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PPC 2019 Educação Física Licenciatura - 2019_retificado.pdf
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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE
CAMPUS A. C. SIMÕES

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA

Maceió
2019
1

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE
CAMPUS A. C. SIMÕES

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
EDUCAÇÂO FÍSICA - LICENCIATURA

Reitora
Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia

Diretora do Instituto de Educação Física e Esporte
Profª. Titular Leonéa Vitoria Santiago

Vice-reitor
Prof. Dr. José Vieira da Cruz

Vice-Diretora do Instituto de Educação Física e
Esporte
Profª. Drª. Maria do Socorro Meneses Dantas

Pró-Reitora de Graduação
Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva

Comissão de Elaboração do Projeto

Coordenadoria de Cursos de Graduação - CCG
Prof.ª Dr.ª Giana Raquel Rosa

Coordenadora do NDE
Profª. Drª. Marta de Moura Costa

Responsável pela Revisão do Projeto
Pedagógico
Jean Luiz Davino dos Santos - Técnico em
Assuntos Educacionais/PROGRAD

Coordenadora do Curso
Profª. Drª. Maria Elizabete de Andrade Silva
Professores
Prof. Dr. Alexandre Magno Câncio Bulhões Profª. Drª.
Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano Prof. Dr.
Eriberto José Lessa de Moura
Prof. Dr. João Carlos Neves de Souza e Nunes Dias
Profª. Titular Leonéa Vitoria Santiago
Prof. Dr. Marco Antônio Chalita
Prof. Dr. Paulo Sérgio Bereoff

Representante Discente
Maria Natalha Gomes da Silva

2

SUMÁRIO
LISTA DE QUADROS ...................................................................................... 5
LISTA DE GRÁFICOS....................................................................................... 5
I

APRESENTAÇÃO............................................................................................ 6

II

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ..........................................................................

7

2.1

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ....................................................

7

2.2

CONTEXTO INSTITUCIONAL .......................................................................

9

2.3

HISTÓRICO DO CURSO..............................................................................

11

2.4

EIXO EPISTEMOLÓGICO .............................................................................

15

2.5

ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA..................................................................

17

OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................

20

3.1

GERAL ........................................................................................................

20

3.2

ESPECIFICOS ..............................................................................................

20

PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO ...................................

21

4.1

PERFIL DO EGRESSO ..................................................................................

21

4.2

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ..............................................................

22

III

IV

V

CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL ............................................................ 23

VI

POLIÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO EDFL-Ufal ....................

23

6.1

ENSINO ......................................................................................................

23

6.1.1

Metodologias de Ensino e Aprendizagem .................................

24

6.1.2

Tecnologia da Informação - TIC ...............................................

25

6.1.3

Avaliação da Aprendizagem .......................................................

27

6.1.4

Acompanhamento e Avaliação dos Processos de Ensino e
Aprendizagem ..........................................................................

28

6.1.5

Acompanhamento Discente .......................................................

29

6.2

OUTRAS AVALIAÇÕES ................................................................................

30

6.3

ACESSIBILIDADE........................................................................................

31

6.4

INTERNACIONALIZAÇÃO...........................................................................

35

3

6.5

RELAÇÃO DE CONVÊNIOS VIGENTES COM OUTRAS INSTITUIÇÕES ........

37

6.6

PESQUISA ..................................................................................................

37

6.7

EXTENSÃO .................................................................................................

39

VII ORGANIZAÇÃO DIDATICA PEDAGÓGICA DO CURSO .......................................

52

7.1

MATRIZ E PROPOSTA CURRICULAR ..........................................................

52

VIII ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODOS ...............................................

59

IX

DISCIPLINAS ELETIVAS .................................................................................. 62

X

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE CURRICULAR ............

64

XI

EMENTAS DOS COMPONENTES CURRICULARES E ACEs ................................

65

XII EMENTAS DOS COMPONENTES CURRICULARES ELETIVOS .............................

97

XIII ATIVIDADES FORMATIVAS ............................................................................

115

XIV TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .......................................................... 115
XV ESTÁGIO SUPERVISIONADO ..........................................................................

117

REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 122
ANEXOS ................................................................................................................ 127
ANEXO 1 - Regulamento Trabalho de Conclusão de Curso ..............................

128

ANEXO 2 - Regulamento Estágio Curricular .......................................................

146

4

LISTA DE QUADRO
QUADRO 1.

Identificação do Curso ...................................................................................

7

QUADRO 2.

Funcional docente .........................................................................................

19

QUADRO 3.

Funcional técnico administrativo ..................................................................

20

QUADRO 4.

Relação das ACE’s vinculadas a disciplinas curriculares ................................

48

QUADRO 5.

Matriz Curricular .............................................................................................

57

QUADRO 6.

Resumo da carga horária total ......................................................................

58

QUADRO 7.

Organização curricular 1º período..................................................................

58

QUADRO 8.

Organização curricular 2º período..................................................................

59

QUADRO 9.

Organização curricular 3º período..................................................................

59

QUADRO 10.

Organização curricular 4º período..................................................................

59

QUADRO 11.

Organização curricular 5º período..................................................................

60

QUADRO 12.

Organização curricular 6º período..................................................................

60

QUADRO 13.

Organização curricular 7º período..................................................................

61

QUADRO 14.

Organização curricular 8º período..................................................................

61

QUADRO 15.

Organização disciplinas eletivas ....................................................................

62

QUADRO 16.

Distribuição da carga horária por componente .............................................

63

LISTA DE GRÁFICOS
GRÁFICO 1. Apresentação percentual das linhas de extensão ...................

46

5

I.

APRESENTAÇÃO
O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Educação Física (PPC/EDFL)

trata-se de um documento que foi organizado coletivamente pelo Colegiado de Curso e pelo
Núcleo Docente Estruturante (NDE).
O documento apresenta de forma contextualizada, os parâmetros norteadores para o
curso de licenciatura em Educação Física do Instituto de Educação Física e Esporte

(Iefe/Ufal), visando responder às necessidades de formação de professores em Educação
Física do Estado de Alagoas.
Sobretudo, sua proposta implica valorizar as manifestações culturais da região,
bem como em nível nacional, além da formação de indivíduos dentro de um contexto

educacional.
Desse modo, o PPC/EDFL procura dar coesão entre suas partes constituintes,

quais sejam as legislações vigentes, as atividades didático-pedagógicas, as concepções
pedagógicas para a formação, as orientações metodológicas e curriculares, o
acompanhamento e avaliação dos processos de ensino e aprendizagem, os procedimentos
didáticos de ensino e de aprendizagem, bem como as diferentes formas de avaliação.
Além desses elementos, o PPC-EDFL, por ser um Projeto Pedagógico plural e
dinâmico, atende às Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em

Educação Física, em nível superior de graduação plena (Resolução CP/CNE Nº 7, de 04 de
outubro de 2004); Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível

superior (Resolução CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015).

6

II. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Mantenedora

Ministério da Educação (MEC)

Município-Sede

Brasília - Distrito Federal (DF)

CNPJ

00.394.445/0188-17

Dependência

Administrativa Federal

Mantida

Universidade Federal de Alagoas (Ufal)

Código

577

Município-Sede

Maceió

Estado

Alagoas

Endereço do Campus sede:

Campus A. C. Simões - Cidade Universitária Maceió /AL,
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970

Fone

(82) 3214-1100 (Central)

Portal eletrônico

www.ufal.edu.br

Curso

Educação Física - Licenciatura

Autorização

Resolução nº 88, de 24/12/1974

Reconhecimento

Portaria nº 858 de 31 de agosto de 1979 - Publicada no
D.O.U. de 04 de setembro de 1979.

Renovação de

Portaria nº: 1096, de 24/12/2015

Reconhecimento

Publicada no D.O.U. de 30 dezembro de 2015

Modalidade

Licenciatura - Presencial

Título oferecido

Licenciado em Educação Física

Nome da Mantida

Universidade Federal de Alagoas (Ufal)

Campus

A. C. Simões

Município-Sede

Maceió

Estado

Alagoas

Região

Nordeste

Endereço de funcionamento

Campus A. C. Simões - Cidade Universitária, Rodovia BR

do curso

101, Km 14, Maceió /AL CEP: 57.072-970

Portal eletrônico do curso

http://www.Ufal.edu.br/unidadeacademica/iefe
Nome: Maria Elizabete de Andrade Silva Formação

Coordenadora do Curso

acadêmica: Educação Física
Titulação: Doutorado em Ciência do Desporto pela
Universidade de Coimbra - Portugal.
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva

Turno de funcionamento

Diurno (Matutino)

7

Titulação conferida aos
egressos

Licenciado em Educação Física

Tempo mínimo e máximo de

Mínima: 8 (oito) períodos

integralização

Máxima: 12 (doze) períodos.

Formas de ingresso
O ingresso no curso de Licenciatura em Educação Física é efetivado por meio de

processo seletivo, sendo a prova do Enem o meio de seleção, e a plataforma SISu/MEC (Sistema
de Seleção Unificada), o meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor. A Ufal

poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o preenchimento de vagas
ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse público. Dentre outros, aqueles que
dizem respeito à formação de professores que atuam na rede pública de ensino e à formação de
gestores públicos. Em todos os casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida por
meio de editais.
A Ufal adota uma perspectiva de não produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando,

periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção, de transferência e de
reingresso (nesse último caso, só para os cursos que possuem as duas modalidades: licenciatura
e bacharelado).
Número de vagas oferecidas
a cada semestre

35 vagas

Composição do Colegiado do Curso
Coordenação

Profª. Drª. Maria Elizabete de Andrade Silva

Vice-coordenação

Prof. Dr. Alexandre Magno Câncio Bulhões

Docentes titulares

Profª. Drª. Marta de Moura Costa
Prof. Dr. Marco Antônio Chalita
Profª. Titular Leonéa Vitoria Santiago
Prof. Dr. Eduardo Luiz Lopes Montenegro

Docentes Suplentes

Prof. Dr. Eriberto José Lessa de Moura
Prof. Dr. José Jean de Oliveira Toscano
Profª. Titular Neiza de Lourdes Frederico Fumes

Representante Técnico-

Titular: Flávia Maria de Albuquerque Silva Farias

administrativo

Suplente: Suzana Coelho Moura

Representante Discente

Titular: Maria Natalha Gomes da Silva
Suplente: Victor Souto Vieira

8

2.2.

CONTEXTO INSTITUCIONAL E REGIONAL

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é Pessoa Jurídica de Direito Público Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48. Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de
1961, a partir do agrupamento das Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951),

Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como
instituição federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Nacional - Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e
com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23

cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade
Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de oito cursos, todos presenciais. Além dos
cursos presenciais, há 11 cursos ofertados na modalidade de Educação a Distância, por
meio do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). A pós-graduação contribui com 31
programas de mestrado e nove de doutorado, além dos cursos de especialização nas mais
diferentes áreas do conhecimento.
Com a interiorização, a Ufal realiza cobertura universitária significativa em relação à
demanda representada pelos egressos do ensino médio em Alagoas, à exceção do seu
litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo se encontra
em tramitação na SESu//MEC. O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009,
sendo o setor de serviços o mais importante na composição do valor agregado da

economia, com participação de 72%. Os 28% restantes estão distribuídos em atividades
agrárias - tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na
Zona da Mata - além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
A inserção da Ufal no estado de Alagoas leva em consideração as demandas

apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do estado em
suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta
acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada localidade,

9

estando as suas unidades instaladas em cidades-polo consideradas fomentadoras do

desenvolvimento local.
O estado de Alagoas está localizado ao leste da região Nordeste com 27.848,14 km²,
102 municípios distribuídos em três mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões e uma população estimada em 3.322.820, sendo 73,64% em meio urbano,
com um número um pouco menor de homens em comparação com o número de mulheres,
vem sofrendo um êxodo desde 2016 (IBGE, 2018). O senso por raça/cor só foi realizado
até 2015 sendo 23% do total da população branca, 5,2% preta e 70,3% parda. O estado
possuía, em 2016, apenas 1/3 das pessoas atendidas com água tratada e ¼ com rede de
esgotos.
Na educação básica, em 2017 tivemos 876.521 crianças matriculadas da creche ao
ensino fundamental, no ensino médio, 109.336, ensino profissionalizante - 23.430, em

classes especiais 140; em EJA - 114.049. Temos um total de 3.074 estabelecimentos de
ensino distribuídos entre escolas indígenas, quilombolas, educação infantil, ensino
fundamental, médio, profissionalizante, escolas especiais e de educação de jovens e

adultos. As estatísticas apontam uma diminuição no número de estabelecimentos de ensino
em Alagoas entre 2016 e 2018, com um pequeno crescimento apenas no número de

escolas de ensino médio. Em 2017, tínhamos um total de 33.873 professores em efetiva
regência (CENSO ESCOLAR - INEP 2018) distribuídos nestas categorias administrativas
(o mesmo professor foi cadastrado mais de uma vez no censo se trabalhava em mais de
uma escola).
No ensino superior, até 2016 (INEP, 2018) registram-se 28 instituições, 5.082

docentes e 4.104 servidores (lembrando que os IFE oferecem cursos superiores estando
incluídos nesta soma), entre as categorias federal, estadual, municipal e privada. Entre o
número de vagas ofertadas por estas instituições e o de alunos matriculados, tivemos um
índice de aproveitamento de apenas 30% destas vagas em 2017. A criminalidade é alta
entre a população jovem em Alagoas, o que representa um dos indicadores para este pouco
aproveitamento, além da situação econômica das famílias que precisam dos seus filhos,
adentrando precocemente no mercado de trabalho para ajudar na renda familiar.
O número de mortes violentas e intencionais entre a população jovem foi de 2.260
em 2013 para 1.913 em 2017. Sem falar na saúde da população, que tem altos índices de
contaminação por doenças transmitidas por vetores, vírus e bactérias, resultado de pouca
assistência com saneamento básico, e assistência primária à população. Dependemos
10

ainda da rede privada de saúde em 50% dos atendimentos com internação. Nossa taxa de
analfabetismo, em 2017, estava em 18,2% dos homens e 16,9% das mulheres. Temos 14%
da população maior que 14 anos sem instrução; 38,4% apenas com o ensino fundamental
incompleto; 8,2% com o Ensino Fundamental completo, 21,7% com o Ensino Médio

completo e 6,7% com o Ensino Superior completo, sendo as mulheres mais persistentes na
conclusão dos estudos.
Temos uma população jovem, entre 16 e 29 anos, distribuída por tipo de atividade
(ocupação), da seguinte forma: só estuda - 25,6%; estuda e trabalha - 7,3%; só trabalha 31,2% e os que nem estudam, nem trabalham são 35,9% desta população. O estado de
Alagoas encontra-se em uma situação bastante delicada no que diz respeito à educação.
Décadas de descaso e dificuldades de ordem econômica colocam Alagoas com um dos
piores Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do país.
É com esses dados da realidade alagoana que a Universidade Federal de Alagoas
vem trabalhando com o intuito de favorecer a melhoria da formação e atualização

profissional dos diversos

profissionais que ela forma anualmente, sendo sua

responsabilidade primordial a formação dos profissionais da educação, já que são estes
profissionais que irão alavancar o desenvolvimento educacional e cultural da população, até
que

possam

melhorar

os

indicadores

de

ingresso

ao

ensino

superior

e,

consequentemente, os indicadores sociais e econômicos.
2.3.

HISTÓRICO DO CURSO1

Inicialmente, as escolas de Educação Física de nosso país eram compostas por
Instituições Públicas Militares, que objetivavam a formação de professores da área,
preparados e absorvidos pelas escolas e/ou pelo ambiente desportivo. Nos anos 40,
período em que a formação dos professores de Educação Física estava fortemente

associada ao desenvolvimento dos desportos, observou-se o primeiro aumento significativo
das EEF2. Entre as décadas de 1960 e 1970, viu-se um aumento considerável na criação
de novos cursos. Se na década de 60 registrava-se em torno de dez cursos de formação
superior, ao final da década de 1970 tinha-se mais de 90 cursos em funcionamento.

1
Dados retirados de MONTENEGRO, P. C. A. Os sentidos de formação profissional no imaginário dos
docentes de graduação em Educação Física da Universidade Federal de Alagoas. 277 f. 2006. Tese de
Doutorado em Educação Física - Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, 2006 e do Projeto pedagógico do
Curso de Educação Física, Ufal, 2006.
2
Escolas de Educação Física.

11

Observou-se, portanto, neste período, um crescimento explosivo, condicionado pela

entrada decisiva em cena da iniciativa privada e pela ampliação da rede pública.
Nesse contexto, destacou-se como elemento determinante a inclusão da Educação
Física como componente curricular, culminando com a publicação do Parecer CFE3 nº
894/1969 e a Resolução CFE 69/1969, que fixaram o currículo mínimo, a duração e a

estrutura curricular mínima dos cursos superiores de graduação em Educação Física. Este
modelo, ampliado pelo Parecer CNE nº 672/1969, que propunha a formação em Educação
Física sob duas perspectivas: a licenciatura plena e a formação do técnico desportivo

(habilitação obtida simultaneamente à licenciatura, com acréscimo de mais duas matérias
desportivas).
Foi neste contexto, que o curso de Educação Física (CEF4) da Universidade

Federal de Alagoas foi fundado, em março de 1974, e reconhecido pelo MEC através da
portaria nº 858/79 de 31 de agosto de 1979. No ano da criação do CEF, a Ufal, já tinha 13
anos de funcionamento5. Inicialmente, o curso esteve vinculado ao Departamento de

Medicina Especializada, um dos departamentos no Centro de Ciências da Saúde (Csau).
Posteriormente, foi criado o Núcleo de Educação Física e Desporto (NEFD), para
ofertar a disciplina Prática Desportiva obrigatória para todos os cursos da Ufal, cujas

práticas eram desenvolvidas por professores de Educação Física, vinculados ao CEF. A
estrutura da Universidade era composta por departamentos, e foi criado o Departamento
de Educação Física (DEF), ainda pertencente à estrutura do Csau, que continuou com a
mesma oferta das Práticas Esportivas, e com as atividades de ensino do CEF.
Na primeira década de criação, o CEF teve seu currículo amparado no parecer nº
894/69 e na Resolução nº 69/69 do CFE. Este currículo teve a maior ênfase nos conteúdos
esportivos, formando o professor de Educação Física e o técnico esportivo. A estrutura

física no CEF e do NEFD era o ginásio de esportes e a piscina. Ao final da década de 1980, o
DEF tinha adquirido, por esforço próprio, alguns recursos em Brasília para a sua
ampliação. Sendo assim, foram construídas três salas de aula junto às quadras, três

campos de futebol e uma pista de atletismo.

3
O Conselho Federal de Educação era um órgão ligado ao MEC, que atuava na formulação e avaliação da
política nacional de educação, foi extinto em 1995 e sucedido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
4
Curso de Educação Física.
5
A Universidade Federal de Alagoas foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato presidencial de Juscelino
Kubitschek, através da Lei Federal n. 3.867/61.

12

Em decorrência de mudanças em nível nacional, bem como devido à ampliação e
à diversificação do mercado de trabalho, antes concentrado na educação escolar e no
emergente campo profissional esportivo, surgiram diversos encontros e debates entre

especialistas da área (1979-1984). Estes, mais tarde, culminaram nacionalmente em um
anteprojeto encaminhado ao Conselho Federal de Educação, que propunha a superação
da concepção de currículo mínimo em favor da autonomia e da flexibilidade das Instituições
de Ensino Superior (IES) na elaboração de seu próprio currículo e com liberdade para se
ajustar, numa visão realista, às peculiaridades regionais, ao contexto institucional e às

características, interesses e necessidades das comunidades discente e docente inseridas
no processo escolar.
Até o ano de 1987, a formação superior em Educação Física pautou-se em um

currículo, denominado de mínimo, implantado em 1961 pela Lei 4.024 (Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional). Antes desta época, a aprovação do currículo era feita por
decreto presidencial. Este trâmite foi alterado em 1987, pela Resolução nº 03/87 do

Conselho Federal de Educação. Esta alteração foi precedida por um longo debate nacional
e procurou alterar a formação, no sentido de propiciar um maior equilíbrio entre os

conhecimentos tratados ao longo do curso. Para tanto, o espaço das chamadas Ciências
Sociais e Humanas no currículo foi ampliado, superando assim, o espaço acanhado que
ocupavam, estas disciplinas no currículo mínimo em relação às ciências naturais

(TAFFAREL, 1993).
A Resolução CFE nº 03/87 ampliou a formação do professor de Educação Física, na
medida em que passa a lhe conferir o título de bacharel e/ou licenciado (Art. 1º). No que diz
respeito aos referenciais curriculares, um importante e inequívoco avanço ocorre, dando
autonomia e flexibilidade para que as Instituições de Ensino Superior pudessem

estabelecer os marcos conceituais, os perfis profissionais desejados, bem como elaborar as
ementas, fixar carga horária para cada disciplina e definir nomenclaturas, enriquecendo o
currículo pleno e respeitando as peculiaridades regionais.
Esta resolução representou uma tentativa de correção do modelo curricular

denominado “três em um”, característico da chamada formação generalista, ou seja, uma
tentativa de fazer frente aos crescentes e óbvias exigências dos diversos setores da

sociedade. As escolas, fazendo uso da mesma carga horária de um curso de licenciatura,
tentaram formar, além do professor, um profissional com conhecimentos especializados
para outras práticas. Daí o nome de “professor de Educação Física com formação

generalista”, perfil de profissional que acreditamos não estivesse preparado para atuar com
13

plenitude, desenvoltura e efetividade, nas duas áreas. Assim, pode-se afirmar ser este um
momento de transição, que apontou para a necessidade de uma avaliação mais global das
reformulações curriculares no âmbito da Educação Física.
Na esfera estadual, essas discussões também foram sendo promovidas a partir de
1988 e o grupo de professores do CEF participando dos fóruns promovidos pela Ufal,

buscou levantar dados para subsidiar a elaboração de um novo projeto curricular para a
formação acadêmico-profissional. Dessa forma, foi elaborado um documento diagnóstico e,
com a opinião de professores, entidades sociais6 e dos próprios alunos, formou-se uma
concepção do perfil do profissional a ser formado.
Em março de 1991, o novo projeto político pedagógico do CEF da Ufal estava em
vigor e previa a formação de um profissional generalista, com habilitação de licenciado,
para atuar em todos os campos de intervenção destinados ao professor de Educação

Física.
Com o surgimento da LDB 9394/96, houve a necessidade de uma reforma curricular
no projeto do CEF da Ufal. Também o Parecer CNE/CES nº 0058/2004 e a Resolução

CNE/CES nº 007/2004 veio consolidar a necessidade de se estabelecer Diretrizes
Curriculares para os cursos de graduação em Educação Física, que pensava no

favorecimento de uma conciliação da realidade de um mercado de trabalho diversificado
cada vez mais competitivo e em expansão, com a formação de um profissional que alie os
conhecimentos e instrumentos específicos da sua área a uma ampla e consistente visão da
realidade humana, social, política e econômica do país.
Dessa maneira, em 2006, uma nova reforma no currículo do CEF da Ufal foi

realizada para atender às atuais demandas do mercado na época, sendo instituídos assim
dois cursos de graduação em Educação Física, a Licenciatura para os profissionais que
irão atuar nas escolas, e o Bacharelado para atuação em ambientes fora da escola.
No ano de 2017, foi dado andamento à proposta de criação da unidade acadêmica
composta pelos cursos de Educação Física que desde o ano de 2006 era parte integrante
do Centro de Educação. O início do trabalho se deu em 2015, com a comissão criada pela
Portaria Nº 21/2015, apoiada no descrito na SEÇÃO III, cap V - das unidades acadêmicas,
Art. 21 e 22 no estatuto e regimento geral da UFAL, apresentada e aprovada pelos

6

Instituições que recebiam os alunos para os estágios curriculares, como: escolas públicas e particulares,
Sesc, Sesi, entre outras.

14

colegiados dos dois cursos de Educação Física, bacharelado e licenciatura, bem como

perante o Conselho Universitário da UFAL.
Um novo desenho institucional formou-se para a comunidade acadêmica da
Educação Física, campus A. C. Simões, após a criação da 23ª Unidade Acadêmica, o

Instituto de Educação Física e Esporte - IEFE / UFAL, por meio da Resolução Nº 58/2017
- CONSUNI/UFAL, de 4 de dezembro de 2017.
Desde sua implantação, em março de 1974, o curso de Educação Física, ofertado
pela Ufal, tem sido referencial em nosso Estado, tanto no sentido de contribuir para a
formação de professores da área, quanto de ser o único curso de ensino superior em

Educação Física em uma Universidade pública no Estado de Alagoas.
Hoje, o Instituto de Educação Física e Esporte da Universidade Federal de Alagoas
(Iefe/Ufal), vem propor que, além da modernização do curso de licenciatura em Educação
Física, ora ofertado, a criação e oferta de nova proposta de formação inicial de professor
de Educação Física, respaldada nas regulamentações vigentes que normatizam a
formação do professor.

2.4. EIXO EPISTEMOLÓGICO

Do ponto de vista epistemológico, o corpo e o movimento humano, com suas
modulações articuladas em um campo de conhecimento interdisciplinar, caracterizam a

Educação Física no Brasil. Com os movimentos progressistas, desde meados dos anos de
1980, a área tem sido construída por formulações teóricas e intervenções profissionais, que
acumularam importante crítica à racionalidade técnica, médica e científica, principalmente
quando sustentadas exclusivamente pelo projeto positivista de ciência e suas variações, ao
operarem pela redução dos objetos de investigação da área a compreensões mecanicistas e
utilitaristas. Esse projeto operou uma atrofia epistêmica da área, por exemplo, ao

direcionar e limitar a experiência do corpo e do movimento aos interesses de programas
eugênicos, higienistas, tecnicistas e nacionalistas.
A virada epistemológica da área no final do século XX implicou o deslocamento dos
sentidos e significados na compreensão do corpo e do movimento humano. Do ponto de
vista teórico-metodológico, foram observadas novas pesquisas na Educação Física que
ampliaram os sentidos e significados dos objetos de investigação da área, não se
15

encerrando na tradição empírica e analítica da ciência. Desse modo, inauguraram-se novos
modos de compreensão do corpo e do movimento humano no diálogo tanto com o

materialismo histórico e dialético, quanto com a fenomenologia e hermenêutica. É
significativo evidenciar que as próprias práticas corporais não se encerravam mais em certa
tradição das práticas esportivas.
Nesse contexto, os debates acumulados na área7 (TAFFAREL, 1985; SÉRGIO

1986; MEDINA, 1987; CASTELLANI FILHO, 1988; CLARO, 1988; FREIRE, 1989; FREIRE,
1991; MOREIRA, 1991; KUNZ, 1991; BETTI, 1991; Coletivo de autores, 1992; BRACHT,
1992; DAOLIO, 1994; KUNZ, 1994; SANTIN, 1994; BRACHT, 1995; SÉRGIO, 1996), bem
como sua concretização em documentos de referência para a prática pedagógica (BRASIL,
1996; BRASIL, 1997; BRASIL, 2000; BRASIL, 2013. BRASIL, 2014. BRASIL, 2016),
expandiu a compreensão do corpo e do movimento no campo da Educação Física,

efetivando-se na ampliação do entendimento das práticas corporais, a partir da diversidade
de suas expressões, quais sejam os jogos e brincadeiras, as lutas, as danças, as ginásticas,
os esportes, as práticas corporais integrativas, as práticas corporais de aventura, o que

inclui seus conjuntos de variações e novas elaborações que podem ser tratadas, do ponto
de vista pedagógico e metodológico, como conhecimento da Educação Física no tempo e
espaço escolar.
A partir de então, os avanços nas produções teóricas e as intervenções sociais da
Educação Física não se reduziam mais à dimensão física do corpo e tecnicista do

movimento. Na busca por potencializar os sentidos e significados dos objetos de estudo e
intervenção da área, ampliou-se significativamente a articulação com as Ciências da
Educação, com as Ciências Humanas e com a Filosofia. Nesse contexto, passou-se a

problematizar o corpo como sujeito, subjetividade, acontecimento existencial e social, e o
movimento como experiência do ser no mundo, na relação consigo mesmo, com os outros
e com a cultura em sua diversidade.
Hoje o projeto pedagógico do curso de Educação Física da Universidade Federal
de Alagoas soma-se ao esforço epistemológico da área, tendo como eixo o reconhecimento
do corpo não como objeto de intervenção e manipulação reduzido a termos empírico-

analíticos, mas enquanto sujeito das ações, sujeito crítico diante do mundo e suas relações
na sociedade, e do movimento não como deslocamento mecânico de suas partes, mas

7

Por ordenação temporal, a indicação de importantes reflexões publicadas na área e que tiveram impacto
significativo na reorganização epistemológica, política e pedagógica da Educação Física brasileira.

16

como potencialidade de modular expressões do ser no mundo que se relaciona consigo
mesmo e com os outros, a partir de diferentes sentidos e significados culturais que possam ser
atribuídos ao movimento humano. Corpo e movimento humano expressam-se, do ponto de
vista epistemológico, e se materializam nesse projeto pedagógico na polifônia que
relaciona a diversidade dos conceitos de corpo, movimento e práticas corporais,

construídos na pluralidade das relações culturais8.

2.5 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
O curso de Educação Física - Licenciatura é administrado por um colegiado,
vinculado à direção da Unidade Acadêmica (Iefe), orientado pelo Art 25, Secção II, do

Regimento da Universidade Federal de Alagoas (2006). O colegiado deverá ser composto
por cinco professores, um discente, um representante dos técnicos administrativos e seus
respectivos suplentes. Todos deverão estar em efetivo exercício, serão escolhidos em
consulta pública à comunidade acadêmica e terão um mandato de dois anos. O

funcionamento do colegiado acontecerá prioritariamente no horário das 7h30 às 13h50. As
reuniões ordinárias acontecerão uma vez por mês, ou quando necessário, e terão como
objetivo discutir, analisar e decidir sobre o melhor encaminhamento para cada demanda
acadêmica.
O colegiado do curso conta com o apoio do Núcleo Docente Estruturante (NDE),
órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica, instituído na Ufal por meio da

Resolução Consuni nº 52/2012, no âmbito de seus cursos de graduação.
O NDE do Curso de Educação Física - Licenciatura, do Instituto de Educação Física
(Iefe), teve como ato de criação a Portaria GR Nº 1.522, de 28 de setembro de 2016, sendo
alterada pela Portaria GR Nº 53, de 19 de janeiro de 2018. Neste sentido, o NDE é composto
pelo mínimo de nove membros, todos docentes com titulação de pós-graduação stricto

8

Essas compreensões que articulam os objetos de investigações da Educação Física, notadamente o
corpo e o movimento em um arranjo interdisciplinar, ganharam diversas nomenclaturas desde a década de
1980, tanto nos debates acadêmicos, na produção de livros e artigos, como também em documentos
produzidos: cultura corporal de movimento, cultura corporal e cultura de movimento, cultura corporal do
movimento humano. Apesar de algumas variações de marco teórico, conceitual e, consequentemente, de
intervenção, tem em comum a compreensão da expressão do corpo humano articulado à cultura, capaz de
produzir uma diversidade de modos de expressão. Na pluralidade desses modos de expressão, alguns foram
elencados como objetos de investigação e intervenção pedagógica, por exemplo, no tempo e espaço escolar, a
partir dos jogos e brincadeiras, das lutas, das danças, das ginásticas, dos esportes, das práticas corporais
integrativas, das práticas corporais de aventura, entre outras.

17

sensu e formação na área do curso, considerando os docentes abaixo relacionados para a
composição do NDE:
Prof. Drª. Marta de Moura Costa (Coordenadora NDE)
Prof. Drª. Maria Elizabete de Andrade Silva (Coordenadora do Curso)
Prof. Dr. Alexandre Magno Câncio Bulhões
Prof. Drª. Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano
Prof. Drª. Leonéa Vitoria Santiago
Prof. Dr. Marco Antônio Chalita
Prof. Dr. Paulo Sérgio Bereoff
Prof. Dr. Pedro Ballikian Júnior
A atuação e formação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) está em consonância
com a Portaria MEC/ACS nº147/2007, com o Parecer Conaes nº 04/2010 e a Resolução
Conaes 01/2010. Ainda mais, o NDE se reúne, ordinariamente, ao menos uma vez a cada
bimestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu coordenador, por dois
terços dos seus membros ou pelo Colegiado de Curso, com o objetivo de avaliar as
estruturas curriculares previstas no PPC, considerando suas atribuições (Resolução

Consuni 52/2012, Art. 3º):
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do

curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo;

III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de
trabalho e consoantes com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação.

