades
Físicas

54

Bases da Fisiologia Humana

72

Cinesiologia e Biomecânica
Aplicada à Atividade Física

72

Crescimento e Desenvolvimento
Humano

54

Adaptações Agudas e Crônicas aos
Exercícios Físicos

72

Informática Instrumental

36

Organização do Trabalho
Acadêmico

36

Fundamentos do Lazer

36

Fundamentos de Bioestatística I

36

Fundamentos de Bioestatística II

36

Metodologia da Pesquisa Científica

54

Seminário de Pesquisa em
Educação Física, Esporte e Lazer

36

Seminário de Trabalho de
Conclusão de Curso

54

Epidemiologia das Atividades
Físicas e Saúde Pública

72

Aspectos Sócio Antropológicos das
Atividades Corporais

36

Política e Organização da
Educação Física, Esporte e Lazer

36

Corpo, Movimento e Expressão

36

Socorros Urgentes

36

Fundamentos da Ginástica

54

Testes, Medidas e Avaliação nas
Atividades Físicas

54

52

Dimensões Técnico e
Instrumentais do
Conhecimento

Nutrição e Atividades Físicas

54

Atividade Física Adaptada

72

Organização, Marketing e
Assessoria de Programas de
Atividade Física, Esporte e Lazer

36

72
Métodos e Sistemas das Ginásticas
em Academias

Dimensões Didáticas e
Pedagógicas do
Conhecimento

Núcleo de Aprofundamento
de Conhecimento

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico Geral

36

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico Cardiovascular

36

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico Neuromuscular

54

Atividades Físicas para Grupos
Específicos (hipertensos,
cardiopatas, obesos, gestantes,
diabéticos).

72

Atividades Físicas para a Terceira
Idade

36

Metodologia das Práticas Corporais
Integrativas

72

Planejamento e Didática em
Educação Física

36

Metodologia dos Esportes
Individuais

162

Metodologia dos Esportes Coletivos

162

Estágio Profissional Curricular
Supervisionado I II III IV

400

Eletiva I

36

Eletiva II

36

Eletiva III

36

Eletiva IV

36

Eletiva V

36

53

Eletiva VI

36

Quadro 4 - Organização Curricular do Curso de Educação Física – Bacharelado
Carga

%

horária
Componentes Curriculares
(aula

60

min)

1- Disciplinas obrigatórias

2.088

63,4

2- Disciplinas eletivas

216

06,6

3- Atividades Complementares (parte flexível)

150

04,6

400

12,1

80

02,4

360

10,9

3294

100

4- Estágio Supervisionado
5- Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
6- Atividades Curriculares de Extensão (ACE) – 360h total necessário
para integralizar o Curso
TOTAL 3.294 horas

3.2 Atividades Complementares (Parte Flexível)

As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
Resolução 4.122/95 e previstas para se integralizarem em 150 horas, sendo
atividades acadêmicas obrigatórias devendo ser realizadas presencialmente e/ou a
distância, desenvolvidas pelo aluno de acordo com a formação proposta pelo curso.
Serão reconhecidas como atividades complementares: monitorias e estágios
não obrigatórios; programas de iniciação científica; programas de extensão;
54

congressos, seminários e cursos. Participação em eventos esportivos oficiais
internacionais, nacionais, regionais e locais, como árbitro, atleta ou organizador.
As atividades complementares deverão ser desenvolvidas durante o decorrer
do Curso e reconhecidas de acordo com a legislação vigente. O registro e validação
de Atividades Complementares seguirá o quadro de orientação e normas, instituídos
pelo NDE e Colegiado do Curso.

3.3 Estágio Curricular Supervisionado

O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) representa uma carga horária de
13% da carga horária total do curso (Resolução CNE/CES nº 04/2009). A carga
horária total do ECS é computada para a integralização da carga horária total do
curso. Deve ser apresentado sob a forma de um projeto constando a forma de
institucionalização e a legislação pertinente.
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução 71/2006 do
CONSUNI trata sobre a questão do estágio na UFAL.
Para a integralização do curso EDFB-UFAL, será obrigatório o ECS com
carga horária mínima de 400 horas.
A Iniciação à Prática Profissional do Ciclo de Estudos conducente ao grau de
Bacharel em Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) integra
os ECS: I, II, II e IV e a correspondente estruturação do Relatório Final de Estágio
de cada uma das atividades de Estágio. Rege-se pelas normas institucionais e pela
legislação específica acerca da Habilitação Profissional para o exercício do bacharel
em Educação Física. Os Estágios Curriculares Supervisionados são desenvolvidos
em quatro períodos letivos, com 100 horas em cada, perfazendo um total de 400
horas.

Integram o itinerário formativo do Estudante Estagiário, fazem parte do

Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e são atividades curriculares obrigatórias que
decorrem a partir do quinto semestre letivo.
Deve ser entendido como um processo de intervenção acadêmicoprofissional, pelo qual os Estudantes Estagiários têm a oportunidade de vivenciar a
55

realidade da prática profissional em todas as suas dimensões (conceituais,
procedimentais e atitudinais), e em consonância com as áreas de desempenhos e
as atividades de Estágios Curriculares Supervisionados.
Os objetivos dos ECS buscam oportunizar ao Estudante Estagiário a vivência
das situações de trabalho, em instituições que ofertam à comunidade serviços
(público ou privado) específicos do Profissional de Educação Física, além disso, visa
potencializar a aquisição das competências e habilidades exigidas na prática
profissional.
Para o Estudante Estagiário ingressar nos ECS, deverá estar devidamente
matriculado em um dos ECS. Em seguida, de posse de uma Carta de Apresentação
(assinada pelo Professor Supervisor) e Carta de Autorização de Estágio (assinada
pelo Coordenador de Estágio), o Estudante Estagiário, deverá dirigir-se a Instituição
concedente do Estágio para o Preenchimento do Termo de Compromisso.
Posteriormente, deverá encaminhar todos os documentos acima informados,
devidamente preenchidos e assinados, ao Módulo de Gerenciamento de Estágio MGE/PROGRAD/UFAL, para fins de emissão do Termo de Compromisso de
Estágio. O MGE/PROGRAD/UFAL se encarregará de emitir o termo de
compromisso, que será disponibilizado para o Estudante Estagiário.
O Estudante Estagiário deverá imprimir o Termo de Compromisso de Estágio
em 3 (três) vias, assinar e, por fim, coletar as assinaturas do Coordenador de
Estágio e do representante legal da Instituição Concedente.
O Estudante Estagiário só poderá iniciar as atividades práticas de ECS, após
a conclusão de todas as etapas condizentes à regulamentação documental para o
exercício de prática profissional inicial em campo de estágio.
A organização de cada um dos componentes do ECS é da responsabilidade
do professor Supervisor, em estreita relação com o Módulo de Gerenciamento de
Estágio - MGE/PROGRAD/UFAL e a Coordenação de Estágios do Curso de
Educação Física – Bacharelado.
A dinâmica do estágio se dará a partir de normatização própria aprovada pelo
Colegiado do Curso a partir da legislação vigente.

56

3.4 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O TCC está institucionalizado através da Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de
26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma:
•O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em
todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.

•O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para a
integralização do Curso.

Nesta perspectiva, cada PPC toma a para si a responsabilidade de definir a
forma de realização, acompanhamento. Apresentação e avaliação do TCC,
estabelecendo normas próprias. No curso EDFB, - o TCC tem a carga horária de
80h, podendo ser realizado a partir do 6º período, centrado em determinada área
teórico-prática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração
de conhecimento.
O TCC deverá ser realizado individualmente ou em duplas, mediante
consentimento expresso de maneira formal do orientador, devendo abordar
temáticas relacionados as disciplinas da matriz curricular do Curso e/ou áreas afins,
preferentemente, sob orientação dos docentes dos Cursos da Universidade Federal
de Alagoas, sendo apresentado sob a forma de “Artigo científico”.
A confecção do TCC/Artigo Científico deverá respeitar às normas exigidas
pelo Colegiado do Curso de EDFB/UFAL, de acordo com o Regulamento do
Trabalho de Conclusão de Curso Educação Física-Bacharelado (Anexo III).

3.5 Interface do Curso com as Atividades Curriculares de Extensão (ACE)

A extensão universitária será contabilizada pelos registros nas coordenações
do curso e de extensão da Unidade Acadêmica, participando em pelo menos 10%
da carga horária total, conforme o PNE 2014-2024 (Projeto Lei nº 8.035/2010).
As ACEs no curso EDFB-UFAL serão articuladas às ações de ensino e de
pesquisa, na forma de projetos, com dupla semestralidade, cursos e eventos de
extensão CADASTRADOS na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX, utilizando-se,
57

dentre outras, atividades de disciplinas obrigatórias para execução dos mesmos,
sendo computada em pelo menos 10% da carga horária do curso.
A carga horária será distribuída na forma de ações de extensão promovidas a
partir das atividades interdisciplinares, entre as disciplinas obrigatórias ou eletivas do
curso EDFB ou outros cursos da UFAL que ofereçam ACEs com afinidades com os
conteúdos curriculares da formação do bacharel em educação física.

Quadro 5. Disciplinas por período relacionadas às ACEs
Períodos

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Disciplinas

3

Cinesiologia e Biomecânica
Aplicada à Atividade Física

54

18

72

Planejamento e Didática em
Educação Física

18

18

36

Crescimento e Desenvolvimento
Humano

54

0

54

18

18

36

36

0

36

54

18

72

36

0

36

20

40

60

Socorros Urgentes
Política e Organização da
Educação Física, esporte e
lazer
Adaptações Agudas e Crônicas
aos Exercícios Físicos
Eletiva I
ACE 1 Projeto – Parte I
Períodos

4

Disciplinas

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Teorias da Aprendizagem e do
Controle Motor

54

18

72

Testes, Medidas e Avaliação
nas Atividades Físicas

36

18

54

36

18

54

54

0

54

36

36

72

20

40

60

Nutrição e Atividades Físicas
Metodologia da Pesquisa
Científica
Atividade Física Adaptada
ACE 1 Projeto – Parte II

58

Períodos

5

Disciplinas

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Metodologia dos Esportes
Individuais

90

72

162

Epidemiologia das Atividades
Físicas e Saúde Pública

54

18

72

Métodos e Sistemas para o
Treinamento Físico Geral

36

0

36

18

18

36

0

0

100

ACE 2 Projeto – Parte I

20

40

60

Seminário de Pesquisa em
Educação Física, esporte e
lazer

36

0

36

90

72

162

36

0

36

18

18

36

0

0

100

20

40

60

36
Organização, Marketing e
Assessoria de Programas de
Atividade Física, esporte e lazer

0

36

Métodos e Sistemas das
Ginásticas em Academias

36

36

72

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico
Neuromuscular

54

0

54

Fundamentos de Bioestatística
II

36

0

36

Eletiva IV

18

18

36

Estágio Supervisionado III

50

50

100

Eletiva II
Estágio Supervisionado I

Metodologia dos Esportes
Coletivos
6

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico
Cardiovascular
Eletiva III
Estágio Supervisionado II
ACE 2 Projeto – Parte II

7

59

ACE 3 Parte I: Cursos ou
Eventos

Períodos

8

20

40

60

Disciplinas

CH Teórica

CH Prática

CH Total

Atividades Físicas para Grupos
Específicos (hipertensos, cardiopatas,
obesos, gestantes, diabético)

36

36

72

Atividades Físicas para a Terceira
Idade

36

0

36

Seminário de Trabalho de Conclusão
de Curso

54

0

54

18

18

36

18

18

36

50

50

100

20

40

60

Eletiva V
Eletiva VI
Estágio Supervisionado IV
ACE 3 Parte II: Cursos ou Eventos

VI – METODOLOGIA
As metodologias utilizadas no Curso EDFB-UFAL buscam proporcionar uma
formação que vai ao encontro das diretrizes curriculares, o perfil do egresso e o
objetivo do curso. Procura proporcionar ao aluno o conhecimento do mercado de
trabalho, fomentando a criatividade e estimulando a formação de profissionais
capazes de realizar diagnósticos para intervir de maneira consciente e autônoma.
As metodologias têm como foco superar a fragmentação do processo de
conhecimento,

assim

procurar-se-á

enfatizar

ações

interdisciplinares

e

multidisciplinares que atendam a tríade ensino, pesquisa e extensão. As aulas são
diversificadas adotando estratégias que facilitem o processo de assimilação do
conhecimento. Nas aulas expositivas os professores procuram estimular a reflexão
procurando promover a construção do saber crítico.
Diante do exposto, as disciplinas devem fornecer subsídios para construção
de um novo conceito ou consolidação de um conceito objeto do estudo, com espaço
para a participação e construção coletiva do conhecimento, conforme prevê o Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFAL: A articulação entre teoria e prática
60

é compreendida como um princípio de aprendizagem que se afasta da lógica
positivista de produção do conhecimento e possibilita o envolvimento dos alunos em
problemas reais, tomando contato com seus diferentes aspectos e influenciando
soluções.
As aulas teóricas são desenvolvidas em sala de aula onde o professor com os
alunos tratam os conteúdos através de problematização, pesquisas, seminários e
discussões sobre o tema. Como estratégias de apoio à aprendizagem, os
professores podem selecionar monitores, através de processo seletivo, para auxiliar
nas disciplinas por eles ministradas.
Também pode fazer parte do desenvolvimento das aulas e aprendizado do
aluno as aulas com suporte das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC),
da Plataforma Moodle, entre outros, com suporte de acompanhamento do professor.
Outros mecanismos como encontros extraclasses e atendimento individualizado ao
aluno já são adotados pelo curso EDFB-UFAL.
Para os acadêmicos com qualquer tipo de deficiência a instituição possui
recursos na medida da necessidade apresentada.
Com estas atividades pretende-se garantir o alicerce dos conhecimentos
como principal objetivo do processo de ensino fazendo com que os acadêmicos
adquiram habilidades e competências inerentes à sua formação.
A dimensão prática das aulas procura assegurar os conhecimentos que irão
garantir a adequada atuação do futuro profissional no mercado de trabalho.
No desenvolvimento das aulas práticas são observadas as especificidades de
cada disciplina de forma que os equipamentos, materiais, espaços e, inclusive a
vestimenta sejam adequados ao momento para que o professor tenha condições de
assegurar o cumprimento das atividades propostas.
Em cada semestre letivo, compreendendo do 3º ao 8º, as disciplinas
referentes a cada período deverão garantir atividades teórico/prática que
contemplem Atividades Curriculares de Extensão (ACE), item obrigatório para
integralização do curso. Diante da variabilidade dos projetos, cursos e eventos
descritos no item “9.6 Linhas de extensão do Projeto” item operacionalização das
ACEs, que fazem parte do fluxo contínuo do Programa do IEFE, serão garantidos
pelo Colegiado do Curso, NDE e definidas em reunião com os professores de cada
61

do 3º ao 8º período quais serão os dois projetos, com duração de dupla
semestralidade, e quais serão os cursos e/ou eventos com duração de 60 horas que
serão realizadas anualmente, tendo ao todo 6 ações de extensão no formato
interdisciplinar descrita no item “9.1. Do Programa de Extensão do IEFE” deste
documento.
- Atividades Curriculares de Extensão (ACE I Projeto: Parte 1) – 3º Período
Coordenadores: Professores das disciplinas Cinesiologia e Biomecânica Aplicada à
Atividade Física; Planejamento e Didática em Educação Física; Crescimento e
Desenvolvimento Humano; Socorros Urgentes; Política e Organização da Educação
Física, esporte e lazer, Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos.
Objetivo: Executar a primeira etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão. Carga horária
semestral de 60 horas.

