Docentes
Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano
Docente Permanente do ProEF (polo Maceió)
Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 1998, mestrado em Educação Especial pelo Instituto Superior Pedagógico Enrique José Varona / Universidade de Havana-Cuba (2000), título validado pela Universidade Federal da Bahia, doutorado em Ciências do Desporto e Educação Física pela Universidade de Coimbra-Portugal em 2017, título validado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora Adjunta do Instituto de Educação Física e Esporte (IEFE) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Coordenadora de Cursos de Aperfeiçoamento em Práticas Inclusivas (RENAFOR/MEC). Experiência profissional na elaboração, desenvolvimento e avaliação de projetos de intervenções no âmbito da intervenção pedagógica, das práticas inclusivas e no âmbito do atendimento especializado. No Proef tenho interesse em desenvolver uma proposta de formação de professores de Educação Física para atendimento da pessoas com TEA no contexto das aulas de Educação Física e Atendimento Educacional Especializado. Elaboração de uma proposta de aulas de Educação Física na Educação Especial Inclusiva para atendimento da neurodivergência no contexto da educação básica.
Leonéa Vitoria Santiago
Docente Permanente do ProEF (polo Maceió)
Professora Titular do Instituto de Educação Física e Esporte da Universidade Federal de Alagoas. Possui graduação em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal de Sergipe (1983), mestrado em Educação Física pela Universidade Gama Filho (1993) e doutorado em Ciências do Desporto pela Universidade do Porto (2000). No Proef coordeno o projeto de pesquisa intitulado “Reflexões e ações de intervenções pedagógicas e curriculares na Escola em Tempo Integral”. O Programa Escola em Tempo Integral fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a 7h diárias, a fim de propor ou 35h semanais) em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral e a priorização das escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. O governo federal fornece assistência técnica e financeira considerando propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O projeto tem como objetivo conhecer a organização curricular das escolas em tempo integral do estado de Alagoas, a fim de propor projeto de intervenção de esporte educacional nas escolas da rede estadual de ensino. Conhecer os diferentes territórios e promover a equidade de direitos das crianças e jovens, oportunidades educativas, a partir do esporte educacional. A metodologia utilizada tem caráter exploratório descritivo, que tem como foco o aprimoramento de ideias, tendo seu planejamento flexível, de modo que possibilite a investigação de variados aspectos, e que os estudos dessa natureza descrevem as características de determinado fenômeno.
Miraíra Noal Manfroi
Docente Permanente do ProEF (polo Maceió)
Doutora e mestra em Educação Física pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Especialista em escutas antropológicas com crianças. Especialista em Educação no Campo. Licenciada em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no Departamento de Educação Física e em Pedagogia. Desenvolve atividades de pesquisa, especialmente, com foco nos temas crianças, brincar, natureza, cultura popular. Professora do Colégio de Aplicação Telma Vitória da Universidade Federal de Alagoas. Docente Permanente do Programa de Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional (ProEF), polo UFAL/Maceió. Integra o coletivo "A vez e a voz das crianças". Você vai encher os vazios com as suas peraltagens e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos (Manoel de Barros).
Meu projeto de pesquisa que se relaciona com o ProEF, se intitula “Culturas das infâncias e experiências corporais”, tem por objetivo olhar, escutar e compreender as diferentes infâncias que se desenrolam. Este projeto buscará estabelecer o diálogo da Educação Física com a Antropologia e a Sociologia da Infância, desenvolvendo estudos e pesquisas com raízes crianceiras (Manoel de Barros, 2010). Os percursos metodológicos com crianças com essa concepção, têm colocado as vozes infantis em evidência, na busca que elas sejam ouvidas e levadas em conta nos diferentes âmbitos das análises e transformações sociais. As linhas de pesquisa que compõe esse projeto são: Infâncias vividas e as experiências corporais e Crianças e suas experiências corporais nas escolas. A ideia da primeira é focar nos diversos territórios que as crianças circulam e o que experimentam com seus corpos nesses espaços. A segunda é olhar, especificamente no espaço escolar, quais as possibilidades corporais que as crianças apresentam dentro e fora das aulas de Educação Física.
Neiza de Lourdes Frederico Fumes
Docente Colaboradora do ProEF (polo Maceió)
Docente titular da Universidade Federal de Alagoas e pesquisadora com atuação na área da Educação Física Escolar, com ênfase na interface entre inclusão, público-alvo da Educação Especial, práticas pedagógicas inclusivas e formação de professores (inicial e continuada). Desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas à formação de professores e à promoção da Educação Física Inclusiva. Possui vasta experiência na formação inicial e continuada de professores, especialmente no que se refere à escolarização de estudantes público-alvo da Educação Especial e à mediação pedagógica em contextos inclusivos. Atua em projetos que articulam Educação Física, inclusão e justiça social, com foco na ampliação da participação e do acesso à educação. Integra o campo da Educação Física Escolar a partir de uma perspectiva crítica, considerando as dimensões pedagógicas, culturais e sociais do movimento humano. Desenvolve investigações e ações de extensão voltadas ao planejamento e às práticas pedagógicas inclusivas, com ênfase na autonomia, participação e aprendizagem dos estudantes. No âmbito do Mestrado Profissional em Educação Física Escolar, contribui para a formação de professores pesquisadores, comprometidos com a transformação da prática pedagógica e com a produção de conhecimento aplicado à realidade escolar, com ênfase no público-alvo da Educação Especial
Silvan Menezes dos Santos
Docente Permanente e Coordenador do ProEF (polo Maceió)
Professor Adjunto do Instituto de Educação Física e Esporte da Universidade Federal de Alagoas. Possui graduação em Educação Física - Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (2011), mestrado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (2014) e doutorado em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (2018). Coordenador do grupo de estudos e pesquisas, Remix - Observatório de mídias, tecnologias digitais e práticas corporais. Pesquisador do Labomídia - Laboratório e Observatório da mídia esportiva. Atua com os seguintes temas de interesse: Sociologia crítica do esporte. Esporte e mídia. Cultura digital, tecnologias e Educação Física escolar. Jogos digitais e gamificação.