O curso de EDFL é composto pelos seguintes docentes e técnicos-administrativos:
Docente

Titulação

Situação Funcional

CH

E-mail institucional

Alexandre Magno Câncio
Bulhões - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

amcb@iefe.ufal.br

Amauri Clemente da
Rocha - ICBS

Mestrado

Professor Efetivo

40h

amauri.rocha@icbs.ufal.br

Dedicação Exclusiva

40h

ana.alves@icbs.ufal.br

Ana Rosa Almeida Alves - Doutorado
ICBS

18

Antônio Passos Lima Filho Mestrado
– Iefe

Dedicação Exclusiva

40h

antonio.lima@iefe.ufal.br

Antônio Felipe Pereira
Caetano

Dedicação Exclusiva

40h

afpereiracaetano@hotmail.com

Braulio César de alcantara Mestrado
mendonça

Professor Efetivo

40h

Braulio.cesar@yahoo.com.br

Chrystiane Vasconcelos
Andrade Toscano - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

chrystiane.toscano@iefe.ufal.br

Eduardo Luiz Lopes
Montenegro - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

eduardo.montenegro@iefe.ufal.br

Eduardo Silvio Sarmento
de Lyra

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

Eduardo.lyra@cedu.ufal.br

Emanoelly Caldas de
Oliveira - Fale

Especialização Dedicação Exclusiva

40h

emanoelly.oliveira@fale.ufal.br

Eriberto José Lessa de
Moura - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

eriberto.moura@iefe.ufal.br

Francisco de Assis Farias
– Iefe

Especialização Dedicação Exclusiva

40h

francisco.farias@iefe.ufal.br

Jailton de Souza Lira Cedu

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

jailton.lira@cedu.ufal.br

Jorge Eduardo de Oliveira Doutorado
– Cedu

Dedicação Exclusiva

40h

jorge.oliveira@cedu.ufal.br

José Jean de Oliveira
Toscano - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

jose.toscano@iefe.ufal.br

Leonéa Vitoria Santiago Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

leonea.santiago@iefe.ufal.br

Leonardo Alves Pasqua Iefe

Doutorado

Professor Substituto

40h

leonardo.pasqua@iefe.ufal.br

Luis Paulo Leopoldo
Mercado - Cedu

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

lpm@cedu.ufal.br

Marco Antônio Chalita Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

marco.chalita@iefe.ufal.br

Maria Elizabete de
Andrade Silva - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

maria.andrade@iefe.Ufal.br

Marta de Moura Costa Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

marta.costa@iefe.Ufal.br

Neíza de Lourdes
Frederico Fumes - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

neiza.fumes@iefe.Ufal.br

Patrícia Cavalcanti Ayres
Montenegro - Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

patricia.montenegro@iefe.Ufal.br

Paulo Sérgio Bereoff - Iefe Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

paulo.bereoff@iefe.Ufal.br

Pedro Balikian Junior Iefe

Doutorado

Dedicação Exclusiva

40h

pedro.junior@iefe.ufal.br

Sara Kely Learsi da Silva
Santos - ICBS

Doutorado

Professor Substituto

40h

sara.santos@fanut.ufal.br

Thiago da Silva Torres Doutorado
ICBS
Quadro 2 - Funcional docente

Dedicação Exclusiva

40h

Rafael.silva@icbs.ufal.br

Doutorado

19

Técnico Administrativo

Função

Flávia Maria de A. Silva Farias - Iefe

Auxiliar administrativo

Suzana Coelho Moura - Iefe

Técnica
em
Odontológicos

Equipamentos

Carga Horária
40h
Médicos

40h

Quadro 3 - Funcional técnico-administrativo

III. OBJETIVOS DO CURSO
3.1. GERAL
Ao final da licenciatura em Educação Física, o/a professor/a, fundamentado/a nos
conhecimentos acadêmicos construídos ao longo de sua formação deverá ser capaz de
realizar intervenções profissionais no campo da Educação Básica, tendo como eixo
epistemológico a diversidade dos conteúdos da Educação Física escolar expressos na
cultura corporal de movimento bem como na diversidade dos campos de intervenção

profissional.
3.2. ESPECÍFICOS
Realizar investigações críticas e reflexivas da prática docente para fundamentar a
intervenção pedagógica na Educação Física escolar nos diferentes níveis de ensino da

educação básica;
Instrumentalizar a formação do/a licenciado/a para atuação profissional no campo
educacional nas dimensões: do ensino, na estruturação e execução de projetos de

desenvolvimento didático-pedagógica; e da gestão de instituições de educação, a partir de
uma compreensão da escola, enquanto unidade interdisciplinar e contextualizada inserida na
diversidade sociocultural;
Desenvolver competências para organizar e dirigir situações de aprendizagens, a
partir do conhecimento acadêmico da área da Educação Física, de documentos legais do
campo da educação, como por exemplo, as diretrizes curriculares nacionais da Educação
Básica, assim como documentos oficiais elaborados pelas redes de ensino municipal e
estadual, que possam subsidiar a prática pedagógica da Educação Física no âmbito da

educação básica;

20

Vivenciar práticas vinculadas às concepções e dinâmicas didático-pedagógicas,
seus saberes sobre a escola e a mediação didática dos conteúdos da cultura corporal de
movimento e esporte;
Instrumentalizar a elaboração, o desenvolvimento e a avaliação de projetos

educacionais inovadores, que possam avaliar a utilização de recursos de baixa e de alta
tecnologias educacionais necessárias à estruturação de estratégias didático-pedagógicas.
Estimular o desenvolvimento de procedimentos de registros de atividades didáticas e
de instrumentos avaliativos do processo de aprendizagem, enquanto balizadores de uma
ação pedagógica responsabilizada com o atendimento à diversidade.
Conhecer os conteúdos da cultura corporal de movimento, do esporte e os

conteúdos de áreas afins, e saber estabelecer relações interdisciplinares, éticas e
democráticas no campo de atuação pedagógico.
Promover a capacidade de pesquisar, analisar e aplicar os resultados de

investigações, a partir da realidade social e em contexto de prática docente de interesse da
área de conhecimento da Educação Física.

IV.

PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO

4.1. PERFIL DO EGRESSO
O licenciado em Educação Física deverá ser formado para esclarecer e intervir,

profissional e academicamente, no contexto específico e histórico-cultural em ambientes
educacionais, a partir de conhecimentos de natureza técnica, científica e cultural da área,
que tem como objeto de estudo e de aplicação o movimento humano, no trato das práticas
corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como
manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos.
Para se desenvolver este perfil profissional, o curso oferecerá possibilidades de

apropriação de conhecimentos por meio de ensino, pesquisa e extensão, que permitirão ao
licenciado articular os saberes que definem sua identidade profissional pautada numa

atitude crítica reflexiva.
4.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES9
Elaboração feita a partir de uma síntese das possibilidades encontradas em Brasil, Ministério da Educação
- Conselho Nacional de Educação, Resolução Nº 2, de 1º de julho de 2015, que define as Diretrizes

9

21

Seguindo o que determinam as Diretrizes do Conselho Nacional de Educação (CNE), o
curso de Educação Física licenciatura da Ufal busca, em seu programa de formação,
constituído pelas estruturas básicas de ensino, pesquisa e extensão, desenvolver nos

graduandos competências e habilidades para:
• Compreender, analisar, transmitir e aplicar instrumentos, métodos e técnicas que
permitam desenvolver sua profissão, respondendo a situações concretas e

gerais, com condições de liderança e comportamento ético, que se ajustem à
dinâmica do processo de uma sociedade democrática, justa, equânime e
igualitária em permanente transformação fisiológica, psicológica e cultural;
• Refletir e decidir de forma autônoma, propondo e aceitando mudanças, para se
manter sempre atualizado nas diversas manifestações e expressões da Cultura
Corporal de Movimento, no campo da educação escolar e não escolar. Podendo
assim, planejar, implementar e avaliar processos pedagógicos e programas de
atividade física, bem

como participar de equipes multidisciplinares e

interdisciplinares, informes técnicos, científicos e pedagógicos;
• Identificar e respeitar as diferenças individuais no processo de aprendizagem
das diferentes manifestações e expressões da Cultura Corporal de Movimento,
privilegiando o saber aprender, o saber pensar, o saber fazer, o saber conviver e
o saber ser, a partir de concepção ampla e contextualizada de ensino e

processos de aprendizagem e desenvolvimento destes, incluindo aqueles que
não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria;
• Estabelecer um ambiente crítico e reflexivo, dentro de uma proposta educativa
emancipadora, demonstrando consciência da diversidade, respeitando as
diferenças, a fim de contribuir para a superação de exclusões sociais, étnicoraciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas, de gênero, sexuais, de

necessidades especiais, entre outras;
• Desenvolver e aplicar novos métodos, técnicas de ensino e formas de pesquisa,
demonstrando domínio das tecnologias de informação e comunicação, visando
Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação
pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Em Brasil,
Ministério da Educação - Conselho Nacional de Educação. Parecer Nº: 0138/2002 - Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Educação Física. Brasília, 2002. E em BRASIL, Ministério da Educação
- Conselho Nacional de Educação. Parecer Nº: 009/2001 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Brasília,
2001.

22

atuar, em sua área, como sujeito no processo de formação e implementação de
programas de educação e promoção da saúde, respeitando e zelando pelos

princípios éticos, legais e humanísticos dos diferenciados grupos sociais;
• Realizar pesquisas que proporcionem conhecimento sobre os estudantes e sua
realidade sociocultural, promovendo e facilitando as relações de cooperação

entre a instituição educativa, a família e a comunidade urbana, rural, indígena ou
quilombola;
• Promover um contínuo diálogo entre as áreas de conhecimento científico e a
especificidade da Educação Física Escolar, utilizando instrumentos de pesquisa
adequados para a construção de conhecimentos pedagógicos e científicos,
objetivando a reflexão sobre a própria prática e a discussão e disseminação

desses conhecimentos;
• Atuar na gestão e organização das instituições de educação básica, planejando,
executando, acompanhando e avaliando políticas, e programas educacionais,
bem como contribuindo para a elaboração, implementação, coordenação,
acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.

V. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
O egresso do Curso de Educação Física - Licenciatura estará habilitado para atuar
na escola nos seguintes níveis: educação infantil, fundamental, médio e educação de

jovens, adultos e idosos), dos diferentes sistemas de ensino: Municipal, Estadual, Particular e
Federal, bem como em instituições que desenvolvam atividades educacionais.

VI - POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO EDFL-UFAL

6.1. ENSINO
No âmbito da formação de professores da Educação Básica, o curso EDFL foi

pensado para contemplar estudos relacionados ao “movimento humano”, “com foco nas
diferentes formas e modalidades do exercício físico, da ginástica, do jogo, do esporte, da
23

luta/arte marcial, nas perspectivas da prevenção de problemas de agravo da saúde,
promoção, proteção e manutenção da saúde, da formação cultural, da educação e da
reeducação

motora,

do

rendimento

físico-esportivo,

do

lazer,

da

gestão

de

empreendimentos relacionados às atividades físicas, recreativas e esportivas, além de

outros campos que oportunizem, ou venham a oportunizar a prática de atividades físicas,
recreativas e esportivas” (Art. 3º, RESOLUÇÃO CNE/CES 07/2004).
Obedecendo aspectos acadêmicos, as atividades de pesquisa e extensão têm um
papel significativo no processo de formação do professor de Educação Física. Em
conformidade com o regimento da Universidade Federal de Alagoas, que propõe a

indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão e que determina que os cursos
devam garantir aos seus alunos a relação efetiva entre estas instâncias, o Iefe e a

Coordenação de Curso de Educação Física - Licenciatura desenvolvem tais atividades de
forma a oferecer aos alunos uma formação alicerçada neste tripé, atividades essas que têm
cunho formativo com base nas ciências da educação e ciências do esporte, estimulando a
formação de grupos e núcleos de estudos que atuam nas mais diversificadas linhas de

pesquisa e extensão, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
6.1.1. Metodologias de Ensino e Aprendizagem
Na formação dos professores de Educação Física no Ensino Superior,
historicamente, sempre foram enfatizados os aspectos biológicos, a fragmentação do

saber, o fortalecimento da dicotomia entre a teoria e a prática, com metodologias de ensinoaprendizagem com predominância de tendências tradicionais, utilizadas na formação dos
profissionais, privando-os da possibilidade de uma formação em que o diálogo fosse

valorizado e a desmistificação da realidade surgisse, na busca da transformação social, por
meio de uma prática consciente e crítica, que houvesse significado.
Para Sobral e Campos (2012) a metodologia ativa (MA) é uma concepção educativa
que estimula processos de ensino-aprendizagem crítico-reflexivos, na qual o educando

participa e se compromete com seu aprendizado, como também
O método propõe a elaboração de situações de ensino que promovam uma
aproximação crítica do aluno com a realidade; a reflexão sobre problemas que
geram curiosidade e desafio; a disponibilização de recursos para pesquisar
problemas e soluções; a identificação e organização das soluções hipotéticas mais
adequadas à situação e a aplicação dessas soluções. [...] O método enfatiza a
relação dialógica, tanto em alunos e professor, no âmbito acadêmico, quanto entre
a população e os profissionais, nas práticas educativas [...] (p. 209).

24

As mudanças advindas a partir de revisões curriculares com a implementação de
novas metodologias de ensino-aprendizagem significam o enfrentamento de novos
desafios, que acontecem desde o confronto de modelos e expectativas, passando por

conflitos e aceitações.
Considerando as novas tendências pedagógicas, a metodologia ativa se constitui
como estratégia, a qual possibilita o empoderamento do aluno como protagonista,
corresponsável pela sua trajetória educacional, apresentando-se o professor como
facilitador, mediando as experiências relacionadas ao processo de aprendizagem.
A adoção de Metodologias Ativas no cotidiano de sua ação requer do professor
conhecimento,

flexibilidade,

dinamismo,

capacidade

de

articulação,

criatividade,

comunicação, dentre outras, com a finalidade de contribuir na formação de um sujeito ativo,
crítico e que seja capaz de mudar e efetivar mudanças no contexto onde está inserido.
Atualmente, o Ensino Superior e as práticas docentes enfrentam algumas

mudanças e desafios advindos do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação TIC na sociedade. Novas competências docentes são exigidas e surgem novos desafios no
ensino superior, consonante à integração das TIC no processo de ensino-aprendizagem.
Um deles é o desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras, que objetivem o
diálogo, a construção colaborativa, a formação autônoma, reflexiva e uma educação de
qualidade, voltada para atender os alunos.
Para Masetto (1998), o docente do Ensino Superior deve estar atento às mudanças
sociais em formação constante, para conhecer o potencial pedagógico que as TIC

oferecem, quando usadas adequadamente. Serra e Silva (2008) esclarecem que o meio
educacional, tendo em vista o potencial de viabilização do conhecimento que as TIC
proporcionam, de forma rápida e interativa, cria possibilidades de ensino para além do
ambiente da sala de aula presencial. Já para Silva (2017), é preciso que os docentes
desenvolvam as competências necessárias para a integração das TIC em sua prática

docente, migrando das metodologias centradas no docente para metodologias e atividades
on-line centradas no estudante.
6.1.2. Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC)

25

A integração das TIC ao currículo é fundamental, quando se pensa em tornar a aula
significativa e dinâmica, assim como o desenvolvimento de estratégias didáticas que tornem o
curso mais dinâmico, desafiador, criativo e renovado.
O foco do componente curricular é o uso das TIC na Educação Física escolar, que
trata do conhecimento da cultura corporal como linguagem, introduz e integra o estudante
na cultura corporal de movimento, a partir dos conteúdos estruturantes: esportes, jogos,
lutas, ginásticas, atividades rítmicas, expressivas, conhecimentos sobre o corpo e, nesta
perspectiva, o uso de diferentes tecnologias pode contribuir para construção dos conceitos
e representações da cultura corporal e de como tais mudanças agem na sociedade.
A formação específica em TIC na Educação Fisica preocupa-se com o estudo das
distintas manifestações clássicas e emergentes da cultura do movimento, identificadas com
a tradição da Educação Física e do esporte escolar, constituída pela dimensão técnicoinstrumental da formação docente (conhecimentos sobre a organização e gestão do

trabalho escolar) e a dimensão pedagógica e cultural do movimento humano (diferentes
manifestações da cultura do movimento nas suas formas de jogos, esportes, ginásticas,
danças e lutas).
A metodologia utilizada no componente curricular utiliza o laboratório de
informática, através de recursos das TIC, envolvendo a elaboração de projetos didáticos
em Educação Física, além da realização das atividades práticas, possibilitando aos

estudantes uma autonomia na busca e no tratamento das informações recebidas.
A metodologia utilizada enfatiza a aprendizagem experiencial, focando no

estudante, refletindo sobre suas experiências de fazer algo para construir o conhecimento
conceitual, assim como a experiência prática envolvendo experimentação ativa, experiência
concreta, observação reflexiva e conceituação abstrata.
Destacamos as metodologias que envolvem o uso de diversas estratégias didáticas
com TIC, utilizadas no componente curricular, como: debate no Whatsapp; elaboração de
mapas conceituais e circulares; seminários temáticos com estratégias didáticas com TIC no
ensino superior - aprendizagem com simulação/dramatização; aprendizagem com projetos:
webquest, web inquirity Project; webgincanas; aprendizagem a partir de casos;
aprendizagem com laboratórios ou experimentos virtuais; aprendizagem com jogos on-line;
aprendizagem baseada em problemas; elaboração de plano de ensino para o componente
curricular do curso superior utilizando as TIC; entrevista com docente universitário,

utilizando uma das seguintes ferramentas: Facebook, e-mail, chat do Gmail, Whatsapp ou
26

Twitter; elaboração de sequências didáticas empregando TIC; e elaboração de plano de
aula utilizando aplicativo móvel.
É utilizada a aprendizagem baseada em pesquisa, na qual os estudantes exploram
temas e escolhem o tópico para a pesquisa, desenvolvendo um plano de pesquisa e

chegando a conclusões.

6.1.3. Avaliação da Aprendizagem
O Projeto Pedagógico do Curso de Educação Física - Licenciatura/Iefe/Ufal
concebe a avaliação da aprendizagem a partir do ponto de vista dos atos de
aprendizagem do professor em formação inicial e dos atos de ensino do professor

vinculado ao curso de Educação Física - Licenciatura. Do ponto de vista do professor em
formação inicial (o aluno), significa acompanhá-lo, por meio dos resultados de sua

aprendizagem detectados pelo uso de recursos metodológicos e instrumentos didáticos
adequados, e em conformidade com a Resolução Nº 25/2005 - Cepe, de 26 de outubro
de 2005 e com o Regimento Geral da Ufal. Do ponto de vista do professor vinculado ao
curso, o ato de avaliar favorecerá a observância do nível de aprendizagem do aluno, seus
avanços e/ou retrocessos, suas dificuldades, ao mesmo tempo em que poderá indicar
meios apropriados para auxiliá-lo a ultrapassar os impasses emergentes (LUCKESI,

2011).
Na esfera das discussões sobre o processo metodológico para a avaliação da
aprendizagem, têm crescido estudos em torno de metodologias de concepção
interacionista, cujos preceitos valorizam as ações individuais e histórico-culturais, os
trabalhos em grupo, a construção de projetos que privilegiem a construção do
conhecimento inter e transdisciplinar (LUCKESI, 2011; LUCKESI, 2014; HOFFMANN,

2014).
É evidente que o professor, no processo de avaliação da aprendizagem, deve se
distanciar de uma postura “cognitivista”, passando a adotar uma postura mediadora do
conhecimento. O professor precisa interagir com os sujeitos envolvidos no processo de
aprendizagem, valorizando suas experiências significativas diretas, bem como se
utilizando de instrumentos que possibilitem uma avaliação dinâmica e transformadora,
considerando o replanejamento dos processos avaliativos a serem adotados, durante o
percurso da formação inicial do professor.
27

A mediação das relações entre os sujeitos da aprendizagem, professor e aluno, de
seus conflitos, resistências e preferências deve ser o foco do processo de avaliação da
aprendizagem, em que será possível reconhecer o conceito da aprendizagem autônoma e
transformadora, garantindo ao aluno sua adaptação a novas dimensões da realidade
(MEIER e GARCIA, 2011).
Aqui, defende-se uma proposta de avaliação da aprendizagem embasada na
capacidade de conduzir estrategicamente o processo de aprendizagem mediada e

intencional, viabilizando assim, uma intervenção reflexiva e transformadora, formada por
valores, representações, conhecimentos, que garantam o aumento do nível de

aprendizado do aluno.
Em termos metodológicos, a realização de seminários, debates, aula expositiva
dialogada, aulas semipresenciais com suporte das Tecnologias de Informação e

Comunicação (TIC), o uso da plataforma Moodle, dão suporte ao caráter processual da
avaliação.
Além disso, considera-se aqui uma avaliação voltada para a tendência de formação
com evidência nas pesquisas. Esta tendência caracteriza o ensino, enquanto prática

reflexiva, de forma significativa, nas pesquisas correlatas à formação de professores. Tal
tendência aponta para a necessidade de formação de um professor reflexivo, que repense
constantemente sua prática profissional, ressignificando frequentemente a sua formação
(GHEDIN, OLIVEIRA, ALMEIDA, 2015).

6.1.4. Acompanhamento
Aprendizagem

e

Avaliação

dos

Processos

de

Ensino

e

A avaliação do rendimento escolar rege-se pelo Regimento Geral da Ufal, Seção III,
cujo regime de aprovação do discente será efetivado mediante a apuração da frequência
às atividades didáticas e do seu rendimento escolar. Conforme o Art. 41 do Regimento

Geral da Ufal, será feito a partir de duas avaliações bimestrais (AB) e será resultante de
mais de um instrumento de avaliação, prova final (PF) e Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC). Para a realização da avaliação, o discente terá direito de acesso aos instrumentos
e critérios de avaliação e, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, após a divulgação de

cada resultado, poderá solicitar revisão de sua avaliação, por uma comissão de professores
designada pelo Colegiado do Curso.
Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular Obrigatório,
conforme normas definidas por este PPC.
28

Será considerado aprovado, livre de prova final, o discente que alcançar Nota Final
(NF), nas Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete), e será automaticamente
reprovado o discente cuja Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00

(cinco). Contudo, o discente que obtiver a NF das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a PF.
O Regimento Geral da Ufal considera que, o discente que alcançar nota inferior a
7,00 (sete), em uma das duas Avaliações Bimestrais (AB), terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve a menor pontuação, prevalecendo, neste
caso, a maior nota.
Será considerado aprovado com avaliação final, após a realização da Prova Final
(PF), em cada disciplina, o discente que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco
inteiros e cinco décimos).
Em seu Art. 46, o Regimento Geral da Ufal prevê que “terá direito a uma segunda
chamada o discente que, não tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove

impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado de
Curso, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, após a realização da Prova Final a que

deixou de comparecer”, sendo que a PF em segunda chamada “realizar-se-á até 05 (cinco)
dias após a realização da primeira chamada”.

6.1.5. Acompanhamento Discente
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal), na sua estrutura organizacional,

apresenta a Pró-Reitoria Estudantil (Proest) como gestor central de assistência estudantil
no âmbito da universidade. O seu principal objetivo é evitar o fracasso educacional dos
estudantes no decorrer da formação profissional, minimizando a evasão, melhorando a

qualidade da sua permanência no curso, por isso a pertinência do acompanhamento aos
estudantes na universidade. Cabe salientar a relevância de se trabalhar as dificuldades
desses alunos, estimulando sua permanência nas atividades de ensino, pesquisa e

extensão, fomentadas pela política de assistência estudantil desenvolvida pela Ufal.
No âmbito do Iefe, o curso de graduação em Educação Física - Licenciatura conta
com a Coordenação de Monitoria, Atividades Extracurriculares e Apoio ao aluno realizando o
acompanhamento do mesmo. O seu principal objetivo é desenvolver o protagonismo do
aluno no processo de ensino-aprendizagem. No sentido de alcançar esse objetivo, são

utilizadas as seguintes estratégias:
29

• Promoção das atividades de acolhimento/recepção, a fim de proporcionar uma
integração entre alunos ingressantes e veteranos, com objetivo de apresentar a
estrutura organizacional do Iefe e as propostas dos cursos de Educação Física
(Bacharelado e Licenciatura);
• Divulgação e orientação quanto ao acesso às bolsas de pesquisa, extensão e
monitoria, contempladas pela política de assistência estudantil desenvolvida pela
Ufal;
• Mapeamento das dificuldades e necessidades encontradas pelos alunos, com vistas
a dar subsídios para reflexão, no sentido de viabilizar os possíveis apoios e
intervenções, por meio do acompanhamento do prof. tutor de turma que
acompanhará cada aluno até a finalização do curso;
• Acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem, atuando junto aos
professores e alunos, de cada curso do Iefe, com o intuito de contribuir para a
melhoria do ensino e da formação acadêmica;
• Orientação, junto ao NAC, quanto ao plano de atendimento aos estudantes com
necessidades educacionais especiais.

6.2.

OUTRAS AVALIAÇÕES
A avaliação institucional no âmbito do curso de Educação Física - Licenciatura

estrutura-se a partir dos parâmetros estabelecidos pela Lei nº 10.861/2004 (Lei do sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior/Sinaes), pela Comissão Própria de

Autoavaliação/CPA-Ufal10 e pelo Plano de Autoavaliação da Ufal.
A avaliação do curso, acompanhada pela Comissão de Autoavaliação/CAA/Iefe,
visa planejar e executar o processo de auto avaliação e tem por finalidade a verificação e
acompanhamento das condições de ensino, de gestão e das instalações físicas, numa
dinâmica que envolve a organização didático-pedagógica para a formação do futuro

professor.
Também é função da CAA/Iefe contribuir para o acompanhamento das atividades de
gestão, ensino, pesquisa e extensão, garantindo espaço à crítica e ao contraditório,
oferecendo subsídios para a tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a
otimização e a excelência dos processos e resultados da Ufal, além de incentivar a

formação de uma cultura avaliativa.
A autoavaliação deverá ser contínua, com ênfase na participação efetiva da

avaliação do curso de graduação (ACG) e da avaliação do desempenho dos estudantes
(Enade), enquanto suportes para a avaliação das instituições de educação superior

(Avalies), previstas pelo Sinaes. Tais avaliações são aqui entendidas como partes de um

10

Conforme consta no Projeto de Autoavaliação da Ufal, a CPA/Ufal foi instituída em 2004, tendo o seu
regimento interno aprovado em 17 de outubro de 2005, pela Resolução do Consuni nº 27-A/2005 e
reformulado em 05 de novembro de 2012, pela Resolução do Consuni nº 53/2012.

30

mesmo sistema de avaliação, sendo que cada um desses processos, desenvolvidos em
situações e momentos distintos, fazem uso de instrumentos próprios, mas articulados entre
si.
Para

a

autoavaliação,

serão

utilizados

instrumentos

que

abarquem,

primordialmente, os eixos temáticos avaliativos e algumas dimensões que integram o

processo avaliativo do Sinaes, com o objetivo de identificar as potencialidades, dificuldades e
insuficiências do curso, promovendo a melhoria da sua qualidade, da formação dos

estudantes e, ainda, fornecendo à sociedade informações sobre a relevância do curso de
Educação Física na formação de futuros professores.
Para a execução da autoavaliação do curso, estão previstas reuniões periódicas da
CAA/Iefe, objetivando o planejamento das ações avaliativas, bem como a elaboração de
relatórios, de modo a permitir a descrição, a análise e a crítica da realidade do curso,

buscando a sua transformação.
Sendo assim, anualmente estará prevista a aplicação de instrumentos de avaliação
docente, discente e técnico-administrativo.
Para a avaliação dos egressos, o Iefe disponibilizará um link em sua página da
web, objetivando o acompanhamento dos egressos do curso, constando o registro de
dados pessoais, percepção da formação recebida, suas atividades profissionais, além
de direcioná-los às atividades de extensão e formação continuada propostas pelo curso.
Também haverá um link para que os egressos postem depoimentos e fotos de suas

turmas, eventos e do campus, com o intuito de preservar a memória histórica do curso e
da instituição.
Já a avaliação do Curso, acontecerá semestralmente pelo NDE, com base em
relatórios disponibilizados no sistema acadêmico e/ou outro instrumento que contribua
para um melhor entendimento dos resultados encontrados.
6.3. ACESSIBILIDADE
Desde 1999, a Ufal preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado em
2003 a Resolução Consuni nº 33, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11 de
outubro de 2012, que dispõe sobre a política de ingresso nas Ifes. Ainda, a Resolução
54/2012 - Consuni institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de

ingresso nos cursos de graduação da Ufal.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das
vagas de cada curso e turno ofertados pela Ufal para os alunos egressos das escolas
públicas de ensino médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram
31

destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários
mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita, e 50% (cinquenta por cento) foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salários
mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que surgem, depois
de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na

proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o
último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que

corresponde a 67,22%.
Em 2018, a Ufal aderiu ao sistema de cotas para pessoas com deficiência (Lei
13.409/2016), o que provocou uma ampliação do acesso à educação superior,

demandando a ampliação dos serviços de apoio ao estudante, público-alvo da Educação
Especial, e principalmente dos serviços do Núcleo de Acessibilidade (NAC).
O NAC foi criado a partir do “Programa Incluir”, do Ministério da Educação, em
2013, e atualmente integra as ações da Plano Nacional de Assistência Estudantil
(Pnaes). Sua missão é promover a inclusão do aluno do público-alvo da Educação

Especial na Educação Superior, principalmente com a eliminação das diferentes
barreiras de aprendizagem.
Sendo assim, o curso de EDFL-Ufal poderá contar a qualquer momento com os
serviços de bolsistas e profissionais do Núcleo de Acessibilidade, que funciona no Centro
de Interesses Universitário (CIC). Do mesmo modo, o próprio aluno com deficiência, TEA
e/ou Altas Habilidades/Superdotação, poderá procurar o NAC e solicitar serviços como
AEE, acompanhamento de bolsistas, ledores, transcritores de Braille, intérpretes de

Libras, guias-intérpretes, e assim por diante.
É importante frisar que o NAC atua também na formação de professores da Ufal,
pensando no gradativo aumento de ingresso de universitários do público-alvo da

Educação Especial. Nesse sentido, têm sido oferecidos cursos sobre Tecnologia
Assistiva, Escrita e Leitura no Sistema Braille e Iniciação à Libras. Também têm sido

adquiridos recursos de acessibilidade que poderão ser disponibilizados para o processo
de

aprendizagem

de

Habilidades/Superdotação,

estudantes

com

como

oferece

ainda

deficiência,

TEA

regularmente

o

e/ou

Altas

Atendimento

Educacional Especializado.
O Núcleo de Acessibilidade (NAC) da Ufal tem a função de apoiar o processo de
inclusão da pessoa com deficiência na educação superior, de maneira a tornar a

instituição e seus serviços mais acessíveis às pessoas pertencentes ao público-alvo da

32

Educação Especial. Essas ações são no sentido de atender à Política de Acessibilidade
adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
O NAC atua também provendo a eliminação das barreiras de aprendizagem das
mais diferentes naturezas - arquitetônicas, comunicacionais, digitais, de transporte,

pedagógicas e atitudinais. Suas ações focam na disponibilização de recursos materiais e
pedagógicos que tornem acessíveis o ambiente, a comunicação e a aprendizagem,
como ainda oferece

o Atendimento Educacional Especializado

para aqueles

universitários do público-alvo da Educação Especial que demandem desse serviço, a

formação para a inclusão de professores, técnicos e alunos, a divulgação de informações
que levem o reconhecimento dos direitos da pessoa com deficiência e que sensibilizem a
comunidade universitária para o respeito à diversidade.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de

Acessibilidade, quais sejam a acessibilidade pedagógica, metodológica, de informação e
de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com

necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades”. Nesse sentido, a Nota

Técnica nº 24/2013/MEC/Secadi/DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os sistemas de
ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os PPC contemplem
orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação
pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em relação a si

mesmo e ao grupo em que está inserido.
Nessa direção, o NAC representa um importante apoio às coordenações de

curso, uma vez que pode atuar na consultoria com professores, técnicos e coordenadores
no trato com a pessoa do público-alvo da Educação Especial, na produção de materiais
didáticos e de apoio, na orientação de avaliação acessível às necessidades do alunado,
assim por diante.
Para tal acolhimento, a Ufal assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos com deficiência auditiva/surdez, visual, física, intelectual,

múltiplas, Transtornos do Espectro Autista, entre outros, sempre que for identificada a
necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às
demandas de caráter pedagógico e metodológico, de forma a garantir a permanência e a
conclusão bem-sucedida do curso.
33

Além disso, a Ufal também dispõe do Núcleo de Assistência Educacional (NAE),
que oferece o necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da Ufal em
suas demandas específicas, com o intuito de promover a integração de todos ao

universo acadêmico.
Em atendimento ao que dispõe o Art. 3º, do Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro
de 2005, que Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a

Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de
2000, o curso de Educação Física-Licenciatura/Iefe ainda oferece o componente
curricular obrigatório de Libras, a partir do 2º semestre do curso, de forma regular a cada
semestre.
O curso de EDFL desenvolve também atividades junto ao Programa de Monitoria
da Ufal, no qual estão envolvidos professores e discentes na condição de orientadores
e monitores, respectivamente. O Programa de Monitoria tem como objetivo despertar no
segmento discente o interesse pela docência, estimulando o desenvolvimento de
habilidades relacionadas ao seu exercício e promovendo a melhoria do ensino de

graduação, a partir da interação dos monitores com os segmentos docente e discente.
O corpo discente auxilia o professor em suas atividades acadêmicas de ensino,
associadas com a pesquisa e a extensão. O Programa Geral de Monitoria da Ufal é
efetivado sob duas modalidades: Monitores com Bolsa e Monitores sem Bolsa, com

duração semestral.
Além disso, o curso de EDFL vincula-se ao Projeto Residência Pedagógica (RP). A
RP é uma ação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(Capes)/Ministério da Educação, que integra a Política Nacional de Formação de

Professores, e tem o objetivo de articular, integrar e refletir acerca da relação teoria e prática
no âmbito das licenciaturas. O curso de EDFL conta com 24 bolsas destinadas a
acadêmicos, três bolsas destinadas a preceptores professores da rede pública, e três a

coordenadores-orientadores, professores do curso de Educação Física do IEFE. Dentre os
objetivos da experimentação da RP, pode-se destacar: (1) aperfeiçoar a reflexão teóricometodológica a partir dos principais pressupostos da Educação Física Escolar e seus
desdobramentos no processo de construção da prática profissional, para o ensino e a

aprendizagem da Educação Física Escolar; (2) favorecer práticas pedagógicas em
contextos históricos, sociais e dinâmicos das escolas públicas de educação básica,

considerando o processo de formação profissional inicial enquanto espaço de
oportunidades de aprendizagens conscientes; (3) garantir a aproximação das diferentes
formas de sistematização do ensino da educação física na escola, tendo como referência
34

o que propõe o RP, com vistas à organização das práticas de intervenção, dos professores
em formação, no campo do estágio supervisionado; e, (4) integrar educação superior e

educação básica por meio da criação de espaços pedagógicos que favoreçam uma sólida
formação inicial dos futuros professores, considerando o desenvolvimento do currículo da
educação básica e o que preconiza a BNCC.
Outra ação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

(Capes)/Ministério da Educação, à qual se vincula o EDFL, é o Programa Institucional de
Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid). Para esta ação, o IEFE disponibiliza 16 bolsas de
iniciação à docência, duas para supervisores e uma bolsa para coordenação de área. O
Pibid tem como objetivos: (1) incentivar a formação de docentes em nível superior para a
educação básica; (2) contribuir para a valorização do magistério; (3) elevar a qualidade da
formação inicial de professores nos cursos de licenciatura, promovendo a integração entre
educação superior e educação básica; (4) inserir os licenciandos no cotidiano de escolas
da rede pública de educação, proporcionando-lhes oportunidades de criação e participação
em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e
interdisciplinar, que busquem a superação de problemas identificados no processo de
ensino-aprendizagem; (5) incentivar escolas públicas de educação básica, mobilizando

seus professores como coformadores dos futuros docentes e tornando-os protagonistas
nos processos de formação inicial para o magistério; (6) contribuir para a articulação entre
teoria e prática necessária à formação dos docentes, elevando a qualidade das ações

acadêmicas nos cursos de licenciatura.
O EDFL tem ainda a preocupação na permanência dos discentes, para que os

mesmos finalizem em tempo satisfatório o curso e, para tanto, tornam-se necessárias ações
e uma política de assistência ao estudante. E a política de assistência ao estudante se

baseia nos elementos alavancados pela Pró-reitora Estudantil (Proest), que tem a finalidade
de ampliar as condições de permanência e contribuir para a melhoria do desempenho

acadêmico, constituindo-se como um eixo estruturante da democratização da educação
superior pública, promovida com a expansão do acesso nos últimos anos e a política de
ações afirmativas (Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI-PROEST, 2018). Dentre
os elementos substanciais estão o reconhecimento da assistência estudantil como
estratégia de combate às desigualdades sociais e regionais, bem como sua importância
para a democratização das condições de acesso e permanência dos jovens no ensino

público superior (PDI-PROEST, 2018).
O EDFL, baseado na LDB (Lei de Diretrizes e Bases), ratificado pelo Artigo 3

(princípio da igualdade de condições para o aceso e permanência à educação), e no Plano
35

Nacional de Educação (PNE 2014-2024), que preconiza estratégias de ampliação das
políticas de inclusão e assistência estudantil, se conecta aos programas e projetos
permanentes e temporários da Proest, em que a preocupação com a permanência dos
alunos esteja em evidência. Podemos destacar o Programa de Bolsas de Permanência

(PBP) e programas de estímulo à permanência (auxílio moradia e alimentação); programas
de atenção a saúde do estudante (incluindo atendimento à saúde mental e acolhimento
psicológico, odontológico; Núcleo de Acessibilidade (NAC); programas de apoio e
acompanhamento do desempenho acadêmico; programas de fomento à cultura, lazer e
esporte; e iniciativas de apoio à organização estudantil (Centros Acadêmicos, Associações
Atléticas Acadêmicas, eventos científicos, culturais e esportivos, dentre outros).
6.4.