- Atividades Curriculares de Extensão (ACE 1 Projeto: Parte 2) - 4º Período
Coordenadores: Professores das disciplinas Teorias da Aprendizagem e do Controle
Motor; Testes, Medidas e Avaliação nas Atividades Físicas, Nutrição e Atividades
Físicas; Atividade Física Adaptada. Objetivo: Executar a segunda etapa do projeto
de extensão com duração de duas semestralidades vinculados a uma ou mais linha
de extensão. Carga horária semestral de 60 horas.

- Atividades Curriculares de Extensão (ACE 2 Projeto: Parte 1) - 5º Período
Coordenadores: Professores das disciplinas. Metodologia dos Esportes Individuais;
Epidemiologia das Atividades Físicas e Saúde Pública; Métodos e Sistemas para o
Treinamento Físico Geral. Objetivo: Executar a primeira etapa do projeto de
extensão com duração de duas semestralidades vinculados a uma ou mais linha de
extensão. Carga horária semestral de 60 horas.

- Atividades Curriculares de Extensão (ACE 2 Projeto: Parte 2) - 6º Período
Coordenadores: Professores das disciplinas Metodologia dos Esportes Coletivos e
Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Cardiovascular. Objetivo: Executar a
62

segunda etapa do projeto de extensão com duração de duas semestralidades
vinculados a uma ou mais linha de extensão. Carga horária semestral de 60 horas.

- Atividades Curriculares de Extensão (ACE 3 Projeto: Parte 1) - 7º Período
Coordenadores: Professores das disciplinas: Organização, Marketing e Assessoria
de Programas de Atividade Física, esporte e lazer; Métodos e Sistemas das
Ginásticas

em

Academias;

Métodos

e

Sistemas

de

Treinamento

Físico

Neuromuscular. Objetivo: Executar curso ou evento de extensão com duração
mínima de um semestre letivo vinculados a uma ou mais linha de extensão. Carga
horária semestral de 60 horas.

- Atividades Curriculares de Extensão (ACE 3 Projeto: Parte 2) - 8º Período
Coordenadores: Professores das disciplinas: Atividades Físicas para Grupos
Específicos (hipertensos, cardiopatas, obesos, gestantes, diabético) e Atividades
Físicas para a Terceira Idade. Objetivo: Executar curso ou evento de extensão com
duração mínima de um semestre letivo vinculados a uma ou mais linha de extensão.
Carga horária semestral de 60 horas.
Estas ações pretendem garantir, ainda, a interdisciplinaridade no curso e
estão previstas na carga horária total da formação. Todas as ACE desenvolvidas no
curso devem considerar as diversidades, buscando apoio institucional, quando
necessário.
VII – MATRIZ CURRICULAR

Os componentes da matriz curricular do curso de EDFB-UFAL podem ser
observados no quadro a seguir (Quadro 03)

63

Quadro 6 – Componentes Curriculares do curso de Educação Física/Bacharelado/UFAL

CÓDIGO DISCIPLINA
Fundamentos Históricos e
Filosóficos da EDF

36

0

36

Informática Instrumental
Organização do Trabalho
Acadêmico

2

18

18

36

2

36

0

36

Fundamentos do Lazer
Bases da Anatomia
Humana

2

36

0

36

4

36

36

72

Fundamentos da Ginástica

3

36

18

54

15

198

72

270

2º PERÍODO
CH
CH
CH
TEÓRICA PRÁTICA EAD TOTAL

DISCIPLINA

AULAS

Bioética
Bioquímica Aplicada às
Atividades Físicas
Bases da Fisiologia
Humana
Fundamentos de
Bioestatística I
Corpo, Movimento e
Expressão
Metodologia das Práticas
Corporais Integrativas
Aspectos Sócio
Antropológicos das
Atividades Corporais

2

36

0

0

36

3

36

18

0

54

4

68

4

0

72

2

36

0

0

36

2

18

18

0

36

4

54

18

0

72

2

36

0

0

36

19

284

58

0

342

3º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

CH
TOTAL

CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

CH
TOTAL

2

CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

AULAS

1º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

DISCIPLINA
Cinesiologia e
Biomecânica Aplicada à
Atividade Física
Planejamento e Didática
em Educação Física
Crescimento e
Desenvolvimento Humano

AULAS

PRÉ-REQUISITO

PRÉ-REQUISITO

Bases da Anatomia
Humana

Fundamentos Históricos
e Filosóficos da EDF

PRÉ-REQUISITO
Bases da Anatomia
Humana/Bases da
Fisiologia Humana

4

54

18

72

2

18

18

36

3

54

0

54

Bases da Fisiologia
Humana

64

Bases da Anatomia
Humana/Bases da
Fisiologia Humana
Socorros Urgentes
Política e Organização da
Educação Física, esporte e
lazer

18

18

36

2

36

0

36
Bases da Fisiologia
Humana / Bioquímica
Aplicada às Atividades
Físicas

Adaptações Agudas e
Crônicas aos Exercícios
Físicos

4

54

18

72

Eletiva I

2

36

0

36

ACE 1 – Parte I

3

20

40

60

22

290

112

402

CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

2

DISCIPLINA

AULAS

Teorias da Aprendizagem
e do Controle Motor

4

Testes, Medidas e
Avaliação nas Atividades
Físicas
Nutrição e Atividades
Físicas
Metodologia da Pesquisa
Científica

4º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

54

18

CH
TOTAL

PRÉ-REQUISITO
Crescimento e
Desenvolvimento
Humano

72
Adaptações Agudas e
Crônicas aos Exercícios
Físicos

3

36

18

54

3

36

18

54

3

54

0

54

Atividade Física Adaptada

4

36

36

72

ACE 1 – Parte II

3

20

40

60

CH TOTAL SEMESTRE

20

236

130

366

Bioquímica Aplicada às
Atividades Físicas
Organização do Trabalho
Acadêmico
ACE 1 – Parte I

65

CÓDIGO

DISCIPLINA
Metodologia dos Esportes
Individuais
Epidemiologia das
Atividades Físicas e Saúde
Pública

AULAS

5º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

9

90

72

162

4

54

18

72

Métodos e Sistemas para
o Treinamento Físico
Geral

36
36
2

Eletiva II

CH
TOTAL

2

Estágio Supervisionado I

0
18

18

36

0

0

100

ACE 2 – Parte I

3

20

40

60

CH TOTAL SEMESTRE

20

218

148

466

CÓDIGO

DISCIPLINA
Seminário de Pesquisa em
Educação Física, esporte e
lazer
Metodologia dos Esportes
Coletivos

AULAS

2

6º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

36

0

CH
TOTAL

Adaptações Agudas e
Crônicas aos Exercícios
Físicos;
Bioquímica Aplicada às
Atividades Físicas

PRÉ-REQUISITO
Metodologia da
Pesquisa

36
Planejamento e Didática
em Educação Física

9

90

72

162
Métodos e Sistemas
para o Treinamento
Físico Geral

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico
Cardiovascular

2

36

0

Eletiva III

2

18

18

36

0

0

100

Estágio Supervisionado I
ACE 2 – Parte I

Estágio Supervisionado II

36

ACE 2 – Parte II

3

20

40

60

CH TOTAL SEMESTRE

18

200

130

430

CÓDIGO

PRÉ-REQUISITO

DISCIPLINA

AULAS

Organização, Marketing e
Assessoria de Programas
de Atividade Física,
esporte e lazer

2

7º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

36

0

CH
TOTAL

PRÉ-REQUISITO

36

66

Métodos e Sistemas das
Ginásticas em Academias

4

36

36

72

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico
Neuromuscular

3

54

0

54

Cinesiologia e
Biomecânica Aplicada à
Atividade Física
Métodos e Sistemas
para o Treinamento
Físico Geral
Fundamentos de
Bioestatística I

Fundamentos de
Bioestatística II

2

36

0

36

Eletiva IV

2

18

18

36

0

0

100

Estágio Supervisionado III
ACE 3 – Parte I

3

20

40

60

CH TOTAL SEMESTRE

16

200

94

394

CÓDIGO

DISCIPLINA
Atividades Físicas para
Grupos Específicos
(hipertensos, cardiopatas,
obesos, gestantes,
diabético)
Atividades Físicas para a
Terceira Idade
Seminário de Trabalho de
Conclusão de Curso

AULAS

8º PERÍODO
CH
TEÓRICA CH PRÁTICA

CH
TOTAL

4

36

36

72

2

36

0

36

3

54

0

54

Eletiva V

2

18

18

36

Eletiva VI

2

18

18

36

0

0

100

Estágio Supervisionado IV

Estágio Supervisionado II

PRÉ-REQUISITO
Método e Sistemas do
treinamento físico geral,
neuromuscular e
cardiovascular

Seminário de Pesquisa

ACE 3 – Parte II

3

20

40

60

CH TOTAL SEMESTRE

16

182

112

394

Estágio Supervisionado
III

Quadro 7. Distribuição da carga horária total
COMPONENTE CURRICULAR

Quantitativo de disciplinas

CH TOTAL

Disciplinas Obrigatórias

37

2088

Disciplinas Eletivas

06

216

Estágio Supervisionado

04

400

67

Trabalho de Conclusão de Curso

80

Atividades Complementares

150

Atividades Curriculares de Extensão (ACE) (10,9% do Total)

360

CARGA HORÁRIA TOTAL

3294

VIII - EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO
Disciplina: Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Física
Carga Horária: 36h
Ementa: Análise dos conceitos filosóficos e históricos básicos da racionalidade
humana em sua relação com a modernidade (científico-tecnológica), com a visão
dialética, com a formação dos sujeitos históricos (corporais) e com a Educação
Física e o Esporte, como aquisição de um instrumental teórico e epistemológico que
possibilite a especulação e reflexão acerca dos desafios mais cruciais da Área de
Educação Física na atualidade. Desafios, perspectivas e concepções sobre o corpo
e suas relações com a saúde, qualidade de vida e a prática regular de atividades
físicas.
Bibliografia Básica
CASTELLANI, F. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. 2. ed.
Campinas: Papirus, 1991.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
MARINHO, I. História da Educação Física no Brasil. São Paulo: Cia. Brasil, 1980.
Bibliografia Complementar
BENJAMIN, W. Sobre o conceito da História. In: Magia e técnica, arte e política:
ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. 7.
ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BEREOFF, P. Experiência formativa e Educação Física. São Paulo: UNISA, 1999.
GHIRALDELLI JÚNIOR, P. Educação Física Progressista: a pedagogia crítico68

social dos conteúdos e a educação física brasileira. São Paulo: Loyola, 1988.
LIBÂNEO, J. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos
conteúdos. São Paulo: Loyola, 1985.
MOREIRA, W. (org.) Educação Física e esportes: perspectivas para o século
XXI. 4. ed. Campinas: Papirus, 1999.

Disciplina: Disciplina: Informática Instrumental
Carga Horária: 36h
Ementa: Introdução ao uso do microcomputador: conceitos básicos e aplicações.
Introdução ao uso dos mecanismos de busca (WEB e bancos de dados),
processadores de texto, gerenciadores de banco de dados, planilhas eletrônicas
(incluindo noções básicas de estatística) e aplicativos próprios de programas
utilizados na Educação Física e no Treinamento Físico e Esportivo. Ferramentas e
navegação na internet e correio eletrônico.
Bibliografia Básica
FERNANDES, N. Professores e computadores: navegar é preciso. Porto Alegre:
Mediação, 2004.
HAHN, H.; STOUT, R. Dominando a Internet. São Paulo: Makron Books, 1995.
TANENBAUM, A. Sistemas Operacionais Modernos. 2. ed. New Jersey: Prentice
Hall, 2001.
Bibliografia Complementar
CAPRON, H.; JOHNSON, J. Introdução a Informática. São Paulo: Prentice Hall
Brasil, 2004.
MANZANO, A.; MANZANO, M. Estudo dirigido de informática básica. 6. ed. São
Paulo: Erica, 2004.
MERCADO, L. Vivências com aprendizagem na Internet. Maceió: EDUFAL, 2005.
MICROSOFT CORPORATION. Treinamento rápido em Microsoft Excel 2003.
São Paulo: Berkeley, 2003.

Disciplina: Organização do Trabalho Acadêmico
Carga Horária: 36h
Ementa: Procedimentos de estudos da Universidade (procedimentos e normas).
Discussões sobre: levantamentos bibliográficos, acesso à informação (bibliotecas
físicas e virtuais), organização do material de estudo, tipos e técnicas de leitura e
redação, tipos de trabalhos e apresentações acadêmicas. Plataforma Lattes e
69

Plataforma Brasil.
Bibliografia Básica
BARROS, A.; LEHFELD, N. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São
Paulo: Pearson Education, 2008.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
MATTOS, M.; ROSSETO JÚNIOR, A.; BLECHER, S. Teoria e Prática da
Metodologia da Pesquisa em Educação Física. São Paulo: Phorte, 2004.
Bibliografia Complementar
GIL, A. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MAYS, C. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 2. ed. Porto Alegre: Artmed,
2005.
MEDEIROS, J. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
10. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
RUDIO, F. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Petrópolis: Vozes, 2007.
SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez,
2000.