O projeto de pesquisa vinculado ao Proef Ufal que coordeno é intitulado "Práticas corporais, Educação Física e Educação Midiática: horizontes socioculturais e pedagógicos". O foco é produzir contribuições para a compreensão das interrelações entre práticas corporais, Educação Física e Educação Midiática. O objetivo geral é compreender expressões socioculturais e possibilidades pedagógicas da Educação Midiática em diferentes contextos de manifestações das práticas corporais e da Educação Física. Metodologicamente ele se caracteriza como um projeto de abordagem qualitativa, inspirado na perspectiva das pesquisas participantes, com caráter descritivo e exploratório. Portanto, a ideia é construir investigações e recursos educacionais tendo como protagonistas docentes e discentes da educação básica. Fundamentados na lógica da produção de saberes por meio de experiências (corporais e pedagógicas) e nos princípios da mídia-educação / educação midiática, exploramos, sistematizamos e analisamos situações de ensino-aprendizagem com, sobre e por meio das diferentes mídias, tecnologias e linguagens em múltiplos contextos da Educação Física escolar. Essa proposta acolhe estudos sobre a mídia esportiva, seus discursos e seus heróis/vilões, sobre os jogos digitais e as possibilidades de gamificação, sobre tecnologias emergentes como robótica e inteligência artificial, ou mesmo sobre artefatos tecnológicos tornados obsoletos com o tempo, como os computadores, os jornais, entre outros.
Soraya Dayanna Guimarães Santos
Docente Permanente e Vice-coordenadora do ProEF (polo Maceió)
Docente Permanente e vice-coordenadora do ProEF (polo Maceió). Professora Adjunta do Instituto de Educação Física e Esporte da Universidade Federal de Alagoas. Doutora em Educação (PPGE/CEDU/UFAL, 2016). Mestre em Educação Brasileira (PPGE/CEDU/UFAL, 2011). Graduada em Educação Física pela Universidade Federal de Alagoas (2008). Especialista em Educação Física na Educação Básica pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL, 2009). Atua no Programa de Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional (ProEF/IEFE/UFAL) e no Programa de Pós-graduação Profissional em Educação Especial (PROPGEES/UNCISAL-UFAL). Atualmente, é coordenadora do PIBID-Educação Física (UFAL/Maceió) 2024–2026 e membro-pesquisadora do Núcleo de Estudos em Educação e Diversidades (NEEDI/UFAL). Tem experiência nas áreas de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva, e de Educação Física Escolar, com foco na diversidade. Suas pesquisas concentram-se na prática pedagógica e na formação docente, com ênfase na inclusão de estudantes com deficiência, da Educação Básica ao Ensino Superior, destacando práticas colaborativas e a abordagem interseccional.
Coordena o projeto Inclusão educacional e os marcadores sociais da diferença: uma perspectiva interseccional em instituições escolares, vinculado ao ProEF/UFAL, que analisa a inclusão educacional articulada aos marcadores sociais da diferença, a partir da interseccionalidade. Como aporte teórico, adota-se a abordagem interseccional, compreendida como um caminho analítico que possibilita o entrecruzamento de diferentes dimensões sociais — como gênero, raça, classe, deficiência, sexualidade, religião, nacionalidade e geração —, as quais não operam de forma isolada, mas de maneira imbricada e dinâmica (Collins; Bilge, 2021). (Collins; Bilge, 2021). O estudo investiga a inclusão de estudantes público-alvo da Educação Especial e a formação e prática docente, utilizando abordagem qualitativa, com entrevistas, questionários, autoconfrontação, histórias de vida e grupos focais, e análise de conteúdo.
Viviane Nunes Sarmento
Docente Permanente do ProEF (polo Maceió)
Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Alagoas (2009), graduação em DIREITO pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió (2009), Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Alagoas (2013) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal de Alagoas (2018). Atualmente é professora Adjunta da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), também atua como professora permanente do Mestrado Profissional em Educação Física (PROEF) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Tem atuado como pesquisadora do Núcleo de Estudos em Educação e Diversidade em projetos de pesquisa regionais e nacionais, tendo como direcionamento as seguintes temáticas: educação inclusiva; deficiência;ética do cuidado e educação de surdos. Também tem contribuído como colunista do jornal Brasil de Fato Pernambuco.
No Proef coordena o projeto de pesquisa intitulado, “Interseccionalidade e Educação Física Escolar: atravessamentos e práticas no cotidiano da escola”. Consideramos a compreensão da interseccionalidade uma forte ferramenta analítica para desvelar não apenas a estrutura social desigual, patriarcal e racista que nós vivemos, como também para aprofundarmos os debates acerca das opressões e em como elas impactam o cotidiano escolar. Nesse sentido, partindo do direcionamento do debate interseccional como uma fonte teórico metodológica de apreensão da realidade objetiva e subjetiva, bem como, de que o cotidiano escolar, mais especificamente o universo da Educação Física, é constantemente atravessado/constituído por uma estrutura opressora, construímos esse estudo com o objetivo de: Analisar como os debates interseccionais acerca do contexto da Educação Física escolar podem contribuir para a compreensão dos professores e estudantes acerca da estrutura social opressora, bem como, analisar como os debates interseccionais podem contribuir para com uma atuação profissional mais consciente no campo da Educação Física Escolar.Nesse sentido, serão produzidas pesquisas qualitativas de abordagens diversas, com ênfase no método histórico dialético como orientação de análise.