INTERNACIONALIZAÇÃO

O ensino de graduação pensa a internacionalização como mais uma das
possibilidades de formação e troca de conhecimentos, deixando os currículos locais

efetivamente sem fronteiras. Tal proposta implica na criação de novas normas de
aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir o ir e vir dos sujeitos da
aprendizagem, dessa forma, a adequação e modernização curricular é peça fundamental
nesse processo.
A UFAL se preocupa, também, em dar uma formação inicial e/ou complementar
nas línguas estrangeiras, eliminando um dos grandes limitadores na concretização do

sonho de muitos. Nessa direção, o colegiado do curso está atento aos editais periódicos
lançados por instituições privadas e públicas, incentivando os alunos à participação nos
mesmos. Ademais, através da Faculdade de Letras (FALE), a IES oferta cursos contínuos
de línguas estrangeiras.
Ainda no contexto da internacionalização, a Assessoria de Intercâmbio
Internacional (ASI) é o órgão responsável pelas relações estabelecidas entre a UFAL e
instituições de âmbito internacional.

Tais relações abrangem desde acordos de

cooperação, envolvendo pesquisas conjuntas, intercâmbios de alunos e organização de
eventos, visitas de pesquisadores internacionais à UFAL, à representação da UFAL em

instituições estrangeiras.
A ASI, em parceria com diversos órgãos nacionais de fomento à cooperação
internacional, vem disponibilizando informações relevantes à comunidade acadêmica e

pretende elevar ao mais alto nível a cooperação entre a UFAL e instituições estrangeiras,

36

trazendo benefícios não só para a universidade, mas também, e principalmente, para o

Estado de Alagoas.
6.5. RELAÇÃO DE CONVÊNIOS VIGENTES COM OUTRAS INSTITUIÇÕES
Docentes e discentes do curso EDFL-UFAL têm participado, de maneira contínua,
das ações e convênios relacionados ao curso de graduação e Programas de PósGraduação. Nesse sentido, docentes e discentes participam de ações com diversos

laboratórios de diferentes estados da União, como por exemplo, o Laboratório de Promoção
da Saúde (LABSAU) na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e o Laboratório
de Antropometria e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), além de ações

internacionais com IES portuguesas, nomeadamente, com as Universidades de Coimbra
(FCDF-UC) e Porto (FADEU-UP). Para além destes convênios e de forma consolidada o
EDFL conta com convênios com as Secretarias de Municipal de Educação - SEMED e

Secretaria de Estado de Educação - SEDUC.
6.6. PESQUISA
O processo de formação dos professores de Educação Física, vai para além do

ensino, pois os acadêmicos são estimulados ao desenvolvimento do pensamento crítico
científico em disciplinas curriculares obrigatórias, tais como: Organização do Trabalho

Acadêmico, Metodologia Cientifíca, Pesquisa Educacional e Ateliê de Pesquisa.
A partir deste contato inicial o acadêmico também tem a possibilidade de participar
de Grupo de estudos em diferentes temáticas relacionadas com sua formação. Atualmente
o Iefe conta com os sete grupos de pesquisa: Grupo de pesquisa em esporte, corpo e

sociedade (GEECS/Ufal); Grupo de Estudo e Pesquisa em Docência e Formação
Profissional em Educação Física (GEPDEF/Ufal); Grupo de Pesquisa em Ciências
Aplicadas ao Esporte/Ufal; Grupo de Estudos e Extensão em Atividade Motora Adaptada
(Geeama/Ufal), Grupo de Estudos em Reflexões Critico-Pedagógicas em Educação Física
(GERECPF/Ufal); Grupo de Estudo em Treinamento Esportivo (Gete/Ufal); Grupo de

Estudos, Pesquisa e Extensão em Esporte (Gepexe/Ufal), Núcleo de Estudo em Educação
e Diversidade (Needi/Ufal) e Núcleo de Estudos Aplicados à Educação Física e Saúde
(NEAAFIS). Tais grupos dão suporte aos pesquisadores e alunos do Iefe, bem como, a
outros cursos da Ufal. E notória na formação dos professores de Educacão Física, a

participação nos Editais Públicos de iniciação científica - PIBIC, de iniciação a docencia 37

PIBID e Projeto Institucional de Residência Pedagógica (PIRP), propiciando singulares e
extraordinárias experiências para a formação.
O Iefe também se articula as políticas que norteiam o ensino de pós-graduação na
Ufal visam garantir sua expansão e consolidação sustentável do ensino, tendo no horizonte
a internacionalização e o aprofundamento das relações com a graduação e o ensino básico.
Todas as iniciativas na área da internacionalização da pós-graduação, no âmbito da Ufal,
estão alinhadas com os preceitos e orientações da política nacional e visam à
internacionalização da produção científica, tecnológica e cultural, e a transferência de

conhecimento entre fronteiras que permite o crescimento profissional e desenvolvimento da
ciência em Alagoas e no Brasil.
A sustentabilidade da expansão e consolidação da pós-graduação contribuirão
para a melhoria dos índices dos programas existentes, além de induzir a expansão dos

novos programas em áreas estratégicas para o desenvolvimento regional e nacional.
Desta forma, o Iefe proporciona um espaço acadêmico no qual os discentes

adquiram experiências que viabilizam o aprofundamento dos conhecimentos desenvolvidos
pela comunidade científica, realização da Semana de Pesquisa e Extensão, por meio de
conferências, palestras e cursos com expoentes pensadores da área e de áreas afins.
Com a intenção de proporcionar a continuidade da formação e aprofundamento do
conhecimento, o curso de pós-graduação lato sensu é ofertado pelo Iefe em parceria com
Instituições Nacionais e Internacionais, bem como a atuação dos docentes em programas de
mestrado e doutorado de outros cursos ofertados pela Ufal.
Em função da relevância regional determinada pela ausência de cursos desta
natureza, o Iefe apresenta como objetivo a criação do curso de mestrado com o intuito

capacitar docentes e estimular a produção do conhecimento na área.
Esse aspecto de impacto regional pode ser ainda destacado se considerarmos que
não há cursos de mestrado em Educação Física no estado de Alagoas.
Desta forma, o Iefe proporciona um espaço acadêmico no qual os discentes

desenvolvem experiências que viabilizam o aprofundamento dos conhecimentos
desenvolvidos pela comunidade científica, realização da Semana de Pesquisa e Extensão,
por meio de conferências, palestras e cursos com expoentes pensadores da área e de

áreas afins.

38

6.7.

EXTENSÃO

A LDB (lei 9.394/96)11 traz entre seus princípios a necessidade da diversificação dos
cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES adequarem
os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades regionais e
às finalidades inerentes aos cursos, tanto voltados à formação profissional quanto às

ciências ou às artes.
Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a
qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e

aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar que, como contrapeso à tendência de
diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem processos de
avaliação permanentes para identificar desvios e propor correções de rumo.
A Ufal atua em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano
Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio
Ambiente, Produção e Trabalho, Saúde e Tecnologia.
O Iefe entende a extensão universitária sob o princípio da indissociabilidade,

considerando-a como um processo interdisciplinar educativo, cultural, científico e político
que promove sua interação transformadora entre a universidade e outros setores da

sociedade (Art. 4º da Resolução nº. 04/2018-Consuni/Ufal). As diretrizes da extensão na
Ufal procuram atender ao que estabelece o Plano Nacional de Educação (PNE), por meio
de suas diretrizes, metas e estratégias para a política educacional brasileira. Dentre as

estratégias do PNE pode-se destacar a 12.7 que trata sobre a creditação curricular para
extensão universitária: “Assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos

curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
orientando sua ação, prioritariamente, para as áreas de grande pertinência social (PNE

2014, p. 14).
Dessa forma para atender o percentual acima estabelecido o Iefe oferecerá 320

horas (10%) da carga horária total (3264 horas) do curso EDFL para a curricularização da
extensão conforme demonstrado no Quadro W (Distribuição da Carga Horária das ACEs
na Matriz Curricular). Como forma de acompanhamento e avaliação das atividades de

LEI Nº 11.741, DE 16 DE JULHO DE 2008.Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996.
11

39

extensão, esse Instituto está embasado em indicadores e instrumentos de avaliação

conforme à Política Nacional de Extensão Universitária.
A seguir será apresentado a estrutura do programa de extensão desenvolvido pelo
IEFE.
6.7.1. Do Programa de Extensão do IEFE
6.7.2. Título do Programa
Programa de Extensão do IEFE: educação, saúde e esporte.
6.7.3. Unidades Acadêmicas Envolvidas
As unidades acadêmicas envolvidas nas ações de extensão são: Faculdade de
Nutrição (FANUT), Instituto de Matemática (IM), Escola de Enfermagem e Farmácia

(ESENFAR), Faculdade de Medicina (FAMED) e Centro de Educação (CEDU).
6.7.4. Justificativa
O Estado de Alagoas revela um quadro persistente de exclusão social, econômica e
política, marcado especialmente pelo baixo grau de escolaridade e baixa qualificação

profissional dos seus habitantes. Além disso, estes fatores reforçam ainda mais a falta de
oportunidades para a maioria dos indivíduos engajar-se em programas que promovam a
melhoria da saúde e qualidade de vida. Diante deste cenário, o Programa de Extensão do
IEFE cujo subtítulo abrande educação, saúde e esporte cria uma plataforma de trabalho
transversal que leve em consideração o estágio de desenvolvimento de crianças, jovens,
adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social e econômica.
No que se refere a crianças e jovens escolares, a plataforma de trabalho reconhece a
relevância do trabalho que se realiza no dia-a-dia das escolas públicas dos municípios
alagoanos dirigidos a prática esportiva e pretende colaborar com esse trabalho a partir da
disponibilização

de

recursos

técnicos-metodológicos

de

acompanhamento

mais

pormenorizado no que diz respeito ao desenvolvimento cognitivo/motor/físico/psicológico.
Entendemos que o IEFE pode contribuir com a formação complementar de crianças e

jovens atletas a partir de projetos de extensão que possam potencializar a administração de
estímulos mais sofisticados, mas desafiantes, possibilitando um desenvolvimento
sustentado

com

base

na

especificidade

de

cada

escolar/atleta,

contribuindo,

complementarmente, para o seu desenvolvimento global e, como não poderia deixar de
ser, um aumento do desempenho escolar e esportivo.
40

No campo da saúde mental, as ações de curricularização da extensão tem sido
justificas pela importância da atuação do profissional de educação física na educação
inclusiva. Na população específica de crianças e jovens com transtorno do espectro do

autismo (TEA), a literatura internacional adverte que inserir crianças com TEA em aulas de
educação física e ou em programas de atividades motoras, desenvolvidos no ambiente

escolar ou em Centros de apoios especializados, pode reduzir sintomas primários, danos
causados por comorbidades associadas ao transtorno, como por exemplo, o sobrepeso e
a obesidade infantil além de aumentar o tempo de engajamento em tarefas acadêmicas.
No entanto, ainda são escassas as práticas inclusivas ou especializadas desenvolvidas

com essa população. Diante de tais evidências o curso de EDFL desde 2009 através dos
projetos de extensões, eventos e cursos busca colaborar com a formação de futuros e de
profissionais de educação física para atuar na área do desempenho motor nos diferentes
campos de atendimento à população com TEA assim como presta atendimento

especializado a criança e adolescente com TEA e seus familiares a partir da intervenção
do acadêmico do curso de EDFL, na área do exercício físico, na única instituição pública
de atendimento especializado a pessoa com TEA na cidade de Maceió.
Destacamos a relevância da linha Metodologia e estratégias de ensino e
aprendizagem como forma de potencializar a formulação e sistematização das ações

didático-pedagógicas abordadas durante o processo de formação profissional, nos
componentes curriculares que abordam as mais diferentes metodologias de ensino e

aprendizagem da cultura corporal de movimento e que assim irão aproximar os discentes
da realidade escolar. Desta forma acreditamos que a aplicação das diferentes
possibilidades metodológicas terá como estratégia privilegiada a Simetria Invertida, na

tentativa de alcançarmos o princípio norteador da coerência entre a formação oferecida e
a prática esperada do futuro professor. Essa linha transversalizará nos diferentes projetos,
cursos e eventos de extensão quando a discussão estiver relacionada a prática interventiva
no âmbito dos diferentes saberes e fazeres.
6.7.5. Abrangências do Programa de Extensão
O “Programa de Extensão do IEFE: educação, saúde e esporte” tem abrangência
interdisciplinar,

intersetorial,

interinstitucional

e

interprofissional.

Atualmente,

no

desenvolvimento das ações de curricularizações, o Programa articula-se de forma
interdisciplinar a partir da interlocução entre docentes e pesquisadores responsáveis pelas
ações assim como colaboradores externos, estabelecendo parcerias intersetoriais com a
41

Faculdade de Nutrição (FANUT), o Instituto de Matemática (IM), a Escola de Enfermagem
(ESENFAR), a Faculdade de Medicina (FAMED) e o Centro de Educação (CEDU) da UFAL
campus A. C. Simões. Interinstitucionais as parcerias foram realizadas com as Secretarias de
Educação e Saúde Municipais e Estaduais e o Centro Unificado de Integração e
Desenvolvimento do Autista (CUIDA) e interprofissionalmente as interlocuções nestes

diferentes setores e instituições se realizam nas equipes multidisciplinares constituídas por
profissionais das diferentes áreas da educação, esporte e saúde.
6.7.6. Áreas Temáticas do Programa:
Foram selecionadas as áreas temáticas a partir da Resolução Consuni nº 04/2018, de
19 de fevereiro de 2018:
Área temática principal 1: Educação.
Área temática secundária 2: Saúde e Cultura.
6.7.7. Linhas de Extensão do Programa:
O curso de EDFL-UFAL desde a sua fundação, ano de 1974, sempre desenvolveu
ações de extensão no âmbito da educação, esporte e lazer através dos seus diferentes
projetos, eventos e cursos de extensão. Atualmente o programa de extensão do IEFE
organiza-se a partir de três linhas de extensão (esporte e lazer, saúde humana,
metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem) e têm por objetivo potencializar a

construção de conhecimento de caráter formador, direcionando a articulação da extensão
com as ações de ensino e de pesquisa para a solução de problemas reais e potenciais da
sociedade. Nesse sentido, as Atividades Curriculares de Extensão (ACE) poderão ser
sistematizadas e executadas nas formas de dois projetos, cada um com duas
semestralidades, cursos e/ou eventos que estarão articulados a uma ou mais linha de

extensão como orientado na Resolução Consuni nº 04/2018, de 19 de fevereiro de 2018.
Todas as ações de extensão envolverão necessariamente, a coordenação de um professor,
a participação de discentes e da comunidade externa.
Linha 1: Esporte e Lazer
Definição
Essa linha de extensão pretende possibilitar ao discente o entendimento da relação do

esporte, da iniciação esportiva ao alto desempenho e do lazer. Serão ofertados projetos de
extensões, eventos e cursos com objetivo de discutir conceitualmente e
42

procedimentalmente as dimensões físicas, esportivas, artísticas culturais, sociais e
turísticos do esporte e do lazer.
Operacionalização
As ações de extensão da linha esporte e lazer serão operacionalizadas a partir
de projetos de extensão vinculados ao desenvolvimento do esporte no Estado de Alagoas.
Nesta categoria existem três projetos de extensão, iniciados em 2019, que acontecem
simultaneamente e que se articulam entre si. A duração dos projetos é de duas

semestralidades, tem como objetivo principal desenvolver prática esportiva associada à
matemática e robótica para escolares/atletas da rede pública de ensino. Cada escolar/atleta
inscrito no projeto de extensão será vinculado aos três projetos de extensão
simultaneamente e será assistido nas instalações físicas do IEFE. Até 2020 pretende-se
atender 1800 crianças, de idade entre 12 e 15 anos, oriundas de escolas da rede pública
de ensino com alta vulnerabilidade social. As ações dos projetos são coordenadas por três
docentes do IEFE e operacionalizadas por três acadêmicos do curso de bacharelado

bolsistas da PROEXT e cinco voluntários.
Projetos de Extensão vinculados a identificação de talentos nas modalidades de
atletismo e de voleibol da comunidade circunvizinhança da UFAL. Nesta categoria existem
dois projetos de extensão que estão articulados e atuam nas modalidades de atletismo e
de voleibol com duração de duas semestralidades. Criado em 2014, os projetos de

identificação de talentos vêm descobrindo crianças e adolescentes com altas habilidades
esportivas na cidade de Maceió e outros municípios de Alagoas além de apresentá-los no
cenário de campeonatos estaduais, regionais e nacionais. Os projetos vêm oportunizando
à comunidade do entorno da universidade a entender a função social da universidade na
perspectiva de planejar, com essa comunidade, um futuro no âmbito esportivo para suas
crianças e jovens. O objetivo dos projetos é a formação de futuros atletas a partir da

orientação sistematizada, em função da detecção e seleção de indivíduos com aptidões
especiais para o desempenho esportivo. As ações dos projetos são coordenadas por três
docentes do curso IEFE e operacionalizadas, por um aluno do programa de doutorado em
biociência, seis acadêmicos do curso de bacharelado bolsistas da PROEXT e quatro

voluntários.
Além do desenvolvimento dos projetos de extensão articulados a linha de extensão
esporte e lazer, o curso de EDFL também será realizada ações de extensão no formato de
eventos e cursos com objetivo de divulgar os resultados dos projetos de extensão e

43

promover a formação complementar sobre temas atualizados relacionados a área do

esporte e lazer.

Linha 2: Saúde humana
Definição:
Essa linha de extensão pretende possibilitar ao discente compreender que a saúde,
de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é um estado completo de bemestar físico, mental e social. Neste sentido, os projetos de extensão terão como objetivos
promover atividades que promovam um estilo de vida saudável e mudanças de hábitos da
população. Objetiva-se o desenvolvimento de atividades orientadas para fomentar uma
alimentação saudável, diminuição do sedentarismo, práticas para o controle do stress,

controle de incidências de doenças crônicas não transmissíveis (obesidade, hipertensão,
diabetes, etc.) e quaisquer outras ações voltadas para o estímulo da qualidade de vida e
bem-estar da população.
Operacionalização:
O projeto “Exercício Físico para crianças com transtorno do espectro do autismo”
(PEFaut) foi iniciado em 2009 após análise dos dados da Secretaria Municipal de Saúde e
Educação acerca da escassez de profissionais de educação física qualificados para atuar
em Centros Psicossociais e Escolas Inclusivas atender a população de crianças e jovens
com transtorno do espectro do autismo (TEA). Em resposta a demanda profissional, foi
estabelecida uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde / Saúde Mental e
Secretaria Municipal de Educação, projeto com inscrição no Comitê de Ética Nº

024478/2009-23, e a partir de então iniciou-se um processo de atendimento especializado
no campo do desempenho motor nas instalações do Curso de Educação Física na UFAL.
De 2009 a 2018 um total de 32 acadêmicos do curso de licenciatura participaram de projeto
de extensão e foram atendidos 124 crianças, adolescentes e adultos com TEA
encaminhados pelos Centros Psicossociais e escolas inclusivas públicas e privadas da

cidade de Maceió. Também foram realizados quatro cursos de formação de professores e
cinco eventos locais destinados a comunidades acadêmicas, familiares e profissionais da
saúde e educação com público estimado em mais de 600 pessoas no total dos eventos.
Atualmente o projeto de extensão apresenta inscrição de 105 crianças com TEA, o

atendimento é oferecido no setor de educação física do Centro Unificado de Integração e
44

Desenvolvimento do Autista, participam do projeto um professor do IEFE, a equipe
multidisciplinar clínica e o profissional de Educação Física do Centro e dois estagiários

voluntários do EDFB.
Linha 3: Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem;
Definição:
Essa linha pretende possibilitar ao discente refletir acerca do planejamento, dos
procedimentos metodológicos, dos recursos pedagógicos e do processo avaliativo do
ensino das inúmeras práticas corporais a partir da compreensão da ação pedagógica

enquanto processo de ensino / aprendizagem contínuo com características dialéticas que se
insere em um contexto geográfico e temporal. Os projetos, eventos e cursos tentarão
privilegiar intervenções com a intenção de identificar os principais problemas vivenciados
pelos profissionais de educação física, tanto no âmbito da transferência do conhecimento
acadêmico para a prática assim como na reflexão sobre a ação do profissional na busca de
melhorias da qualidade da prática profissional.
Operacionalização:
As ações de extensão desenvolvidas nas linhas de extensão 1 “práticas esportivas
e de lazer” e 2 “saúde humana” que envolvem a comunidade escolar da cidade de Maceió
e outros municípios alagoanos, serão articuladas a linha “Metodologias e estratégias de
ensino/aprendizagem”. A linha tem por objetivo oportuniza a articulação dos saberes

acadêmicos a produção de estratégias de ensino/aprendizagem capazes de aumentar a
prática de exercício físico a partir de atividades esportivas, lazer e outras práticas corporais.
Serão realizados cursos e eventos com objetivo de criar espaços para discussão do

diagnóstico do estado de saúde, da competência motora, composição corporal e funcional
da população escolar da educação básica assistidas pelos projetos de extensões; serão
realizadas também oficinas metodológicas de caráter prático com objetivo de elaborar,

desenvolver e avaliar ações de planejamento estratégico para atendimento as demandas
específicas de cada público atendido pelos projetos de extensão.
De forma ilustrativa segue abaixo o gráfico 1 que apresenta o percentual da linha de
extensão representando o volume de ACEs disponibilizadas através de projetos, eventos e
cursos ao acadêmico EDFL.

45

Apresentação das Linhas de Extensão

39%
50%

11%

Esporte e Lazer

Saúde Humana

Metodologias do Ensino

Gráfico 1: Apresentação percentual das linhas de extensão

6.7.8. Objetivos do Programa:
6.7.8.1. Objetivo Geral:
Garantir ao acadêmico do curso de EDFL a experiência teórico-prática com a

extensão universitária enquanto processo que transversaliza a formação do professor nas
dimensões do ensino e da pesquisa no intercâmbio com a escola da educação básica.
6.7.8.2. Objetivos Específicos:
a) Fomentar ações de integração interdisciplinar sobre temas relevantes relacionados às
três linhas de extensão esporte e lazer, saúde humana, metodologia e estratégias de

ensino-aprendizagem;
b) Formar recursos humanos qualificados para atuar na escola de educação básica nas
áreas do esporte e lazer, metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem e saúde

humana;
c) Desenvolver atividades de extensão articuladas ao desenho da formação curricular e da
iniciação à pesquisa;
46

6.7.9. Ementa do Programa
Discutir conceitualmente e procedimentalmente as dimensões físicas, esportivas,
artísticas culturais, sociais e turísticos do esporte e do lazer no âmbido da educação básica.
Refletir acerca do planejamento, dos procedimentos metodológicos, dos recursos
pedagógicos e do processo avaliativo do ensino das inúmeras práticas corporais e

compreender a saúde enquanto estado completo de bem-estar físico, mental e social.
6.7.10. Metodologia:
As atividades que serão desenvolvidas a partir das ACEs seguiram formato de

projetos, com duas semestralidades, cursos e eventos.
6.7.10.1. Público-alvo e local de atuação:
Linha 1: Esporte e lazer:
Público externo: crianças e adolescentes da educação básica da cidade de Maceió e outros
municípios do Estado de Alagoas assim como comunidade do entorno da UFAL.
Público interno: acadêmicos de diversos cursos de graduação e pós-graduação do campus
A.C. Simões.
Os locais de atuação das ações de extensão serão: instalações do IEFE, escolas de
educação básica e áreas específicas para prática de esporte (praças, associações e

ginásios) na cidade de Maceió e outros municípios do Estado de Alagoas.
Linha 2: Saúde humana
Público externo: populações com transtorno do espectro do autismo vinculados a Centros
especializados, escolas públicas e Centros Psicossociais.
Público internos: acadêmicos de diversos cursos de graduação e pós-graduação do

campus A.C. Simões, pesquisadores e docentes de cursos da área da educação, saúde e
áreas afins.
Os locais de atuação das ações de extensão serão: instalações do IEFE na cidade
de Maceió, escolas da educação básica e Centro Unificado de Integração e
Desenvolvimento do Autista na cidade de Maceió e outros municípios do Estado de

Alagoas.
Linha 3: Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem:

47

Público externo: acadêmicos de cursos da área educação, saúde e áreas afins,

pesquisadores e docentes de cursos da área educação, saúde e áreas afins.
Público interno: acadêmicos do curso EDFL, acadêmicos de cursos da área da educação,
saúde e áreas afins, pesquisadores e docentes de cursos da área da educação, saúde e
áreas afins.
Os locais de realização dos cursos e eventos serão: instalações do IEFE ou outros
Institutos da UFAL na cidade de Maceió, escolas da educação básica e Centro Unificado de
Integração e Desenvolvimento do Autista da cidade de Maceió e outros municípios do
Estado de Alagoas.
6.7.10.2. Unidades envolvidas:
ü Instituto de Matemática (IM): participa das ações de extensão do IEFE a partir da
associação da prática esportiva a melhoria do desempenho acadêmico. Os
acadêmicos do curso de matemática desenvolverão aulas de reforço em

matemática, visando a melhoria do desempenho escolar na seriação específica e ao
treinamento direcionado a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).
ü Instituto de Computação (IC): participa das ações de extensão do IEFE a partir da
associação da prática esportiva a melhoria do desempenho acadêmico. Os

acadêmicos do curso de computação desenvolverão aulas de robótica, visando a
melhoria do desempenho escolar na seriação específica e ao treinamento

direcionado a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR).
ü Faculdade de Medicina (FAMED): participa das ações de extensão do IEFE, a partir
dos acadêmicos do curso e supervisão dos docentes e pesquisadores, a partir do
Ambulatório de Hebiatria, no Hospital Universitário, a partir do diagnóstico clínico e
tratamento das doenças pertinentes ao público adolescente.
ü Faculdade de Nutrição (FANUT) e Programa de Pós-Graduação em Nutrição

(PPGNUT): participa das ações de extensão do IEFE, a partir dos acadêmicos do
curso e supervisão dos docentes e pesquisadores, a partir da avaliação do estado
nutricional dos diferentes públicos envolvidos nos projetos, intervenção nutricional e
orientação sobre mudança de comportamentos relativos aos hábitos alimentares. ü
Centro de Educação (CEDU): participa das ações de extensão do IEFE a partir dos
acadêmicos do curso de pedagogia e supervisão dos docentes e pesquisadores a
partir da avaliação psicopedagógica e apoio pedagógico especializado na atenção
de crianças com/sem necessidades educacionais especiais ou problemas de
aprendizagens.
48

6.7.10.3. Período de Realização:
O Programa de Extensão do IEFE tem duração prevista para quatro anos, correlato ao
PPC, podendo se estender por mais dois anos de acordo com a previsão de reflexão,
avaliação e reformulação do PPC.
6.7.10.4.Tipos de ACEs associadas as disciplinas:
As ACEs serão constituídas por pelo menos dois projetos extensionistas, com

duração de duas semestralidades e uma terceira ACE constituída de projeto de extensão ou
não, eventos ou cursos. O quadro 4 apresenta as ACEs vinculadas as disciplinas das quais
poderão ser ofertadas as atividades curriculares de extensão (projetos, cursos ou eventos)

e o quadro 5 apresenta a distribuição da carga horária de cada ACE.

ATIVIDADE CURRICULARES DE
EXTENSÃO - ACE
Projeto de Extensão
ACE 1, Parte I
(3º Período)
Projeto de Extensão
ACE 2, Parte II
(4º Período)
Projeto de Extensão
ACE 3, Parte I
(5º Período)

DISCIPLINAS ENVOLVIDAS DA MATRIZ DO CURSO
Desenvolvimento e Aprendizagem
Crescimento e Desenvolvimento Motor
Sociologia das Práticas Corporais
Metodologia do Ensino do Basquetebol
Metodologia do Ensino da Natação II
Gestão da Educação e do Trabalho Escolar
Didática
Aprendizagem e Controle Motor
Metodologia do Ensino do Futebol
Metodologia do Ensino do Handebol
Didática da Educação Física no Ensino da Educação Infantil e
Fundamental
Cinesiologia
Psicomotricidade
Metodologia do Ensino do Futsal

Projeto de Extensão
ACE 4, Parte II
(6º Período)

Metodologia do Ensino da Atividade Física Adaptada
Medidas e Avaliação em Educação Física

Curso ou Evento de Extensão
ACE 5
(7º Período)

Metodologia do Ensino das Lutas
Lazer e educação ambiental
Metodologia do Ensino do Voleibol
Ateliê de Pesquisa

Curso ou Evento de Extensão
Didática da Educação Física no Ensino Médio e EJAI
ACE 6
Educação Física, Saúde, Escola
(8º Período)
Quadro 4: Relação das ACEs vinculadas a disciplinas curriculares

49

Código

Código

Disciplina

CH
Teórica

ACE I - Parte
I (Projeto)

20

Disciplina

CH
Teórica

ACE 2 Parte II
(Projeto)

20

Disciplina

CH
Teórica

ACE 3 Parte I
(Projeto)

20

Código

Disciplina

CH
Teórica

Código

Disciplina

CH
Teórica

ACE 4 Parte II
(Projeto)

20

Código

Código

Código

Disciplina

CH
Teórica

ACE 5 (Curso
ou Evento)

20

Disciplina

CH
Teórica

3º PERÍODO
CH
CH
Prática Total
30

50

4º PERÍODO
CH
CH
Prática Total
40

60

5º PERÍODO
CH
CH
Prática Total
30

60

7º PERÍODO
CH
CH
Prática Total
40

Pré-Requisito
ACE 1 - Parte I

Pré-Requisito
***
Pré-Requisito

Pré-Requisito
ACE 3 - Parte 1

Pré-Requisito

60

8º PERÍODO
CH
CH
Prática Total

ACE 6
20
42
(Curso ou
Evento)
CH HORÁRIA TOTAL ACEs
CH HORÁRIA TOTAL OBRIGATÓRIA do Curso
EDFL

***

50

CH
CH
Prática Total
6º PERÍODO
CH
CH
Prática Total
40

Pré-Requisito

***

Pré-Requisito

62

***
342 (10,5%)
3264 (100%)

Quadro 5: Distribuição da carga horária das ACES na matriz curricular

6.7.10.5. Parcerias:
Para além das parcerias com os institutos da UFAL, descritos no item 6.7.9.2.

Unidades Envolvidas, existem parcerias com instituições externas a UFAL:
ü Centro Unificado de Integração e Desenvolvimento do Autista (CUIDA): participa das
ações de extensão do IEFE a partir da disponibilização de um profissional de
50

educação física co-supervisor do projeto, infraestrutura física, recursos materiais e
acesso a toda documentação do seu público para fins de pesquisa e extensão.
ü Secretaria Municipal de Educação (SEMED) da cidade de Maceió: participa das
ações de extensão do IEFE a partir do convênio estabelecido com escolas de

educação fundamental, disponibilização de um profissional de educação física cosupervisor do projeto, transporte, alimentação, vestimenta e material para prática
esportiva das crianças envolvidas nos projetos de esporte e lazer e metodologias e
estratégias de ensino/aprendizagem acadêmicas.
ü Federação Alagoana de Esportes Aquáticos: participa das ações de extensão do

IEFE a partir do convênio estabelecido com a Federação, indicação de atletas para
avaliação e prescrição de treinamento em natação, disponibilização de um
profissional de educação física co-supervisor do projeto, especializado em

treinamento de natação envolvidas nos projetos de esporte e lazer e metodologias e
estratégias de ensino/aprendizagem acadêmicas.
6.7.10.6. Acompanhamento e Avaliação:
Serão aplicados questionários específicos para projetos, eventos e cursos sempre
nos momentos pré e pós realização das ações de extensão com objetivo de entender o

impacto da ação sobre a comunidade escolar diretamente envolvida e como resposta de
retroalimentação na proposição de modificações na estruturação e funcionamento atual.
Em todas as ações de extensão serão definidos protocolos específicos capazes de
garantir a legibilidade dos efeitos nos aspectos relacionados ao ensino da educação física
curricular,

esporte

e

lazer,

saúde

humana

e

metodologias

e

estratégias

de

ensino/aprendizagem acadêmicas assim como no processo de validações das estratégias
procedimentais utilizados em cada uma das linhas de extensão capazes de otimizar os

resultados esperados.
As formas de avaliação e acompanhamento das ACEs descritas anteriormente ou
que possam ser definidas no desenvolvimento do PPC serão orientadas conforme
indicadores institucionais locais e nacionais de extensão. Também poderão ser utilizados
como instrumentos de avaliação e acompanhamento os diários de campo e relatórios em
mídias digitais e ou impressa.

51

VII - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO
A matriz curricular do projeto pedagógico do curso de Educação Física

-

Licenciatura/Iefe tem como referência os seguintes documentos oficiais: (1) Resolução

CNE-CP nº 02, de 1º de julho de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a formação inicial em nível superior; (2) Resolução CNE-CES Nº 07, de 31 de março de
2004, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em
Educação Física, em nível superior de graduação plena; e (3) Resolução CNE-CES Nº 07,
de 04 de outubro de 2007 que altera o § 3º do art. 10 da Resolução CNE/CES nº 07/2004
Neste sentido, a estruturação do currículo do curso EDFL, definida em 3.264 horas, no
que se refere ao cumprimento obrigatório da prática como componente curricular,
estabelece como princípio em sua estrutura curricular, que a praxis docente como

articulação entre a dimensão teórica e a dimensão prática, sem prioridades para uma ou
outra, será desenvolvida ao longo de todo o processo formativo, e não restrito apenas ao
momento de estágio curricular obrigatório, ou às disciplinas pedagógicas, no trato de suas
práticas educativas, mas articuladas no interior das diferentes áreas de conhecimento, que
compõem o currículo de formação docente, mas especificamente em suas disciplinas

possuidoras de uma dimensão didático-prática.
Deste modo, assim se apresenta a distribuição da carga horária total: 400 horas de
“estágio supervisionado”;144 horas de “atividades teórico-práticas de aprofundamento de
áreas específicas de interesse dos alunos”; 200 horas de atividades acadêmicas, científicas e
culturais; 342 de Atividades Curriculares de Extensão (ACEs); 36 de TCC e 2142 horas de
“atividades formativas”. Na carga horária total (3264 horas) estão incluídas 738 horas,
acrescentado (1/5) de dimensão pedagógica e 414 horas de “prática como componente
curricular”, inseridas nas disciplinas de metodologias de ensino dos conteúdos específicos da
EDF, permitindo assim a integralização da formação do licenciado.