Disciplina: Fundamentos do Lazer
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo dos conceitos e pressupostos teóricos-metodológicos,
características e contextos da Recreação e do Lazer; da relação do lazer do trabalho
na sociedade contemporânea; dos meios de recreação; das atividades recreativas
nos diversos setores da sociedade; da função educativa da recreação e o papel do
professor; do jogo e do brinquedo e sua dimensão sociocultural; do lazer como
promotor da saúde e qualidade de vida. Lazer no campo do turismo, parques, praças
e ruas públicas e privadas. Lazer e meio ambiente – esportes de aventura; Lazer e
minorias sociais.
Bibliografia Básica
ALVES JUNIOR, E.; MELO, V. Introdução ao lazer. 1. ed. Barueri, São Paulo:
Manole, 2003.
MARCELLINO, N. (Org.). Políticas públicas setoriais de lazer: o papel das
prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996.
MASCARENHAS. F. Entre o ócio e o negócio: teses acerca da anatomia do lazer.
Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de
Campinas, Campinas, 2005.
Bibliografia Complementar
FLAUSINO, M.; MASCARENHAS, F. O direito ao esporte e lazer: apontamentos
70

críticos à sua mistificação. Licere (Centro de Estudos de Lazer e Recreação. Online),
v. 15, p. 1-16, 2012.
ISAYAMA, H.; WERNECK, C. (Org.). Lazer, Recreação e Educação Física. Belo
Horizonte: Autêntica, 2003.
MELO, V. Lazer e camadas populares: reflexões a partir da obra de Edward
Palmer Thompson. In: Lazer e minorias sociais. São Paulo: Ibrasa, 2003.
MOURA, E. As relações entre lazer, futebol e gênero. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP,
2003.
PADILHA, V. Shopping Center: a catedral das mercadorias. São Paulo: Editora
Boitempo, 2006.

Disciplina: Bases da Anatomia Humana
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo da nomenclatura anatômica e sua identificação: músculos, ossos,
articulação, órgãos e sistemas. Análise descritiva do sistema esquelético, articular,
muscular, digestório, urinário, genital, circulatório, respiratório, endócrino e noções
do sistema nervoso e sua importância prática nas atividades físicas.
Bibliografia Básica
BLANDINE et al. Atlas de anatomia para o movimento. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.
D’ANGELO, J.; FATTINI, C. Anatomia básica dos sistemas orgânicos: com a
descrição dos ossos, junteiras, músculos, vasos e nervos. São Paulo: Editora
Atheneu, 2000.
_________. Anatomia humana básica. São Paulo: Editora Atheneu, 1998.
Bibliografia Complementar
FERNER et al. Atlas de anatomia humana: homem e sociedade. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998.
GUSMÃO, L.; LIMA, J. Anatomia Humana: aplicada aos cursos de Educação Física
e Fisioterapia. Maceió: Edições Catavento, 2003.
MOORE, K. Anatomia aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
PALASTANGA, N.; FIELD, D.; SOAMES, R. Anatomia e movimento humano:
estrutura e função. São Paulo: Manole, 2000.
WEINECK, J. Anatomia aplicada ao esporte. 3. ed. São Paulo: Manole, 1990.

71

Disciplina: Fundamentos da Ginástica
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos fundamentos e aplicação dos métodos propostos pelas
principais escolas de ginástica, suas raízes, tendências, influência na atualidade e
suas dimensões pedagógicas.
Bibliografia Básica
DAOLIO, J. Da cultura do corpo. 12. ed. Campinas: Papirus, 2007.
PAOLIELLO, E. Ginástica Geral: experiências e reflexões. São Paulo: Phorte, 2008.
SOARES, C. Educação Física: raízes europeias e brasil. 3. ed. Campinas: Autores
Associados, 2004.
Bibliografia Complementar
FARINATTI, P. Saúde, promoção da saúde e educação física: conceitos,
princípios e aplicações. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006.
FERNANDO, B. Fundamentos de Ginástica Artística e de Trampolins. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
LAFFRANCHI, B. Treinamento desportivo aplicado à ginástica rítmica. Londrina:
UNOPAR, 2001.
SHARKEY, Brian. Aptidão física ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2012.
WEINECK, J. Biologia do esporte. São Paulo: Editora Manole Ltda., 1991.

2º PERÍODO

Disciplina: Bioética
Carga Horária: 36h
Ementa. Origem e evolução da bioética: filosofia, o princípio da sacralidade da vida
e o princípio da qualidade da vida. A bioética nas situações cotidianas (exclusão,
cidadania, solidariedade e compromisso social); a bioética nas situações limites ou
de fronteira; a bioética e o pluralismo moral. A análise ética das possibilidades de
suspender, alterar, e/ou prolongar o curso da vida, do mercado primitivo tecnológico.
A compra, a venda e o aluguel de partes do corpo humano, a liberdade e a
responsabilidade científica, omissão, tolerância e radicalidade, os direitos humanos,
a participação de grupos minoritários (afrodescendentes, quilombolas e indígenas).
Princípios éticos profissionais da Educação Física.

72

Bibliografia Básica
ARAÚJO, L. A Bioética nos experimentos com seres humanos e animais.
Montes Claros: Ed. Unimontes, 2002.
BERLINGUER, G. Ética da Saúde. São Paulo: Editora Hucitec, 1996.
COHEN, C.; SEGRE, M. Breve discurso sobre valores, moral, eticidade e ética.
Bioética, 2: 19-24, 1994.
Bibliografia Complementar
BARCHIFONTAINE, C.; PESSINI, L. Bioética e saúde. 2.ed. rev. e ampl. São
Paulo: CEDAS, 1990. 332p.
FORTES, P.; ZOBOLI, E. Bioética e saúde pública. São Paulo: Centro
Universitário São Camilo: Loyola, 2003. 167 p.
OLIVEIRA, F. BIOÉTICA: uma face da cidadania. São Paulo: Ed. Moderna, 1997.
SGRECCIA, E. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. São Paulo:
Loyola, 1996.
SALLES, A. (Org.). Bioética: a ética da vida sob múltiplos olhares. Rio de
Janeiro, RJ: Editora Interciência, 2009. 222 p.

Disciplina: Bioquímica Aplicada às Atividades Físicas
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos e fenômenos bioquímicos aplicados a
atividade física: noções sobre organização da matéria, ligações e reações químicas,
soluções e concentrações e balanço ácido-básico. Estrutura celular, tecidos, órgãos
relacionados a bioquímica. Bioenergética. Carboidrato, lipídio e proteína: função,
estrutura e metabolismo
Bibliografia Básica
MAUGHAM, M.; GREENHAFF, P. Bioquímica do exercício e do treinamento. São
Paulo: Manole, 2000.
MAUGHAN, R.; GLEESON, M. As bases bioquímicas do desempenho nos
esportes. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed. Artmed: São
Paulo, 2011.
Bibliografia Complementar
CAMPBELL, M.; FARRELL, S. Bioquímica: bioquímica metabólica. São Paulo:
Thomson Learning, 2008.
73

CISTERNAS, J.; MONTE, O.; MONTOR, W. Fundamentos teóricos e práticos em
bioquímica. São Paulo: Atheneu, 2011.
HARVEY, R.; FERRIER, D. Bioquímica ilustrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed,
2012.
KOOLMAN, J.; RÖHM, K. Bioquímica: texto e atlas. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2005.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.

Disciplina: Bases da Fisiologia Humana
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo do corpo humano com enfoque na organização funcional e os
mecanismos de ajustes homeostáticos nos sistemas: neuromuscular, nervoso,
cardiovascular, respiratório, renal, endócrino e termorregulador.
Bibliografia Básica
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana - Uma Abordagem Integrada, 7ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
CONSTANZO, L. Fisiologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
KOEPPEN, B.& STANTON, B. Berne & Levy: Fisiologia, 6ª ed., Rio de Janeiro: Ed.
Elsevier, 2009.
Bibliografia Complementar
FOX, S. Fisiologia Humana. 7ª ed. São Paulo: Manole, 2007.
GUYTON & HALL. Tratado de Fisiologia Médica. 13ª Edição. Elsevier, 2017.
POWERS, S.; HOWLEY, E. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicações ao
condicionamento e ao desempenho. São Paulo: 5ª ed. Manole. São Paulo, 2006.
TORTORA, G.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia (Livro
Digital). 12ª ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
WILMORE, J.; COSTILL, D. Fisiologia do Exercício e do Esporte. São Paulo: Ed.
Manole, 2010.
http://www.periodicos.capes.gov.br

Disciplina: Fundamentos de Bioestatística I
Carga Horária: 36h
74

Ementa: Estudo e discussão sobre os principais conceitos e ferramentas da análise
exploratória de dados em estatística: distribuições de frequência, tabelas e gráficos,
medidas de tendência central, de posição e de dispersão. Assimetria e Curtose.
Introdução ao Estudo da Teoria das Probabilidades. Uso de softwares e planilhas
computacionais na organização e análise de dados na Educação Física. Teoria da
Amostragem.
Bibliografia Básica
CALLEGARI-JACQUES, S. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2003. 255 p.
MEYER, P. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
MORETTIN, Pedro; BUSSAB, W. Estatística básica. 6. ed. São Paulo: Saraiva,
2010. 540 p.
Bibliografia Complementar
COSTA, S. Introdução Ilustrada à Estatística. 5. ed. São Paulo: Editora Harbra
Ltda., 2013, 416 p.
LAPPONI, J. Estatística usando Excel. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005, 476
p.
TRIOLA, M. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora S. A., 2008, 696 p.
VIEIRA, S. Estatística Experimental. 2. edição, São Paulo: Atlas, 1999.
______. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

Disciplina: Corpo, movimento e expressão
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo do corpo, corporeidade e motricidade. Experiências expressivas do
corpo em movimento: práticas corporais, percepção corporal, improvisação e ritmo.
Bibliografia Básica
BERTHERAT, T.; Bernstein, C. O corpo tem suas razões: antiginástica e
consciência de si. 21. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
TAVARES, G. A temperatura do corpo. Lisboa: Instituto Piaget, 2001.
Bibliografia Complementar
75

FERNANDES, C. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na formação
e pesquisa em artes cênicas. 2. ed. São Paulo: Annablume, 2006.
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento: expressão corporal na
educação física. Rio de janeiro: Ao livro Técnico, 1988.
LIGIERO, Z. Corpo a corpo: estudo das performances brasileiras. Rio de Janeiro:
Editora Garamond, 2010.
LIMA, D. Gestos: práticas e discursos. Rio de Janeiro: Editora Cabogó, 2013.
MAUSS, M. As técnicas do corpo. In: MAUSS, M. Sociologia e antropologia. São
Paulo: Cosac & Naify, 2003.

Disciplina: Metodologia das Práticas Corporais Integrativas
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo dos fundamentos teóricos e experimentação de práticas corporais
(integrativas, complementares, alternativas, holísticas) na perspectiva da atuação
dos profissionais de Educação Física, visando a produção do cuidado e a promoção
da saúde das diversas populações, com ênfase nas práticas de percepção,
sensibilização e conscientização corporal.
Bibliografia Básica
BERTHERAT, Térèse; BERNSTEIN, Carol. O corpo tem suas razões: antiginástica
e consciência de si. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
BOLSANELLO, Débora Pereirra (Org.). Em pleno corpo: educação somática,
movimento e saúde. Curitiba: Juruá, 2010.
KNASTER, Mirka. Descubra a sabedoria do seu corpo. São Paulo: Cultrix, 1996.
MONTAGU, Ashey. Tocar: o significado humano da pele. São Paulo: Summus,
1986.
Bibliografia Complementar
ARORA, Harbans Lal. Ciência moderna sob a luz do yoga milenar. Fortaleza:
EUFC, 1994.
BERGE, Yvone. Viver o seu corpo: por uma pedagogia do movimento. São Paulo:
Martins Fontes, 1988.
BERTHERAT, Térèse; BERNSTEIN, Carol. O correio do corpo: novas vias da
antiginástica. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
FRAGA, Alex; WACHS, Felipe (Coord.). Educação física e saúde coletiva:
políticas de formação e perspectivas de intervenção. Porto Alegre, RS: 2007.
LACERDA, Y. Atividades Corporais: O Alternativo e o Suave na Educação Física.
Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1995.
VISHNIVETZ, Berta. Eutonia: educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus,
1995.
76

Disciplina: Aspectos Sócio-Antropológicos das Atividades Corporais
Carga Horária: 36h
Ementa: Identificação geral das principais correntes teóricas no campo da
Antropologia e da Sociologia, e suas relações com as práticas corporais. Reflexão
sobre a diversidade da construção social e cultural do corpo e das práticas
corporais. Relações entre Educação Física, Sociologia e Antropologia, a partir dos
conceitos de corpo e movimento humano. Investigação etnográfica de práticas
corporais no campo de atuação do profissional em Educação Física.
Bibliografia Básica
GARCIA, R. Antropologia do Esporte. Rio de Janeiro: Shape Editora, 2007.
LE BRETON, D. A sociologia do corpo. Petrópolis: Vozes, 2010.
MURAD, M. Sociologia e educação física: diálogos, linguagens do corpo, esportes.
Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.
Bibliografia complementar
ARON, R. As etapas do pensamento Sociológico. Martins Fortes: São Paulo,
1995.
BRACHT, V. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. 3. ed. Ijuí: Editora
Unijuí, 2009.
HELAL, R. O que é sociologia do esporte. São Paulo: Brasiliense, 1990.
LE BRETON, D. As paixões ordinárias: antropologia das emoções. Petrópolis:
Vozes, 2009.
MAUSS, M. As técnicas do corpo. In: MAUSS, MARCEL. Sociologia e
antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

3º PERÍODO

Disciplina: Cinesiologia e Biomecânica Aplicadas à Atividade Física
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudos dos fundamentos de análise biomecânica e cinesiológica do
77

movimento humano, na prática das diferentes categorias de atividades físicas.
Postura corporal dinâmica e estática.
Bibliografia Básica
BANKOFF, A. Morfologia e Cinesiologia aplicada ao movimento. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 2007.
HALL, S. Biomecânica Básica. 7. ed. São Paulo: Manole, 2016
THOMPSON, W.; FLOYD, R. Manual de Cinesiologia Estrutural. 19. ed. São
Paulo: Manole, 2016.
Bibliografia Complementar
OATIS, C. Cinesiologia: a mecânica e a patomecânica do movimento humano. 2.
ed. São Paulo: Manole, 2014.
LIMA, C.; PINTO, R. Cinesiologia e Musculação. Porto Alegre: Artmed, 2006.
GINNIA, P.M. Biomecânica do Esporte e do Exercício. 3a ed. Porto Alegre:
Artmed, 2015.
NEUMANN, D. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
HAMILTON, N. Cinesiologia: teoria e prática do movimento humano. 12a ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

Disciplina: Planejamento e Didática em Educação Física
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo e discussão das práticas de planejamento, estratégias e modelos
de estruturação de processos didáticos utilizados pela Educação Física em
academias, clubes, clínicas, empresas, hospitais e outros. Caracterização do
planejamento do ensino e seus componentes. Projetos de planejamento das
atividades físicas. Registro e documentação do trabalho pedagógico.
Bibliografia Básica
DARCI, P.; LADEIRA, F. Planejamento e controle de projetos. 3. ed. Nova Lima:
Falconi, 2014. (Série: gerenciamento de projetos).
GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. 12ª. ed. Petrópolis: Vozes,
2010.
TAJRA, S. Planejamento e informação: métodos e modelos organizacionais para
saúde pública. São Paulo: Editora Érica, 2014.
Bibliografia Complementar
78

GANDIN D. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis: Vozes, 2013.
LÜCK, H. Metodologia de projetos. 2ª ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2003.
OLIVEIRA, D. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas.
20ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2004.
SILVA, A. Utilizando o planejamento como ferramenta de aprendizagem. São
Paulo: Global editora, 2009.
SILVA, M.; FORTES, W. Eventos: estratégias de planejamento e execução. São
Paulo: Editora Summus, 2011.

Disciplina: Crescimento e Desenvolvimento Humano
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo e discussões sobre o crescimento e desenvolvimento humano:
princípios, conceitos, mecanismos e variáveis relacionadas. As diferentes
perspectivas teóricas utilizadas para a explicação do crescimento e desenvolvimento
humano e suas relações com o exercício físico nos diferentes escalões etários.
Discussões sobre as diferenças no crescimento e desenvolvimento humano,
longevidade e expectativa de vida, considerando as diferenças étnicas raciais.
Bibliografia Básica
GALLAHUE, D.; OZMUN, J. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês,
crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2003.
GUEDES, D.; PINTO, J. Crescimento, composição corporal e desempenho
motor. Curitiba: CLR Balieiro, 1997.
PAPALIA, D.; FELDMAN, R.; MARTORELL, G. Desenvolvimento humano. 12ª. ed.
Porto Alegre: AMGH Editora, 2013. 800 p.
Bibliografia Complementar
BEE, Helen L; BOYD, D. A criança em desenvolvimento. 12ª. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011. 567p.
ECKERT, H. Desenvolvimento Motor. São Paulo: Manole, 1996.
HANDAN, A. Introdução à psicologia do desenvolvimento. Campo Grande:
Solivros, 1998.
LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias
psicogenéticas em discussão. 23ª. ed. São Paulo: Summus, 1992. 117 p.
SHAFFER, David R; KIPP, Katherine. Psicologia do desenvolvimento: infância e
adolescência. São Paulo: CENGAGE Learning, 2012. 879 p.
79

Disciplina: Socorros Urgentes
Carga Horária: 36h
Ementa: Reconhecimento das situações de emergência, equipamentos, ambientes,
prioridades e condutas. Principais causas dos acidentes; noções e classificações
dos traumatismos e demais procedimentos de primeiros socorros nas possíveis
situações do cotidiano profissional em Educação Física.
Bibliografia Básica
GOMES, A. Emergência. São Paulo: EPU, 1994.
MISSIANO, F. Guia para situações de emergência. São Paulo: Editora Cultrix,
1997.
NOVAES, J.; NOVAES, G. Manual de primeiros socorros para Educação Física.
Rio de Janeiro: Editora Sprint, 1994.
Bibliografia Complementar
LEGEL, M. Primeiros socorros no esporte. 5. ed. Barueri, SP: Manole, 2015. 278
p.
PRIMEIROS Socorros: fundamentos e práticas na comunidade, no esporte e
ecoturismo. São Paulo: Atheneu, 2003. 178p.
SANTOS, R.; CANETTI, M. Manual de socorros de emergência. Rio de Janeiro:
Atheneu Editora, 1999.
VIANA, M. Socorros de emergência: guia básico. Rio de Janeiro: Atheneu Editora,
1999.
ROSENBERG, S. Livro de primeiros socorros: Johnson e Johnson. 2. ed. Rio de
Janeiro: Record, 1985. 171p.

Política e Organização da Educação Física, Esporte e Lazer
Carga horária: 36h
Ementa: Estrutura e organização política da educação física esporte e lazer no
Brasil. Atividade física e sua relação com os domínios da qualidade de vida.
Competências do profissional de educação física no esporte, lazer e promoção da
saúde. Gestão de programas de atividades físicas.

80

Bibliografia Básica
BARROS, M.; SANTOS-FILHO, S. Trabalhador da saúde: muito prazer!
Protagonismo dos trabalhadores na gestão do trabalho em saúde. Ijuí: Unijuí, 2009.
FRAGA, A.; WACHS, F. (Org.). Educação física e saúde coletiva: políticas de
formação e perspectivas de intervenção. Porto Alegre: 2007.
GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva e atividade física. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Bibliografia Complementar
REZENDE, J. Organização e administração no esporte. Rio de Janeiro: Sprint,
2000.
BAGRICHEVSKY, M. et al. A saúde em debate na educação física. Blumenau: Ed.
Nova Letra, 2004. (v.1).
_____________. A saúde em debate na educação física. Blumenau: Ed. Nova
Letra, 2006. (v. 2).
CAMPOS, G. (Org.). Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012.
GUTIERREZ, G. Lazer e prazer questões metodológicas e alternativas públicas.
Campinas: Autores Associados, 2001.
MARCELLINO, N. Legados e megaeventos esportivos. Campinas: Papirus, 2013.

Disciplina: Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo dos fenômenos fisiológicos agudos e crônicos, ocorrentes no
organismo como efeito da atividade física para saúde e desempenho esportivo:
ajustes e adaptações metabólicas, musculares, cardiovasculares, respiratórias,
endócrinas, imunológicas, renais e do sistema nervoso; influência dos diferentes
ambientes (calor, altitude e mergulho); princípios da avaliação fisiológica e
metabólica.
Bibliografia Básica
KENNEY, W.; WILMORE, J.; COSTILL, D. Fisiologia do esporte e do exercício. 5.
ed. São Paulo: Manole, 2013.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Fisiologia do exercício: nutrição, energia e
desempenho humano. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
POWERS, S.; HOWLEY, E. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao
condicionamento e ao desempenho. 8. ed. Barueri, SP: Manole, 2009.
Bibliografia Complementar
BROOKS, G.; FAHEY, T.; BALDWIN, K. Fisiologia do exercício: bioenergética
humana e suas aplicações. 4. ed. São Paulo: Phorte, 2013.
81

FOX, E.; BOWERS, R.; FOSS, M. Bases fisiológicas da educação física e dos
desportos. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
GARRETT, W.; KIRKENDALL, D. A ciência do exercício e dos esportes. Porto
Alegre: Artmed, 2003. 911 p.
TEIXEIRA, L. Atividade física adaptada e saúde: da teoria à prática. São Paulo:
Phorte, 2008. 455 p.
WILMORE, J.; COSTILL, D. Fisiologia do esporte e do exercício. 2.ed. Barueri:
Manole, 2001. 709 p.

Ementa da ACE
1.

Nome/modalidade da ACE
ACE 1: Projeto (Parte 1)

2.

Período letivo de oferta
3º Período

3.

Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico – 20h
Prática – 40h

4.

Ementa
Execução da primeira etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculada a uma ou mais linha de extensão.

5.

Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.

6.

Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.

7.

Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;

82

25% avaliação e elaboração de relatório
8.

Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos

9.

Bibliografia Básica
ALVES JUNIOR, E.; MELO, V. Introdução ao lazer. 1. ed. Barueri, São Paulo:
Manole, 2003.
MARCELLINO, N. (Org.). Políticas públicas setoriais de lazer: o papel das
prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996.
PAOLIELLO, E. Ginástica Geral: experiências e reflexões. São Paulo: Phorte,
2008.
BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases
da
Educação
Nacional.
Brasília,
DF.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional
de Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso
em: 19 Jan. 2016.
______. Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/planodedesenvolvimento/2013-2017>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
NOGUEIRA, M.D.P. O Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades
Públicas Brasileiras: um ator social em construção. Interfaces - Revista de
Extensão, v. 1, n. 1, p. 35-47, jul./nov. 2013

10.

Bibliografia Complementar
MASCARENHAS. F. Entre o ócio e o negócio: teses acerca da anatomia do
lazer. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual
de Campinas, Campinas, 2005.
MOURA, E. As relações entre lazer, futebol e gênero. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas,
SP, 2003.

4º PERÍODO

83

Disciplina: Teorias da Aprendizagem e Controle Motor
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo e discussão das diferentes teorias da aprendizagem e controle
motor. Conceitos e aplicações. O movimento humano e suas relações com a prática
e experiência. Os elementos básicos da aprendizagem motora: as habilidades
motoras, a prática, os estágios da aprendizagem, o processamento de informação e
tomada de decisão, feedback, atenção e memória. O sistema nervoso no movimento
e o ajuste motor.
Bibliografia Básica
ENOKA, R. Bases neuromecânicas do movimento humano. 2 Ed. São Paulo:
Manole, 2000.
MAGILL, R. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Ed.
Bllucher, 1984.
PAPALIA, F. Desenvolvimento Humano, 12ª ed., Porto Alegre: AMGH, 2013.
Bibliografia Complementar
GRECO, P. (Org.). Iniciação esportiva universal: da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. Belo Horizonte: 2007. 228 p. (Coleção Aprender; v. 1).
KNUDSON, D.; MORRISON, C. Análise qualitativa do movimento. São Paulo:
Manole, 2001.
SCHMIDT, R. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à prática.
São Paulo: Movimento, 1993.
SHUMWAY-COOK, A. & WOOLLACOTT, M. H. Controle Motor: Teoria e
aplicações práticas. 3ª ed. Baueri, São Paulo: Manole, 2010.
TANI, Go. Comportamento motor: aprendizagem e desenvolvimento. São Paulo:
Guanabara Koogan, 2005.

Disciplina: Testes, Medidas e Avaliação em Atividades Físicas.
Carga Horária: 54h
Ementa. Estudo e discussão dos principais conceitos relacionados ao processo
avaliativo em Educação Física; sobre as qualidades psicométricas, protocolos e
aplicabilidade dos testes destinados à avalição da aptidão física, sob a ótica do
desempenho motor e promoção da saúde e qualidade de vida.

84

Bibliografia Básica
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual do ACSM para avaliação
da aptidão física relacionada à saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011.
HEYWARD, V.; STOLARCZYK, L. Avaliação da composição corporal aplicada.
São Paulo: Manole, 2000.
TRITSCHLER, K. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de
Barrow. 2. ed. São Paulo: Manole. 2003.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual de pesquisa das
diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BRASIL. Ministério da Saúde. Vigitel Saúde Suplementar: Vigilância de fatores de
risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília:
Agência Nacional de Saúde Suplementar, Ministério da Saúde, 2011.
GUEDES, D.; GUEDES, E. Manual prático para avaliação em Educação Física.
São Paulo: Manole, 2006.
HEYWARD, V. Informações sobre referência: Avaliação Física e Prescrição de
Exercício: Técnicas Avançadas. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
MARINS, J. Revisão crítica dos métodos disponíveis para avaliar a composição
corporal em grandes estudos populacionais e clínicos. Archivos
Latinoamericanos de Nutrición, 57(4), p.327-334, 2007.

Disciplina: Nutrição e Atividades Físicas
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos da nutrição aplicada a atividade física
relacionada à saúde e ao desempenho esportivo: natureza e fontes dos nutrientes;
aspectos metabólicos e fisiológicos envolvidos; princípios para o uso de recursos
ergogênicos nutricionais; relação da alimentação e atividade física na prevenção e
tratamento das doenças crônicas não transmissíveis; princípios básicos da avaliação
nutricional.
Bibliografia Básica
McARDLE, W.; KATCH, F. e KATCH, V. Nutrição para o Esporte e Exercício. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
________. KATZH, F. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho
85

humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992.
OLIVEIRA, J.; MARCHINI, J. Ciências nutricionais. São Paulo: Savier, 1998.
PASCHOAL, V. Tratado de nutrição esportiva Funcional. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2014.
Bibliografia Complementar
HIRSCHBRUCH, M.; Carvalho, J. Nutrição esportiva: uma visão prática. Barueri:
Manole, 2008
KLEINER, S.; Greenwood-Robinson, M. Nutrição Para o Treinamento de Força.
Tamboré: Manole, 2002.
LANCHA JÚNIOR A.; Campos-Ferraz, P.; Rogeri, P. Suplementação Nutricional
no esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2009.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Nutrição: para o desporto e o exercício. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2001. 694 p.
TIRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. São
Paulo: Atheneu. 2005.

Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo e discussão sobre a pesquisa científica como processo de solução
de problemas; o trabalho científico como forma de leitura e sistematização da
observação empírica. Orientação, discussão e adequabilidade das possíveis
escolhas temáticas, os diferentes paradigmas e a construção das etapas de projetos
científicos.
Bibliografia Básica
CRESWELL, J. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed/Bookman, 2010.
HOSSNE, W.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 2001.
THOMAS, J.; NELSON, J. Métodos de Pesquisa em Atividade Física. 3. ed. Porto
Alegre: ARTMED, 2002.
Bibliografia Complementar
GIL, A. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.
KÖCHE, J. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
LAKATOS, E.; MARCONI, M. Técnicas de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
86

MINAYO, M. O Desafio do conhecimento. São Paulo: Editora Hucitec, 2006.
PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.