7.1. MATRIZ E PROPOSTA CURRICULAR
A consolidação das normas vigentes para a formação do professor é indispensável
para a transformação da realidade concreta dos sujeitos que dão vida ao currículo. Para
além dos sujeitos, os componentes de base que compõem o currículo envolvem

conhecimentos específicos, que abrangem conhecimentos científicos e culturais, valores

52

éticos, políticos e estéticos inerentes a uma formação ampla em diálogo entre diferentes
visões e concepções de mundo (COSTA e LACERDA, 2015).
A inclusão da Libras como componente curricular obrigatório, na esfera do curso
EDFL/Iefe, respalda-se nos preceitos do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, em
seu art. 3º: “A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de
formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior (...)”,
incluídos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento.
É certo que o Decreto nº 5.626/2005 defende a educação bilíngue, definindo-a
como uma questão social que envolve a Libras e a modalidade escrita da Língua

Portuguesa, numa relação intrínseca com os seus aspectos determinantes para o
desenvolvimento de todo o processo educativo, para os anos finais do ensino fundamental,
ensino médio e educação profissional.
E, assim, entendemos que no campo de atuação dos egressos, segundo o Decreto nº
5.626/2005, há a possibilidade de levar os futuros professores a conhecer em alguma
medida essa língua, procurando favorecer a sua implementação através do estudo da

Língua Brasileira de Sinais (Libras), da sua estrutura gramatical, de expressões manuais,
gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
O PPC do curso EDFL deve também atender ações de formação que contemplem a
Educação para as Relações Étnico-raciais (Erer), cujo objetivo é estimular a integração
entre saberes étnicos constitutivos da cultura brasileira (branco, indígena, negro e cigano),
em destaque a cultura alagoana. Incluindo a possibilidade da produção de novos
conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico, ou a revisão dos conhecimentos
existentes, de modo a promover condutas e políticas de formação profissional que

valorizem as diversidades étnico-raciais.
A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), além de cumprir com as exigências
normativas

educacionais

brasileiras,

firma

o

compromisso,

dentre

outros,

de

aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas, dos cursos de graduação e de pósgraduação, implementadas, oficialmente, desde 11 de novembro de 2003, por meio da
Resolução Consuni/Ufal nº 33, que aprovou o Programa Ações Afirmativas para Afro-

descendentes (Paaf) na instituição, com o empenho do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros
(Neab-Ufal), criado em 1981, com o papel de promover cursos de formação/capacitação,
debates, disponibilização de acervo (documental e bibliográfico) para consulta e

coordenação-geral de editais sobre Erer.
O requisito legal e normativo a ser cumprido para o componente curricular

Educação e Diversidade, dimensionado no curso EDFL, atende os preceitos das Diretrizes
53

Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnicos-raciais, ao propor a análise
sócio-histórica da diversidade no contexto brasileiro, a discussão do significado das

desigualdades sociais e da relação inclusão/exclusão, bem como o estudo das relações de
gênero, etnia, condição socioeconômica e de deficiência na educação. O componente

curricular, Sociologia das Práticas Corporais, também aborda esta temática.
A respeito da inserção da Educação Ambiental (EA) na proposta curricular do curso
EDFL, esta respalda-se na Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº
4.281, de 25 de junho de 2002, que dispõe especificamente sobre a EA e institui a Política
Nacional de Educação Ambiental (Pnea), como componente essencial e permanente da
educação nacional, que devem estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e
modalidades do processo educativo.
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Ambiental (Resolução CNE/CP Nº
2/2012) destacam que “o papel transformador e emancipatório da Educação Ambiental se
torna cada vez mais visível diante do atual contexto nacional e mundial em que a
preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da
biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias

evidenciam-se na prática social”.
Desse modo, nota-se a necessidade de inserir no processo educativo do curso

EDFL as discussões de educação ambiental, inseridas no componente curricular Lazer e
Educação Ambiental e de forma interdisciplinar. O trabalho interdisciplinar de educação

ambiental se caracteriza pela ampliação do espaço social e visa à disseminação crítica dos
conhecimentos socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade local,

nacional e global, com a formação cidadã e ética.
Destaca-se ainda que a Ufal possui um Núcleo de Educação Ambiental (NEA),
ligado ao Centro de Educação, mas que está aberto a apoiar o trabalho de educação

ambiental em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades com o Coletivo Jovem, cursos
de formação para professores e estudantes sobre Educação Ambiental, curso de

especialização em Educação Ambiental (2012).
Também, em cumprimento à legislação, o PPC do curso EDFL defende propostas
para a Educação de Relações Étnico Raciais, relacionadas à política educacional,
nomeadamente no que se refere às Leis: 10.639/2003 e 11.645/2008 e às resoluções:
CNE/CP n. 01/2012 e CNE/CP 01/2004, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e

Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena. Esta temática será contemplada nas disciplinas
História da Educação Física e das práticas corporais; Filosofia e Educação Física;
54

Metodologia das Práticas Corporais Integrativas; Sociologia das Práticas Corporais, e de
forma transversal em outras disciplinas.
A Educação em Direitos Humanos no curso EDFL adequa-se à Resolução CNE/CP
n. 01/2012. No PPC/EDFL, onde a temática é tratada de modo transversal e multidisciplinar
nos conteúdos das disciplinas Educação e Diversidade, Metodologia das Práticas Corporais
Integrativas, Metodologia do Ensino de Jogos e Brincadeiras na Educação Física, Libras,
Didática da Educação Física no Ensino na Educação Infantil, Didática da Educação Física
no Ensino Fundamental, Didática da Educação Física no Ensino Médio e Ensino de jovens,
adultos e idosos (Ejai).
A Pró-Reitoria de Extensão (Proext) a partir do Plano Nacional de Educação (PNE),
o PDI da universidade e a Política Nacional de Extensão Universitária (PNEU) define a partir
da Resolução 04/2018 do Consuni/Ufal a regulamentação das atividades curriculares de
extensão (ACEs) como componente obrigatório dos projetos pedagógicos dos cursos de
licenciatura e bacharelado. O curso EDFL entende a ACEs como ação pedagógica capaz
de

oportunizar

aos

discentes

a

materialização

da

interdisciplinaridade

e

da

interprofissionalidade no âmbito da formação do licenciado. Os discentes terão oferta

sistemática de ações de extensão a partir do 3º período letivo. Serão ofertados dois projetos
de extensão, cada um deles com duração de dupla semestralidade e carga horária total de
100 horas, cursos e ou eventos semestrais com carga horária total de 60 horas cada um.
Será reservado as ACEs 10,22% da carga horária total do curso e pretende-se promover
nas ações de extensão a articulação entre ensino e pesquisa além do entendimento da

formação do licenciado como processo cultural, científico e social.
O curso EDFL-Ufal apresenta sua proposta curricular organizada estruturalmente
em três núcleos de formação (quadro 5).

NÚCLEOS DE
FORMAÇÃO12

TIPOS DE
FORMAÇÃO13

DIMENSÕES
PARA A
FORMAÇÃO14

COMPONENTE
CURRICULAR E
CARGA HORÁRIA15;

CH
Teóric
a

CH
Prátic
a

CH
Total

12

Resolução CNE-CP Nº 02, de 1º de julho de 2015 - Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação
inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda
licenciatura) e para a formação continuada.
13

Resolução CNE-CES Nº 07, de 31 de março de 2004 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação em Educação Física, em nível superior de graduação plena.
14
Ibidem.
15

Art. 13. (...)I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, distribuídas ao longo do processo
formativo; II - 400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágio supervisionado, na área de formação e atuação na educação

55

PERÍODO-MATRIZ
CURRICULAR

Relação ser
humanosociedade
Biológica do
corpo humano

Produção do
conhecimento
científico e
tecnológico

NÚCLEO I
Núcleo de
estudos de
formação geral,
das áreas
específicas e
interdisciplina
res, e do campo
educacional

Técnicoinstrumental
Formação
Ampliada

Didáticopedagógico

NÚCLEO II

Formação
Ampliada

Relação ser
humanosociedade

1. Educação e
Diversidade (54h;
1º período);
1. Bases da
Anatomia Humana
(72h; 2º período);
2. Bases de
Fisiologia Humana
(72h; 3º período);
1. Metodologia da
Pesquisa Científica
(54h; 5º período);
2. Pesquisa
Educacional (72h;
6º período);
1. Organização do
Trabalho
Acadêmico (36h; 1º
período);
2. Técnicas de
Informática e de
Comunicação na
Educação (54h; 1º
período);
1. Profissão
Docente (54h; 1º
período);
2. Política e
Organização da
Educação Básica
no Brasil (72h; 2º
período);
3. Libras (54h; 2º
período);
4. Desenvolvimento
e Aprendizagem
(72h; 3º período);
5. Gestão da
Educação e do
Trabalho Escolar
(72h; 4º período);
6. Didática (72h; 4º
período).
1.Fundamentos
Históricos e
Filosóficos da
Educação Física
(72h; 2º período);
2. Sociologia das
Práticas Corporais
(36h; 3º período);

36

18

54

36

36

72

72

00

72

54

00

54

36

36

72

36

00

36

36

18

54

54

00

54

72

00

72

27

27

54

72

00

72

72

00

72

72

00

72

72

00

72

18

18

36

básica, contemplando também outras áreas específicas, se for o caso, conforme o projeto de curso da instituição; III - pelo
menos 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às atividades formativas estruturadas pelos núcleos definidos nos
incisos I e II do artigo 12 desta Resolução, conforme o projeto de curso da instituição; IV - 200 (duzentas) horas de
atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas específicas de interesse dos estudantes, conforme núcleo definido no
inciso III do artigo 12 desta Resolução, por meio da iniciação científica, da iniciação à docência, da extensão e da
monitoria, entre outras, consoante o projeto de curso da instituição.

56

Núcleo de
aprofundamento
e diversificação
de estudos das
áreas de
atuação
profissional

Biológica do
corpo humano

Produção do
conhecimento
científico e
tecnológico

Cultura do
movimento
humano
Formação
Específica

3. Lazer e
educação ambiental
(36h, 7º período);
1. Cinesiologia
(72h; 5º período);
2. Medidas e
Avaliação em
Educação Física
(72h; 6ºperíodo);
1. Ateliê de
Pesquisa (36h; 7º
período);
1. Metodologia do
Ensino do
Atletismo
(72h; 1º período);
2. Metodologia do
Ensino da
Ginástica
(72h; 1º período);
3. Metodologia do
Ensino de Jogos e
Brincadeiras na
Educação Física
(72h; 2º período);
4. Metodologia de
Ensino da Natação
I
(36h; 2º período);
4.1. Metodologia de
Ensino da Natação
II
(36h; 3º período);
5. Metodologia do
Ensino do
Basquetebol
(72h; 3º período);
6. Metodologia do
Ensino do Futebol
(36h; 4º período);
7. Metodologia do
Ensino do
Handebol
(54h; 4º período);
8. Metodologia do
Ensino do Futsal
(36h; 5º período);
9. Metodologia do
Ensino da
Atividade Física
Adaptada (72h; 6º
período);
10. Metodologia do
Ensino das Lutas
(54h; 7º período);
11. Metodologia do
Ensino do Voleibol
(54h; 7º período);
1. Pedagogia do
Esporte (36h; 1º
período);

18

18

36

36

36

72

36

36

72

36

00

36

36

36

72

18

54

72

18

54

72

18

18

36

18

18

36

18

54

72

18

18

36

18

36

54

18

18

36

18

54

72

18

36

54

18

36

54

18

18

36

57

Didáticopedagógico

NÚCLEO III
Núcleo de
estudos
integradores
para
enriquecimento
curricular

Estágios
Supervisionados

Formação
Ampliada

Formação
Específica

Relação ser
humanosociedade
Biológica do
corpo humano
Produção do
conhecimento
científico e
tecnológico
Culturais do
movimento
humano

2. Crescimento e
Desenvolvimento
Motor
(54h; 3º período);
3. Aprendizagem e
Controle Motor
(54h; 4º período);
4. Didática da
Educação Física no
Ensino na
Educação Infantil e
Fundamental (54h;
5º período);
5. Psicomotricidade
e Educação Física
(72h; 5º período);
6. Educação Física,
Saúde, Escola
(36h; 8º período);
7. Didática da
Educação Física no
Ensino Médio e
EJAI (36h; 8º
período)

36

18

54

36

18

54

18

36

54

36

36

72

18

18

36

18

18

36

Eletiva 01 (36h)

18

18

36

Eletiva 02 (36h)

18

18

36

Eletiva 03 (36h)

18

18

36

Eletiva 04 (36h)

18

18

36

40

50

90

40

70

110

40

70

110

40

50

90

1537

1149

2686

Estágio
Supervisionado I
(90h);
Estágio
Supervisionado II
(110h);
Estágio
Supervisionado III
(110h);
Estágio
Supervisionado IV
(90h)

SOMA DAS CH (disciplinas obrigatórias + estágios supervisionados)
Quadro 5. Matriz curricular com distribuição da carga horária

58

SOMA DAS CH (disciplinas obrigatórias + disciplinas
eletivas + estágios supervisionados)

2686

ATIVIDADES FORMATIVAS (Atividades acadêmicocientíficas-culturais + TCC)

236

TOTAL

2922

Quadro 6. Resumo da carga horária total

VIII. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR PERÍODOS
1º PERÍODO
CÓDIGO
EDFL070
54h
EDFL071
32h
EDFL072
54h
EDFL073
54h
EDFL074
36h
EDFL075
72h
EDFL076
72h

COMPONENTE
CURRICULAR
Profissão Docente
Organização do
Trabalho Acadêmico
Técnicas de
Informática e de
Comunicação
Educação e
Diversidade
Pedagogia do Esporte
Metodologia do Ensino
do Atletismo
Metodologia do Ensino
da Ginástica

CH
SEMANAL

CH
TEÓRICA

CH
CH prát. como
CH
PRÁTICA comp. curricular TOTAL

03

54

-

-

54

02

36

-

-

36

03

36

18

-

54

03

36

18

-

54

02

18

18

-

36

04

36

-

36

72

04

36

-

36

72

CH TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE. CURRICULAR

72

PRÉREQUISITO

378

CH TOTAL SEMESTRE

Quadro 7: Organização Curricular 1º Período

2º PERÍODO
CÓDI
GO

COMPONENTE
CURRICULAR

CH prát.
CH
CH
CH
CH
PRÉcomo comp. TOTA
SEMANAL TEÓRICA PRÁTICA
REQUISITO
curricular
L

Política e Organização da
04
72
Educação Básica no
Brasil
Libras
03
27
27
Fundamentos Históricos
04
72
e Filosóficos da
Educação Física
Bases da Anatomia
04
36
36
Humana
Metodologia do Ensino
04
18
dos Jogos e Brincadeiras
na Educação Física
Metodologia do Ensino
02
18
da Natação I
CH TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE. CURRICULAR
CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 8: Organização Curricular 2º Período

-

72

-

54

-

72

-

72

54

72

18

36

72

378

59

3º PERÍODO
CÓDIGO

COMPONENTE
CURRICULAR

CH
SEMANAL

CH
CH
TEÓRICA PRÁTICA

CH prát.
CH
PRÉcomo comp.
TOTAL REQUISITO
curricular

Desenvolvimento e
Aprendizagem

04

72

-

-

72

Bases de Fisiologia
Humana

04

72

-

-

72

03

36

18

-

54

02

18

18

-

36

04

18

-

54

72

02

18

-

18

36

-

50

72

-

Crescimento e
Desenvolvimento Motor
Sociologia das Práticas
Corporais
Metodologia do Ensino
do Basquetebol
Metodologia do Ensino
da Natação II

ACE 1 (Parte 1)
20
30
Projeto
CH. TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR
CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 9: Organização Curricular 3º Período

Bases da
Anatomia
Humana

Metodologia
do Ensino da
Natação I

392

4º PERÍODO
CÓDIGO

COMPONENTE
CURRICULAR

CH
SEMANAL

CH
CH
TEÓRICA PRÁTICA

Gestão da Educação
04
72
e do Trabalho Escolar
Didática
04
72
Aprendizagem e
03
36
18
Controle Motor
Metodologia do
02
18
Ensino do Futebol
Metodologia do
03
18
Ensino do Handebol
ACE 2 (Parte 2)
20
40
Projeto
CH. TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR
CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 10: Organização Curricular 4º Período

CH prát.
CH
PRÉcomo comp.
TOTAL REQUISITO
curricular

-

72

-

72

-

54

18

36

36

54

-

60

54

348

60

5º PERÍODO
CÓDIGO

COMPONENTE
CURRICULAR

Metodologia da
Pesquisa Científica
Didática da Educação
Física no Ensino na
Educação Infantil e
Ensino Fundamental

CH
SEMANAL

CH
CH
TEORICA PRÁTICA

CH prát.
CH
PRÉcomo comp.
TOTAL REQUISITO
curricular

03

54

-

-

54

03

18

36

-

54

Cinesiologia

04

36

36

-

72

Psicomotricida-de e
Educação Física

04

36

36

-

72

02

18

-

18

36

05

40

50

-

90

02

-

-

-

36

-

20

30

-

50

CH. TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR

18

-

Metodologia do
Ensino do Futsal
Estágio
Supervisionado I
Eletiva 01
ACE 3 (Parte 1)
Projeto

Bases de
Fisiologia
Humana
Des. e
Aprendizagem Motor

Didática

464

CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 11: Organização Curricular 5º Período

6º PERÍODO
CÓDIGO

COMPONENTE
CURRICULAR

CH
SEMANAL

Pesquisa Educacional
Metodologia do
Ensino da Atividade
Física Adaptada
Medidas e Avaliação
em Educação Física

04

36

36

04

18

-

54

72

04

36

36

-

72

06

40

70

-

110

02

-

-

-

36

-

20

40

-

60

54

-

Estágio
Supervisionado II
Eletiva 02
ACE 4 (Parte 2)
Projeto

CH
CH
CH como
CH
PRÉTEÓRICA PRÁTICA comp. Curric. TOTAL REQUISITO

CH. TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR
CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 12: Organização Curricular 6º Período

72

Estágio
Supervisionado I

422

61

7º PERÍODO
COMPONENTE
CURRICULAR

CÓD.

CH
SEMANAL

CH
CH
TEÓRICA PRÁTICA

CH de prát.
CH
PRÉcomo comp.
TOTAL REQUISITO
curricular

Metodologia do
Ensino das Lutas

03

18

-

36

54

Ateliê de Pesquisa

02

36

-

-

36

02

20

16

-

36

03

18

-

36

54

Estágio
Supervisionado III

06

40

70

-

110

Eletiva 03

02

-

-

-

36

-

36

-

60

72

-

Lazer e educação
ambiental
Metodologia do
Ensino do Voleibol

Eletiva 04
02
ACE 5
20
40
(Curso ou Evento)
CH. TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR
CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 13: Organização Curricular 7º Período

Metodologia
da Pesquisa
Científica

Estágio
Supervisiona
do II

422

8º PERÍODO
CÓDIGO

COMPONENTE
CURRICULAR

CH
SEMANAL

Didática da Educação
Física no Ensino
Médio e EJAI
Educação Física,
Saúde, Escola

CH
CH
TEÓRICA PRÁTICA

CH de prát.
CH
PRÉcomo comp.
TOTAL REQUISITO
curricular

02

18

18

-

36

02

18

18

-

36

Estágio
Supervisionado IV

05

20

70

-

90

ACE 6
(Curso ou Evento)

-

20

42

-

62

CH. TOTAL DA PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR

-

-

Estágio
Supervisiona
do III

224

CH TOTAL SEMESTRE
Quadro 14: Organização Curricular 8º Período

IX. DISCIPLINAS ELETIVAS
As disciplinas eletivas ofertadas pelo Curso de Licenciatura em Educação Física da
UFAL

formam

dois

núcleos

de

complementação/aprofundamento

de

práticas

pedagógicas, à saber: 1) formação profissional para o magistério no ensino fundamental,
e 2) formação profissional para o magistério no ensino médio. O conjunto de disciplinas
que compõem o aprofundamento de conhecimentos do Curso de Licenciatura em

Educação Física pode ser ampliado por novas demandas, tendo as propostas que serem
62

encaminhadas ao colegiado para sua aprovação, levando-se em consideração o perfil do
egresso proposto no Projeto Pedagógico do Curso.
A partir do 5º período aluno poderá selecionar a disciplina dentre as ofertadas pelo
curso, ou ainda por outo curso da Ufal, desde que aprovado tenha a aprovado do

colegiado do EDF.
Para integralização da carga horária total do currículo o aluno deve cumprir uma
carga horária mínima de 216h em disciplinas eletivas que se propõem a aprofundar os
conhecimentos específicos para a atuação profissional em educação básica. Este
aprofundamento deve estabelecer condições para: Inserção do aluno no contexto dos

espaços educativos; Investigação sobre o ensino e a aprendizagem do conteúdo
específico da Educação Física curricular na educação básica; Reflexão crítica sobre o
fazer pedagógico; Intervenção nas instituições educacionais escolares por meio de

projetos específicos;
DISCIPLINAS ELETIVAS

CÓDIGO

DISCIPLINAS ELETIVAS

Ch.
Semanal
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36
36

CARGA HORÁRIA
Ch.
Ch.
Teórica
Prática
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
36
36
36
18
18

Total

Práticas Corporais de Aventura
36
Tópicos Avançados em Lutas
36
Tópicos Avançados em Atletismo
36
Tópicos Avançados em Natação
36
Tópicos Avançados em Futsal
36
Tópicos Avançados em Handebol
36
Tópicos Avançados em Basquetebol
36
Tópicos Avançados em Futebol
36
Atividades Aquáticas
36
Estudo Integrador do Esporte Escolar
36
Dança, Expressão e Cultura Popular
36
Corpo e Gestualidade na Capoeira
36
Jogos Digitais e Educação Física
36
História do Corpo e das Práticas Corporais
36
Filosofia do Corpo
36
Psicologia do Esporte
36
Esportes de Raquete
36
Tópicos Avançados em Atividades Físicas
36
18
18
36
Adaptadas
Psicologia da Educação
36
36
36
Metodologia Práticas Corporais Integrativas
36
18
18
36
Jogos Esportivos Coletivos: Teoria de
36
36
36
Compreensão e de Ensino de Claude Bayer
Pesquisa-Ação e Planejamento da Educaçao
36
36
36
Física Escolar
Psicologia do Esporte
36
36
36
Quadro 15. Atividades teórico-práticas de aprofundamento de áreas específicas de interesse dos alunos

63

Além das disciplinas listadas acima, poderão ser consideradas como carga horária
eletiva as disciplinas do curso Educação Física/Bacharelado listadas abaixo:

CÓDIGO

DISCIPLINAS ELETIVAS
Bioética
Bioquímica Aplicada às Atividades Físicas
Fundamentos da Bioestatística I
Farmacologia Aplicada à Atividade Física
Política e Organização da Educação Física,
Esporte e Lazer
Nutrição e Atividade Física
Métodos e Sistemas para o Treinamento
Físico Geral
Atividade Física para Terceira Idade
Aspectos Sócio-Antropológicos das Atividades
Corporais

Ch.
Semanal
36
36
36
36

CARGA HORÁRIA
Ch.
Ch.
Teórica
Prática
36
36
36
36
-

Total
36
36
36
36

36

36

-

36

36

36

-

36

36

36

-

36

36

36

-

36

36

18

18

36

X. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE CURRICULAR
CH
60 min

PERCENTUAL
%

Disciplinas obrigatórias

2142

65,6

Disciplinas eletivas

144

4,4

Estágio Supervisionado

400

12,25

Atividades Acadêmicas Científico-Culturais

200

6,13

TCC

36

1,10

Atividades Curriculares de Extensão (ACE)

342

10,5

Prática como componente curricular obrigatório*

414

12,7

Carga horária total

3.264

100

COMPONENTES CURRICULARES

Quadro 16 - Distribuição da Carga Horária por Componente Curricular

** A carga horária da prática como componente curricular obrigatório está incluída na carga horária das
disciplinas obrigatórias.

64

XI. EMENTAS DOS COMPONENTES CURRICULARES E ACE’s
1º PERÍODO
Componente Curricular: Profissão Docente
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 54h

Carga Horária Prática: 00h

Ementa:
Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o papel do Estado na
formação e profissionalização docente e da escola como principal locus de expressão desse trabalho.
Bibliografia Básica
ARROYO, Miguel. Ofício de mestre; imagens e autoimagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
COSTA, Marisa C. Vorraber. Trabalho Docente e Profissionalismo: uma análise sobre gênero, classe e
profissionalismo no trabalho de professoras e professores de classes populares. Porto Alegre: Sulina,
1995.
MARQUES, Maria Auxiliadora de Resende Braga; DAVID, Alessandra. As interfaces da profissão
docente. São Paulo: Junqueira & Marin, 2012.

Bibliografia complementar
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Profissão Docente: novos estudos, novas perspectivas. Campinas:
Papirus, 2012.
VICENTINI, Paula Perin; LUGLI, Rosário Genta. História da Profissão Docente no Brasil: representações
em disputa. São Paulo: Cortez Editora, 2009, 234p.

Componente Curricular: Organização do Trabalho Acadêmico
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 00h

Ementa:
Estudos relacionados à conduta acadêmica, organização, análise e compreensão de textos teóricos. O
conhecimento de diferentes trabalhos acadêmico-científicos e seus aspectos técnicos e normativos.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, M. C. M. (org.) Construindo o saber; metodologia, fundamentos e técnicas. 24ª ed.,
Campinas - SP: Papirus, 2013.
LAKATOS, E. & MARCONI, M. de A. Fundamentos da metodologia Científica. 7ª. ed., São Paulo: Atlas,
2010.
SEVERINO. A. J. Metodologia do trabalho científico. 24 ª ed., São Paulo: Cortez, 2016.

65

Bibliografia Complementar:
CALAZANS, J. Iniciação científica: construindo o pensamento crítico. São Paulo: Cortez, 1999.
COSTA, A. R. F. et all. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. 8ª Ed.
Maceió: Edufal, 2010.
GUEDES, E. M. [et al.] Padrão Ufal de Normalização - Maceió: Edufal, 2012. Disponível em: <
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/iqb/pt-br/pos-graduacao/renorbio/normas1http://www.sibi.ufal.br/Padrao_Ufal_de_Normatizacao.pdf>. Data de acesso: 28/02/2018.
GUEDES, E. M. Curso de metodologia científica. 2ª Ed. Curitiba: HD livros Editora, 2000.
SANTOS, I. E. Textos selecionados de métodos e técnicas da pesquisa científica. 2ªEdição. Rio de
Janeiro: IMPETUS, 2000.

Componente Curricular: Técnicas de Informática e de Comunicação
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 18h

Ementa:
Estuda a importância das TIC na Educação Física, potencialidades pedagógicas e os desafios que
emergem a partir da introdução destas na prática educativa e suas relações nos espaços de
aprendizagem. Elaboração de projetos com atividades práticas envolvendo TIC nas aulas de Educação
Física.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Maria Elizabeth B.; DIAS, Paulo; SILVA, Bento D. (orgs). Cenários de inovação para a
educação na sociedade digital. São Paulo: Loyola, 2013.
BARBA, Carme; CAPELLA, Sebastiá (orgs). Computadores em sala de aula: métodos e usos. Porto
Alegre: Penso, 2012.
COUTO, Edvaldo; PORTO, Cristiane; SANTOS, Edmea (orgs). App-learning: experiências de pesquisa e
formação. Salvador: Edufba, 2016.
Bibliografia Complementar:
DARIDO, Suraya C.; SOUZA JÚNIOR, Osmar M. Para ensinar Educação Física: possibilidades de
intervenção na escola. 7.ed. Campinas: Papirus, 2013.
DUDENEY, Gavin; KOCKLY, Nicky; PEGRUM, Mark. Letramentos digitais. São Paulo: Parábola, 2016.
FINCK, Sílvia C. A Educação Física e o esporte na escola: cotidiano, saberes e formação. 2.ed. Curitiba:
IBPEX, 2011.

66

OSBORNE, Renata; SILVA, Carlos A.; SANTOS, Roberto F. Complexidade da Educação Física
escolar. Rio de Janeiro: Laparina/Faperj, 2013.
PEREZ-GOMEZ, Ángel I. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegre: Penso, 2015.

Componente Curricular: Educação e Diversidade
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 18h

Ementa:
Análise sócio-histórica da diversidade no contexto brasileiro. Discussão do significado das desigualdades
sociais e da relação inclusão/exclusão. Estudo das relações de gênero, etnia, condição socioeconômica e
de deficiência na educação.
Bibliografia Básica:
BOCK, A, M, B. Psicologia e Desigualdade Social. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, vol. 5,
n. 2, 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0102-71822009000300010.http://dx.doi.org/10.17267/23173394rpds.v5i2.1112
CANDAU, V.M. Somos tod@s iguais? Escola, discriminação e educação em direitos humanos. Rio
de Janeiro: DP&A, 2003.
HALL. S. A identidade cultural na pós-modernidade. 9 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.
Bibliografia Complementar:
LOURO, G. L. Gênero, Sexualidade e Educação. Petrópolis: Vozes, 1997.
NOGUEIRA, Ana Lúcia H. O trabalho docente nos múltiplos sentidos da diversidade. In: KASSAR,
Mônica de C.M. (org.) Diálogos com a diversidade: desafios da formação de educadores na
contemporaneidade. Campinas/SP: 2010. p. 55-75.

Componente Curricular: Pedagogia do Esporte
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h

Carga Horária Prática: 18h

Ementa:
Estudo sobre o conceito e as abordagens teórico-práticas do esporte e iniciação esportiva: Conceito e
classificação do esporte moderno. O esporte como expressão da cultura corporal de movimento e suas
implicações para o ensino das modalidades esportivas. Diversificação e especialização esportiva. Teorias
e métodos de ensino dos jogos esportivos. Os esportes e suas lógicas internas. Esportes individuais e
coletivos: conceitos, estruturas invariantes e princípios operacionais. Esportes tradicionais e radicais:
conceitos e princípios estruturadores. Experiências possíveis no esporte. Jogos pré-desportivos:
conceitos, princípios e classificação.
Bibliografia Básica
BAYER, C. O ensino dos desportos colectivos. Lisboa: Dinalivro, 1994.

67

REVERDITO, R.; SCAGLIA, A. J.; PAES, R. R. Pedagogia do esporte: panorama e análise conceitual
das principais abordagens. Motriz, Rio Claro, v. 15, n. 3, p. 600-610, 2009.
SADI, RENATO SAMPAIO. Pedagogia do esporte: explorando os caminhos da formação permanente e
da intervenção criativa em crianças e jovens esportistas. São Paulo: Icone, 2016, 192 p.

Bibliografia Complementar
BENTO, José Olímpio. Contexto e Perspectivas. Separata de: Pedagogia do Desporto: perspectivas
e problemáticas. Lisboa, 2000, p. 05-95.
GRECO, P. J.; BENDA, R. N. Iniciação Esportiva Universal I: da aprendizagem motora ao treinamento
técnico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.
PAES, R. R.& BALBINO, H. F. Pedagogia do Esporte: Contextos e Perspectivas. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
TEODORESCU, L. Problemas de teoria e metodologia nos jogos desportivos. Lisboa: Livros
Horizonte, 1984.
VANCINI, R. L. et al. A pedagogia do ensino das modalidades esportivas coletivas e individuais:
um ensaio teórico. Conexões: Revista da Faculdade de Educação Física da Unicamp, v. 13, n. 4, p. 137154, 2015.
Componente Curricular: Metodologia do Ensino do Atletismo
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 36h

Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Atletismo, fundamentos pedagógicos, e sua
aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
MATTHIESEN, S. Q. Atletismo se aprende na escola. 2. ed. Jundiaí, SP: Fontoura, 2009
MATTHIESEN, S. Q. Atletismo: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
TEIXEIRA, H. V. Educação Física e desportos: técnicas, táticas, regras e penalidades. 5. Ed. São
Paulo: Saraiva, 2013.

Bibliografia Complementar:
COICEIRO, G. A. 1000 exercícios e jogos para o atletismo. 3.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2011.
FERNANDES, J. L. Atletismo: lançamentos e arremessos. São Paulo: EPU, 2003.
______. Atletismo: saltos. São Paulo: EPU, 2001.
______. Atletismo: corridas. São Paulo: EPU, 2001.

68

KIRSCH, A.; SILVEIRA, G. E. A. (Trad.). Antologia do Atletismo: metodologia para iniciação para
escolas e clubes. 4 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1997. 178 p.

Componente Curricular: Metodologia do Ensino da Ginástica
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 36h

Ementa:
Estudo do campo da ginástica e sua prática pedagógica na escola. Possibilidades de construções
metodológicas na perspectiva da cultura corporal de movimento.
Bibliografia Básica:
AYOUB, E. Ginástica Geral e Educação Física Escolar. Campinas: Editora da Unicamp. 2004.
BALBINO, H. F. Inteligências múltipla: uma experiência em pedagogia do esporte da atividade física no
Sesc São Paulo. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2014.
GAYA, A & SILVA, G. PROESP-BR: manual de aplicação de medidas e testes, normas e critérios de
avaliação. Jul, 2007.
GRAMORELLI, L. C. Concepções de cultura corporal e seus reflexos no ensino da educação
física. In: NEIRA, M. G. Educação Física Cultural. São Paulo: Blucher, 2016.
Bibliografia Complementar:
FARINATTI, P. T. V. Criança e a atividade física. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
LOVISOLO, H. Atividade física, educação e saúde. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
NEIRA, M. G. “Ginástica na escola”; “Orientações Didáticas” e “Relato de Experiência”. In: In:
Práticas corporais: brincadeiras, danças, lutas, esportes e ginásticas. São Paulo: Melhoramentos, 2014.
p. 168-189.
OLIVEIRA, N. R. C. Ginástica para todos: perspectivas no contexto do lazer. Revista Mackenzier de
educação física e esporte- 2007, 6 (1:27-35).
SHARKEY, Brian. Aptidão física ilustrada. Porto Alegre: Artemed, 2012.
PALMA, A. Educação Física, corpo e saúde: uma reflexão sobre outros "modos de olhar"Revista
Brasileira de Ciências do Esporte. Florianópolis. v. 22, n. 2, p. 22-29, jan. 2001.
SOARES, C. L. Educação Física: raízes europeias e Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 1997.

69

2º PERÍODO
Componente Curricular: Política e Organização da Educação Básica no Brasil
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 72h
Ementa:

Carga Horária Prática: 00h

Estudo das políticas e da organização dos Sistemas Educacionais brasileiro e alagoano no
contexto das transformações da sociedade contemporânea, a partir de análise histórico-crítica
das políticas educacionais, das reformas de ensino, dos planos de educação e da legislação
educacional.
Bibliografia Básica:
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/ SC:
UNIJUI. 1999.
AZEVEDO, Janete Maria Lins. A educação como política pública. Campinas/SP: Autores
Associados, 1997
FREITAG, Bárbara. Escola, Estado e sociedade. 7 ed. rev. Rio de Janeiro: Moraes, 2007.

Bibliografia Complementar:
LIRA, Sandra. Alagoas 2000-2013. São Paulo: Perseu Abramo, 2013.
SAVIANI, Dermeval. Sistema Nacional de Educação e Plano Nacional de Educação:
significado, controvérsias e perspectivas. Campinas, SP: Autores Associados, 2014

Componente Curricular: Libras
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 27h
Ementa:

Carga Horária Prática: 27h

Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de expressões
manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia Básica:
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Lingüística e Filologia, 1995.
NEMBRI, Armando Guimarães e SILVA, Angela Carrancho da. Ouvindo o silêncio: surdez,
linguagem e educação. 3ª Ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 2012.
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira: Estudos
lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar:
70

BARROS, Mariângela Estelita. ELiS: sistema brasileiro de escrita das línguas de sinais. Porto
Alegre: Penso, 2015.
BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. Ideologias e práticas
pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
COUTINHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa
Editor: Arpoador, 2000.
QUADROS, Ronice M. Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. PortoAlegre: Artes
Médicas, 2007.
RIBEIRO, Veridiane Pinto. Ensino de Língua Portuguesa para surdos: percepções de
professores sobre adaptação curricular em escolas inclusivas. Curitiba: Editora Prismas, 2013.