Disciplina: Atividade Física Adaptada
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo da pessoa com deficiência e TEA a partir de um modelo
biopsicossocial. Conhecimento da área da Atividade Física Adaptada em suas
diferentes manifestações. Estudo de estratégias, recursos, equipamentos e serviços
para a promoção da participação da pessoa com deficiência e TEA na área da
Atividade Física Adaptada. Planejamento e aplicação de projetos em Atividade
Física Adaptada para diferentes públicos e contextos.
Bibliografia Básica
CASTRO, E.M. Atividade física adaptada. SP, Ribeirão Preto: Tecmedd, 2005.
GOMEDIO, M. Educação física para la integracion de niños con necesidades
educativas especiales: programa de actividadad física para niños de 6 a 12
años. Madrid: Gymnos, 2000.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole,
2005.
Bibliografia Complementar
CIDADE, R.; FREITAS, P. Introdução à Educação Física Adaptada para pessoas
com deficiência. CURITIBA, Editora da UFPR, 2009.
DOLL-TEPPER, G. et al (ed.) Adapted Physical Activity: an interdisciplinary
approach. Berlin, Springer-Verlag, 2011.
GREGUOL, M.; COSTA, R. Atividade física adaptada. 3.ed. São Paulo: Manole,
2013.
MELLO, M.; WINCKLER, C. Esporte olímpico. São Paulo, Atheneu, 2012.
WINNICK, J. Educação física e esportes adaptados. São Paulo: Manole, 2004.

Ementa da ACE
1.

Nome/modalidade da ACE
ACE 1 Projeto: Parte 2
87

2.

Período letivo de oferta
4º Período

3.

Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico – 20h
Prática – 40h

4.

Ementa
Execução da segunda etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão.

5.

Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.

6.

Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.

7.

Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório

8.

Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos

9

Bibliografia Básica
ALVES JUNIOR, E.; MELO, V. Introdução ao lazer. 1. ed. Barueri, São Paulo:
Manole, 2003.
MARCELLINO, N. (Org.). Políticas públicas setoriais de lazer: o papel das
prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996.
PAOLIELLO, E. Ginástica Geral: experiências e reflexões. São Paulo: Phorte,
2008.
BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases
da
Educação
Nacional.
Brasília,
DF.
Disponível
em:
88

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional
de Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso
em: 19 Jan. 2016.
______. Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/planodedesenvolvimento/2013-2017>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
NOGUEIRA, M.D.P. O Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades
Públicas Brasileiras: um ator social em construção. Interfaces - Revista de
Extensão, v. 1, n. 1, p. 35-47, jul./nov. 2013
10

Bibliografia Complementar
MASCARENHAS. F. Entre o ócio e o negócio: teses acerca da anatomia do
lazer. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual
de Campinas, Campinas, 2005.
MOURA, E. As relações entre lazer, futebol e gênero. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas,
SP, 2003.

5º PERÍODO

Disciplina: Metodologia dos esportes individuais
Carga Horária: 162h
Ementa: Estudo teórico-prático das diferentes atividades esportivas individuais em
seus aspectos históricos, técnicos e normativos; planejamento e execução da
iniciação ao treinamento esportivo.
Bibliografia Básica
COICEIRO, G. Atletismo: 1000 exercícios e jogos. 2. Rio de Janeiro: Sprint, 2008.
FRANCHINI, E. Preparação Física para Atleta de Judô. São Paulo: Editora Phorte, 2008.

MACHADO, D.; CARVALHO, S. Metodologia da natação. Ed. rev. e ampliada. São
Paulo: EPU, 2004.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, J. Atletismo: saltos. São Paulo: EPU, 2001.
___________. Atletismo: lançamentos e arremessos. São Paulo: EPU, 2003.
89

___________. Atletismo: corridas. São Paulo: EPU, 2001.
MAGLISCHO, E. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999.
PALMER, M. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990.

Disciplina: Epidemiologia das Atividades Físicas e Saúde Pública
Carga Horária: 72h
Ementa: Introdução à Saúde Pública. Conceitos de Saúde Pública, problema de
saúde pública, campo de intervenção da saúde pública; Processo saúde/doença;
Determinantes e Condicionantes em Saúde; Indicadores de Saúde; Introdução a
Epidemiologia. Noções básicas de epidemiologia; Transição demográfica e
epidemiológica; Vigilância em Saúde e Epidemiológica; Pesquisa Epidemiológica;
Epidemiologia da Atividade Física. Barreiras e Facilitadores para a Prática da
Atividade Física; Aspectos sanitários de espaços utilizados na prática da Educação
Física (vestiários, piscinas, etc.); Promoção e Educação em Saúde; Atividade Física
na Promoção da Saúde: experiências de intervenção na empresa, na comunidade e
no sistema local de saúde.
Bibliografia Básica
CAMPOS, G. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012.
FLORINDO, A.; HALLAL, P. Epidemiologia da Atividade Física. São Paulo:
Atheneu, 2011.
MEDRONHO, R. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUARYOL, M. Epidemiologia e Saúde. 5. ed., Rio de
Janeiro: Medsi, 2003.
GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
MINAYO, M. (Org.) Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2006.
PEREIRA, M. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: UNESP, 1994.

90

Disciplina: Métodos e Sistemas para o Treinamento Físico Geral
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo da evolução do treinamento físico: principais qualidades físicas
relacionadas ao desempenho e saúde, bases gerais do treinamento e
condicionamento físico; princípios científicos do treinamento esportivo, prescrição e
periodização do treinamento.
Bibliografia Básica
BARBANTI, V. Treinamento físico: bases científicas. 3. ed. São Paulo: CLR
Balieiro, 2001.
BOMPA, T.; HAFF, G.G. Periodização: Teoria e Metodologia do Treinamento.
Phorte Editora. 2012.
GOBBI, S.; VILLAR, R.; A.; ZAGO, A.S. Bases teórico-práticas do
condicionamento físico. Guanabara Koogan, 2005
Bibliografia Complementar
MAGLISCHO, E. Nadando o mais rápido possível. 3. ed. São Paulo: Manole,
2010.
TUBINO, M.; MOREIRA, S. Metodologia científica do treinamento desportivo.
13. ed. Rio de Janeiro: Shape editora, 2003.
WIENEC K, J. Treinamento Ideal. 9. ed. São Paulo: Manole, 1999.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole,
2016.
DANTAS, E. A prática da preparação Física. Rio de Janeiro. 6. ed. Rio de Janeiro:
Shape editora, 2004.

Estágio Supervisionado I
Carga Horária: 100h
Ementa: Identificação, descrição e formas de organização do campo de atuação do
profissional de Educação Física vinculado à área de Educação Física, Esporte e
Lazer; Levantamento das diferentes Instituições que oferecem serviços neste campo
de intervenção profissional. Elaboração de relatório final de estágio.
91

Bibliografia Básica
ISAYAMA, H.; DIAS, C. Organização de atividades de lazer e recreação. São
Paulo: Editora Érica, 2014. (Coleção Série Eixos).
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
ZABALZA, M. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Editora Cortez, 2014. (Coleção Docência na Formação).
Bibliografia Complementar
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: mediação, 2005.
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARCELLINO, N. Estudos do lazer: uma introdução. 8. ed. Campinas: Editora
Autores associados, 2003.
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

Ementa da ACE
1.

Nome/modalidade da ACE
ACE 2: Projeto (Parte 1)

2.

Período letivo de oferta
5º Período

3.

Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico – 20h
Prática – 40h

4.

Ementa
Execução da primeira etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão.

5.

Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.

6.

Objetivos
92

Executar as ações das linhas de extensão.
7.

Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório

8.

Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos

9.

Bibliografia Básica
HALL, S. Biomecânica Básica. 7. ed. São Paulo: Manole, 2016
THOMPSON, W.; FLOYD, R. Manual de Cinesiologia Estrutural. 19. ed. São
Paulo: Manole, 2016.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Fisiologia do exercício: nutrição, energia
e desempenho humano. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
POWERS, S.; HOWLEY, E. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao
condicionamento e ao desempenho. 8. ed. Barueri, SP: Manole, 2009.
BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases
da
Educação
Nacional.
Brasília,
DF.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional
de Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso
em: 19 Jan. 2016.
______. Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/planodedesenvolvimento/2013-2017>. Acesso em: 19 Jan. 2016.

10.

Bibliografia Complementar
OATIS, C. Cinesiologia: a mecânica e a patomecânica do movimento humano.
2. ed. São Paulo: Manole, 2014.
LIMA, C.; PINTO, R. Cinesiologia e Musculação. Porto Alegre: Artmed, 2006.
GINNIA, P.M. Biomecânica do Esporte e do Exercício. 3a ed. Porto Alegre:
Artmed, 2015.
93

6º PERÍODO
Disciplina: Seminário de Pesquisa em Educação Física, esporte e lazer
Carga Horária: 36h
Ementa: Definição e qualificação da comunicação acadêmico-científica utilizada
como trabalho de conclusão de curso. Construção dos Projetos de Pesquisas para o
TCC.
Bibliografia Básica
CERVO, A.; BERVIAN, P. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2006.
GIL, A. Como elaborar Projetos de Pesquisa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
THOMAS, J.; NELSON, J. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre:
ARTMED, 2010.
Bibliografia Complementar
HENZ, G. Como aprimorar o formato de um artigo científico. Horticultura
Brasileira, Brasília, v. 21, n. 2, p. 145-148, 2003.
LAKATOS, E.; MARCONI, M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos
básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos
científicos. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2006.
LAPPONI, J. Estatística usando o excel. 4. ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2004.
SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2007.
VIEIRA, S.; HOSSNE, W. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de
janeiro: Elsevier, 2003.

Disciplina: Metodologia dos Esportes Coletivos
Carga Horária: 162h
Ementa: Estudo teórico-prático das diferentes atividades esportivas coletivas em
seus aspectos históricos, técnicos e normativos; planejamento e execução da
iniciação ao treinamento esportivo.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. Basquetebol: iniciação. Rio de janeiro: Sprint, 1998.
BOJIKIAN, J. Ensinando Voleibol. 2. ed. São Paulo: Phorte, 2003.
94

MARTINI, K.O handebol: técnica, tática e metodologia. Lisboa:
Europa-América, 1980.

Publicações

Bibliografia Complementar
BELLO JUNIOR, N. A ciência do esporte aplicada ao futsal. Rio de Janeiro:
Sprint, 1988.
FREIRE, J. Pedagogia do futebol. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998.
MENEZES, M. Futsal: aprimoramento técnico e tático. Rio de Janeiro: Sprint, 1988.
ROTHI, K; EHRET, A.; SPATE, D.; SCHUBERT, R. Manual de Handebol. São
Paulo: Phorte,
SUVOROV, Y.; GRISHIN, O. Voleibol: iniciação. 5. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2004.
(v. 1).

Disciplina: Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Cardiovascular
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo do condicionamento cardiovascular, considerando os princípios
fundamentais, os métodos de treinamento, as orientações para a prescrição, os
riscos e recomendações.
Bibliografia Básica
DIOGUARDI, G.; GHORAYEB, N. Tratado de cardiologia do exercício e do
esporte. São Paulo: Atheneu, 2006.
NEGRAO, C.; BARRETO, A. Cardiologia do esporte: do atleta ao cardiopata. São
Paulo: Manole, 2005.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole,
2016.
Bibliografia Complementar
GHORAYEB, N.; DIOGUARDI, G. Tratado de cardiologia do exercício e do
esporte. São Paulo: Atheneu, 2007. 637 p.
THOMPSON, P. O exercício e a cardiologia do esporte. São Paulo: Manole, 2004.
WEINECK, J. Biologia do Esporte. São Paulo: Manole, 2006.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole,
2016.
BERTUZZI, R.; BRUM, P.C.; ALVES, C.R.R.; LIMA-SILVA. A. E. Aptidão Aeróbia:
Desempenho Esportivo, Saúde e Nutrição. 1ed. Barueri: Manole, 2017
95

Estágio Supervisionado II
Carga Horária: 100h
Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização
de atividades físicas no contexto de uma instituição especializada (Academias) na
área da promoção da saúde; Elaboração de relatório de campo.
Bibliografia Básica
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: Mediação, 2005.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Programa de condicionamento
físico da ACSM. 2.ed. São Paulo, SP: Manole, 1999. viii, 142 p.
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARCELLINO, N. Estudos do lazer: uma introdução. 8. ed. Campinas: Editora
Autores associados, 2003.
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

Ementa da ACE
1.

Nome/modalidade da ACE
ACE 2 Projeto: Parte 2

2.

Período letivo de oferta
6º Período

3.

Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico – 20h
Prática – 40h
96

4.

Ementa
Execução da segunda etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão.

5.

Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.

6.

Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.

7.

Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório

8.

Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos

9.

Bibliografia Básica
HALL, S. Biomecânica Básica. 7. ed. São Paulo: Manole, 2016
THOMPSON, W.; FLOYD, R. Manual de Cinesiologia Estrutural. 19. ed. São
Paulo: Manole, 2016.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Fisiologia do exercício: nutrição, energia
e desempenho humano. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
POWERS, S.; HOWLEY, E. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao
condicionamento e ao desempenho. 8. ed. Barueri, SP: Manole, 2009.
BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases
da
Educação
Nacional.
Brasília,
DF.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional
de Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso
em: 19 Jan. 2016.
______. Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
97

<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/planodedesenvolvimento/2013-2017>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
10.

Bibliografia Complementar
OATIS, C. Cinesiologia: a mecânica e a patomecânica do movimento humano.
2. ed. São Paulo: Manole, 2014.
LIMA, C.; PINTO, R. Cinesiologia e Musculação. Porto Alegre: Artmed, 2006.
GINNIA, P.M. Biomecânica do Esporte e do Exercício. 3a ed. Porto Alegre:
Artmed, 2015.

7º PERÍODO

Disciplina: Organização, Marketing e Assessoria de Programas de Atividade
Física, esporte e lazer
Carga Horária: 36h
Ementa. Estudo e aplicação das técnicas de marketing utilizadas na Educação
Física sob as diferentes dimensões das atividades físicas do lazer, com o objetivo de
promoção de competições, saúde e qualidade de vida. Conceituação e utilização de
diversas ferramentas do marketing na concepção, promoção, no preço, na logística
e na avaliação de produtos e serviços relacionados à atividade física. Organização e
o assessoramento de programas de atividades físicas.
Bibliografia Básica
KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
_______. Princípios de marketing. 7. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
1998.
PITTS, B.; STOTLAR, D. Fundamentos de Marketing esportivo. São Paulo:
Phorte, 2002.
Bibliografia Complementar
AFIF, A. A Bola da Vez - o marketing esportivo como estratégia de sucesso.
São Paulo: Editora Infinito, 2000.
GESTÃO da educação física e esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
98

MATIAS, M. Organização de eventos Esportivos. São Paulo: Manole, 2001.
MELO NETO, F. Marketing esportivo. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.
TRIBE, J. Economia do lazer e do turismo. 2. ed. Barueri: Manole, 2003.

Disciplina: Método e Sistemas de Ginásticas em Academias
Carga Horária: 72h
Ementa. Estudo e discussão dos procedimentos pedagógicos, enfocando a
aplicação de métodos e sistemas do ensino na prática das diferentes modalidades
de ginástica em academias, numa perspectiva teórico-prática.
Bibliografia Básica
FLECK, S.; KRAEMER, W. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
GERALDES, A. Ginástica Localizada: teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint, 1993.
NETTO, E.; LIMA, V. Ginástica Localizada: cinesiologia e treinamento aplicado. Rio
de Janeiro: Sprint, 2010.
Bibliografia Complementar
BAUN, M. Exercícios de hidroginástica: exercícios e rotinas para tonificação,
condicionamento físico e saúde. São Paulo: Manole, 2010.
CAMPION, M. Hidroterapia: princípios e prática. São Paulo: Manole, 2000.
DOMINGUES FILHO, L. (org). Ciclismo indoor: guia teórico prático. Jundiaí:
Fontoura, 2005.
NOVAES, J. Ciência do treinamento dos exercícios resistidos. São Paulo:
Phorte, 2008.
UCHIDA, M. et al. Manual de musculação. 5. ed. Rio de Janeiro: Phorte, 2008.

Disciplina: Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Neuromuscular
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo do condicionamento neuromuscular, considerando os princípios
fundamentais, os métodos de treinamento, as orientações para a prescrição, os
riscos e recomendações.
99

Bibliografia Básica
FLECK S.; KRAEMER, W. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BOMPA, T. Treinamento de Potência Para o Esporte, São Paulo: Phorte Editora.
2004.
FRANKLIN, B.; GRAVES, J. Treinamento resistido na saúde e reabilitação. Rio
de Janeiro: Revinter, 2006.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, M.; COURACCI NETO, B. Treinamento funcional resistido. Rio de
Janeiro: Revinter, 2004.
COSSENZA, C.; CARNAVAL, P. Musculação: teoria e pratica. Rio de Janeiro:
Sprint, 1985.
PRESTES, J.; FOSCHINI, D.; MARCHETTI, P.; CHARRO, M. Prescrição e
Periodização do Treinamento de Força em Academias. Barueri: Manole, 2010.
WEINECK, J. Treinamento ideal. 9. ed. São Paulo: Manole, 1999.
PLATONOV, V. Tratado Geral de Treinamento Desportivo. Paulo: Phorte, 1999.

Disciplina: Fundamentos de Bioestatística II
Carga Horária: 36h
Ementa: Distribuições de probabilidades para variáveis discretas e contínuas.
Principais pressupostos de parametria. Testes de hipóteses. Testes de comparações
paramétricas e não-paramétricas. Análise de Correlação e Regressão Lineares.
Aplicação da estatística em Epidemiologia.
Bibliografia Básica
CALLEGARI-JACQUES, M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2003. 255 p.
JEKEL, J.; ELMORE, J.; KATZ, D. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina
Preventiva. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005, 432p.
MORETTIN, P.; BUSSAB, W. Estatística básica. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
540 p.
Bibliografia Complementar
GOMES, F. Curso de estatística experimental. Piracicaba: Editora São Paulo,
2000. 477 p.
PADOVANI, C. Estatística na metodologia da investigação científica. Botucatu:
100

Unesp, 1995. 22 p.
ROUQUAYROL, M.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2003.
SIEGEL, S. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. 2. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 448 p.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
216p.
Estágio Supervisionado III
Carga Horária: 100h
Ementa. Observação e coparticipação em instituições especializadas no campo da
Atividade Física (Esportes), do desempenho e da saúde. Elaboração de relatório de
campo.
Bibliografia Básica
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: mediação, 2005.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática. 9.
ed. São Paulo: Cortez, 2010. 200 p.
________; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
TUBINO, M.; MOREIRA, S. Metodologia científica do treinamento desportivo.
13. ed. Rio de Janeiro: Shape editora, 2003.
ZABALZA, M. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Cortez, 2014. 327 p.

Ementa da ACE
1.

Nome/modalidade da ACE
ACE 3: Curso ou Evento

2.

Período letivo de oferta
101

7º Período
3.

Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico – 20h
Prática – 40h

4.

Ementa
Execução de curso ou evento de extensão com duração mínima de um semestre
letivo vinculados a uma ou mais linhas de extensão.

5.

Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.

6.

Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.

7.

Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório

8.

Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos

9.

Bibliografia Básica
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. Basquetebol: iniciação. Rio de janeiro: Sprint, 1998.
BOJIKIAN, J. Ensinando Voleibol. 2. ed. São Paulo: Phorte, 2003.
MARTINI, K.O handebol: técnica, tática e metodologia. Lisboa:
Publicações
Europa-América, 1980.
COICEIRO, G. Atletismo: 1000 exercícios e jogos. 2. Rio de Janeiro: Sprint, 2008.
FRANCHINI, E. Preparação Física para Atleta de Judô. São Paulo: Editora Phorte,
2008.
102

BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases
da
Educação
Nacional.
Brasília,
DF.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional
de Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso
em: 19 Jan. 2016.
______. Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/planodedesenvolvimento/2013-2017>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
10.

Bibliografia Complementar
BELLO JUNIOR, N. A ciência do esporte aplicada ao futsal. Rio de Janeiro:
Sprint, 1988.
FREIRE, J. Pedagogia do futebol. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998.
MENEZES, M. Futsal: aprimoramento técnico e tático. Rio de Janeiro: Sprint,
1988.
MAGLISCHO, E. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999.
PALMER, M. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990.
8º PERÍODO
Disciplina: Atividades Físicas para Grupos Específicos (Doenças
Cardiovasculares, Obesos, Diabéticos, Portadores de Câncer e Gestantes)
Carga Horária: 72h
Ementa: Alterações fisiológicas no processo saúde doença (cardiovasculares,
diabetes, obesidade, câncer) e no período gestacional. Adaptações crônicas e
agudas ao exercício em situações específicas. Parâmetros para avaliação e
prescrição de programas de atividade física para determinados subgrupos.
Bibliografia Básica
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os
testes de esforço e sua prescrição. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2014.
NEGRÃO, C.E.; BARRETO, A.C.P. Cardiologia do Exercício: do atleta ao
cardiopata. 3a ed. São Paulo: Manole, 2010.
NIEMAN, D. Exercício e Saúde: teste e prescrição de exercícios. 6. ed. São Paulo:
Manole, 2011.
Bibliografia Complementar
IRWIN, M.L. Guia do ACSM para Exercício e Sobrevivência ao Câncer. São
103

Paulo: Phorte, 2015.
HEYWARD, V.H. Avaliação Física e Prescrição de Exercício: técnicas avançadas.
6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
LOPES, M.A.B.; ZUGAIB, M. Atividade física na gravidez e no pós-parto. São
Paulo: Roca, 2009.
LE MURA, L.; DUVILLARD, S. Fisiologia do exercício clínico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
RASO, V.; GREVE, J.; POLITO, M. Pollock: fisiologia clínica do exercício. São
Paulo: Manole, 2013.

Disciplina: Atividades Físicas para a Terceira Idade
Carga Horária: 36h
Ementa: Características na fase adulta e terceira idade em relação ao ciclo da vida.
Estudo das transformações anátomo-fisiológicas decorrentes da faixa etária e suas
relações com ecossistema e cultura. Desenvolvimento de programas de atividades
físicas.
Bibliografia Básica
MATSUDO, S. Avaliação do Idoso - Física & Funcional. São Paulo: Phorte, 2002.
SHEPHARD, R. Envelhecimento, atividade física e saúde. (tradução: Maria
Aparecida Pereira Araújo). São Paulo, Phorte Editora, 2003.
SPIRDUSO, W. Dimensões Físicas do Envelhecimento. São Paulo: Manole,
2004.
Bibliografia Complementar
BATES & HANSON Exercícios aquáticos terapêuticos. São Paulo: Manole, 2002.
BLAIR, S. Prova de esforço e prescrição de exercício. Rio de Janeiro: Revinter 1994.
LE MURA, L.; DUVILLARD, S. Fisiologia do Exercício Clínico: aplicação e
princípios fisiológicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
LORDA, R. Recreação na terceira idade. Rio Janeiro: Sprint, 1995.
NIEMAN, D. Exercício e saúde. São Paulo: Manole,1999.

Disciplina: Seminário de Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária: 54h
104

Ementa: Desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso:
levantamento, análise e documentação dos dados, relatório final do trabalho.
Seminário de apresentação da versão final do trabalho de conclusão do curso.
Bibliografia Básica
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez,
1991.
COSTA, A., et al. Orientações metodológicas para a produção de trabalhos
acadêmicos. Maceió: EDUFAL, 2006.
THOMAS, J.; NELSON J. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. Porto
Alegre: ARTMED, 2002.
Bibliografia Complementar
CORNELSEN, J.; MÜLLER, M. Normas e padrões para teses, dissertações e
monografias. Londrina: EDUEL, 2003.
CRUZ, A.; MENDES, M. Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses: estruturas
e apresentação. Niterói: Intertexto, 2004.
_____, CURTY, M. Guia para apresentação de trabalhos acadêmicos,
dissertações e teses. Maringá: Dental Press, 2001. 104 p.
LAKATOS, E.; MARCONI, M. Técnicas de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.

Estágio Supervisionado IV
Carga Horária: 100h
Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização
de atividades físicas no contexto de uma instituição especializada na área da
promoção da saúde (o tipo de atividade física e/ou Instituição deverá ser,
preferencialmente, diferente da prática III); Elaboração de relatório de campo.
Bibliografia Básica
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: mediação, 2005.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
105

questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual do ACSM para avaliação
da aptidão física relacionada à saúde. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN: Guanabara
Koogan, c2011. xv, 175 p. ISBN 9788527717564(broch.).
BARROS, Mauro Virgílio Gomes de; CATTUZZO, Maria Teresa (Org.). Atualização
em atividade física e saúde. Recife: EDUPE, 2009.
GONÇALVES, Aguinaldo. Conhecendo e discutindo saúde coletiva e atividade
física. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 206p.
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: Ludomotricidade
Carga Horária: 36h
Ementa: Analise filosófica e antropossociológica do comportamento motor típico das
atividades lúdicas. Estudo do homem na sua relação consigo mesmo e na
transformação do meio. Atividades psíquicas como reguladoras das condutas
humanas. Análise da estrutura do comportamento como regulador das condutas. A
experiência corporal na formação da consciência. Reflexões sobre o jogo, o esporte,
a dança, a brincadeira e a festa, envolvendo os componentes da alegria,
divertimento e desenvolvimento. Implicações ideológicas e ação contra ideológica.
Bibliografia Básica
CHÂTEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
LOPES, M. Jogos na educação: criar, fazer, jogar. São Paulo: Cortez, 1999.
KISHIMOTO, T. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez,
1996.
Bibliografia Complementar
BROUGÉRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1997.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo:
perspectiva, 1980.
MARCELINO, N. Pedagogia da animação. São Paulo: Papirus, 1990.
SCHMIDT, Richard A.; WRISBERG, Craig A. Aprendizagem e performace motora:
uma abordagem baseada no problema. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 352 p
106

SERGIO, M. Motricidade humana: um paradigma emergente. Blumenau: Ed. da
FURB, 1995. 95 p.

Disciplina: Treinamento Físico Personalizado
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo e discussão do treinamento físico personalizado: estrutura para
intervenção, princípios biológicos e pedagógicos, avaliação, periodização, prescrição
e intervenção do exercício físico personalizado na saúde e na doença.
Bibliografia Básica
HEYWARD, V. Avaliação física e prescrição de exercício: técnicas avançadas. 6.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
HOWLEY, E.; FRANKS, B. Manual do instrutor de condicionamento físico para a
saúde. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MONTEIRO, A.; NEIRA, M. Treinamento personalizado: uma abordagem didáticometodológica. 3. ed. São Paulo: Phorte, 2006.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os
testes de esforço e sua prescrição. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
_________. Programa de condicionamento físico da ACSM. 2. ed. São Paulo:
Manole, 1999.
BARROW, H.; MCGEE, R.; TRITSCHLER, K. Medida e avaliação em educação
física e esportes: de Barrow & McGee. 5. ed. Barueri: Manole, 2003. 828p.
GUEDES, D.; GUEDES, J. Manual prático para avaliação em educação
física. Barueri: Manole, 2006. 484 p.
PITANGA, F. Testes, medidas e avaliação em educação física. São Paulo:
Phorte, 2005 200 p

Disciplina: Exercícios Aquáticos para a Saúde de Diferentes Populações
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo teórico e prático dos exercícios aquáticos, seus benefícios e fatores
de risco. Planejamento, execução e implementação de intervenções na prática de
107

exercícios aquáticos visando a promoção da saúde e qualidade de vida.
Bibliografia Básica
ARCHER, Ricardo Battisti. Natação adaptada. São Paulo: Ícone, 1998.
BATES & HANSON Exercícios aquáticos terapêuticos. São Paulo: Manole, 2002.
GUZMAN, R. Natação: exercícios de técnica para melhorar o nado. Barueri: Manole,
2008. 277 p.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os
testes de esforço e sua prescrição. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
BETTI, I. Manual de ginástica respiratória e natação. 2. ed. Rio de janeiro: Sprint,
1997.
CABRAL, F.; SOUZA, W. Natação: 1000 exercícios. 4. ed. Rio de janeiro: Sprint,
2001.
GREGUOL, M. Natação adaptada: em busca do movimento com autonomia. São
Paulo, SP: Manole, 2010. 174 p.
MACHADO, D. Metodologia da natação. São Paulo: EPU, 2004. 155 p.