Componente Curricular: Bases da Anatomia Humana
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 36h
Ementa:
Nomenclatura anatômica e sua identificação: músculos, ossos, articulações, sistemas e
órgãos; Estudo descritivo dos sistemas orgânicos: ênfase especial no aparelho locomotor e
nos sistemas circulatório, respiratório, endócrino, digestivo e nervoso aplicado à Educação
Física.
Bibliografia Básica:
BLANDINE ET Alli. Anatomia para o movimento. Vol I e II. São Paulo: Manole, 1998.
D’ANGELO, J.G. & Fattini, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo:
Atheneu, 2000.
FERNER ET Alli. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
Bibliografia Complementar:
MOORE, Keith. Anatomia aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
PALASTANGA, NIGEL; FIELD, DEREK; SOAMES, ROGER. Anatomia e movimento
humano: estrutura e função. São Paulo: Manole, 2000.

Componente Curricular: Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Física
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 72h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Análise dos conceitos filosóficos e históricos básicos da racionalidade humana em sua relação
com a modernidade (científico-tecnológica), com a visão dialética, com a formação dos sujeitos
históricos (corporais) e com a Educação Física e o Esporte, como aquisição de um
instrumental teórico e epistemológico que possibilite a especulação e reflexão acerca dos
desafios mais cruciais da Área de Educação Física na atualidade. Desafios, perspectivas e
concepções sobre o corpo e suas relações com a saúde, qualidade de vida e a prática regular
de atividades físicas
Bibliografia Básica:
CHAUÍ, M., Convite á Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
71

CASTELLANI, F. L., Educação Física no Brasil: a história que não se conta. 2ª ed.,
Campinas-SP.: Papirus, 1991.
GHIRALDELLI, Jr. P. Educação Física Progressista: a Pedagogia Crítico-Social dos
Conteúdos e a Educação Física Brasileira. São Paulo: Loyola, 1988.
Bibliografia Complementar:
BENJAMIN, W., Sobre o conceito da História. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre
literatura e história da cultura/ Walter Benjamin. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. 7ª ed., São
Paulo: Brasiliense, 1994.
BEREOFF, P.S., Experiência formativa e educação Física. São Paulo: UNISA, 1999.
MARINHO, I. P., História da Educação Física no Brasil. São Paulo: Cia.Brasil, 1980.
PLATÃO. In: Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultura, 1996.
SAVIANI, D., Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo, Cortez Editora/
Autores Associados, 1991.

Componente Curricular: Metodologia do Ensino dos Jogos e Brincadeiras na Educação
Física
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 18h

Carga Horária Prática: 54h

EMENTA:
Estudo dos jogos e brincadeiras como procedimento de ensino e discussão socioantropológica
em diferentes populações. E sua aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
CALLOIS, R. Os jogos e os homens. Lisboa: Cotovia, 1990.
CHATEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
HUIZINGA, J. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1980.
Bibliografia Complementar:
CALLOIS, R. Teoria do Jogo: a dimensão lúdica da existência humana. Petrópolis: Vozes,
2007.
DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade (orgs.). Educação Física na
escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
(Educação Física no ensino superior).
FREIRE, J. B.; VENÂNCIO, Silvana (orgs.). O Jogo dentro e fora da escola. Campinas:
Autores Associados. 2005. (Coleção Educação Física e Esportes).
PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Pioneira, 1979.
VIGOTSKI, L. S. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2015.

72

Componente Curricular: Metodologia de Ensino da Natação I
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h

Carga Horária Prática: 18h

Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos básicos constitutivos da Natação, procedimentos
pedagógicos dos nados crawl e costas e sua aplicaçãoprática na escola.
Bibliografia Básica:
COSTA, P. H. L. da (org). Natação e atividades aquáticas: subsídios para o ensino. São
Paulo: Manole, 2010. ISBN 9588541101202.
KRUG, D. F.; MAGRI, P. E. F. Natação: aprendendo para ensinar. São Paulo: All Print Editora,
2012. ISBN 9788541101202.
PALMER, M. L., A ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole1990.
Bibliografia Complementar:
CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. 3 ed. São Paulo: Manole, 1990.
GREGUOL, M. Natação adaptada: em busca do movimento com autonomia. São Paulo:
Manole. 2010.
MAGLISCHO, E. W. Nadando o mais rápido possível, 3 ed, São Paulo: Manole, 2010.
MAKARENKO, l. P. Natação: seleção de talentos e iniciação desportiva. Porto Alegre: Artmed,
2001.
MARTINS, V. Desenvolvimento motor global de crianças do 1º ciclo do ensino básico
com e sem prática prévia de natação em contexto escolar. Motricidade, 2015, vol. 11, n. 1,
pp. 87-97

3º PERÍODO
Componente Curricular: Desenvolvimento e Aprendizagem
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 72h
EMENTA:

Carga Horária Prática: 00

Estudos dos processos psicológicos do desenvolvimento e da aprendizagem na infância, na
adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia em sua interface com a Educação.

Bibliografia Básica:
COLL, C.; MARCHESI, A.; PALACIOS, J. Desenvolvimento psicológico e educação:
psicologia evolutiva. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, vol. 1.
KUPFER, M. C. Freud e a Educação. O mestre do impossível. 3ª Ed. São Paulo: Scipione,
1995.
MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. Princípios básicos de análise do comportamento. São
Paulo: Artmed, 2007.

73

Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, M. K. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São
Paulo: Scipione, 2010.
SHAFFER, D. R.; KIPP, K. Psicologia do Desenvolvimento: infância e adolescência. São
Paulo: Cengage Learning, 2012.

Componente Curricular: Bases de Fisiologia Humana
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 72h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Estudo das bases fisiológicas na organização funcional do corpo humano no contexto da
educação física escolar
Bibliografia Básica:
CONSTANZO, L. Fisiologia. 5a. Ed. Elsevier, 2014
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 5a. ed. Artmed, 2010,
992p.
TORTORA, G.J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia (Livro Digital). 12ª
Ed., Guanabara Koogan, 2014.
Bibliografia Complementar:
TORTORA, G.J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia (Livro Digital). 12ª
Ed., Guanabara Koogan, 2014.
WIDMAIER, E.P.; RAFF, H.; STRANG, K.T. VANDER. Os mecanismos das funções
corporais. 12a.Ed. Guanabara Koogan, 2013
WILMORE, J. H.; COSTILL, D. L. Fisiologia do Exercício e do Esporte. São Paulo: Ed.
Manole, 2010.
POWERS,S.K. & HOWLEY, E.T. Fisiologia do exercício. Teoria e aplicação ao
condicionamento e ao desempenho. 9ª.Ed. Manole, 2017.
ROWLAND, T. W. Fisiologia do Exercício na Criança. 2a.ed. Manole, 2008, 312p.

Componente Curricular: Sociologia das Práticas Corporais
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo sobre a diversidade das práticas corporais e suas relações na sociedade
contemporânea. Reflexão sobre os conceitos de técnicas corporais, corpo, controle e disciplina
e suas implicações sociais na intervenção da Educação Física. Análise das relações entre
políticas do corpo e práticas corporais na contemporaneidade, aspectos sociológicos do
esporte, gênero e etnia e suas correlações com a Educação Física escolar.
Bibliografia Básica:
BRACHT, Valter. Sociologia crítica do esporte. 3ª ed. Ijuí: Unijuí, 2009.

74

FOUCAULT, Michel. Os corpos dóceis. In: Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis:
Vozes, 1991.
LE BRETON, David. A sociologia do corpo. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
Bibliografia Complementar:
ARON, R. As etapas do pensamento Sociológico. Martins Fortes, São Paulo, 1995.
DAOLIO, Jocimar (Org). Futebol, cultura e sociedade. Campinas: Autores Associados 2005.
HELAL, Ronaldo. O que é sociologia do esporte? São Paulo: Brasiliense, 1990.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, c1989
LE BRETON, David. As paixões ordinárias: antropologia das emoções. Petrópolis: Vozes,
2009.
MAUSS, MARCEL. As técnicas do corpo. In: MAUSS, MARCEL. Sociologia e antropologia.
Cosac & Naify, 2003.

Componente Curricular: Crescimento e Desenvolvimento Motor
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo dos processos que envolvem o crescimento físico, o desenvolvimento motor e
maturacional, relacionando-os ao desenvolvimento humano.
Bibliografia Básica:
GALLAHUE, D.L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY Compreendendo o desenvolvimento motor:
bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7 Ed. São Paulo: Phorte Editora, 2013.
GUEDES, D.P.; GUEDES, J.E. Manual prático para avaliação em Educação física. Barueri
SP: Manole, 2006.
HAYWOOD, K.M.; GETCHELL, N. Desenvolvimento motor ao longo da vida. 5 Ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010.
Bibliografia Complementar:
BEE, H.L.; BOYD, D. A criança em desenvolvimento. 12 Ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
GALLAHUE, D; DONNELLY, F.C. Educação física desenvolvimentista para todas as
crianças. 4 Ed. São Paulo: Phorte, 2008.
MALINA, R.M.; BOUCHARD, C.; BAR-OR, O. Crescimento, maturação e atividade física. 2
Ed. São Paulo: Phorte Editora, 2009.
PAPALIA, D.E.; FELDMAN, R.D. Desenvolvimento humano. 12 Ed. Porto Alegre: AMGC,
2013.
SHAFFER, D.R.; KIPP, K. Psicologia do desenvolvimento: infância e adolescência. 2 Ed.
São Paulo: Cengage Learning, 2012.

75

Componente Curricular: Metodologia de Ensino do Basquetebol
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 18h

Carga Horária Prática: 54h

Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Basquetebol, procedimentos
pedagógicos e sua aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
FERREIRA, Aluísio Elias X. L.; DE ROSE JR, Dante. Técnicas e Táticas, São Paulo: Editora
E.P.U 2010.
MARONEZE, Sérgio. Manual de Ensino do basquetebol, São Paulo: Editora Icone, 2013.
ROSE JUNIOR, Dante de; TRICOLI, Valmor. Uma Visão Integrada entre Ciência e Prática,
Curitiba: Editora Manole, 2010.
Bibliografia Complementar:
BENTO, José Olímpio. Contexto e Perspectivas. Separata de: Pedagogia do Desporto:
perspectivas e problemáticas. Lisboa, 2000, p. 05-95.
DE ROSE JR, Dante. Do Treino ao Jogo. Curitiba: Editora Manole, 2017.
GRECO, P. J.; BENDA, R. N. Iniciação Esportiva Universal I: da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.
PAES, Montagner. Pedagogia do Esporte: Iniciação e Treinamento em Basquetebol, Rio de
Janeiro: Editora Guanabara, 2009
RODRIGUES, Heitor de A. Educação Física no Ensino Superior. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara, 2012.
PAES, R. R.& BALBINO, H. F. Pedagogia do Esporte: Contextos e Perspectivas. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

Componente Curricular: Metodologia de Ensino da Natação II
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos da Natação, procedimentos pedagógicos
dos peito e borboleta. Aspectos da natação competitiva. e sua aplicação como prática
pedagógica na escola.
Bibliografia Básica
COSTA, P. H. L. da (org). Natação e atividades aquáticas: subsídios para o ensino. São
Paulo: Manole, 2010. ISBN 9588541101202.
KRUG, D. F.; MAGRI, P. E. F. Natação: aprendendo para ensinar. São Paulo: All Print Editora,
2012. ISBN 9788541101202.
PALMER, M. L., A ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole1990.
Bibliografia Complementar:
CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. 3 ed. São Paulo: Manole, 1990.
GREGUOL, M. Natação adaptada: em busca do movimento com autonomia. São Paulo:
Manole. 2010.
76

MAGLISCHO, E. W. Nadando o mais rápido possível, 3 ed, São Paulo: Manole, 2010.
MAKARENKO, l. P. Natação: seleção de talentos e iniciação desportiva. Porto Alegre: Artmed,
2001.
GRECO, Camila Coelho. Aspectos Fisiológicos e Técnicos da Natação. 1ª Ed. Guanabara,
2011.

Nome/modalidade da ACE
ACE 1: Projeto (Parte 1)
Período letivo de oferta
3º Período
Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico - 20h
Prática - 30h
Ementa
Execução da primeira etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão.
Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.
Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.
Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório
Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos
Bibliografia Básica
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.
3.ed. Porto Alegre: Artmed/Bookman, 2010.
BRASIL. Resolução Normativa nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Resolução CNE/CEB 5/2009.
Brasília, 18 dez. 2009. Seção 1, p. 18.
FONSECA, Vitor da. Manual de observação psicomotora: significação
psiconeurológica dos fatores psicomotores. 3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2012.
Bibliografia Complementar
GRECO, Camila Coelho. Aspectos Fisiológicos e Técnicos da Natação. 1ª Ed.
Guanabara, 2011.
DE ROSE JR, Dante. Do Treino ao Jogo. Curitiba: Editora Manole, 2017.
HAYWOOD, K.M.; GETCHELL, N. Desenvolvimento motor ao longo da vida. 5 Ed.
Porto Alegre: Artmed, 2010.
LE BRETON, David. A sociologia do corpo. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

77

4º PERÍODO
Componente Curricular: Gestão da Educação e do Trabalho Escolar
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 72h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no planejamento, e da
escola como organização social e educativa: concepções, características e elementos
constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar, tendo como eixo o projeto
político-pedagógico.
Bibliografia Básica:
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e participativa.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. 5 ed (rev e ampl.) São
Paulo: Heccus Editora, 2011.
LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. 2 ed.
São Paulo: Cortez, 2003.
Bibliografia Complementar:
MEYER Jr., Victor. A Escola como organização complexa. In: Ana Maria Eyng; Maria
Lourdes Gisi. (Org.). Políticas e Gestão da Educação Superior: desafios e perspectivas. Ijuí:
Editora Unijuí, 2007, v., p. 231-261.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-aprendizagem e Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do Projeto PolíticoPedagógico: novos desafios para a escola. 8 ed. São Paulo: Papirus, 2010.

Componente Curricular: Didática
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 72h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Estudo da didática como práxis docente, nas suas dimensões política, técnico-pedagógica,
epistemológica e cultural, bem como suas relações com o currículo e na constituição do ensino,
considerando diferentes contextos sócio-históricos. Reflexão e conhecimento das proposições
teórico-práticas quanto à relação professor/a-aluno/a-conhecimento e aos processos de
planejamento e avaliação do ensino-aprendizagem.
Bibliografia Básica:
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis: Vozes,
2006
LIBÂNEO, José Carlos. ALVES, Nilda. (Org.) Temas de Pedagogia: diálogo entre didática e
currículo. São paulo: Cortez, 2012.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2013.
Bibliografia Complementar:

78

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São
Paulo: Cortez, 2011.
SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia. 42 ed. Campinas: Autores Associados, 2012.

Componente Curricular: Aprendizagem e Controle Motor
Carga Horária: 54h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 18h

EMENTA:
Estudo das teorias, processos e mecanismos da aprendizagem e controle motor.
Bibliografia Básica:
MAGILL, R. A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicação. 5 Ed. São Paulo: Editora
Edgard Blucher Ltda, 2000.
SCHMIDT, R. A.; WRISBERG, C. A. Aprendizagem e performance motora: uma abordagem
da aprendizagem baseada no problema. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed editora, 2001.
SHUMWAY-COOK, A; WOOLLACOTT. Controle motor: teoria e aplicação. 3 Ed. Barueri, SP:
Manole, 2010.
Bibliografia Complementar:
GALLAHUE, D.L.; OZMUN, J.C.; GOODWAY Compreendendo o desenvolvimento motor:
bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7 Ed. São Paulo: Phorte Editora, 2013.
GALLAHUE, D; DONNELLY, F.C. Educação física desenvolvimentista para todas as
crianças. 4 Ed. São Paulo: Phorte, 2008.
HAYWOOD, K.M.; GETCHELL, N. Desenvolvimento motor ao longo da vida. 5 Ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010.
TANI, G. Comportamento motor: aprendizagem e desenvolvimento. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2005.

Disciplina: Metodologia do Ensino do Futebol
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Futebol, fundamentos pedagógicos. E
sua aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
FREIRE, João Batista. Pedagogia do Futebol. 2.ed. Campinas: Autores Associados, 2006.
SCAGLIA, Alcides José. O futebol e as brincadeiras de bola. São Paulo: Phorte Editora,
2011.
WEINECK, Jurgen. Futebol total: o treinamento físico no futebol. Guarulhos: Phorte, 2000.
555p.
Bibliografia Complementar:
GRECO, Pablo. J.; BENDA, R. N. Iniciação esportiva universal: da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. Belo Horizonte: UFMG, 2007. v.2. 228 p

79

MENESES, Juan Pablo. Dente de Leite S.A: a indústria dos meninos de bola. São Paulo,
Editora Amarilys 2014.
MOURA, Eriberto José L. Nos domínios do futebol feminino: Rio de janeiro e São Paulo como
cenário (1913-2003). Maceió, Edufal, 2015.
ROCHA, Hugo P. A. DA. O Futebol como carreira: a escola como opção: o dilema do jovem
atleta em formação.Tese (Doutorado). Faculdade de Educação. Universidade Federal do Rio de
Janeiro. Rio de Janeiro, 2017, p. 289 f.
VIEIRA, Álvaro José Camargo. Experiência, escola e formação de crianças: estudo sobre
futebol escolar. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo, 2013,159 p.

Componente Curricular: Metodologia de Ensino do Handebol
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 36h
Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Handebol, procedimentos pedagógicos.
e sua aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
EHRE, A. et al. Manual de Handebol: Treinamento de Base Para Crianças e Adolescentes.
Tradução Pablo Juan Greco - São Paulo Phorte Editora; 2002
GRECO, J.P. e ROMERO, Juan J. Fernadez. Manual de Handebol da iniciação ao alto
nível. Phorte Editora, 2012.
GRECO, P. J. (org.). Iniciação esportiva universal: Metodologia da iniciação esportiva na
escola e no clube. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
Bibliografia Complementar:
EHRET, Arno; SCHUBERT, Renate; SPÄTE, Dietrich. Manual de handebol: treinamento de
base para crianças e adolescentes. São Paulo: Phorte, 2002.
FALKOWSKI, M. Mª M., FERNÁNDEZ, E. E. Metodologia Lineal el argumento de una
posibilidad. Madrid: Editorial Esteban Sanz Martinez, 1987.
GRECO, P. J., BRENDA, R. N. (Org.). Iniciação esportiva universal: Da aprendizagem
motora ao treinamento técnico. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
KÄSLER, H. Handebol do aprendizado ao jogo disputado. Rio de Janeeiro, Ao Livro
Técnico.
MARTINI, K. O andebol: técnica, tática e metodologia. Publicações Europa América, 1980.

Ementa da ACE
Nome/modalidade da ACE
ACE 2 Projeto: Parte 2
Período letivo de oferta
4º Período
Distribuição de carga horária (teórico e prática)
80

9

Teórico - 20h
Prática - 40h
Ementa
Execução da segunda etapa do projeto de extensão com duração de duas semestralidades
vinculados a uma ou mais linha de extensão.
Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada uma das linhas
de extensão.
Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.
Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório
Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos
Bibliografia Básica
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis: Vozes, 2006
MAGILL, R. A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicação. 5 Ed. São Paulo: Editora Edgard
Blucher Ltda, 2000.
SCAGLIA, Alcides José. O futebol e as brincadeiras de bola. São Paulo: Phorte Editora, 2011.
Bibliografia Complementar
EHRE, A. et al. Manual de Handebol: Treinamento de Base Para Crianças e Adolescentes.
Tradução Pablo Juan Greco - São Paulo Phorte Editora; 2002

SCAGLIA, Alcides José. O futebol e as brincadeiras de bola. São Paulo: Phorte Editora, 2011
10

GRECO, J.P. e ROMERO, Juan J. Fernadez. Manual de Handebol da iniciação ao alto nível. Phorte
Editora, 2012.
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis: Vozes, 2006
SCHMIDT, R. A.; WRISBERG, C. A. Aprendizagem e performance motora: uma abordagem da
aprendizagem baseada no problema. 2 Ed. Porto Alegre: Artmed editora, 2001.

5º PERÍODO
Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica
Carga Horária: 54h
Carga Horária Teórica: 54h
Carga Horária Prática: 00h
EMENTA:
Estudo e discussão sobre a pesquisa científica como processo de solução de problemas; o
trabalho científico como forma de leitura e sistematização da observação empírica. Orientação,
discussão e adequabilidade das possíveis escolhas temáticas, os diferentes paradigmas e a
construção das etapas de projetos científicos.
Bibliografia Básica
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3.ed. Porto
Alegre: Artmed/Bookman, 2010.
81

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas. 2006.
MINAYO, O. Desafio do conhecimento. Editora Hucitec. 2006
Bibliografia Complementar
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.
HOSSNE, W.S.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. Editora Campus,
2001.
THOMAS, J.R., NELSON, J.K. Métodos de Pesquisa em Atividade Física. 3.ed. ARTMED,
2002.
RIBEIRO JÚNIOR, João. O que é positivismo. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 2012.
VALDEMARIN, V. T.; SILVA, M. (orgs.) Pesquisa em educação: métodos e modos de fazer. São
Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.

Componente Curricular: Didática da Educação Física na Educação Infantil e Fundamental
Carga Horária: 54h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 36h
EMENTA:
Estudo teórico-prático sobre o que é ser criança no mundo atual: infância e sociedade. Os marcos
legais para o ensino da Educação Física na Educação Infantil. Planejamento e Avaliação da
Educação Física na Educação Infantil. Pedagogia por projetos na Educação Infantil. Análise da
Educação Física no ensino fundamental, sua importância como componente curricular, o processo
ensino e aprendizagem, determinação dos objetivos, seleção de conteúdos e estratégias de ensino,
recursos e formas de avaliação. Discussão da formulação e da inserção das aulas de educação
física no projeto pedagógico para o ensino fundamental.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Resolução Normativa nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Resolução CNE/CEB 5/2009. Brasília, 18 dez.
2009. Seção 1, p. 18.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil. Ministério da Educação e do Desporto,
Secretaria de Educação Fundamental. — Brasília: MEC/SEF, 2010.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO BÁSICA.
Base Nacional Curricular Comum. Versão 2018.http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wpcontent/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf
Bibliografia Complementar:
MACEIÓ. Lenira Haddad. Secretaria Municipal de Educação (Org.). Orientações curriculares
para a Educação Infantil da rede municipal de Maceió. Maceió: Edufal, 2015 (a). 271 p.
SILVANO, Sirléia. O currículo de formação ampliada em educação física e a teoria da
atividade de ensino. 2014. 95 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Educação Física, Programa
de Pós-graduação em Educação, Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, 2014.
GANDIN D. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e participativa.
Petrópolis: Vozes, 2013.

82

SILVA, A. Utilizando o planejamento como ferramenta de aprendizagem. São Paulo: Global
editora, 2009.
SILVA, M.; FORTES, W. Eventos: estratégias de planejamento e execução. São Paulo: Editora
Summus, 2011.

Componente Curricular: Cinesiologia
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h
Ementa:

Carga Horária Prática: 36h

Estudo do movimento humano, envolvendo os aspectos estruturais, funcionais e físicos. Análise
do movimento nos segmentos do corpo humano nas diversas manifestações da cultura corporal
de movimento. Avaliação da postura corporal.
Bibliografia Básica:
BANKOFF, A. D. P. Morfologia e Cinesiologia Aplicada ao Movimento. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007.
MOURA. J. A. R.; SILVA, A. L. Postura Corporal Humana. São Paulo: Fontoura, 2012.
THOMPSON, W. C.; FLOYD, R. T. Manual de Cinesiologia Estrutural. 19a ed. São Paulo:
Manole, 2016.
Bibliografia Complementar:
GINNIS, P.M. Biomecânica do Esporte e do Exercício. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.
HALL, S.J. Biomecânica Básica. 7a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: 2016.
HAMILTON, N. Cinesiologia: Teoria e Prática do Movimento Humano. 12ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013.
LIMA, C.S.; PINTO, R.S. Cinesiologia e Musculação. Porto Alegre: Artmed, 2006.
NEUMANN, D.A. Cinesiologia do Aparelho Musculoesquelético. 2a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.

Componente Curricular: Psicomotricidade e Educação Física
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 36h
EMENTA:
Estudo dos elementos psicomotores, das técnicas e recursos da intervenção, da avaliação e
observação psicomotora na educação física escolar.
Bibliografia Básica:
FONSECA, Vitor da. Manual de observação psicomotora: significação psiconeurológica dos
fatores psicomotores. 3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2012.

83

FONSECA, Vitor da. Psicomotricidade: filogênese, ontogênese e retrogênese. Martins Fontes: São
Paulo, 1993.
Le BOULCH, J. A educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1983.
Bibliografia Complementar:
AUCOUTURIER, B. O método Aucouturier: fantasmas de ação e prática psicomotora. Aparecida
- SP. Idéias e letras, 2007.
GONÇALVES, Fátima. Psicomotricidade & Educação Física: A utilização das linguagens do
movimento como suporte na formação psicomotora de crianças da educação infantil e
fundamental 1. São Paulo: Cultural RBL, 2001.
KABARITE, Aline & MATTOS, Vera. Avaliação Psicomotora: um olhar para além do
desempenho. 4ª ed. Rio de Janeiro: editora Wak, 2016.
LAPIERRE, A. Psicomotricidade relacional e análise corporal da relação. Curitiba: UFPR,
2002.
Le BOULCH, J. O desenvolvimento psicomotor: do nascimento aos 6 anos. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1983.

Componente Curricular: Metodologia do Ensino do Futsal
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Futsal, fundamentos pedagógicos. E sua
aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
BELLO JUNIOR, N. A ciência do esporte aplicada ao futsal. Rio de Janeiro: Sprint, 1988.
ENROLLER, Carlos Alberto. Futsal: ensino e prática. Canoas, Ed. ULBRA, 2004.
MUTTI, Daniel. Futsal: da iniciação ao alto nível. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Phorte, 2003.
Bibliografia Complementar:
SANTANA, Walter C. Futsal: apontamentos pedagógicos na iniciação e na especialização.
Campinas: Autores Associados, 2004.
FONSECA, Gerard Maurício Martins e SILVA, Mauro Amâncio da. Jogos de futsal: da
aprendizagem ao treinamento. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.
MELO, Rogério Silva de. Futebol: da iniciação ao treinamento. Rio de Janeiro: Sprint, 2001.
REZER, Ricardo e SAAD, Michel Angillo. Futebol e Futsal: possibilidades e limitações da prática
pedagógica em escolinhas. Chapecó: Argos, 2005.
SANTANA, Wilton Carlos. Futsal: metodologia da participação. Londrina: ed Lido, 1997.

Componente Curricular: Estágio Supervisionado I
Carga Horária: 90h
Carga Horária Teórica: 40h

Carga Horária Prática: 50h
84

EMENTA:
Levantamento das formas de sistematização do ensino da Educação Física na escola, tendo
como referência o que propõem as Diretrizes Curriculares para os diferentes níveis de
escolaridade. Co-participação no ensino da Educação Física na educação infantil; elaboração de
relatório de campo.
Bibliografia Básica:
BURIOLLA, M. A. F.. O estágio supervisionado. (3 ed.). São Paulo: Cortez Editora, 2012.
GANDIN, D. (2000). Planejamento como prática educativa. 17ª ed. São Paulo: edições Loyola,
2013.
MACEIÓ. Lenira Haddad. Secretaria Municipal de Educação (Org.). Orientações curriculares
para a Educação Infantil da rede municipal de Maceió. Maceió: Edufal, 2015 (a). 271 p.
Bibliografia Complementar:
GARCÍA, C. M.. Formação de professores: para uma mudança educativa. Porto: Porto Editora,
1999.
GRESPAN, M. R. Educação Física no Ensino Fundamental: primeiro ciclo. Campinas, Papirus,
2002.
HERNANDEZ, F. & Ventura, M. A organização do currículo por projetos de trabalho. 7ª Ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013.
SCHÖN, D. A.. El profesional reflexivo: como piensan los profesionales cuando actúan. José Bayo
(trad.). Barcelona, A & M Gráfic. 1983
ZABALA, A. A prática educativa: Como ensinar. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Ementa da ACE
Nome/modalidade da ACE
ACE 3: Projeto (Parte 1)
Período letivo de oferta
5º Período
Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico - 20h
Prática - 30h
Ementa
Execução da primeira etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão.
Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.
Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.
Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório
Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
85

Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos
Bibliografia Básica
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.
3.ed. Porto Alegre: Artmed/Bookman, 2010.
BRASIL. Resolução Normativa nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Resolução CNE/CEB 5/2009.
Brasília, 18 dez. 2009. Seção 1, p. 18.
FONSECA, Vitor da. Manual de observação psicomotora: significação
psiconeurológica dos fatores psicomotores. 3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2012.
Bibliografia Complementar
ENROLLER, Carlos Alberto. Futsal: ensino e prática. Canoas, Ed. ULBRA, 2004
Le BOULCH, J. A educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.
THOMPSON, W. C.; FLOYD, R. T. Manual de Cinesiologia Estrutural. 19a ed. São
Paulo: Manole, 2016.
GANDIN D. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis: Vozes, 2013.
SANTANA, Walter C. Futsal: apontamentos pedagógicos na iniciação e na
especialização. Campinas: Autores Associados, 2004.

6º PERÍODO
Componente Curricular: Pesquisa Educacional
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 36h
Ementa:
Estudo dos processos de construção do conhecimento científico; terminologias e conceitos
básicos na pesquisa educacional; etapas do planejamento e execução da pesquisa
educacional; orientação das normas técnicas e metodológicas na elaboração da pesquisa
científica.
Bibliografia Básica:
COSTA, R. et all. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. 2
ed. Maceió: Edufal, 2014.
FAZENDA, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 2001.
GATTI, Bernadete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasilia:
Liber Livro Editora. 2012.
Bibliografia Complementar
GIL, Antonio Carlos. Estudo de caso. São Paulo: Atlas, 2009
LAKATOS, Maria Eva. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
HIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2005.
86

NETTO, José Paulo. Introdução ao estudo do método de Marx. São Paulo: Brasiliense,
2009.
VALDEMARIN, V. T.; SILVA, M. (orgs.) Pesquisa em educação: métodos e modos de fazer. São
Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.

Componente Curricular: Metodologia do Ensino da Atividade Física Adaptada
Carga Horária: 72h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 54h
EMENTA:
Estudo do campo da Atividade Física Adaptada aplicada ao contexto da Educação Inclusiva,
como prática pedagógica na escola; da flexibilização curricular, das estratégias de ensino e dos
recursos pedagógicos para a promoção da inclusão de estudantes do público alvo da
Educação Especial nas aulas de Educação Física.
Bibliografia Básica:
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade Física Adaptada. 3ed. São Paulo, Manole, 2013.
MAUERBERG-DE CASTRO, E. Atividade física adaptada. 2ed. Ribeirão Preto, TECMEDD,
2011.
SHERRILL, C. Adapted Physical Activity, Recreation, and Sports: crossdisciplinary and lifespan.
6th Ed. Boston, Mc Graw Hill, 2003.
Bibliografia Complementar:
CIDADE, R. E. A. FREITAS, P. E. Introdução à Educação Física Adaptada para pessoas com
deficiência. Curitiba, UFPR,
GORLA, J. I. Educação Física Adaptada: o passo a passo da avaliação. Phorte Editora, 2009.
KLEIN, R. R.; HATTGE, M. D. Inclusão escolar: implicações para o currículo. Paulinas, 2009
PAN, M. O Direito à Diferença: Reflexão Sobre Deficiência Intelectual e Educação Inclusiva.
IBPEX, 2010.
TEIXEIRA, L. Atividade física adaptada e saúde: da teoria a prática. São Paulo: Phorte, 2008.

Componente Curricular: Estágio Supervisionado II
Carga Horária: 110h
Carga Horária Teórica: 40h
Carga Horária Prática: 70h
EMENTA:
Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização do ensino da
educação física em turmas do Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental;
elaboração de relatório de campo.
Bibliografia Básica:
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria Executiva de Educação Básica.
Base Nacional Curricular Comum. Versão 2018. (http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wpcontent/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf )

87

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE MACEIÓ. Diretrizes curriculares para o
ensino fundamental. Maceió: Viva editora, 2014.
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física, Vol. 7, Brasília, 2000.
DARIDO, S. RANGEL, I.C.A. (Org). Educação Física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar:
PERRENOUD, F. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul.
2000.
PENIN, S.T.S. A aula: espaço de conhecimento, lugar de cultura. Campinas, SP: Papirus,
1994.
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO. Diretoria de Orientação Técnica.
Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o Ensino
Fundamental: ciclo II: Educação Física / Secretaria Municipal de Educação - São Paulo: SME
/ DOT, 2007.
NISTA-PICCOLO, V.L. Esporte para saúde nos anos finais do ensino fundamental. São Paulo:
Cortez, 2012.
PALMA. A.P.T.V.; OLIVEIRA, A.A.B.PALMA, J. A. V. Educação Física e a organização
curricular. Londrina: Eduel, 2010.

Componente Curricular: Medidas e Avaliação em Educação Física
Carga Horária total: 72h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 36h
Ementa:
Estudo e fundamentação dos conceitos básicos das técnicas e instrumentos avaliativos dos
componentes da aptidão morfológicos e funcional-motores associando-os aos elementos da
cultura corporal do movimento, aplicados ao planejamento das ações motoras na escola.
Bibliografia Básica:
GUEDES, D.P.; GUEDES, J.E.R.P. Manual prático para avaliação em educação física.
Barueri-SP: Manole, 2006.
MORROW, J.R.; JACKSON, A.W.; DISCH, J.G.; et al. Medida e Avaliação do Desempenho
Humano. 4a ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
TRITSCHLER, K. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow e McGee.
5ª ed. São Paulo: Manole. 2003
Bibliografia Complementar:
ACHOUR JR., A.. Flexibilidade e Alongamento: Saúde e Bem-estar. 2a ed. São Paulo:
Manole, 2011.
ACSM. Manual ACSM para avaliação da aptidão física relacionada à saúde. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

88

HEYWARD, V.H. Avaliação Física e Prescrição de Exercício: Técnicas avançadas - 6ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013.
MACHADO, A.F. Manual de avaliação física. 3a ed. São Paulo: Ícone, 2016.
PETROSKI, E.L. Antropometria: técnicas e padronizações. 5a ed. São Paulo: Fontoura,
2011.

Ementa da ACE
Nome/modalidade da ACE
ACE 4 Projeto: Parte 2
Período letivo de oferta
6º Período
Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico - 20h
Prática - 40h
Ementa
Execução da segunda etapa do projeto de extensão com duração de duas
semestralidades vinculados a uma ou mais linha de extensão.
Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.
Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.
Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório
Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos
Bibliografia Básica
COSTA, R. et all. Orientações metodológicas para produção de trabalhos
acadêmicos. 2 ed. Maceió: Edufal, 2014.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional
Comum Curricular. Brasília, 2017.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade Física Adaptada. 3ed. São Paulo,
Manole, 2013.
Bibliografia Complementar
FAZENDA, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 2001.
BREDA, M. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte Editora,
2010.
SADI, R. S. Pedagogia do esporte: explorando os caminhos da formação
permanente e da intervenção criativa em crianças e jovens esportistas. São Paulo:
Icone, 2016.

89

MAUERBERG-DE CASTRO, E. Atividade física adaptada. 2ed. Ribeirão Preto,
TECMEDD, 2011.
SHERRILL, C. Adapted Physical Activity, Recreation, and Sports: crossdisciplinary and
lifespan. 6th Ed. Boston, Mc Graw Hill, 2003.

7º PERÍODO
Componente Curricular: Metodologia do Ensino das Lutas
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 36h
Ementa:
Estudo teórico-prático das lutas, procedimentos pedagógicos. E sua aplicação como prática
pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
BAPTISTA, C. E. dos S. Judô da escola a competição. Sprint, 2003.
BREDA, M. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte Editora, 2010.
SADI, R. S. Pedagogia do esporte: explorando os caminhos da formação permanente e da
intervenção criativa em crianças e jovens esportistas. São Paulo: Icone, 2016.
Bibliografia Complementar:
DARIDO, S. C. & RANGEL, I. C. Educação Física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
KUNZ, E. Transformação didático-pedagógica do esporte. 6. ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2004.

Componente Curricular: Ateliê de Pesquisa
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Estudo dos processos de construção do conhecimento científico, atividades programadas pelos
orientadores no sentido de colaborar com o desenvolvimento do projeto de conclusão do curso.
Bibliografia Básica:
ANDRÉ, M. E. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 2005.
CRESWELL, J., W. Projeto de Pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. Porto
Alegre: Artmed, 2010.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo:
Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1988.
FAZENDA, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 2001.

90

GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.
QUIVY, R., CAMPENHOUDT, Luc Van. Manual de Investigação nas Ciências Sociais,
Lisboa: Gradiva, 2008.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2007.

Componente Curricular: Lazer e Educação Ambiental
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 20h
Carga Horária Prática: 16h
Ementa:
Estudo dos conceitos, fontes, princípios e campo de aplicação da educação socioambiental e
Lazer e suas implicações na educação física, atividades físicas e de lazer. Cuidados especiais
na segurança de participantes e na manutenção de equipamentos de lazer.
Bibliografia Básica:
INACIO, H.; MARINHO, A. Educação física, meio ambiente e aventura: um percurso por vias
instigantes. Revista brasileira de ciências do esporte, Campinas, v. 28, n. 3, p. 5570, maio, 2007.
MASCARENHAS, Fernando. Lazer: como prática da liberdade, uma proposta educativa para a
juventude. 2. ed. Goiânia: Ed. da UFG, 2004.
MARINHO, A. Lazer, Meio Ambiente e Turismo: Reflexões sobre a Busca pela Aventura.
Revista

LICERE. Centro de Estudos de Lazer e Recreação / EEF / UFMG. Belo Horizonte, v. 10, n. 1 2007, p. 19.
Bibliografia Complementar:
SOUZA, M. da S.; LARA, G. S. Prática pedagógica em educação física e a educação
ambiental. Pensar a Prática, Goiânia, v. 14, n. 2, p. 111, maio/ago., 2011.
ALBUQUERQUE, Maria. Educação ambiental e EJA: Percepção dos alunos sobre o ambiente.
2013. Disponível em: <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=1402>. Acesso em: 12 dez.
2016.
MEDEIROS,B.urélia, et al. A Importância da educação ambiental na escola nas séries iniciais.
Revista Faculdade Montes Belos, v.4, n.1, set.2011.
BRITO, Giani Florentino Rodrigues de. Temáticas ambientais em disciplinas escolares: Entre o
planejado e o passível. Novas Edições Acadêmicas, 2016.
ALVIM, M. P. B. (2009). Educação Física e Educação Ambiental: uma relação possível e
imprescindível: estudo realizado na região do Vale do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. Porto,
Universidade do Porto. Faculdade de Desporto. Tese de Doutorado. Acesso em 02 de março de
2014 de http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/17969.

Componente Curricular: Metodologia de Ensino do Voleibol
Carga Horária total: 54h
Carga Horária Teórica: 18h
Ementa:

Carga Horária Prática: 36h

91

Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Voleibol, procedimentos pedagógicos. E
sua aplicação como prática pedagógica na escola.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, J. de B. Voleibol Moderno: Sistema Defensivo. RJ: Grupo de Sport, 1994.
FRANCISCO, J. O Jogador e a Equipe. SP: Hemus, [s.d.]
TEIXEIRA, H. V. Aprenda a Jogar Voleibol. SP: Ícone, 1992.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Manual do Treinador. Brasília: SEFD, 1971.
CANFIELD, J; REIS, C. Aprendizagem Motora no Voleibol. Santa Maria: JTC, 1988.
DURRWACHTER, G. Voleibol: treinar jogando. RJ: Ao Livro Técnico, 1984.
SUVOROV, Y.P.; GRISHIN, O. N. Voleibol: Iniciação. RJ: Sprint, 1990. V.II.

Componente Curricular: Estágio Supervisionado III
Carga Horária: 110h
Carga Horária Teórica: 40h
Carga Horária Prática: 70h
EMENTA:
Estágio supervisionado em Educação Física Escolar na Educação Básica (6ª ao 9ª ano). Plano
de Estágio. Estágio observacional escolar. Participação no processo de planejamento, avaliação
e operacionalização do ensino da Educação Física. Elaboração e desenvolvimento de projeto de
ensino em turmas de Educação Física. Seminário sobre a Educação Física (Jogos, Esportes,
Danças, Lutas e Ginásticas). Relatório técnico-científico de estágio.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino fundamental: Educação Física.
Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília: 1998.
BRASIL. Ministério da Educação, Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base.
Disponível em: <https://www.cpt.com.br/pcn/parametros-curriculares-nacionais-educacao-fisica
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=79601-anexotexto-bncc-reexportado-pdf-2&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192> Acesso em: 23
de julho de 2018.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da educação física. São Paulo: Cortez,
1994.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar:
FREITAS, L. C. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PICONEZ, S. C. B (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus,
1991.
PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo:
Cortez, 1994.
92

VAZ, A.F., SAYÃO, D.T. e PINTO, F.M. (Orgs.). Educação do corpo e formação de
professores: reflexões sobre a prática de ensino de educação física. Florianópolis: UFSC, 2002.

Ementa da ACE
Nome/modalidade da ACE
ACE 5: Curso ou Evento
Período letivo de oferta
7º Período
Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico - 20h
Prática - 40h
Ementa
Execução de curso ou evento de extensão com duração mínima de um semestre
letivo vinculado a uma ou mais linhas de extensão.
Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.
Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.
Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório
Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes;
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos.
Bibliografia Básica
GUEDES, D.P.; GUEDES, J.E.R.P. Manual prático para avaliação em educação
física. Barueri-SP: Manole, 2006.
MORROW, J.R.; JACKSON, A.W.; DISCH, J.G.; et al. Medida e Avaliação do
Desempenho Humano. 4a ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
ANDRÉ, M. E. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 2005.
Bibliografia Complementar
INACIO, H.; MARINHO, A. Educação física, meio ambiente e aventura: um
percurso por vias instigantes. Revista brasileira de ciências do esporte, Campinas, v.
28, n. 3, p. 5570, maio, 2007.
ARAÚJO, J. de B. Voleibol Moderno: Sistema Defensivo. RJ: Grupo de Sport, 1994.
TRITSCHLER, K. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow
e McGee. 5ª ed. São Paulo: Manole. 2003.
MASCARENHAS, Fernando. Lazer: como prática da liberdade, uma proposta
educativa para a juventude. 2. ed. Goiânia: Ed. da UFG, 2004.
TEIXEIRA, H. V. Aprenda a Jogar Voleibol. SP: Ícone, 1992.

93

8º PERÍODO
Componente Curricular: Didática da Educação Física no Ensino Médio e EJAI
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 18h

Carga Horária Prática: 18h

EMENTA:
Estudo do objetivo e do significado da Educação Física como componente curricular do ensino
médio e EJA e das alternativas e abordagens metodológicas disponíveis no atual quadro
educacional.
Bibliografia Básica:
CORTELLA, M. S. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos.
10ª ed., São Paulo, Cortez, Instituto Paulo Freire, 2006
FRANCO, M.L.P.B. Ensino médio: desafios e reflexões. Campinas, SP: Papirus, 1994.
HILDEBRANDT, R. Textos pedagógicos sobre o ensino de educação física. 3ª ed., Ijuí: ed.
UNIJUÍ, 2005.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996.
CASTELLANI FILHO, L. Política educacional e Educação Física. Campinas/SP: Autores
Associados, 2002.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez,
1992.
PILETTI, N. Estrutura e funcionamento do ensino de 2º grau. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1998.

Componente Curricular: Educação Física, Saúde, Escola
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo da multidimensionalidade da saúde e sua relação com o movimento corporal em suas
diferentes faixas etárias na escola, compreendendo os domínios físicos, psicossociais e
cognitivos.
Bibliografia Básica:
BARBANTI, V.J.; AMADIO, A.C.; BENTO, J.O. et al. Esporte e atividade física: interação entre
rendimento e saúde. São Paulo: Manole, 2002.
FARINATTI, P.T.V. Saúde, promoção da saúde e educação física: conceitos, princípios e
aplicações. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2006.
ROWLAND, T. Fisiologia do Exercício na Criança. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2008.
Bibliografia Complementar:

94

BAGRICHEVSKY, M.; PALMA, A.; ESTEVÃO, A.; et al. A saúde em debate na educação
física. Blumenau: Nova Letra, 2006.
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. A promoção da saúde no
contexto escolar. Rev Saúde Pública 2002; 36(2): 533-5.
CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil de. A saúde vai à escola: a promoção da saúde em
práticas pedagógicas. Physis [online]. 2015, vol. 25, n.4, pp.1207-1227.
De ROSE Jr. D. (org.). Esporte e atividade física na infância e na adolescência. 2º ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
MALINA, R.M.; BAR-OR, O.; BOUCHARD, C. Crescimento, Maturação e Atividade Física. 2ª ed.
São Paulo: Phorte, 2009.

Componente Curricular: Estágio Supervisionado IV
Carga Horária total: 90h
Carga Horária Teórica: 20h
Carga Horária Prática: 70h
Ementa:
Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização do ensino da Educação
Física no ensino médio (docência compartilhada); elaboração de relatório de campo.
Bibliografia Básica:
BOSSLE, F. O planejamento coletivo dos professores de Educação Física como
possibilidade de construção da proposta político-pedagógica. In: MOLINA NETO, V.;
BOSSLE, F.; SILVA, L. O.;
SANCHOTENE, M. U. Quem aprende? Pesquisa e formação em Educação Física escolar.
Ijuí: Editora Unijuí, 2009.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETARIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Base
Nacional Curricular Comum. Versão 2018. (http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wpcontent/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf )
Bibliografia Complementar:
NEIRA, M. G. Ginástica na escola; Orientações Didáticas e Relato de Experiência. In:
Práticas corporais: brincadeiras, danças, lutas, esportes e ginásticas. São Paulo:
Melhoramentos, 2014. p. 168-189.
PALMA, A.P.T.V.; OLIVEIRA, A.A.B.; PALMA, J.A.V. Educação Física e a organização
curricular: educação infantil, ensino fundamental, ensino médio. Londrina: Eduel,2010.
PERRENOUD, F. Dez novas competências para ensinar. Porto alegre: Artes Médicas Sul,
2000.
TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Petrópolis, Rio de Janeiro:
Vozes.
NISTA-PICCOLO, Vilma. L. & MOREIRA, Wagner W. Esporte para a vida no ensino médio.
São Paulo, Cortez, 2012.
SANTOS, W.; MAXIMIANO, F. L. Avaliação na Educação Física escolar: singularidades e
diferenciações de um componente curricular. Revista Brasileira de Ciências do Esporte,
Florianópolis, v. 35, n. 4, p. 883-896, out./dez. 2013.
95

MOREIRA, A. F. B.; CANDAU, V. M. Educação escolar e cultura(s): construindo
caminhosRevista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 23, jul/ago/set, 2003. p.
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações
curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o Ensino Médio: ciclo II:
Educação Física / Secretaria Municipal de Educação - São Paulo: SME / DOT, 2007.

EMENTA ACE. 6
Nome/modalidade da ACE
ACE 6: Curso ou Evento
Período letivo de oferta
8º Período
Distribuição de carga horária (teórico e prática)
Teórico - 20h
Prática - 42h
Ementa
Execução de curso ou evento de extensão com duração mínima de um semestre
letivo vinculados a uma ou mais linhas de extensão.
Público-alvo
Público atendido pelos projetos, cursos e eventos das ações de extensão de cada
uma das linhas de extensão.
Objetivos
Executar as ações das linhas de extensão.
Metodologia
25% da carga horária para planejamento da ação de extensão;
50% da carga horária para a execução das ações meio da ACE;
25% avaliação e elaboração de relatório
Indicadores/instrumentos de aval. e acompanhamento da ACE
Quantitativo de participantes externos e internos;
Quantitativo de docentes
Quantitativo de instituições e/ou órgãos públicos
Bibliografia Básica
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996.
BARBANTI, V.J.; AMADIO, A.C.; BENTO, J.O. et al. Esporte e atividade física:
interação entre rendimento e saúde. São Paulo: Manole, 2002.
BERTHERAT, Térèse; BERNSTEIN, Carol. O corpo tem suas razões:
antiginástica e consciência de si. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
Bibliografia Complementar
FARINATTI, P.T.V. Saúde, promoção da saúde e educação física: conceitos,
princípios e aplicações. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2006.
BOLSANELLO, Débora Pereirra (Org.). Em pleno corpo: educação somática,
movimento e saúde. Curitiba: Juruá, 2010.
FRANCO, M.L.P.B. Ensino médio: desafios e reflexões. Campinas, SP: Papirus,
1994.
CORTELLA, M. S. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e
políticos. 10ª ed., São Paulo, Cortez, Instituto Paulo Freire, 2006.
96

MALINA, R.M.; BAR-OR, O.; BOUCHARD, C. Crescimento, Maturação e
Atividade Física. 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2009.

XII. COMPONENTES CURRICULARES ELETIVOS
Componente Curricular: Práticas Corporais de Aventura
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo e desenvolvimento de vivências das atividades esportivas de aventura,
características e seu desenvolvimento no âmbito escolar.
Bibliografia Básica:
BAETA, A. M. B.; LOUREIRO, C. F. B.; LAYRARGUES, P. P.; CASTRO, R. S. Educação
ambiental: repensando o espaço da cidadania. 3a. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
BRUHMS, H. T. A busca pela natureza: turismo e aventura. São Paulo: Manole, 2008.
GEBARA, A. Educação física e esporte: perspectivas para o século XXI. 14 ed. Campinas,
SP: Papirus, 2007.
Bibliografia Complementar:
COSTA, V. L. de M. Esporte de aventura e risco na montanha: um mergulho no
imaginário. São Paulo: Manole, 2000.
KUNZ, E. Transformação didático pedagógica do esporte. 6 ed. Ijuí, RS: UNIJUÍ, 2004.
PIRES, A. G. M. G; CALCIOLARI JÚNIOR, A; HONORATO, T. (Org). Representações
sociais e imaginário no mundo esportivo. Londrina: Lazer & Sport, 2008.
SADI, R. S. Pedagogia do esporte: explorando os caminhos da formação permanente e da
intervenção criativa em crianças e jovens esportistas. São Paulo: Ícone, 2016.

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Lutas
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
As temáticas a serem desenvolvidas em Tópicos Avançados em Lutas serão definidas
em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade de docentes e
discentes. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas gerais dos tópicos.
O levantamento de interesses será feito a partir de consulta direta juntos aos grupos
interessados. Para cada tema oferecido, serão desenvolvidos e arquivados a ementa
e o programa. Os temas gerais propostos poderão ser suprimidos, assim como novos
temas poderão ser agregados em função da dinâmica do conhecimento.
Bibliografia Básica e Complementar:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

97

Disciplina: Tópicos Avançados em Atletismo
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo avançado e aplicação das técnicas e táticas do Atletismo em suas provas de pista e
campo e seu desenvolvimento no âmbito escolar.
Bibliografia Básica:
FERNANDES, J. L. Atletismo: lançamentos e arremessos. São Paulo: EPU, 2003.
_______________. Atletismo: saltos. São Paulo: EPU, 2001.
_______________. Atletismo: corridas. São Paulo: EPU, 2001.
Bibliografia complementar
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ATLETISMO. Regras oficiais de atletismo.
2006/2007. Rio de janeiro: Sprint, 2007.
KIRSCH, A.; SILVEIRA, G. E. A. (Trad.). Antologia do Atletismo: metodologia para
iniciação para escolas e clubes. 4 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1997. 178 p.
MATTHIESEN, S. Q. Atletismo: se aprende na escola. Jundiaí, SP: Editira Fontoura, 2009.
MATTHIESEN, S. Q. Atletismo: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Natação
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudos avançados da teoria e da prática da progressão didática, do detalhamento técnico e
organização das provas de natação e suas regulamentações.
Bibliografia Básica:
MAGLISCHO, Ernest W. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999.
MAKARENKO, l. P. Natação: seleção de talentos e iniciação desportiva. Porto Alegre:
Artmed, 2001
PLATONOV, Vladimir N. Treinamento Desportivo para nadadores de alto nível. São
Paulo: Phorte, 2005.
Bibliografia Complementar:
COSTA, P. H. L. da (Org). Natação e atividades aquáticas: subsídios para o ensino. São
Paulo: Manole, 2010. ISBN 9588541101202.
GREGUOL, M. Natação adaptada: em busca do movimento com autonomia. São Paulo:
Manole. 2010. ISBN 9788520430491.
STAGER, J. M.; TANNER, D. A. Natação: manual de medicina e ciência do esporte. 2 ed.
Barueri: Manole, 2008.
COUSILMAN, J., E. A natação: ciência e técnica para a preparação de campeões, 2ª.
Ed.Rio de Janeiro, LIAL, 1984.

98

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Futsal
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo e aplicação das técnicas e táticas do Futsal no planejamento, organização e execução
de programas de treinamento, visando à preparação global de equipes.
Bibliografia Básica:
ANDRADE JUNIOR, José R. Futsal: Aquisição, Iniciação e Especialização. Curitiba, Juruá,
2007.
MUTTI, Daniel. Futsal: da iniciação ao alto nível. 2ª ed. rev. e ampl. São Paulo: Phorte,
2003.
TENROLLER, Carlos A. Futsal: ensino e prática. Canoas: ULBRA ,2014.
Bibliografia Complementar:
SANTANA, Wilson C., Futsal: Apontamentos Pedagógicos na Iniciação e na Especialização.
Campinas, Autores Associados, 2004.

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Handebol
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo e aplicação das técnicas e táticas do handebol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando à preparação global de equipes à nível
escolar.
Bibliografia Básica:
EHRET, A.; SCHUBERT, R.; SPÄTE, D. Manual de handebol: treinamento de base para
crianças e adolescentes. São Paulo: Phorte, 2002.
GRECO, J. P. e ROMERO, J. J. F. Manual de Handebol da iniciação ao alto nível. Phorte
Editora 2012.
SIMÕES, A. C. Handebol Defensivo: conceitos técnicos e táticos. São Paulo: Editora
Phorte; 2008.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, A. G. de e DECHECHI, C. J.. Handebol Conceitos e aplicações. São Paulo:
Editora Manole 2011.

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Basquetebol
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo e aplicação das técnicas e táticas do basquetebol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes.
Bibliografia Básica:
FERREIRA, A. E. X.; ROSE JR. D.de. Basquetebol: Técnicas e Táticas. Editora E.P.U
2010.

99

MARONESE, S. Basquetebol: Manual de Ensino. Editora Icone, 2013
ROSE JUNIOR, D. de; TRICOLI, V. (Org.). Basquetebol: uma visão integrada entre ciência e
prática. 1ª ed. São Paulo: Editora Manole. 2004. p. 1-14.
Bibliografia Complementar:
ROSE JUNIOR, D. de; TRICOLI, V. Basquetebol: do treino ao jogo. Editora Manole, 2017.
PAES, R. e MONTAGNER, P. Pedagogia do Esporte: Iniciação e Treinamento em
Basquetebol. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 2009.
RODRIGUES, Heitor de Andrade; DARIDO, Suraya Cristina. Basquetebol na escola: uma
proposta didático-pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 132p.

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Futebol
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo e aplicação das técnicas e táticas do Futebol no planejamento, organização e execução
de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes.
Bibliografia Básica
FREIRE, João B. Pedagogia do futebol. Londrina: NP Editora, 1998.
GOMES, A.C. Treinamento desportivo: estruturação e periodização. Porto Alegre: Artmed,
2002.
KROGER, C.; ROTH, K. Escola da bola: um ABC para iniciantes nos jogos desportivos. São
Paulo: Phorte, 2002.
Bibliografia Complementar:
GRECO, P. J. & BENDA, R. N. (org.) Iniciação Esportiva Universal. Belo Horizonte: Ed.
UFMG, 1998. v 1 e 2.
KUNZ, E. (org). Didática da educação física. 3ª ed. Futebol - Ijuí: Ed. Unijuí, 2003.
MOURA, E. J. L. Nos domínios do futebol feminino: Rio de Janeiro e São Paulo como
cenário (1913-2003). Maceió: Edufal, 2015.
SCAGLIA, A. J. O Futebol que se aprende e o futebol que se ensina. Dissertação de
Mestrado. Faculdade de Educação Física-UNICAMP, 1999.
SILVA, S. R.; CORDEIRO, L. B.; CAMPOS, P. A. F. O Ensino do futebol: para além da bola
rolando. 1. ed. - Rio de Janeiro: Jaguatirica, 2016.

Componente Curricular: Atividades Aquáticas
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
As atividades aquáticas como processos pedagógico e fisiológico; o corpo e a sua capacidade
de expressão no meio líquido; possibilidades de conhecimento sobre as atividades praticadas
no meio líquido, jogos recreativos e lúdicos; aprendizagem inicial do salvamento em piscina.
Bibliografia Básica:
100

COSTA, Paula Hentschel Lobo da (org.). Natação e atividades aquáticas: subsídios para o
ensino. São Paulo: Manole, 2010.
FIGUEIREDO, P. A. P. de. Natação para bebês, infantil e iniciação: uma estimulação para a vida.
São Paulo: Phorte, 2011.
VELASCO, C. G. Boas práticas psicomotoras aquáticas. São Paulo: Phorte, 2013.
Bibliografia Complementar:
KRUG, D. F.; MAGRI, P. E. F. Natação: aprendendo para ensinar. São Paulo: All Print, 2012.
MARÍN, A. M. Atividades aquáticas como conteúdo da área de Educação Física.
Educacion Fisica y Deportes, Buenos Aires, ano 10, n. 73, 2004. Disponível em: Acesso em 28
mai. 2016.

Componente Curricular: Estudo Integrador do Esporte Escolar
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Aplicação da didática em Educação Física, nas suas dimensões política, técnico-pedagógica,
epistemológica e cultural, bem como suas relações com o currículo escolar e na práxis
docente articulada. Vivências nas diferentes áreas do campo educacional, assegurando
aprofundamento e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos
pedagógicos.
Bibliografia Básica
COLETIVOS DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo:
Cortez, 1992.
CORREIA, W. R. Educação Física Escolar: o currículo como oportunidade histórica. Rev
Bras Educ Fís Esporte, (São Paulo) 2016 Jul-Set; 30 (3) :831-36.
FINCK, S. C. M. A Educação Física e o Esporte na Escola: cotidiano de saberes e
formação. 1. ed. Curitiba-PR: InterSaberes, 2012. v. 1.
Bibliografia Complementar:
MELLO, R. A. A necessidade histórica da Educação Física na escola: os impasses
atuais. São Paulo: Instituo Lukács, 2014.
SEABRA JÚNIOR, L. Inclusão, necessidades especiais e Educação Física:
considerações sobre a ação pedagógica no ambiente escolar. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas. Campinas, SP: [s.n],
2006.
UCHOGA, L. A. R. Educação física escolar e relações de gênero: risco, confiança,
organização e sociabilidade em diferentes conteúdos. Dissertação (mestrado) Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação Física. Campinas, SP: [s.n],
2012.

Componente Curricular: Dança, Expressão e Cultura Popular
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h

Carga Horária Prática: 18h
101

Ementa:
Estudos das danças e suas histórias. Experiências expressivas do corpo em movimento,
cultura popular e diversidade.
Bibliografia Básica:
BOURCIER, P. História da Dança no Ocidente. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento: expressão corporal na educação
física. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1988.
DUARTE, A. Folclore negro das Alagoas. 2ª ed. Maceió: Edufal, 2010.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, M. Danças dramáticas do Brasil. 3 volumes. São Paulo: Martins, 1959.
BRANDÃO, C. R. O que é folclore. 13ª ed. São Paulo: Brasiliense, 2003.
FERNANDES, C. O corpo em movimento: o sistema Laban/ Bartenieff na formação e
pesquisa em artes cênicas. 2ª ed. São Paulo: Annablume, 2006.
GIL, J. Movimento total: o corpo e a dança. São Paulo: Antroposófica, 2001.
RENGEL, Lenira. Os temas de movimento de Rudolf Laban: modos de aplicação e
referências (I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII). São Paulo, SP: Annablume, 2008.

Componente Curricular: Corpo e Gestualidade na Capoeira
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
O jogo da capoeira e os jogos de conhecimento. Introdução aos aspectos históricos e culturais
da capoeira. A experiência do corpo e da gestualidade no jogo da capoeira.
Bibliografia Básica:
AREIAS, A. das. O que é capoeira. 3a ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
CAPOEIRA, N. Capoeira: pequeno manual do jogador. 8. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Record, 2006.
SILVA, Milton F. A linguagem do corpo na capoeira. Rio de Janeiro: Sprint, 2003.
Bibliografia Complementar:
BRUHNS, H. T. (Heloisa Turini). Futebol, carnaval e capoeira: entre as gingas do corpo
brasileiro. Campinas: Papirus, 2000.
CAPOEIRA, N. Capoeira: galo já cantou. 3. ed. São Paulo: Record, 2003.
CASTILHA, F. A. Aspectos pedagógicos da capoeira. Passo Fundo, RS: Méritos, 2012.
SOARES, C. E. L. A capoeira escrava e outras tradições rebeldes no Rio de Janeiro
(1808-1850). 2. ed. Campinas, SP: Ed. da Unicamp, 2001
SODRÉ, M. Mestre bimba: corpo de mandinga. Rio de Janeiro: Manati, 2002.
102

Componente Curricular: Jogos Digitais e Educação Física
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Ementa:

Carga Horária Prática: 18h

Os jogos digitais na educação: campo e experimentações. Jogos digitais e processos de
ensino e aprendizagem. Oficinas de jogos digitais em escolas. Health games. Games online. Prática de Exergames em educação.
Bibliografia Básica:
ALVES, L., COUTINHO, I. J. (org) Jogos digitais e aprendizagem. Campinas/SP: Papirus
Editora, 2016.
GARNEY W. R., YOUNG A., MCLEROY K.R., WENDEL ML, Schudiske E. A qualitative
examination of exergame motivations in geocaching. Games Health J 2016;5(1):34-39.
Doi: 10.1089/g4h.2015.0025.
GEE, J. Bons videogames e boa aprendizagem. Revista Perspectiva, Florianópolis, v. 27
n. 1, pp. 167-178, jan./jun. 2009.
Bibliografia Complementar:
GEE, J. Bons videojogos + boa aprendizagem: colectânea de ensaios sobre os
videojogos, a aprendizagem e a literacia. Portugal: Edições Pedágio, 2010.
MARASCHIN, C.; KROEFF, R.; GAVILLON, G (Orgs.). Oficinando com jogos digitais:
experiências de aprendizagem inventiva. Curitiba: CRV,
RETONDAR J J M, BONNET J C, HARRIS ERA. Jogos eletrônicos: corporeidade,
violência e compulsividade. Rev Bras Ciênc Esporte 2016;38(1):3-10. Doi:
10.1016/j.rbce.2015.12.006.
SCHWARTZ GM, SANTIAGO DRP, KAWAGUTI CN, TAVARES GH, FIGUEIREDO JP,
PALHARES MFS, Et al. Apropriação das tecnologias virtuais como estratégias de
intervenção no campo do lazer: os webgames adaptados. Licere 2013;16(3):1-26.
SQUIRE, Kurt. From content to context: videogames as designed experience. Educational
researcher, v. 35, n. 8, p. 19-29, 2006.
TELLES, H. Antropologia e game studies: o giro cultural na abordagem sobre os jogos
eletrônicos. In: ALVES, L.; NERY, J (Orgs.). Jogos eletrônicos, mobilidades e educação:
trilhas em construção. Salvador: Edufba, 2015.

Componente Curricular: História do Corpo e das Práticas Corporais
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Estudos das compreensões históricas do corpo e das práticas corporais no período moderno
e contemporâneo e suas relações com a Educação Física.
Bibliografia Básica:
CORBIN, A.; COURTINE, J.; VIGARELO, G. História do corpo. 2ª Ed. São Paulo: Vozes,
2008. 03 volumes (da Renascença às Luzes; da Revolução à Grande Guerra; As mutações
do olhar: o século XX).

103

SOARES, C. Corpo e história. 2ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.
VIGARELLO, G. O limpo e o sujo: uma história da higiene corporal. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
Bibliografia Complementar:
GOELLNER, S V. Bela, materna e feminina: imagens da mulher na revista Educação
Physica. Ijuí: Unijuí, 2003.
LE GOFF, J. & TRUONG, N. Uma história do corpo na Idade Média. São Paulo:
Civilização Brasileira, 2006.
LUCENA, R. O esporte na cidade. Campinas: Autores Associados, 2001.
SENNETT, Richard. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Bestbolso, 2008.

Componente Curricular: Filosofia do Corpo
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Estudos das compreensões do corpo e do movimento humano na história da filosofia moderna
e contemporânea.
Bibliografia Básica:
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia. Lisboa: Assirio &
Alvim, 1995.
DESCARTES, R. O mundo ou tratado da luz, o homem. Campinas SP: Unicamp, 2009.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 3ª ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
Bibliografia Complementar:
DESCARTES, R. Meditações metafísicas. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 32. ed. Petrópolis: Vozes, c1987.
MERLEAU-PONTY, M. O visível e o invisível. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000.
NIETZSCHE, F. W. Além do bem e do mal: prelúdio a uma filosofia do futuro. 2.ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2004.
SARTRE, J. O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica. 3. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1997.

Componente Curricular: Psicologia do Esporte
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
O campo da psicologia do esporte. Cooperação e competição. Aspectos psicológicos no
esporte educacional (concentração, motivação, ansiedade, estresse, cognição). Técnicas de
intervenção psicológica no âmbito do esporte. Qualidade de vida e exercício físico. Saúde
mental e atividade física.
104

Bibliografia Básica:
BECKER JR. B., SAMULSKI, D. Manual de Treinamentos Psicológico para o Esporte.
2.ed. Feevale, Porto Alegre, 2002.
FILHO, M. Características motivacionais de atletas brasileiros. Motricidade, 9, 64-72,
2013.
RÚBIO, K. Psicologia do Esporte: teoria e prática. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
Bibliografia Complementar:
AGIAR, T. ; COIMBA, D. ; FREITAS, V. H. ; MIILOSKI, B. ; BARA FILHO, M. Percepção de
estresse, recuperação e motivação durante uma temporada de treinamentos no
voleibol. Revista Mineira de Educação Física (UFV), 21, 7-20, 2013.
LOURENÇO, B. et. All. Atividade física como uma estratégia terapêutica em saúde
mental: revisão integrativa com implicação para o cuidado de enfermagem. Esc Anna
Nery;21(3):e20160390, 2017.
WEINBERG, R. S. GOULD, D. Fundamentos da Psicologia do Esporte e do Exercício. 2ª ed.
Artmed, Porto Alegre, 2001.

Componente Curricular: Esportes de Raquete
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo das diferentes modalidades praticadas com raquete. Diferentes processos de ensinoaprendizagem dos esportes tênis de campo, tênis de mesa e badminton e suas aplicações no
contexto escolar.
Bibliografia Básica
SAMULSKI, Dietmar M. Treinamento mental no tênis: como desenvolver as habilidades
mentais. São Paulo: Manole, 2008.
SHIZAKI, Márcio T; CASTRO, Mara S.A. Tênis: Aprendizagem e treinamento. 2.ed Ed.São
Paulo: Phorte, 2008.
SILVA, Rodrigo de Fariaet al. Tênis, tênis de mesa & badminton. São Paulo: SesiSPEdiora,2012.
Bibliografia Complementar:
BALBINOTTI, Carlos. O Ensino do Tênis: Novas Perspectivas de Aprendizagem. 1. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2009.
CABELLO, D.; SERRANO, D.; GARCÍA, J. M. Fundamentos del bádminton: De la
iniciación al alto rendimento. Málaga: Instituto Andaluz Del Deporte, 1999.
IIZUKA, Cristina Akiko; NAGAOKA, Kelly. Tênis. Histórico: origem e desenvolvimento. In:
MARINOVIC, Welber; IIZUKA, Cristina Akiko; NAGAOKA, Kelly Tiemi (orgs.). Tênis de
mesa: teoria e prática. São Paulo: Phorte, 2006. Cap. 1, p. 17-32.
LINARES, M. I.; e HORTELANO, M. O. Iniciacion al badminton. Zaragoza: CEPID, 1990.
MAIA, Mendes Luís. O Ensino do Badminton na Escola. FADEUP,2002.

105

Componente Curricular: Tópicos Avançados em Atividades Físicas Adaptadas
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo de temas atuais no campo da Atividade Física Adaptada aplicados ao contexto
escolar inclusivo. Organização e desenvolvimento de projetos em Atividade Física Adaptada.
Bibliografia Básica
CASTRO, Eliane Mauerberg de. Atividade Física Adaptada. Ribeirão Preto: Tecmedd,
2011.
GORGATTI, Márcia Gregoul; COSTA, Roberto Fernandes da (Org.). Atividade física
adaptada: qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. 2. ed., rev. e
ampl. Barueri, SP: Manole, 2008.
RODRIGUES, David (Org.). Atividade Motora Adaptada: a alegria do corpo. São Paulo:
Artes Médicas, 2006.
TEIXEIRA, L. Atividade física adaptada e saúde: da teoria a prática. São Paulo: Phorte,
2008.
Bibliografia Complementar
FERREIRA, V. Educação física adaptada: atividades especiais. Rio de Janeiro: Sprint,
2010.
GORLA, J. I. Educação física adaptada: o passo a passo da avaliação. São Paulo: Phorte,
2008.
WINNICK, J. P. Educação física e esportes adaptados. 3. ed. Barueri: Manole, 2004.