Disciplina: Atividades Físicas na Natureza
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo das atividades físicas na natureza: classificação e perspectivas de
intervenção. Educação ambiental. Fundamentação básica e vivência prática de
diferentes atividades físicas de aventura na natureza Atividades físicas na natureza:
classificação e perspectivas de intervenção.
Bibliografia Básica
BRUHNS, H. O corpo parceiro e o corpo adversário. Campinas: Papirus, 1993. DA.
GUATTARI, F. As três ecologias. Campinas: Papirus, 1996.
MARINHO, Alcyane; BRUHNS, Heloisa Turini (orgs.) Turismo, lazer e natureza. São
Paulo: Manole, 2003.
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, A.; SANTIAGO, L.; FUMES, N. Educação física, desporto e
lazer: perspectivas luso-brasileiras. Maceió: EDUFAL, 2008. 230 p.
DIAS, Cleber Augusto Gonçalves. Epopeias em dias de prazer: uma história do
lazer na natureza (1779-1838). Goiânia: UFG, c2013. 182 p
108

MOTA, J. Actividade física no lazer; reflexões sobre sua prática. Lisboa: Livros
Horizonte, 1997.
SCHWARTZ, G. Atividades recreativas. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
211 p.
STIGGER, Marco Paulo. Esporte, lazer e estilos de vida: um estudo
etnográfico. São Paulo: Autores Associados, 2002. 259 p.

Disciplina: Ginástica Laboral
Carga Horária: 36h
Ementa: A Ginástica Laboral: conceitos, classificação e fatores que a influenciam; A
saúde e qualidade de vida do trabalhador; O benefício da Ginástica Laboral para o
trabalhador e para a empresa; Os fatores de risco; Planejamento da Ginástica
Laboral; Programação e execução de sessões. Planejamento e implementação de
intervenções para a promoção da atividade física na empresa.
Bibliografia Básica
FERREIRA, E. Ginástica Laboral: Teoria e Prática. Rio de janeiro: Sprint, 2002.
LIMA, V. Ginastica Laboral - Atividade Física no Ambiente de Trabalho. 1ª
edição. 264 p. Phorte Editora. São Paulo, 2003.
MENDES, R.; LEITE, N. Ginástica Laboral: princípios e aplicações. 3 ed. Barueri,
SP: Manole, 2012.
Bibliografia Complementar
ALTER M. Ciência da Flexibilidade. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BERG, K. Indicações de alongamento: eliminando a dor e prevenindo as lesões.
Porto Alegre: Artmed, 2012. 154p.
GEOFFROY, C. Alongamento para todos. São Paulo: Manole, 2001.
LIMA, D. Ginástica Laboral - metodologia de implantação de programas com
abordagem ergonômica. Jundiaí: Fontoura, 2004.
MELO,
R. Direito
ambiental
do
trabalho
e
a
saúde
do
trabalhador: responsabilidades legais, dano material, dano moral, dano estético,
indenização pela perda de uma chance, prescrição. 4. ed. São Paulo: 2010. 559 p.

Disciplina: Alongamento, Relaxamento e Flexibilidade

109

Carga Horária: 36h
Ementa: Os tipos de alongamento, relaxamento e o aumento da flexibilidade.
Fatores limitantes. Benefícios da flexibilidade no esporte e na aptidão física
relacionada à saúde. Prescrição de exercícios de alongamento.
Bibliografia Básica
ABDALLAH, A. J. Exercícios de alongamento: anatomia e fisiologia. São Paulo:
Manole, 2000.
ALTER, Alongamento nos esportes (2ª ed.). São Paulo: Manole, 2002.
DANTAS, E. H. M. Flexibilidade, alongamento e flexionamento. Rio de janeiro:
Shape, 1995.
Bibliografia Complementar
ALTER M.J. Ciência da Flexibilidade. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BERG, K. Indicações de alongamento: eliminando a dor e prevenindo as lesões.
Porto Alegre: Artmed, 2012. 154p.
GEOFFROY, C. Alongamento para todos. São Paulo: Manole, 2001
PRENTICE WE. & Voight ML. Técnicas em Reabilitação Musculoesquelética. Porto
Alegre: Artmed, 2003.
VOIGT, L. A prática da flexibilidade Rio de janeiro: Sprint, 2002.

Disciplina: Metodologia do Ensino de Lutas
Carga Horária: 36h
Ementa: Aspectos históricos, filosóficos e conceituais das lutas. Desportos de
combate antigos e contemporâneos. Aspectos técnicos e pedagógicos da
aprendizagem de lutas. Noções básicas de arbitragem. Defesa pessoal básica.
Bibliografia Básica
ANTUNES, M. M. Aspectos multidisciplinares das artes marciais. 1. ed. São Paulo:
Paco Editorial, 2013.
BREDA, M.; GALATTI, L.; SCAGLIA, A. J.; PAES, R. R. Pedagogia do esporte
aplicada as lutas. 1. ed. São Paulo: Phorte, 2010.
SANTOS, A. F.; VIEIRA, S. A. Metodologia do ensino da prática de lutas na
educação física.1. ed. São Paulo: Nelpa, 2012.
Bibliografia Complementar
110

FLEGEL, M. J. Primeiros socorros no esporte. 4. ed. Barueri: Manole, 2012.
GONÇALVES, N. L. G. Metodologia do ensino de educação física. 1. ed. Curitiba:
IBPEX, 2006.
REIS, A. L. T. Capoeira – saúde e bem estar social. 1. ed. Brasília: Thesaurus, 2010.
BRUTCHER, A. Judô. Rio de Janeiro: Sprint, 2003
FRANCHINNI. Judô: desempenho competitivo. São Paulo: Manole, 2004.

Disciplina: Ginástica Rítmica Desportiva
Carga Horária: 36h
Ementa: Histórico e evolução da Ginástica Rítmica Desportiva. Estrutura e
características fundamentais do movimento em ginástica rítmica desportiva.
Metodologias de ensino da ginástica rítmica desportiva. Técnicas específicas do
trabalho a mãos livres. Avaliação da ginástica rítmica desportiva: noções básicas do
código de pontuação. Aspectos relativos ao gráfico do esforço e da forma. Ritmo e
movimento.
Bibliografia Básica
ALONSO, H. Pedagogia da ginástica rítmica: teoria e prática. 1. ed. São Paulo:
Phorte, 2011.
GAIO, R. Ginástica rítmica - da iniciação ao alto nível. 2. ed. Jundiaí: Fontoura,
2013.
SANTOS, E. V. N.; LOURENÇO, M. A.; GAIO, R. Composição coreográfica em
Ginástica Rítmica - do compreender ao fazer. 1. ed. Jundiaí: Fontoura, 2010.
Bibliografia Complementar
ARTAXO, I.; MONTEIRO, G. A. Ritmo e Movimento: teoria e prática. 5. ed. São
Paulo: Phorte, 2013.
GAIO, R. Ginástica rítmica popular. 2. ed. Jundiaí: Fontoura, 2007.
GAIO, R. Ginastica e dança: no ritmo da escola. 1. ed. Jundiaí: Fontoura, 2010.
GARCIA, A.; HAAS, A. N. Ritmo e dança. Canoas: 1. ed. Canoas: Ulbra, 2003.
TOLEDO, E.; SILVA, P. C. C. Democratizando o ensino da ginástica: estudos e
exemplos de sua implantação em diferentes contextos sociais. 1. ed. Jundiaí:
Fontoura, 2013.

Disciplina: Ginástica Artística

111

Carga Horária: 36h
Ementa: Histórico e evolução da ginástica artística. Fundamentos básicos e
aspectos metodológicos do ensino da ginástica artística. Apoios e proteções para a
execução dos exercícios. Elaboração de estudos e séries de movimentos.
Bibliografia Básica
BROCHADO, F.; BROCHADO, M. Fundamentos de ginástica artística e de
trampolins. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
NUNOMURA, M.; NISTA-PICCOLO, V. Compreendendo a ginastica artística. 1. ed.
São Paulo: Phorte, 2004.
NUNOMURA, M. Ginástica artística: o espírito do esporte. 2. ed. São Paulo:
Odysseus, 2009.
Bibliografia Complementar
KNIJNIK, J.; ZUZZI, R. Meninas e meninos na educação física. 1. ed. Jundiaí:
Fontoura, 2010.
NUNOMURA, M.; TSUKAMOTO, M. Fundamentos das ginásticas. 1. ed. Jundiaí:
Fontoura, 2009.
SILVA, l. Desempenho esportivo: treinamento com crianças e adolescentes. 2. ed.
São Paulo: Phorte, 2010.

Disciplina: Esportes de Raquete
Carga Horária: 36h
Ementa: História e evolução dos esportes de raquete. Materiais, equipamentos,
regras e competições; O processo de ensino e aprendizagem, de treinamento
técnico e tático das modalidades esportivas de raquete: Badminton, squash, Tênis
de Mesa e Tênis de Campo; Estratégias de treinamento voltadas à adaptação das
principais variáveis da aptidão física em cada modalidade esportiva de raquete; A
prática pedagógica sob orientação e supervisão docente, A relevância da
observação dirigida e da experiência de ensino.

Bibliografia Básica
ISHIZAKI, M.Tênis - Aprendizagem e Treinamento. 2. Ed. São Paulo: Phorte, 2009.
MARINOVIC, W.; LIZUKA, C. A.; NAGAOKA, K. T. Tênis de Mesa. 1. Ed. São Paulo:
Phorte, 2006.
112

SESI-SP. Tênis, tênis de mesa e badmington. São Paulo: Editora SESI-SP, 2012.
Bibliografia Complementar
FARIA, E. Tênis e Saúde: guia básico de condicionamento físico. 1. Ed. São Paulo:
Manole, 2002.
BALBINOTTI, C. O Ensino do Tênis - Novas Perspectivas de Aprendizagem. 1. Ed.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
HAWKEY, D. Guia prático do squash. Bacarena-Portugal: Editora presença, 1991.
NUNES,W.J. Tênis: metodologia e técnica. Rio de Janeiro: Shape, 2009.
CASTRO, M. Tênis: aprendizagem e treinamento. São Paulo: Phorte, 2008.

Disciplina: Farmacologia aplicada à atividade física
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos da farmacologia aplicada à atividade física
relacionada à saúde e ao desempenho esportivo: farmacocinética e
farmacodinâmica; terapia farmacológica nas doenças crônico-degenerativas; uso
farmacológico no esporte e o doping.
Bibliografia Básica
BRUNTON, L.; CHABNER, A.; KNOLLMAN, C. As bases farmacológicas da
terapêutica de Goodman & Gilman. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
GOODMAN, L. Goodman & Gilman: manual de farmacologia e terapêutica. Porto
Alegre: AMGH, 2010.
KATZUNG, B.; Masters, S.; Trevor, A. Farmacologia básica e clínica. 12. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2014.
Bibliografia Complementar
NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6 ed. Artmed: São
Paulo, 2014.
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

Disciplina: Libras
Carga Horária: 36h
Ementa: A história da educação dos surdos. Aspectos fonológicos, morfológicos e
113

sintáticos da Língua Brasileira de Sinais. A relação entre LIBRAS e a Língua
Portuguesa. O ensino-aprendizagem em LIBRAS. A linguagem viso-gestual e suas
implicações em produções escritas.
Bibliografia Básica
GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009.
GESSER, A. O ouvinte e a Surdez: sobre ensinar e aprender a LIBRAS. São Paulo:
Parábola Editorial, 2012.
LODI, A. et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.
QUADROS, R. O bilinguismo na educação de surdos. Porto Alegre: Editora
Mediação, 2007.
Bibliografia Complementar
FELIPE, T. Libras em Contexto: Curso básico. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Especial, 2007.
GUARINELLO, A. O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo: Plexus,
2007.
LIMA-SALES, H. (Org.). Bilinguismo dos Surdos: Questões Linguísticas e
Educacionais. Brasília: Cânone Editorial, 2007.
LODI, A.et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002

1.

Nome/modalidade da ACE
ACE 3: Parte 2

2.

Período letivo de oferta
7º Período

3.

Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico – 20h
Prática – 40h

4.

Ementa
Execução de curso ou evento de extensão com duração mínima de um semestre
letivo vinculados a uma ou mais linhas de extensão.

5.

Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.

6.

Objetivos
114

Executar as ações das linhas de extensão.
7.

Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório

8.

Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos

9.

Bibliografia Básica
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. Basquetebol: iniciação. Rio de janeiro: Sprint, 1998.
BOJIKIAN, J. Ensinando Voleibol. 2. ed. São Paulo: Phorte, 2003.
MARTINI, K.O handebol: técnica, tática e metodologia. Lisboa:
Publicações
Europa-América, 1980.
COICEIRO, G. Atletismo: 1000 exercícios e jogos. 2. Rio de Janeiro: Sprint, 2008.
FRANCHINI, E. Preparação Física para Atleta de Judô. São Paulo: Editora Phorte,
2008.

BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases
da
Educação
Nacional.
Brasília,
DF.
Disponível
em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional
de Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011- 014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso
em: 19 Jan. 2016.
______. Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento
Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/planodedesenvolvimento/2013-2017>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
10.

Bibliografia Complementar
BELLO JUNIOR, N. A ciência do esporte aplicada ao futsal. Rio de Janeiro:
Sprint, 1988.
FREIRE, J. Pedagogia do futebol. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998.
MENEZES, M. Futsal: aprimoramento técnico e tático. Rio de Janeiro: Sprint,
115

1988.
MAGLISCHO, E. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999.
PALMER, M. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990.