Componente Curricular: Psicologia da Educação
Carga Horária: 36h
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 00h
EMENTA:
Visão histórico-conceitual da Psicologia como ciência e sua contribuição à área educacional.
Estudo téorico-prático dos processos psicológicos que ocorrem no ambiente escolar.
Abordagem de categorias tais como: instituição escola, interação professor-aluno, relações de
saber-poder na prática pedagógica no campo da educação física.
Bibliografia Básica:
BOCK, A. M. FURTADO, O; TEIXEIRA M. de L. T. Psicologias. São Paulo: Saraiva, 2010.
FOUCAULT, M. Microfísica do Poder. São Paulo: Graal, 1979.
GADELHA, S. Biopolítica, governamentalidade e educação. Belo Horizonte: Autêntica,
2009.
Bibliografia Complementar:
COLL, Cesar. PALACIOS, J.; MARCHESI, A. (Orgs.) Desenvolvimento psicológico e
educação: psicologia da educação escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
LOURAU, L. René Lourau. Análise Institucional e Práticas de Pesquisa. Rio de Janeiro: Ed.
Uerj, 1993.
106

PERALES FRANCO, Cristina. Abordagem Etnográfica à Convivência na Escola. Educ. Real,
Porto Alegre, v. 43, n. 3, p. 887-907, set. 2018. Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S217562362018000300887&lng=pt&nr
m=iso>. Acesso em 29 jul. 2018.

Componente Curricular: Metodologia das Práticas Corporais Integrativas
Carga Horária total: 36h
Carga Horária Teórica: 18h
Carga Horária Prática: 18h
Ementa:
Estudo das práticas corporais alternativas, integrativas e complementares e sua aplicação como
prática pedagógica na escola. Vivências de práticas corporais com ênfase na percepção,
sensibilização e conscientização corporal.
Bibliografia Básica:
BERTHERAT, Térèse; BERNSTEIN, Carol. O corpo tem suas razões: antiginástica e
consciência de si. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
BOLSANELLO, Débora Pereirra (Org.). Em pleno corpo: educação somática, movimento e
saúde. Curitiba: Juruá, 2010.
KNASTER, Mirka. Descubra a sabedoria do seu corpo. São Paulo: Cultrix, 1996.
Bibliografia Complementar:
BERGE, Yvone. Viver o seu corpo: por uma pedagogia do movimento. São Paulo: Martins
Fontes, 1988.
BERTHERAT, Térèse; BERNSTEIN, Carol. O correio do corpo: novas vias da antiginástica.
São Paulo: Martins Fontes, 1981.
FRAGA, Alex; WACHS, Felipe (Coord.). Educação física e saúde coletiva: políticas de
formação e perspectivas de intervenção. Porto Alegre, RS: 2007.
LACERDA, Y. Atividades Corporais: O Alternativo e o Suave na Educação Física. Rio de
Janeiro: Sprint Editora, 1995.
VISHNIVETZ, Berta. Eutonia: educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus, 1995.

Disciplina: Jogos esportivos coletivos: teoria de compreensão e de ensino de Claude Bayer
Carga Horária Total: 36H
Carga Horária Teórica: 36h
Carga Horária Prática: 00h
Ementa. Esta proposta de curso abordará o tema “Jogos esportivos coletivos: Ideias de Claude
Bayer.” Claude Bayer é um autor francês que desenvolveu uma teoria de compreensão e de
ensino dos jogos coletivos. Assim, esta proposta visa estudar e revisar criticamente textos
científicos do autor para compreender a sua aplicação, principalmente em ambiente escolar para
o ensino de jogos coletivos.
Bibliografia Básica
BÁSICAS:
107

1. WITTIZORECKI, Elisandro Schultz; DAMICO, José Geraldo Soares; SCHAFF, Ismael Antonio
Bacellar. Jogos, Recreação e Lazer. Curitiba: Intersaberes, 2012.
2. DAOLIO, Jocimar. Jogos esportivos coletivos: dos princípios operacionais aos gestos técnicosmodelo pendular a partir das idéias de Claude Bayer. Revista Brasileira de Ciência e Movimento,
v. 10, n. 4, p. 99-104, 2008.
3. GALATTI, Larissa et al. Pedagogia do esporte: Considerações metodológicas a partir dos
aspectos técnico-táticos e sócio-educativos dos Jogos Esportivos Coletivos na Escola. Movimento e
Percepção, v. 9, n. 13, 2008.

Bibliografia Complementar
1. GOULART, Antonio Roberto. Jogos pré-desportivos na Educação Física escolar: Linhas de
ensino, desenvolvimento motor e psicomotricidade. Editora Labrador LTDA, 2018.
2. MICHELINI, MARCELO COMPAGNO. Teoria de Esportes Coletivos de Claude Bayer: O Futsal.
Campinas. TCC Graduação em Educação Física. Unicamp, 2007.
3. MICHELINI, Marcelo Compagno et al. Futsal: tática defensiva e contemporânea e a teoria de
ensino dos jogos esportivos coletivos de Claude Bayer. Conexões, v. 10, n. 1, p. 20-37, 2012.
4. DAOLIO, Jocimar; VELOZO, Emerson Luís. A técnica esportiva como construção cultural:
implicações para a pedagogia do esporte. Pensar a prática, v. 11, n. 1, p. 9-16, 2008.
5. MENDONÇA, Alessandro Palaria Hora. A relação entre o método de ensino e o conhecimento
técnico-tático de jogadores nos esportes coletivos. RBFF-Revista Brasileira de Futsal e Futebol,
v. 6, n. 22, 2014.

Disciplina: Pesquisa-ação e Planejamento da Educação Física Escolar
Carga Horária Total: 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa:
Histórico e metodologia da pesquisa-ação; Concepção e organização de pesquisa-ação e
participativa; Noções sobre planejamento, didática e avaliação de ensino na Educação Física
Escolar; Noções sobre documentos relativos à educação física escolar (PCN, BNCC); Reflexões
sobre a prática docente na educação física escolar.

Bibliografia Básica
1. ANDRÉ, Marli Eliza. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
2. BETTI, I.C. R. Educação Física Escolar: a percepção discente. Revista Brasileira de Ciência
do Esporte, v. 16, n. 3, p.158-67, 1995.
3. BETTI, M. Ensino de primeiro e segundo graus: educação física pra quê?

Bibliografia Complementar
1. MINAYO, M. C. S. Pesquisa social: Teoria, Método e Criatividade. 17ª ed. Petrópolis: Vozes,
2000.
108

2. THOMAS, J.R.; NELSON, J.K., Métodos de Pesquisa em Atividade Física.3ªedição. Artmed.
2002.

Disciplina: Psicologia do Esporte
Carga Horária Total: 36h
Carga Horária Teórica: 36h

Carga Horária Prática: 00h

Ementa:
O campo da psicologia do esporte. Cooperação e competição. Aspectos psicológicos no esporte
educacional (concentração, motivação, ansiedade, estresse, cognição). Técnicas de intervenção
psicológica no âmbito do esporte. Qualidade de vida e exercício físico. Saúde mental e atividade
física.
Bibliografia Básica
1. BECKER JR. B., SAMULSKI, D. Manual de Treinamentos Psicológico para o Esporte. 2.ed.
Feevale, Porto Alegre, 2002.
2. FILHO, M. Características motivacionais de atletas brasileiros. Motricidade, 9, 64-72, 2013.
3. RÚBIO, K. Psicologia do Esporte: teoria e prática. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.

Bibliografia Complementar
1. AGIAR, T. ; COIMBA, D. ; FREITAS, V. H. ; MIILOSKI, B. ; BARA FILHO, M. Percepção de
estresse, recuperação e motivação durante uma temporada de treinamentos no voleibol. Revista
Mineira de Educação Física (UFV), 21, 7-20, 2013.
2. LOURENÇO, B. et. All. Atividade física como uma estratégia terapêutica em saúde mental:
revisão integrativa com implicação para o cuidado de enfermagem. Esc Anna
Nery;21(3):e20160390, 2017.
3. WEINBERG, R. S. GOULD, D. Fundamentos da Psicologia do Esporte e do Exercício. 2ª ed.
Artmed, Porto Alegre, 2001.

Disciplinas do curso de Educação Física/Bacharelado que podem ter seus créditos
aproveitados como eletivas.

Disciplina: Bioética 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa. Origem e evolução da bioética: filosofia, o princípio da sacralidade da vida e o princípio
da qualidade da vida. A bioética nas situações cotidianas (exclusão, cidadania, solidariedade e
compromisso social); a bioética nas situações limites ou de fronteira; a bioética e o pluralismo
moral. A análise ética das possibilidades de suspender, alterar, e/ou prolongar o curso da vida, do
mercado primitivo tecnológico. A compra, a venda e o aluguel de partes do corpo humano, a
liberdade e a responsabilidade científica, omissão, tolerância e radicalidade, os direitos humanos,
109

a participação de grupos minoritários (afrodescendentes, quilombolas e indígenas). Princípios
éticos profissionais da Educação Física.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, L. A Bioética nos experimentos com seres humanos e animais. Montes Claros: Ed.
Unimontes, 2002.
BERLINGUER, G. Ética da Saúde. São Paulo: Editora Hucitec,
1996.
COHEN, C.; SEGRE, M. Breve discurso sobre valores, moral, eticidade e ética. Bioética, 2:
19-24, 1994.

Bibliografia Complementar
BARCHIFONTAINE, C.; PESSINI, L. Bioética e saúde. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: CEDAS,
1990.
332p.
FORTES, P.; ZOBOLI, E. Bioética e saúde pública. São Paulo: Centro Universitário São Camilo:
Loyola, 2003. 167 p.
OLIVEIRA, F. BIOÉTICA: uma face da cidadania. São Paulo: Ed. Moderna, 1997. SGRECCIA,
1996.
E. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. São Paulo: Loyola,
SALLES, A. (Org.). Bioética: a ética da vida sob múltiplos olhares. Rio de Janeiro, RJ: Editora
Interciência, 2009. 222 p.

Disciplina: Bioquímica Aplicada às Atividades Físicas 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos e fenômenos bioquímicos aplicados a atividade física:
noções sobre organização da matéria, ligações e reações químicas, soluções e concentrações e
balanço ácido-básico. Estrutura celular, tecidos, órgãos relacionados a bioquímica. Bioenergética.
Carboidrato, lipídio e proteína: função, estrutura e metabolismo
Bibliografia Básica
MAUGHAM, M.; GREENHAFF, P. Bioquímica do exercício e do treinamento. São Paulo:
Manole,
2000.
MAUGHAN, R.; GLEESON, M. As bases bioquímicas do desempenho nos esportes. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed. Artmed: São Paulo, 2011.

Bibliografia Complementar
CAMPBELL, M.; FARRELL, S. Bioquímica: bioquímica metabólica. São Paulo: Thomson
Learning,
2008.
CISTERNAS, J.; MONTE, O.; MONTOR, W. Fundamentos teóricos e práticos em bioquímica.
São Paulo: Atheneu, 2011.
HARVEY, R.; FERRIER, D. Bioquímica ilustrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
KOOLMAN, J.; RÖHM, K. Bioquímica: texto e atlas. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2015.

110

Disciplina: Fundamentos de Bioestatística I - 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Estudo e discussão sobre os principais conceitos e ferramentas da análise exploratória
de dados em estatística: distribuições de frequência, tabelas e gráficos, medidas de tendência
central, de posição e de dispersão. Assimetria e Curtose. Introdução ao Estudo da Teoria das
Probabilidades. Uso de softwares e planilhas computacionais na organização e análise de dados
na Educação Física. Teoria da Amostragem.
Bibliografia Básica
CALLEGARI-JACQUES, S. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003.
255 p.
MEYER, P. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
MORETTIN, Pedro; BUSSAB, W. Estatística básica. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 540 p.

Bibliografia Complementar
COSTA, S. Introdução Ilustrada à Estatística. 5. ed. São Paulo: Editora Harbra Ltda., 2013, 416
p.
LAPPONI, J. Estatística usando Excel. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005, 476 p.
TRIOLA, M. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora
S. A., 2008, 696 p.
VIEIRA, S. Estatística Experimental.
2. edição, São Paulo:
______. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

Atlas,

1999.

Disciplina: Farmacologia aplicada à Atividade Física - 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos da farmacologia aplicada à atividade física relacionada à
saúde e ao desempenho esportivo: farmacocinética e farmacodinâmica; terapia farmacológica nas
doenças crônico-degenerativas; uso farmacológico no esporte e o doping.

Bibliografia Básica
BRUNTON, L.; CHABNER, A.; KNOLLMAN, C. As bases farmacológicas da terapêutica de
Goodman & Gilman. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. GOODMAN, L. Goodman & Gilman:
2010.
manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre:
AMGH,
KATZUNG, B.; Masters, S.; Trevor, A. Farmacologia básica e clínica. 12. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2014.

Bibliografia Complementar
NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6 ed. Artmed: São Paulo, 2014.
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
111

Política e Organização da Educação Física, Esporte e Lazer - 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Estrutura e organização política da educação física esporte e lazer no Brasil. Atividade
física e sua relação com os domínios da qualidade de vida. Competências do profissional de
educação física no esporte, lazer e promoção da saúde. Gestão de programas de atividades
físicas.
Bibliografia Básica
BARROS, M.; SANTOS-FILHO, S. Trabalhador da saúde: muito prazer! Protagonismo dos
trabalhadores na gestão do trabalho em saúde. Ijuí: Unijuí, 2009. FRAGA, A.; WACHS, F. (Org.).
Educação física e saúde coletiva: políticas de formação e perspectivas de intervenção.
Porto
Alegre:
2007.
GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva e atividade física. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.

Bibliografia Complementar
REZENDE, J. Organização e administração no esporte. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
BAGRICHEVSKY, M. et al. A saúde em debate na educação física. Blumenau: Ed. Nova Letra,
2004.
(v.1).
_____________. A saúde em debate na educação física. Blumenau: Ed. Nova Letra, 2006. (v.
2).
CAMPOS, G. (Org.). Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012. GUTIERREZ, G.
Lazer e prazer questões metodológicas e alternativas públicas. Campinas: Autores
Associados, 2001.

MARCELLINO, N. Legados e megaeventos esportivos. Campinas: Papirus, 2013.

Nutrição e Atividade Física - 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos da nutrição aplicada a atividade física relacionada à saúde
e ao desempenho esportivo: natureza e fontes dos nutrientes; aspectos metabólicos e fisiológicos
envolvidos; princípios para o uso de recursos ergogênicos nutricionais; relação da alimentação e
atividade física na prevenção e tratamento das doenças crônicas não transmissíveis; princípios
básicos da avaliação nutricional.
Bibliografia Básica
McARDLE, W.; KATCH, F. e KATCH, V. Nutrição para o Esporte e Exercício. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
________. KATZH, F. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992.
OLIVEIRA, J.; MARCHINI, J. Ciências nutricionais. São Paulo: Savier, 1998. PASCHOAL, V.
Tratado de nutrição esportiva Funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.

Bibliografia Complementar
112

HIRSCHBRUCH, M.; Carvalho, J. Nutrição esportiva: uma visão prática. Barueri: Manole, 2008
KLEINER, S.; Greenwood-Robinson, M. Nutrição Para o Treinamento de Força. Tamboré:
Manole,
2002.
LANCHA JÚNIOR A.; Campos-Ferraz, P.; Rogeri, P. Suplementação Nutricional no esporte. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2009.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Nutrição: para o desporto e o exercício. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 2001. 694 p.
TIRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. São Paulo: Atheneu.
2005.

Disciplina: Métodos e Sistemas para o Treinamento Físico Geral - 36h
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Estudo da evolução do treinamento físico: principais qualidades físicas relacionadas
ao desempenho e saúde, bases gerais do treinamento e condicionamento físico; princípios
científicos do treinamento esportivo, prescrição e periodização do treinamento.

Bibliografia Básica
BARBANTI, V. Treinamento físico: bases científicas. 3. ed. São Paulo: CLR Balieiro, 2001.
BOMPA, T.; HAFF, G.G. Periodização: Teoria e Metodologia do Treinamento. Phorte
Editora. 2012.
GOBBI, S.; VILLAR, R.; A.; ZAGO, A.S. Bases teórico-práticas do condicionamento físico.
Guanabara Koogan, 2005

Bibliografia Complementar
MAGLISCHO, E. Nadando o mais rápido possível. 3. ed. São Paulo: Manole, 2010.
TUBINO, M.; MOREIRA, S. Metodologia científica do treinamento desportivo. 13. ed. Rio
de Janeiro: Shape editora, 2003.
9. ed. São Paulo: Manole,
1999.
WIENEC K, J. Treinamento Ideal.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole, 2016.
DANTAS, E. A prática da preparação Física. Rio de Janeiro. 6. ed. Rio de Janeiro: Shape
editora, 2004.
Disciplina: Atividades Físicas para Terceira Idade - 36H
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Características na fase adulta e terceira idade em relação ao ciclo da vida. Estudo
das transformações anátomo-fisiológicas decorrentes da faixa etária e suas relações com
ecossistema e cultura. Desenvolvimento de programas de atividades físicas.
Bibliografia Básica
MATSUDO, S. Avaliação do Idoso - Física & Funcional. São Paulo: Phorte, 2002.

113

SHEPHARD, R. Envelhecimento, atividade física e saúde. (Tradução: Maria Aparecida
Pereira Araújo). São Paulo, Phorte Editora, 2003.
SPIRDUSO, W. Dimensões Físicas do Envelhecimento. São Paulo: Manole, 2004.
Bibliografia Complementar
BATES & HANSON. Exercícios aquáticos terapêuticos. São Paulo: Manole, 2002.
BLAIR, S. Prova de esforço e prescrição de exercício. Rio de Janeiro: Revinter 1994.
LE MURA, L.; DUVILLARD, S. Fisiologia do Exercício Clínico: aplicação e princípios
fisiológicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

LORDA, R. Recreação na terceira idade. Rio Janeiro: Sprint, 1995.

Disciplina: Aspectos Sócio-Antropológicos das Atividades Corporais - 36H
Carga Horária Teórica: 36h Carga Horária Prática: 00h
Ementa: Identificação geral das principais correntes teóricas no campo da Antropologia e da
Sociologia, e suas relações com as práticas corporais. Reflexão sobre a diversidade da
construção social e cultural do corpo e das práticas corporais. Relações entre Educação Física,
Sociologia e Antropologia, a partir dos conceitos de corpo e movimento humano. Investigação
etnográfica.

Bibliografia Básica
GARCIA, R. Antropologia do Esporte. Rio de Janeiro: Shape Editora, 2007.
LE BRETON, D. A sociologia do corpo. Petrópolis: Vozes, 2010.
MURAD, M. Sociologia e Educação Física: diálogos, linguagens do corpo, esportes. Rio de
Janeiro: Editora FGV, 2009. Bibliografia complementar

Bibliografia Complementar:
ARON, R. As etapas do pensamento Sociológico. Martins Fortes: São Paulo, 1995.
BRACHT, V. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. 3. ed. Ijuí: Editora Unijuí, 2009.
HELAL, R. O que é sociologia do esporte. São Paulo: Brasiliense, 1990.
LE BRETON, D. As paixões ordinárias: antropologia das emoções. Petrópolis: Vozes, 2009.
MAUSS, M. As técnicas do corpo. In: MAUSS, MARCEL. Sociologia e antropologia. São Paulo:
Cosac & Naify, 2003.

114

XIII. ATIVIDADES FORMATIVAS
As atividades formativas são relativas às ações acadêmico-cientificas-culturais,
estão regulamentadas pelas Resoluções CNE/CP nº 01/2002 e nº CNE/CP 02/2002 e

Resolução nº 056/95 Cepe/Ufal. São atividades de cumprimento obrigatório e deverão ser
vivenciadas pelos estudantes ao longo da formação acadêmica de forma diversificada.
Até o final da graduação, o discente deverá comprovar carga horária mínima de 216
horas, representando entre 5% a 10% do total da carga horária da parte fixa, que será

somada à carga horária total obrigatória do curso.
Conforme o parágrafo segundo da Resolução Cepe/Ufal nº 113/95 as atividades

estarão distribuídas em 4 grupos:
Grupo 1 - Atividades de Ensino - disciplinas cursadas, com aprovação, em áreas afins,

ofertadas por quaisquer cursos da Ufal ou por outras instituições reconhecidas; monitoria de
disciplina e estagios não obrigatórios;
Grupo 2 - Atividades de Extensão - participação como monitor de projetos, eventos e

cursos de extensão; participação, organização e/ou ministrante em eventos da área como:
seminários, simpósios, congressos, conferências (dentro e fora da Ufal); participação nos
programas: Pibid e Residência Pedagógica;
Grupo 3 - Atividades de Pesquisa; Participação em grupos de estudo, Pibic, publicação e
apresentação de artigos, de resenhas, de resumos, de resumos expandidos e de capítulos
de livros;
Grupo 4 - Atividades de Representação Estudantil - participação de encontros nacionais de
estudantes e administração de entidades estudantis, em eventos esportivos compondo
equipe técnica, dentre outras.
Outras atividades não citadas neste documento poderão ser consideradas desde
que aprovadas pelo colegido de curso.
A avaliação e inserção das atividades/carga horária no histórico do aluno serão

realizadas pelo colegiado do curso, com base no relatório e em documentos
comprobatórios, entregues ao final de cada período acadêmico, e na classificação
normatizada pela Resolução Cepe/Ufal nº 113/95.

XIV. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será regido pelas normativas vigentes,
pelo Regulamento Geral de TCC proposto pelo curso (Anexo 3) e de acordo com o art. 18
115

da Resolução Nº 25 2005 - Cepe, de 26 de outubro de 2005 e instrução normativa Nº 02
Prograd/Fórum das Licenciaturas, da Ufal, de 27 de setembro de 2013.
O TCC é uma atividade acadêmica obrigatória à integralização curricular, não se

constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária semanal, sendo sua carga
total prevista no PPC e computada para integralização do curso. Deve ser apresentado ao
colegiado do curso sob a forma de monografia, relatório acadêmico de estágio

supervisionado, estudo de caso, produção técnico-profissional, artigo científico, ou ainda
pesquisa concluída apresentada em congresso regional, nacional ou internacional da
categoria. Qualquer uma das formas de apresentação da produção científica do aluno
deverá obrigatoriamente abranger uma das áreas temáticas abordadas na graduação,

envolvendo preferencialmente um ou mais componentes curriculares do curso.
Por meio do TCC, o aluno deverá demonstrar conhecimento compatível com a

habilitação adquirida, aprofundamento temático e conhecimento da bibliografia
especializada, bem como aprimorada capacidade de interpretação, visão crítica e
aplicação da ciência enfocada, sendo capaz de fazer a interlocução com as áreas afins,
devendo ser avaliados pelo Comitê de Ética da Ufal, conforme a sua natureza e

apresentada a uma comissão designada pelo colegiado para supervisionar o processo da
produção e defesa pública do TCC, junto ao orientador. Suas normas de elaboração

deverão seguir, preferencialmente, o Padrão Ufal de Normalização.
O TCC propicia a complementação do processo de ensino e de aprendizagem. É
planejado, executado, acompanhado e avaliado conforme os conteúdos programáticos e
calendário específico, constituindo-se em enriquecimento curricular, no que tange ao
aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e humano e poderá ser desenvolvido

individualmente ou em dupla, sendo obrigatório o depósito de registro escrito, referente ao
trabalho realizado e à respectiva defesa pública.
A Comissão de TCC será constituída por um coordenador e por dois membros do
curso, que aprovará a constituição das bancas de defesa pública, sendo elas homologada
pelo colegiado do curso.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no Projeto Pedagógico do curso e

computada para a integralização dele:
I - Gera vínculo institucional do aluno com a Ufal, desde que o projeto seja registrado na
coordenação do curso.
II - Deverá ser associado a um orientador, com titulação mínima de “pós-graduação stricto
sensu”, devidamente homologado pelo Colegiado do Curso.
116

III - Em casos especiais, poderão ser definidos orientadores fora do quadro de professores
da Ufal, desde que se apresente titulação mínima de “pós-graduação stricto sensu”,

devidamente aprovados pelo Colegiado do Curso.
IV - O aluno, de comum acordo com o seu orientador, poderá solicitar a colaboração de
um coorientador, não necessariamente do quadro da Ufal, desde que apresente titulação
mínima de “pós-graduação stricto sensu”, devidamente aprovados pelo Colegiado do

Curso.
V - O resultado da avaliação do TCC deverá ser registrado em ata, devidamente assinada
pelo(s) avaliador(es) e coordenador(a) de curso.
O cumprimento desta atividade deverá ser realizado de acordo com os seguintes
procedimentos: a escolha do professor orientador; confirmação da orientação pela entrega
do Termo de Compromisso de Orientação (assinado pelo professor orientador);

elaboração do calendário e horário a ser cumprido pelo orientando, conforme cronograma
publicado pelo Colegiado do Curso; elaboração e apresentação do anteprojeto de

pesquisa ao orientador; entrega da ficha de acompanhamento do orientador; qualificação
do trabalho pelo orientador (apresentar à coordenação formulário específico de

aquiescência da defesa); defesa pública do TCC; publicação ou apresentação em encontro
científico da área.
As normativas complementares sobre o TCC encontram-se anexados a este Projeto
Político Pedagógico.
XV. ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS

A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 - Lei do Estágio, define o “estágio como o
ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
Na Ufal, os estágios curriculares supervisionados são regulamentados a partir da Lei
do Estágio em conjunto com a Resolução nº 71/2006 - Consuni/Ufal, de 18 de dezembro de
2006, ficando definido como componente curricular, presente nos cursos de graduação,
sendo dividido em estágios curriculares supervisionados, obrigatório e não obrigatório,

desde que previstos nos projetos pedagógicos dos cursos.
O estágio curricular supervisionado obrigatório para o curso de Educação Física Licenciatura está previsto e orientado a partir do que preconizam os princípios decorrentes
das orientações legais, nominalmente as constantes na Lei Federal nº 11.788 de 25 de
117

setembro de 2008, cartilha esclarecedora sobre a lei do estágio: Lei nº 11.788 (2008),

Orientação normativa nº 07 de 30 de Outubro de 2008, Resolução CNE/CES nº 7, de 4 de
outubro de 2007, Decreto Casa Civil nº 8.752, de maio de 2016, Resolução CNE/CES n° 7,
de 31 de março de 2004, Resolução CONSUNI/Ufal nº 71 de 18 de dezembro de 2006,
Resolução CNE/CP nº 2 de 1 de julho de 2015 e tem em conta o Projeto Pedagógico do
Curso de Graduação em Educação Física - Licenciatura.
Os Estágios Curriculares Supervisionados são desenvolvidos em quatro períodos

letivos, com 100 horas em cada, perfazendo um total de 400 horas (Resolução CNE nº 2 de
1 de julho de 2015). Integram o itinerário formativo do estudante estagiário, fazem parte do
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e são atividades curriculares obrigatórias que

decorrem a partir do quinto semestre letivo.
Os estágios são supervisionados periodicamente por um professor do curso com

formação ou experiência na área de atuação das atividades do estágio. Essas atividades
deverão ser orientadas e programadas a partir de um plano de atividades, com a
obrigatoriedade de avaliações periódicas previstas nas normativas institucionais e dos

cursos da Ufal. Além disso, enfatizamos que a carga horária mínima do estágio curricular
deverá atingir 400 horas para o curso. Salientando, no caso dos bacharelados, que o

somatório dessa carga horária com a das atividades complementares não poderá exceder os
20% de carga horária total do curso. No caso dos cursos das áreas da Saúde e nas
licenciaturas, há cargas horárias determinadas pelas DCN’s e em resoluções e pareceres
específicos do Conselho Nacional de Educação.
Os Estágios Supervisionados Obrigatórios do Curso de Educação Física serão

realizado entre o 5º e 8º período do curso, sendo que seu principal objetivo é proporcionar ao
aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da
prática profissional, possibilitando-lhe, assim, o exercício de atitudes em situações

vivenciadas e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional futura,
nas dimensões técnica, pedagógica, social e ética, de ordem formal.
Em relação às condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades dos

estágios serão desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo ser nas dependências da
Ufal, como prevê o §3º do Art. 2º da Lei do Estágio, além de instituições públicas, privadas, ou
junto a profissionais liberais de nível superior, desde que devidamente registrados em seus
respectivos conselhos de fiscalização profissional, cadastrados e/ou conveniados de
acordo com a legislação vigente, sob a supervisão de um funcionário da instituição

concedente (orientador) e de um professor da Ufal (supervisor).

118

A estruturação do estágio formaliza-se por meio de atividades compreendendo,

obrigatoriamente, as seguintes etapas:
(1) Apresentação de termo de compromisso:
O estágio só será válido a partir do preenchimento e assinatura do Termo de
Compromisso de Estágio (TCE), celebrado entre o estudante estagiário, o docente

supervisor e a instituição concedente de estágio. Esse termo é um documento institucional,
contendo os dados gerais do estágio em questão, o número da apólice de seguros que o
estudante estagiário tem direito, disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio

(Gest/Prograd).
(2) Elaboração do plano de trabalho:
A proposta de estágio, contida no Plano de Estágio, deve estar no contexto da
formação acadêmica e ser apresentada para registro pelo Colegiado e devidamente

aprovado e acompanhado por um docente supervisor. O Plano de Estágio deve considerar
ainda a capacidade de planejamento que o estudante estagiário deve demonstrar na

organização das tarefas interventivas de Estágio Supervisionado Curricular, em contexto
de prática situada.
(3) Desenvolvimento das ações programadas
A organização de cada um dos componentes de Estágio Curricular Supervisionado é
de responsabilidade do professor Supervisor, em estreita relação com o Módulo de

Gerenciamento de Estágio (MGE/Prograd/Ufal) e a Coordenação de Estágios do Curso de
Educação Física - Licenciatura.
Para sua organização, defende-se a ideia central de que a articulação do estágio
com a pesquisa constitui instrumento epistemológico-teórico-metodológico fundante de um
modelo alternativo/inovador da formação inicial. O Estágio Curricular Supervisionado deve
ser visto como condição de desenvolvimento da autonomia intelectual, profissional e da
identidade profissional, tendo em vista a formação de um profissional-pesquisador críticoreflexivo.
O Estágio Curricular Supervisionado está dividido em quatro componentes de

formação, dispostos nos últimos quatro semestres letivos do Curso de Educação Física Licenciatura e se dará a partir de normatização própria aprovada pelo Colegiado do Curso.
(4) A avaliação final do estágio
119

A avaliação dos Estágios Curriculares Supervisionados se dará de maneira
processual, com caráter formativo e somativo. Ao final de cada Estágio, o Estudante

Estagiário deverá apresentar o Relatório Final de Estágio como requisito para a conclusão de
cada um dos Estágios Curriculares Supervisionados.
A avaliação dos Estágios Curriculares Supervisionados atenderá às orientações

prescritas nas normatizações acadêmicas que regem os critérios de avaliação de
aprendizagem da Ufal e daquelas definidas a partir da dinâmica de cada um dos Estágios
Curriculares Supervisionados.
O aproveitamento acadêmico, resultado obtido pelo Estudante Estagiário, relativo às
atividades de Estágio, é expresso pelas médias das Avaliações Bimestrais (AB), sempre no
mínimo de duas, ou pela média alcançada, após submetido à Prova Final (PF).
A verificação do rendimento do Estudante Estagiário na perspectiva dos Estágios
Curriculares Supervisionados far-se-á por meio da produção de Planos de Estágios,

avaliação intermédia atestada pelo Orientador de Estágio, produção de Relatório Final de
Estágio, avaliação final atestada pelo Orientador de Estágio e outras avaliações de

atividades equivalentes, quando solicitadas pelo Professor Supervisor.
A avaliação será feita pelo Orientador e pelo Professor Supervisor. Nela, serão
consideradas as Áreas de Desempenho, as atividades de Estágios Curriculares

Supervisionados e as competências profissionais a serem percorridas e adquiridas pelo
estudante estagiário no percurso da formação.
Além disso, deverá ser apresentado um relatório completo das atividades ao

Coordenador de Estágio e ao Colegiado do Curso, avaliado e assinado pelo orientador e
pelo supervisor do estágio. Essas atividades deverão estar compreendidas dentro das

diferentes áreas de atuação do curso.
O Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade opcional integrante
do conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares. A carga

horária será de no máximo 30 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades
acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias escolares, poderão ocorrer atividades de
estágios não obrigatórios, sendo a jornada de trabalho estabelecida entre o estagiário e a
parte concedente, com interveniência da Ufal, por meio da Coordenação de Estágios

Curriculares do curso.
O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório poderá, respeitada a Resolução
nº 71/2006 - Consuni/Ufal, de 18 de dezembro de 2006, ser transformado em Estágio

Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso, a depender da análise e
apreciação da coordenação do curso, aprovado no Colegiado do respectivo curso.
120

121

REFERÊNCIAS

BETTI, Mauro. Educação Física e Sociedade. São Paulo: Movimento, 1991.
BRACHT, Valter (et al). As ciências do esporte no Brasil. Campinas: autores Associados,
1995.
BRACHT, Valter. Educação Física e Aprendizagem Social. Porto Alegre: Magister, 1992.
BRASIL, Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº
10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior - SINAES e dá outras providências. Brasília, 2004.
______. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº
10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior - SINAES e dá outras providências. Brasília, 2004.
______. Presidência da República. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, 2005.
______. Presidência da República. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, 2005.
______. [Plano Nacional de Educação (PNE)]. Plano Nacional de Educação 2014-2024
[recurso eletrônico]: Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de
Educação (PNE) e dá outras providências. - Brasília: Câmara dos Deputados, Edições
Câmara, 2014. 86 p. - (Série Legislação; n. 125)

______. Decreto nº. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei nº. 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
______. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996; Brasil.
Ministério de Educação e do Desporto.
______. Lei nº. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui
a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm>. Acesso em: 20 ago. 2017.
______. Lei no 10.639, de 9 de Janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no

122

currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura AfroBrasileira", e dá outras providências.
______. Ministério da Educação Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 2000.
______. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular
preliminar - segunda versão. Brasília: MEC, 2016.

-

proposta

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123

______. Conselho Federal de Educação, Parecer CFE nº 672, de 04 de setembro de 1969.
Trata da fixação das matérias pedagógicas da licenciatura, especialmente com relação ao
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da União, Brasília, DF,1969.

______. Conselho Federal de Educação. Parecer nº 0058, de 18 de fevereiro de 2004.
Trata das diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em Educação
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______. Conselho Federal de Educação. Resolução nº 69, de 6 de novembro de 1969.
Fixa o currículo mínimo de Educação Física. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1969.
______. Conselho Federal de Educação. Resolução nº 03, de 16 de Junho de 1987. Fixa
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Educação Física (Bacharelado e/ou Licenciatura Plena). Diário Oficial da União, Brasília,
DF,1987.
______. Conselho Federal de Educação. Resolução nº 007/de 31 de Março de 2004.
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação
Física, em nível superior de graduação plena. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2004.
______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394 de dezembro de 1996.
Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: DF, 1996.