IX- TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC

A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da
UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação TIC têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais,
levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando a
acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às atividades
acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos e, b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula
verdadeiramente eletrônicas. Está, portanto, atenta às novas tendências e desafios
para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas
pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma
Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semipresenciais não
ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, conforme
orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida
acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE –
visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de
informação e comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta
forma, os docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos, orientações
sobre o uso devido dessas tecnologias. As disciplinas podem utilizar a Tecnologia de
116

Informação e comunicação como ferramenta de trabalho do professor e do aluno,
como: Moodle, software, redes sociais, dentre outros recursos, assim como, o
laboratório de Informática.

X - AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI - é
um fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas
pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos
administrativos e se processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto
Pedagógico e pela avaliação da do processo ensino/aprendizagem. Deste modo, ela
se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de Curso que, deverá
prever tempo amplo para o processo de sua auto-avaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação transcendendo a concepção de
avaliação da aprendizagem, devendo ser integrada ao PPC como dado que interfira
consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à
realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte de todos
os atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição
avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às
ações definidas.
Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os
constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e
das atividades curriculares.

XI - PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM
117

A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição,
dos professores e dos alunos acerca do processo formativo.
A avaliação que aqui se propõe não é uma atividade puramente técnica, ela
deve ser processual e formativa; e, manter coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do Projeto Pedagógico do Curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de DBEN no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de
presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e
no total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos
pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da
Resolução 25/05 – CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em
cada disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades
didáticas e do rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que:
Será considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte
e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só será
permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do
rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no
prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar
revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo
Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.

118

Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior
a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada
e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la
ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias
após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.

Ao nível do PPC do curso de Educação Física-Bacharelado, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a
fortalecer a perspectiva da formação integral dos alunos, respeitando a diversidade e
a pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades
119

acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
Portanto, as avaliações têm caráter formativo e somativo. Caracterizado,
essencialmente como um curso de intensas interações entre os conhecimentos
advindos da teoria e da prática, entendemos que as avaliações devam ser
estruturadas pelo professor numa perspectiva processual, não perdendo de vista os
seguintes princípios: integração de conteúdos tratados ao longo do curso, coerência
entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e aqueles requeridos nos
momentos de avaliação, consideração da relação entre teoria e prática, com a
distribuição de pontos equilibrada e compatível com a natureza da disciplina;
elaboração de instrumentos de avaliação justos e coerentes com as especificidades
de cada disciplina; adequação da avaliação à realidade e condições do curso e da
Instituição e, compromisso ético entre docentes e discentes.
A distribuição de pontos em relação à realização de atividades dentro de cada
disciplina, assim como, as diretrizes avaliativas devem ser informadas pelo professor
no início do período letivo, quando da apresentação do plano de ensino, pois é
reconhecidamente fundamental que o aluno tenha conhecimentos de como se dará
o processo avaliativo em relação a distribuição de pontos, instrumentos de avaliação
(provas teóricas, práticas, seminários, trabalhos, relatórios, eventos, entre outros) e
critérios selecionados. Existe a possibilidade de reconhecimento das avaliações
realizadas através da Plataforma Moodle.

XII - AVALIAÇÃO DO CURSO - COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO RELATÓRIOS DE CURSO DO ENADE

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO – atribuição do Núcleo Docente
Estruturante

As ações visando a avaliação dos cursos são orientadas pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Educação Física-Bacharelado é realizado por uma comissão representativa dos
120

diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes,
identificada

no

Projeto

de

Auto-avaliação

da

UFAL

como

Comissão

de

Autoavaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica (UA) e/ou Unidade
Educacional (EU), no caso dos campi interioranos.
O curso EDFB-UFAL é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em
caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA
que coleta dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente
e técnico administrativo da UA ou EU. Há, também, o acesso espontâneo da
comunidade acadêmica através de formulários on-line, disponibilizados, segundo
cronograma de desempenho divulgado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA).
Em ambas as situações os participantes se expressam sobre a condução do Projeto
Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a
relação com os docentes e as condições da infraestrutura disponibilizada para a
realização das atividades acadêmicas. Desta forma, os dados computados são
organizados e analisados pela Comissão de Autoavaliação – CAA e enviados para
serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação
Institucional, de periodicidade anual.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação
e desenvolvimento do PPC, de forma a garantir a melhor qualidade educativa em
todas as suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a
pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada e as condições de realização de práticas e estágios supervisionados,
de modo a ter condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do
aperfeiçoamento do PPC.

XIII - COLEGIADO DO CURSO

Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, o Colegiado
do Curso tem as seguintes características e atribuições:

121

Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica, com o objetivo
de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação
permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em processo
organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01
(um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para
cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos
pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso,
com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da
sociedade;
II. Coordenar o processo de ensino e de aprendiza gem, promovendo a integração docentediscente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de
ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos, executando
e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem necessárias;
IV. Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. Exercer outras atribuições compatíveis.

No Curso de EDFB o Colegiado de Curso é formado pelas representações
docente, discente e técnico-administrativo. O Colegiado se reúne mensalmente, e
tem os registros das reuniões (encaminhamentos, decisões) em atas.

XIV - NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012 no
âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE –
em conformidade com as especificações legais.
122

Neste sentido, o NDE deve ser composto pelo mínimo de cinco membros,
todos docentes com titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do
curso. Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do
curso e sua dedicação ao mesmo.
No curso EDFB-UFAL, o NDE, instituído em dezembro de 2011 pela Portaria
nº 1504, é composto por cinco docentes do curso dos quais: cinco doutores e um
mestre.
O NDE se reúne sistematicamente com o objetivo de avaliar as estruturas
curriculares previstas no PPC.

XV- POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último, traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz respeito
diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de
pessoal. Diante do exposto, a UFAL, produtora e, provavelmente, principal
disseminadora do conhecimento e do desenvolvimento econômico e social no
estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração
Pública Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como
objetivo, sem prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de
seu crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política
de Gestão de Pessoas busca, principalmente, melhorar a qualidade dos
serviços prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da
competência do servidor com os objetivos da instituição, pela divulgação e
gerenciamento das ações de capacitação e pela racionalização e
efetividade dos gastos com treinamentos (2013, p.71).

123

O Plano de Desenvolvimento Institucional dos Servidores compõe-se de eixos
integrados:

Dimensionamento

das

Necessidades

Institucionais

de

Pessoal,

Capacitação, Avaliação de Desempenho e Qualidade de Vida no Trabalho,
recortados por diretrizes e princípios, muitos deles, diretamente relacionados à
atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um
lado, melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais
confiante, motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada
em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação
geral, educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação
específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e
auferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT),
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS),
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como
enfoque o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino
Superior (PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando
desde os docentes recém-empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição.
O objetivo é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma
intersecção entre ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática
docente e a atuação destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de
avaliação, a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio

124

Constitucional da Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode
se furtar.
No curso EDFB a política de valorização do servidor se manifesta pela
oportunidade de formação continuada, na medida em que possibilita o afastamento
para capacitação profissional do seu quadro de professores e técnicos.

XVI- POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES

As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os
estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de
medidas que buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234,
de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em
situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação
presencial das Instituições Federais de Ensino Superior – IFES. Sua instância de
discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários
e Estudantis – FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento.
Na ocasião são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES
e se estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no
atendimento dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem
ser identificadas:
• Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área.
Atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica

e/ou

encaminhá-los/as

a

profissionais

específicos

para

atendimento através da observação das expressões da questão social.
Articulação com as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas
125

desses alunos e planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER,
Monitoria, Tutoria.
• Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem

seu desempenho

acadêmico;

atendimento psicossocial

realizado por profissionais qualificados, com vistas ao equilíbrio pessoal para
a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante na área da
saúde através da assistência médico odontológica; fomento à prática de
atividades física e de esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e
cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais que
visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (PróGraduando).
• Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua
participação em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa
e/ou de extensão universitária que contribuam para sua formação acadêmica;
disponibilização

de bolsas

aos discentes em

situação

de risco

e

vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição
favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação
do conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários.
Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
• Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e
ações esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos
pela universidade quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns espaços
físicos são reservados para as atividades dos centros acadêmicos, vindo a
colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.:

Centros

Acadêmicos, Diretório Central de Estudantes.
• Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando
assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação
do mesmo ao longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a
126

saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de
trabalho. Ex.: Estágios.
O

curso

EDFB-UFAL,

procura

favorecer

uma

melhor

integração

e

conhecimento, propondo a realização de dois seminários semestrais: Seminário
Integrador – no inicio do semestre letivo, organizado por professores e alunos. Este
Seminário tem como principal objetivo apresentar a estrutura do curso EDFB-UFAL
aos alunos ingressantes.
Tais seminários representam momentos e espaços para integração entre
docentes e discentes onde, são apresentados e discutidos os projetos de pesquisa e
extensão desenvolvidos dentro do curso e a dinâmica do desenvolvimento do curso
(disciplinas, forma de avaliação, entre outras).
O segundo seminário acontece no final de cada semestre e tem como objetivo
apresentar a produção cientifica do curso. Neste seminário, é apresentada e
discutida a produção acadêmico/científica do curso, além da discussão de outros
temas pertinentes à formação do aluno.
É disponibilizado, para todos os alunos, em datas e horários fixos um
determinado período de atendimento individual, prestado por todos os docentes do
curso. Este atendimento ou orientação é feita individualmente.
O Curso procura fazer a divulgação e orientar quanto ao acesso às bolsas de
pesquisa, extensão e monitoria, contempladas pela política de assistência estudantil
desenvolvida pela UFAL.
A coordenação, e os demais professores com o apoio do Colegiado do Curso,
procuram mapear as dificuldades e necessidades encontradas pelos discentes no
sentido de viabilizar os possíveis apoios e intervenções;
No âmbito da internacionalização o Curso tem firmado intercâmbio com a
Faculdade e Desporto da Universidade do Porto e com a Faculdade de Ciências do
desporto e de Educação Física da Universidade de Coimbra. A UFAL publica
anualmente editais para intercâmbio do Programa de Bolsas Luso-Brasileiras
Santander Universidades, bem como, Ciências sem Fronteiras. A internacionalização
proporciona ao estudante a abertura de possibilidades de novos conhecimentos,
culturas e valores.

127

REFERÊNCIAS

______. Resolução CNE/CES n°. 07, de 31 de março de 2004. Institui as diretrizes
curriculares nacionais para os cursos de graduação em Educação Física, em nível
superior

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Disponível

em:

<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces0704edfisica.pdf>. Acesso em: 28 jul.
2015.
______. Resolução CNE/CES nº. 04, de 06 de abril de 2009. Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem,
Farmácia,

Fisioterapia,

bacharelados,

na

Fonoaudiologia,
modalidade

Nutrição

presencial.

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Terapia
Disponível

Ocupacional,
em:

<

http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf>. Acesso em: 20 ago. 2015.
______. Resolução CNE/CP n° 03, de 18 de dezembro de 2002. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores

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tecnologia.

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128

<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP032002.pdf>. Acesso em; 20 ago.
2015.
______. Resolução CNE/CP nº. 01, de 17 de junho de 2004. Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História
e

Cultura

Afro-Brasileira

e

Africana.

Disponível

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http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/res012004.pdf>. Acesso em: 20 ago. 2015.
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normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação.

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BENETTI, Pablo Cesar, Ana Inês SOUSA e Maria Helena do Nascimento SOUZA,
2015. Guia de creditação da extensão na UFRJ. Rio de Janeiro: UFRJ.
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2001.

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da

Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
BRASIL. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. Parecer CONAES
N° 04, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante – NDE.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº
10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
BRASIL. Decreto nº. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei nº. 9.795,
de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá
outras providências.
BRASIL. Decreto nº. 5.296, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nº.
10.048, de 08 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras
de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
129

BRASIL. Decreto nº. 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da
Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional - referente a EaD.
BRASIL. Decreto nº. 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da
Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais).
BRASIL. Lei nº. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais

-

Libras

e

dá

outras

providências.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Leis/2002/L10436.htm>. Acesso em: 20 ago.
2015.
BRASIL. Lei nº. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a
obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras
providências.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm>. Acesso em: 20 ago.
2015.
BRASIL. Lei nº. 11.645, de 10 de março de 2008. Estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Disponível
em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm>.

Acesso em: 20 ago. 2015.
BRASIL. Lei nº. 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12319.htm>.

Acesso

em: 20 ago. 2015.
BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Art. 66 - referente a titulação do
corpo

docente.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/leis/L9394.htm>. Acesso em: 20 ago. 2015.
(Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL).
130

BRASIL. Lei nº. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental,
institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm>. Acesso em: 20
ago. 2015.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONAES - Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior. Parecer N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe
sobre

o

Núcleo

Docente

Estruturante

–

NDE.

Disponível

em:

<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15712&Ite
mid=1093. Acesso em: 16 de agosto de 2015.
BRASIL.

MINISTÉRIO

DA

EDUCAÇÃO.

CONSELHO

NACIONAL

DE

EDUCAÇÃO.CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR.RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE
ABRIL DE 2009 (*) dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências
Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia,
Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf. Acesso em:
16 ago. 2015.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria n° 1024, de 11 de maio de 2006. As
atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia serão
divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da Educação e outras
providências.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria Normativa nº. 40, de 12 de dezembro de
2007. Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de
informações relativas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da
educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de
Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política
nacional de promoção da saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
131

Saúde. – 60 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) ISBN 85-334-1198-7. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de
Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde / Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretária de Atenção à Saúde. – 3. ed. –
Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 60 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde)
(Série Pactos pela Saúde 2006; v. 7).
BRASIL. Plano Nacional de Educação (PNE). Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de 2001.
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<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm>. Acesso em: 20 ago.
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Aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências. Disponível
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<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm>.

Acesso em: 20 ago. 2015.
BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Casa Civil. Subchefia para Assuntos
Jurídicos. LEI Nº 11.741, DE 16 DE JULHO DE 2008. Altera dispositivos da Lei no
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da
educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da
educação profissional e tecnológica.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS. Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005.
Institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos
de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006. Disponível em: <
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