_______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 4.024, de dezembro de 1961.
Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: DF, 1961.
BRASIL. Lei 4.024, de 20 de dezembro de 1961. Fixa as Diretrizes e Bases da Educação
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Para

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125

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da
Universidade
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Alagoas.
Disponivel
em:
<https://ufal.br/estudante/graduacao/normas/documentos/resolucoes/resolucao_56_95_ce
pe>. Acesso em: 20 de nov. de 2018.
______. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 113/95 - CEPE, de 13
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https://ufal.br/estudante/graduacao/normas/documentos/resolucoes/resolucao_113_95_ce
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comissão própria de avaliação institucional - CPA/Ufal. Maceió, 2012.
______. Secretaria Executiva dos Conselhos Superiores. Estatuto Geral da Ufal. Maceió,
2006.
126

ANEXOS

127

ANEXO I - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

___________________________

128

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO

MACEIÓ
2019

129

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO

Este regulamento tem por finalidade normatizar o processo de desenvolvimento dos Trabalhos de
Conclusão de Curso (TCC) do curso de Educação Física Licenciatura da Universidade Federal de
Alagoas (EDFL/UFAL), estabelecendo critérios e procedimentos gerais a serem adotados.

CAPÍTULO 1
Das Disposições Preliminares

Art. 1º - O presente regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação e avaliação de
Trabalho de Conclusão do curso de graduação em EDFL/UFAL.
Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser realizado individualmente ou em
duplas, mediante consentimento expresso de maneira formal do orientador, devendo abordar

temáticas relacionadas as disciplinas da matriz curricular do Curso e/ou áreas afins,
preferencialmente, sob orientação dos docentes dos Cursos da Universidade Federal de Alagoas,
sendo apresentado sob a forma de artigo científico ou monografia.
Em sua natureza entende-se:
I.

Serão considerados artigos científicos os relatórios de pesquisa de campo com dados
empíricos, relatórios de Estágio Supervisionado, trabalhos completos apresentados em
reuniões científicas da área, relatórios do Programa de Iniciação à Docência (PIBID), do
Programa de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa de Residência Pedagógica que

atenderem as características dispostas no artigo 2º, inciso II.
II.

O artigo científico deverá conter, obrigatoriamente, as seções de resumo (até 300 palavras),
introdução, materiais e método, resultados, discussão, considerações finais (no mínimo,
4000 palavras), e referências (no mínimo 30). O artigo poderá ter sido ou não

submetido/publicado por um periódico da área de Educação Física no momento da defesa
do TCC.
Parágrafo único - Será permitida a orientação por docente externo, com titulação mínima de

especialista. As orientações por docente externo deverão passar por Aprovação do Colegiado do
Curso EDFL/UFAL.

130

Art. 3º - O TCC, será realizado conforme o artigo 2º deste regulamento e deverá propiciar aos

alunos do curso de Educação Física/Licenciatura, a oportunidade de demonstrar as competências
adquiridas ao longo da graduação cursada. Com o objetivo que os mesmos se iniciem na prática de
pesquisa, buscando aprofundar e produzir conhecimentos.
Art. 4º - Para todos os produtos finais será necessária a apresentação do registro de submissão ou
aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas, como

estabelecem as Resoluções do Conselho Nacional de Saúde 466/12 e 510/16 que dispõe sobre
pesquisas realizadas com seres humanos.

CAPÍTULO 2
Do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Art. 5º - O processo de confecção do TCC deverá compreender etapas sucessivas que serão

desenvolvidas ao longo dos semestres letivos em que o aluno estiver matriculado no Curso.
Art. 6º - A mudança do Projeto de Pesquisa para a elaboração do TCC somente poderá ocorrer, a
partir de proposta do aluno e/ou do Professor-Orientador, com parecer conclusivo do mesmo.
Art. 7º - A solicitação de Defesa do TCC deverá ser realizada pelo Professor-Orientador, assim que
o mesmo entenda que o Trabalho esteja pronto para tal processo avaliativo, através de e-mail

conforme estabelecido no fluxograma (APÊNDICE A) administrativo do TCC da coordenação.

CAPÍTULO 3
Dos alunos e professores-orientadores

Art. 8º - A escolha do tema a ser abordado na confecção do TCC será feita juntamente com o

Professor-Orientador escolhido pelo aluno, mediante disponibilidade do mesmo, explicitada através
da assinatura do Termo de Compromisso (APÊNDICE B).
Parágrafo único - Para consolidar e reforçar a produção acadêmico/científica é preferível que a
temática abordada seja relacionada por uma das várias linhas de pesquisa ou temática de interesse
dos Professores-Orientadores do Curso, conforme disposto em documento publicizado pela

coordenação de curso.
Art. 9º - Caberão ao aluno do curso de EDFL/UFAL os seguintes deveres:
131

I.

Apresentar, em primeiro lugar, ao Professor-Orientador um anteprojeto contendo: o tema, a
justificativa da escolha do tema, os objetivos e a bibliografia a ser consultada;

II.

Sob a supervisão do Professor-Orientador, apresentar cronograma, determinando as etapas
a serem cumpridas e os prazos para a realização das mesmas;

III.

Cumprir o calendário divulgado pela coordenação de curso e TCC, para realização das
atividades propostas até a defesa pública;

IV.

Frequentar as reuniões convocadas pelo seu Professor-Orientador;

V.

Elaborar a versão final do TCC, obedecendo às normas e instruções deste regulamento e
outras, aprovadas pela coordenação do curso de EDFL/UFAL, bem como atender padrão
UFAL de normalização de trabalhos acadêmicos e as exigências do Repositório Acadêmico
da Biblioteca da UFAL;

VI.

Comparecer no dia, hora e local determinados pela coordenação de curso para apresentar
e defender a versão final de seu TCC, perante banca examinadora;

VII.

Observar as sugestões da banca examinadora durante a defesa do trabalho e incluir as

mesmas, em anuência com o Professor-Orientador, na elaboração do trabalho final a ser
entregue.

Art. 10º - Só haverá substituição do Professor-Orientador mediante concordância das partes e com
anuência da coordenação de TCC e conhecimento do Colegiado do Curso.
Art. 11° - São deveres do Professor-Orientador:

I.

Orientar os alunos na escolha do tema e na elaboração e execução do TCC a ser

desenvolvido ao longo do curso;

II.

Sugerir ao Colegiado do Curso de EDFL/UFAL, alterações destinadas ao aprimoramento da
elaboração do TCC;

III.

Acompanhar, através de documento próprio, o desenvolvimento do TCC, por meio de
reuniões semanais ou quinzenais, de orientação em dia e hora, antecipadamente

combinados com o aluno e informados, através de relatório final a Coordenação do Curso
(APÊNDICE C);

IV.

Participar de reuniões, convocadas pela Coordenação, para análise do andamento do TCC,
assim como para a avaliação dos alunos;

132

V.

Marcar o dia, hora e local da apresentação e/ou defesa do TCC, perante banca
examinadora, bem como se responsabilizar por coletar as assinaturas dos membros da

banca;

VI.

Observar as sugestões da banca examinadora durante a defesa do trabalho e acompanhar
a inclusão das mesmas, na elaboração do trabalho final a ser entregue pelo aluno;

VII.

Retirar a ata de defesa do TCC na secretaria do curso e conferir as informações contidas no
documento (APÊNDICE E).

CAPÍTULO 4
Da Defesa e Entrega Final do TCC

Art. 12° - A versão final do TCC deverá atender ao padrão UFAL de normalização de trabalhos

acadêmicos e as exigências do Repositório Acadêmico da Biblioteca da UFAL.
Art. 13° - O cronograma de defesa do TCC deverá ser publicizado no mural da Coordenação do
Curso EDFL/UFAL, no início do semestre letivo.
Art. 14° - Após a defesa e aprovação do TCC, o aluno terá o prazo máximo 30 (trinta) dias corridos, a
contar da data da defesa, para apresentar os devidos ajustes e correções na versão final do

documento, atendendo as determinações do artigo 12º.
Art. 15° - A apresentação de TCC à banca examinadora no Instituto de Educação Física e Esporte
(IEFE) da UFAL é indispensável, mesmo que o produto final do TCC tenha sido publicado em revista
científica em momento anterior ou apresentado em reuniões científicas da área. A defesa pública
do TCC deverá ser realizada de forma presencial ou por videoconferência; bem como a atribuição
da nota.
Art. 16° - O Professor-Orientador tem autonomia para impedir que um TCC, seja submetido para
publicação ou apresentado, propondo a reprovação do aluno a qualquer tempo, desde que,

consubstancie e justifique sua decisão, encaminhado-a, por escrito, ao Colegiado do Curso.

CAPÍTULO 5
Da avaliação do TCC

133

Art. 17° - A avaliação do TCC será realizada por banca examinadora composta (APÊNDICE D),
preferencialmente, por professores do IEFE / UFAL que demonstram experiência no objeto de

investigação. Deverá a banca examinadora atribuir nota final ao candidato que submeteu o TCC,
mesmo que o produto final tenha sido aceito para publicação ou publicado em outra instância. A
presidência da banca examinadora fica a ser resolvida em comum acordo entre os membros,

prevalecendo a titulação acadêmica, desde que seja Professor vinculado ao Curso EDFL/UFAL.
Parágrafo único: Todas as notas referentes à avaliação do TCC compreenderão valores entre zero
(0) e dez (10) e, ficarão sujeitas, nas composições, aos critérios de arredondamento estabelecidos
pela UFAL.
Art. 18º - A avaliação do TCC deverá ser realizada a partir da defesa. No caso do TCC realizado em
dupla, haverá um sorteio para definir o apresentador.
Parágrafo único: A apresentação pública - no caso de o artigo científico já ter sido publicado - ou
a defesa do TCC, deverá ser realizada em um tempo máximo de 20 (vinte) minutos e, em seguida,
a banca examinadora disporá de até 30 (trinta) minutos para arguição e/ou considerações.
Parágrafo Único - As notas atribuídas ao Trabalho poderão estar condicionadas a realização dos
ajustes solicitados pela banca examinadora.
Art. 19° - O aluno reprovado na defesa de seu TCC terá direito a recurso perante o Colegiado do
Curso. O recurso deverá ser apresentado por escrito pelo candidato em concordância com o seu
orientador, no prazo máximo de dois dias úteis, contados a após a da data da defesa.
Parágrafo Único - Caberá ao Colegiado do Curso analisar a pertinência do pedido e dar os

encaminhamentos necessários à solicitação.
Art. 20° - A coordenação de curso publicizará o cronograma de defesas de TCC, a relação dos
alunos que procederam à entrega, dentro da data prevista, com a devida anuência do ProfessorOrientador definindo a data, horário e local das defesas e a constituição das bancas examinadoras.
Parágrafo 1º. - A defesa do TCC, será realizada em sessão pública;
Parágrafo 2º. - A nota final do TCC será registrada em ata própria (Apêndice I).
Parágrafo 3º. - A nota final do TCC será publicada após a entrega da versão definitiva.

CAPÍTULO 6
134

Das disposições gerais

Art. 21° - É de inteira responsabilidade do aluno, junto à secretaria e à coordenação do curso de
EDFL/UFAL, a observação e respeito aos seus prazos e obrigações;
Art. 22° - Todas as suspeitas de fraude acadêmica, seja pela suspeita de utilização de trabalhos já
realizados - nesta ou em outras instituições - seja o recorte de partes de outros trabalhos, serão
rigorosamente verificadas.
Parágrafo único: - Em caso de confirmação das suspeitas será nomeada uma comissão de ética
presidida pelo Coordenador do Curso e pelo Professor-Orientador que irá analisar a extensão e a
gravidade da fraude acadêmica, ficando o aluno passível de aplicação das normas disciplinares da
UFAL.

CAPÍTULO 7
Das disposições finais

Art. 23° - Os casos omissos e as interpretações deste Regulamento devem ser resolvidos pela

coordenação do curso de EDFL/UFAL, com recurso, em instância final, para o colegiado do curso.

Art. 24° - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso de
Educação Física-Licenciatura da UFAL.

APÊNDICE A
FLUXOGRAMA ADMINISTRATIVO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Preâmbulo

135

Este documento tem por objetivo organizar a dinâmica administrativa e acadêmica dos Trabalhos
de Conclusão de Curso da Educação Física/Licenciatura desde o início da confecção do projeto de
pesquisa até a entrega da versão final do TCC ao repositório institucional da Universidade Federal
de Alagoas.
Neste sentido, além de apresentar tais procedimentos também reunirá em anexo toda a
documentação e os formulários necessários para efetivação dos mesmos. As resoluções dos

Projetos Pedagógicos estarão no Anexo I.

ETAPA 1 - Construção do Projeto de Pesquisa e a Formalização da Orientação
A elaboração do Projeto de Pesquisa e a efetivação da formalização de orientação dar-se-á de

acordo com o Projeto Pedagógico do Curso.
Os discentes do PPC-2006 deverão realizar o Projeto de Pesquisa na disciplina “Projeto Integrador 7”
(7º Período) momento no qual o aluno deverá confeccionar a versão final, apresentar o Termo de
Aceite de Orientação (Anexo II) e, caso seja pertinente ao estudo, submeter o projeto ao Comitê de
Ética em Pesquisa (CEP - Plataforma Brasil), como apresentado na Figura 1.
Os discentes do PPC-2019 deverão realizar o Projeto de Pesquisa na disciplina “Ateliê de Pesquisa” (7º
Período) momento no qual o aluno deverá confeccionar a versão final, apresentar o Termo de Aceite
de Orientação (Anexo II) e, caso seja pertinente, submeter o projeto ao Comitê de Ética em Pesquisa
(CEP - Plataforma Brasil), como apresentado na Figura 1.
O Termo de aceite deverá ser encaminhado pelo(a) discente, em formato digital, com a devida
assinatura do(a) docente responsável para o email tcc.edfl.ufal@gmail.com até a aplicação da

Avaliação Bimestral 1 (AB1) no SIGAA.
A coordenação de TCC-EDFL dará baixa ao documento e incluirá a referida Orientação na Planilha
On-Line de Orientações de TCC do Curso de Educação Física-Licenciatura.

7º Período
PPC 2006

Projeto Integrador 7

* Elaboração do Projeto de Pesquisa
* Submissão do Projeto ao CEP

PPC 2019

Ateliê de Pesquisa
Encaminhar para o email:

Figura 1. Desenvolvimento do projeto de pesquisa nos cursos de licenciatura em Educação Física.
136

ETAPA 2 - Solicitação de Matrícula Vínculo
Caso o(a) discente não tenha concluído em tempo regular seu trabalho de conclusão de curso e,
além disso, não esteja em débito com nenhuma disciplina obrigatória e/ou eletiva, deverá

semestralmente realizar a matrícula vínculo em TCC.
A matrícula vínculo em TCC é sempre realizada no período do reajuste de matrícula pelo SIEWEB,
em calendário específico publicado pela PROGRAD.
Para sua efetivação, o(a) discente deverá dirigir-se a Secretaria da Coordenação de Educação

Física - Licenciatura, com cópia impressa e devidamente assinada pelo(a) docente orientador(a),
para efetivação da matrícula.
Ao mesmo tempo, solicitar-se-á o encaminhamento do Termo de Aceite de Orientação em formato
digital, com a devida assinatura do(a) docente responsável para o email tcc.edfl.ufal@gmail.com.
A inclusão do registro no SIGAA somente ocorrerá com a concretização dos dois procedimentos.
Caberá a secretaria do curso o recebimento da documentação impressa e a coordenação do TCC o
acompanhamento do encaminhamento da documentação on-line. O resumo do fluxo da matrícula e
análise documental está na Figura 2.

Registro da Matrícula Vínculo no
SIEWEB

Encaminhar à Secretaria da
de Aceite de Orientação

Averiguação
Secretaria EDFL

Matrícula Vínculo

Encaminhar para o e-mail

Averiguação

TCC

Figura 2. Fluxo da matrícula e análise documental.

ETAPA 3 - Solicitação de Defesa do Trabalho de Conclusão de Curso

137

Quando o(a) discente tiver finalizado o texto completo do TCC e com a devida autorização do(a)
orientador(a), este poderá agendar a defesa do Trabalho de Conclusão de Curso. O(a) responsável
pela tramitação da solicitação de defesa compete a(o) orientador(a).
O(a) docente orientador(a) deverá encaminhar ao email da coordenação de curso de EDFL

(licenciatura@iefe.ufal.br) uma solicitação para a confecção da Ata de Defesa. Nesta solicitação
deverá constar:
a) Nomes completos e sem abreviaturas do(a) professor(a) orientador(a) e do discente;
b) Título do TCC;
c) Data prevista para defesa;
d) Nome e titulação completa dos componentes da banca examinadora;
e) Local/sala da defesa do TCC (em caso de defesa virtual, informar a plataforma);
f) Cópia em PDF da Versão Final.
A solicitação deve ser encaminhada até 5 (cinco) dias antes da defesa do TCC.
A defesa de TCC deverá respeitar o calendário pertinente à esta atividade aprovada em reunião de
colegiado, resguardando os casos e as situação excepcionais quando existirem.
Caberá a Secretaria da Coordenação EDFL a divulgação, em mural do curso no IEFE, das

informações da referida atividade. E, em caso de defesas virtuais, caberá a(o) docente orientador(a)
e discente a ampla divulgação em plataformas digitais da realização da banca examinadora.
Será de inteira responsabilidade do(a) discente e respectivo orientador(a) a distribuição da versão
final do Trabalho de Conclusão de Curso a ser defendido. O fluxograma do cronograma de defesa do
TCC está apresentado na Figura 3.

138

Após defesa de TCC encaminhar ata,
banca.

Secretaria

Encaminhar à Secretaria da
Docente
Formulação da Ata de TCC com os
Confecção da Ata e

Defesa de TCC

complementares
Discente
Informações da defesa à comunidade.
Divulgação
em
mural institucional
Coordenação de TCC: Acompanhamento e Organização da Agenda de Defesa

Figura 3. Fluxograma do cronograma de defesa do TCC.

Após a realização da banca examinadora de TCC caberá o(a) orientador(a) o encaminhamento da
Ata de Defesa, devidamente assinada pelos componentes da banca examinadora, à Secretaria da
EDFL. Esta informará a(o) discente os procedimentos seguintes para integralização da carga

horária referente ao TCC no SIEWEB.
Caberá a coordenação do TCC-EDFL realizar o acompanhamento das atividades, bem como
organizar o fluxo das solicitações de agendamento de defesa de TCC de modo que não haja
sobreposição de datas e espaços, possibilitando, assim, que a comunidade acadêmica possa

acompanhar e prestigiar a atividade científica.

ETAPA 4 - Encaminhamento da Versão Final do TCC para Biblioteca Central
Após a defesa de TCC, o(a) discente, conjuntamente com o(a) orientador(a) terá até 30 dias para
entrega da versão final do TCC. Esta etapa é importante para a conclusão do processo atinente ao
Trabalho de Conclusão de Curso, bem como da inclusão da nota atribuída ao trabalho no SIEWEB.
No entanto, antes do encaminhamento da versão final o(a) discente deverá:
1. Solicitar a confecção da Ficha Catalográfica pela Biblioteca Central através de formulário

específico (http://sibi.ufal.br/portal/?page_id=39) e encaminhar para o email fichascat@gmail.com
(item dispensado para TCC’s em formato de artigos publicados em periódicos científicos).

139

2. Preenchimento de Termo de Autorização de TCC do Autor do Repositório Institucional da

Biblioteca Central, que pode ser adquirido no link: http://sibi.ufal.br/portal/?page_id=39.
Após a realização destas duas primeiras etapas, o(a) discente deverá encaminhar a versão final do
TCC para a coordenação do curso de EDFL, unicamente em versão PDF, para o email
tcc.edfl.ufal@gmail.com.
Caberá a(o) discente, encaminhar para o referido email os seguintes documentos (organizados em
um único arquivo) na referida sequência apresentada:
a) Termo de Autorização para TCC;
b) Ficha Catalográfica;
c) TCC ou Cópia do Artigo Publicado em Periódico com a folha de aprovação devidamente

assinada pelos componentes da banca examinadora (não será aceita assinatura digital).
A coleta das assinaturas no Termo de Aprovação do TCC será de inteira responsabilidade do(a)
discente e orientador(a).
A documentação será conferida pela Secretaria da Coordenação do Curso EDFL e, em casos de
pendências, será devolvido a(o) responsável pela emissão.
Em caso de cumprimento das orientações, a Secretaria EDFL encaminhará à coordenação do TCC
para o envio do trabalho ao repositório institucional, para o devido armazenamento no banco virtual
de dados de TCC e da conclusão do(a) discente na planilha de controle de entrada/saída de TCC.
Somente após todo esse processo concluído que a Secretaria de Coordenação da EDFL poderá
incluir a nota da defesa de TCC no SIEWEB ou emitir algum documento de formalização de

conclusão do TCC para fins de coleção de grau.

140

Solicitar Ficha Catalográfica à Biblioteca
Encaminhamento

Discente

Preenchimento do Termo de Autorização de
Biblioteca Central

Encaminhar documentação exigida (Termo
de Autorização, Ficha Catalográfica, Folha
de Aprovação e TCC) em PDF para o e-mail:
tcc.edfl.ufal@gmail.com

Conclusão de TCC

Averiguação

das

pendências

Secretaria
Coordenação DEFL

documentais e/ou confirmação do
cumprimento do encaminhamento de

Coordenação de TCC

* Encaminhamento ao Repositório Institucional;
* Controle de Entrada-Saída da Planilha de TCC

Figura 4. Encaminhamentos da versão final do TCC.
Em situações excepcionais e ocasionais que alterem a dinâmica de funcionamento da coordenação
do curso de Educação Física/Licenciatura, do Instituto de Educação Física e Esporte e da

Universidade Federal de Alagoas, deverão ser seguidas as orientações específicas e/ou ajustes
determinados por portarias ou normas complementares publicadas para as estas referidas
ocasiões.

141

APÊNDICE B
TERMO DE COMPROMISSO DO PROFESSOR (A) ORIENTADOR (A) DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

Eu,__________________________________________________________________,
Professor(a) do Curso _________________________________________________da Instituição
________________________________, declaro para os devidos fins, estar de acordo em assumir
a

orientação

do

Trabalho

de

Conclusão

de

Curso

do(a)

Aluno(a):______________________________________________________________Título
Provisório:________________________________________________________
_____________________________________________________________________
E-mail e número de telefone do(a) orientador(a):

Maceió, ____de__________de 20___

Nome do Professor (a) Orientador (a)

Aluno

(a)__________________________________________________

Aluno (a)__________________________________________________

142

APÊNDICE C
RELATÓRIO DAS ORIENTAÇÕES

NOME DO ALUNO:
TÍTULO DO TRABALHO:

PROFESSOR-ORIENTADOR:
CURSO:

DATA

HORÁRIO
(INÍCIO/
TÉRMINO)

RUBRICA
ATIVIDADE DESENVOLVIDA
ORIENTADOR

ALUNO

143

APÊNDICE D
FORMULÁRIO PARA PEDIDO DE CONSTITUIÇÃO DE BANCA EXAMINADORA

Do (a): Professor (a) Orientador (a)
Para: Coordenação do Curso de Educação Física-Licenciatura

Eu, Professor (a) ___________________________________________, em comum acordo com
meu

orientando,

o

(a)

aluno

(a)

______________________________________________________, sugerimos como professor
convidado

para

compor

a

Banca

Examinadora

do

__________________________________________________________,

TCC

intitulado

o

Sr

(a):

________________________________________________________.

Aguardando a homologação da Banca Examinadora pela Coordenação do Curso de Educação

Física-Licenciatura, subscrevemo-nos.

Atenciosamente.

___________________________________________
Professor(a) Orientador(a)

Banca examinadora aprovada pela Coordenação do curso em ____/____/____

144

APÊNDICE E
ATA DE DEFESA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Aos ___ dias de ____de ___________, às ___ horas, em sessão pública de defesa de trabalho de
conclusão de curso (TCC), reuniu-se a Banca Examinadora para avaliar o trabalho com o título:
_______________________, do aluno ___________ (matrícula ___________) do Curso de
Graduação em Educação Física-Licenciatura. A Banca Examinadora foi constituída pelos seguintes
professores, Prof. Dr. ____________ (Orientador), Profª. ______________________________
(Examinador convidado) e Profª. Drª. __________________________ (Examinador Convidado).
Iniciados os trabalhos, foi oferecido ao aluno (a) prazo de 20 (vinte) minutos para apresentação.
Finda a apresentação, a Banca Examinadora dispôs de 30 (trinta) minutos para arguição e/ou
considerações. Encerrada a defesa do trabalho, a Banca Examinadora procedeu ao julgamento e o
trabalho foi ________________, atribuindo-se nota _____________________( ). Ao fim, o aluno
foi informado do prazo de máximo de 30 (trinta) dias, a partir desta data, o TCC deverá ser
encaminhado na versão final, com todas as orientações sugeridas pela Banca Examinadora, o
arquivo em PDF para o email (tcc.edfl.ufal@gmail.com) seguindo todas orientações do documento
“PROCEDIMENTOS PARA DEFESA E ENTREGA FINAL DO TCC / EDUCAÇÃO FÍSICA
LICENCIATURA”. O aluno ainda foi notificado que na ausência das mencionadas correções, a
presente avaliação será tornada sem efeito, e o(s) aluno(s) considerado(s) REPROVADO(S). Às
___ horas e _____ minutos, o Presidente declarou encerrada a reunião, lavrando a presente Ata,
que após lida e aprovada, seguiu para assinatura de todos os membros da Banca Examinadora,
bem como pelo (s) aluno(s), e ainda pelo (a) Coordenador (a) do Curso de Educação FísicaLicenciatura. O orientador ficará responsável pela substituição da ata com assinaturas digitais (e
não autenticadas) pela ata com assinatura original, posteriormente a defesa do TCC assim que as
atividades presenciais forem restabelecidas na Universidade Federal de Alagoas conforme consta
no documento (PROCEDIMENTOS PARA DEFESA E ENTREGA FINAL DO TCC EDUCAÇÃO
FÍSICA LICENCIATURA) elaborado pela Comissão de TCC e Coordenação do Curso de Educação
Física Licenciatura.
_________________________________________________________
Prof. Dr.
Orientador e Presidente de Banca Examinadora
______________________________________________________
Profª. Drª.
Professor(a) Convidado(a)
_________________________________________________________
Profª. Drª.
Professor(a) Convidado(a)
_________________________________________________________
Profª Drª
Coordenador do Curso de Educação Física-Licenciatura
_________________________________________________________
Aluno/a(s)

145

ANEXO 2: ESTÁGIO CURRICULAR

___________________________

146

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO

Maceió
2018

147

I - NATUREZA

A Iniciação à Prática Profissional do Ciclo de Estudos conducente ao grau
de Licenciado em Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
integra os Estágios Curriculares Supervisionados I, II, II e IV e a correspondente
estruturação do Relatório Final de Estágio de cada uma das atividades de

Estágio. Rege-se pelas normas institucionais e pela legislação específica acerca
da Habilitação Profissional para o exercício do licenciado em Educação Física.
Os Estágios Curriculares Supervisionados são desenvolvidos em quatro
períodos letivos, perfazendo um total de 400 horas (Resolução CNE nº 2 de 1 de
julho de 2015). Integram o itinerário formativo do Estudante Estagiário, fazem
parte do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e são atividades curriculares

obrigatórias que decorrem a partir do quinto semestre letivo.
A estrutura e funcionamento dos Estágios Curriculares Supervisionados
consideram os princípios decorrentes das orientações legais, nominalmente as
constantes na Lei Federal nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, Cartilha

esclarecedora sobre a lei do estágio: Lei nº 11.788 (2008), Orientação normativa
nº 07 de 30 de Outubro de 2008, Resolução CNE/CES nº 7, de 4 de outubro de
2007, Decreto Casa Civil nº8.752, de maio de 2016, Resolução CNE/CES n°7,
de 31 de março de 2004, Resolução CONSUNI/UFAL nº 71 de 18 de dezembro
de 2006, Resolução CNE/CP nº 2 de 1 de julho de 2015 e tem em conta o Projeto
Pedagógico do Curso de Graduação em Educação Física - Licenciatura.
Deve ser entendido como um processo de intervenção acadêmico-

profissional, pelo qual o Estudante Estagiário tem a oportunidade de vivenciar a
realidade da prática profissional em todas as suas dimensões (conceituais,

procedimentais e atitudinais), e em consonância com as áreas de desempenhos e
as atividades de Estágios Curriculares Supervisionados.

II - OBJETIVOS
Os objetivos dos Estágios Curriculares Supervisionados é oportunizar ao
Estudante Estagiário a vivência das situações de trabalho, em instituições que
148

ofertam à comunidade serviços específicos do Profissional de Educação Física,
além disso, visa potencializar a aquisição das competências e habilidades

exigidas pela prática profissional.

III - OPERACIONALIZAÇÃO PARA INICIAR O ESTÁGIO

Para o Estudante Estagiário ingressar nos Estágios Curriculares
Supervisionados, deverá estar devidamente matriculado no Curso EDFL/UFAL.
Em seguida, o mesmo deverá, de posse de uma Carta de Apresentação

(assinada pelo Professor Supervisor) e Carta de Autorização de Estágio
(assinada pelo Coordenador de Estágio)16 dirigir-se à Instituição concedente do
Estágio para formalização do Termo de Compromisso17.
Posteriormente, deverá encaminhar todos os documentos acima
informados,

devidamente

preenchidos

e

assinados,

ao

Módulo

de

Gerenciamento de Estágio - MGE/PROGRAD/UFAL, para fins de consolidação
do Termo de Compromisso de Estágio. O MGE/PROGRAD/UFAL se
encarregará de emitir o termo de compromisso, encaminhando-o diretamente ao
Estudante Estagiário.
O Estudante Estagiário deverá imprimir o Termo de Compromisso de

Estágio em 3 (três) vias, assinar e, por fim, coletar as assinaturas do
Coordenador de Estágio e do representante legal da Instituição Concedente.
O Estudante Estagiário só poderá iniciar as atividades práticas de

Estágios Curriculares Supervisionados, após a conclusão de todas as etapas
condizentes à regulamentação documental para o exercício de prática

profissional inicial em campo de estágio.

IV - ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO

16
17

Disponível na página da UFAL
Disponível na página da UFAL

149

A organização de cada um dos componentes de Estágio Curricular
Supervisionado é da responsabilidade do Professor Supervisor, em estreita

relação com este Regulamento, com as normativas

do Módulo de

Gerenciamento de Estágio - MGE/PROGRAD/UFAL e com o PPC.
Para sua organização, defende-se a ideia central de que a articulação do
estágio

com

a

pesquisa

constitui

instrumento

epistemológico-teórico-

metodológico fundante de um modelo alternativo/inovador da formação inicial. O
Estágio Curricular Supervisionado deve ser visto como condição de
desenvolvimento da autonomia intelectual, profissional e da identidade
profissional, tendo em vista a formação de um profissional-pesquisador críticoreflexivo.
O Estágio Curricular Supervisionado está dividido em

4 (quatro)

componentes de formação, dispostos nos últimos 4 (quatro) semestres letivos
do Curso de Educação Física - Licenciatura e se dará a partir de normatização
própria aprovada pelo Colegiado do Curso, que percorrem transversalmente três
parâmetros de organização:
(1) A Caracterização dos Estágios Curriculares Supervisionados
5º PERÍODO
Ementa
Estágios
Supervisionados I

Levantamento
das
formas
de
sistematização do ensino da educação
física na escola, tendo como referência o
que propõem as Diretrizes Curriculares
para os diferentes níveis de escolaridade.
Co-participação no ensino da educação
física na educação infantil; Elaboração de
relatório de campo.

6º PERÍODO
Ementa
Estágios
Supervisionados II

Participação no processo de planejamento,
avaliação e operacionalização do ensino da
educação física em turmas do Ensino
Fundamental - 1º ao 5º ano do Ensino
Fundamental; Elaboração de relatório de
Campo.

Carga
Horária
90h

Carga
Horária
110h

Pré-Requisito
- Aprendizagem e
Controle Motor
- Didática
- Metodologia do
Ensino dos Jogos e
Brincadeiras
na
Educação Física

Pré-Requisito
Estágio
Supervisionado
I

150

7º PERÍODO
Ementa
Estágios
Supervisionados III

Carga
Horária

Estágio supervisionado em Educação Física
Escolar na Educação Básica (6ª ao 9ª ano).
Plano de Estágio. Estágio observacional escolar.
Participação no processo de planejamento,
avaliação e operacionalização do ensino da
educação física. Elaboração e desenvolvimento
de projeto de ensino em turmas de Educação
Física. Seminário sobre a Educação Física
(Jogos, Esportes, Danças, Lutas e Ginásticas ).
Relatório técnico-científico de estágio.

8º PERÍODO
Ementa
Estágios
Supervisionados IV

110h

Carga
Horária

Participação no processo de planejamento,
avaliação e operacionalização do ensino da
educação física no Ensino Médio (docência
compartilhada); Elaboração de relatório de
campo.

90h

Pré-Requisito
Estágio
Supervisionado
II

Pré-Requisito
Estágio
Supervisionado
III

(2) Os Campos de Aplicação
O Estudante Estagiário deverá atuar em ambientes escolares, dentre
outros ambientes onde ocorram ou possam ocorrer tais perspectivas de

intervenção e em consonância com os programas de Estágios Curriculares
Supervisionados definidos pelo PPC.
(3) As Áreas de Desempenhos e as Atividades de Estágio Curricular
Supervisionado
Os Estágios Curriculares Supervisionados visam a integração do

Estudante Estagiário no exercício da vida profissional de forma progressiva e
orientada, pelo desenvolvimento das competências profissionais para a

intervenção da Educação Física nas seguintes Áreas de Desempenho: (a)
Organização e Gestão das Atividades de Intervenção; (b) participação no

Estágio; (c) relações com a Comunidade; e, (d) desenvolvimento profissional.
São consideradas atividades de Estágios Curriculares Supervisionados:
(a) Intervenção Prática Supervisionada;

(b) atividades de observação e

colaboração em situações de intervenção, nas áreas de desempenho; (c)
151

atividades incluídas nos programas de cada um dos Estágios Curriculares
Supervisionados; (d) plano de estágio; (e) relatório de Estágio.
As áreas de desempenhos e as atividades de Estágios Curriculares
Supervisionados servirão de requisitos para o processo de avaliação nos

diferentes campos de Estágios Curriculares Supervisionados em termos de
desenvolvimento de competências, conhecimentos teórico-conceituais,
habilidades e atitudes, em situações de aprendizagem, conduzidas no

ambiente profissional, sob a supervisão da Universidade e a orientação da
Instituição Concedente.

O Estágio Curricular Supervisionado é constituído pelos seguintes segmentos:
1 - Estudante Estagiário;
2 - Coordenador de Estágio (Docente da UFAL);
3 - Professor Supervisor (Docente da UFAL);
4 - Preceptor de Estágio (Profissional da Instituição Concedente de Estágio).
Ao Estudante Estagiário compete:
(1) Cumprir todas as tarefas previstas nos documentos orientadores e

reguladores dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(2) Elaborar e desenvolver o seu Plano de Estágio bem como os planos

específicos de atividades de Estágios;
(3) Apresentar o Termo de Compromisso devidamente preenchido, de

acordo com o que preconiza a Resolução CONSUNI/UFAL nº 71 de 18
de dezembro de 2006;
(4) Efetivar as tarefas e as avaliações solicitadas pelo Professor Supervisor
e pelo Preceptor da Instituição concedente;
(5) Comparecer às atividades de formação profissional inicial, regidas pelo
supervisor da instituição concedente;
(6) Respeitar a hierarquia administrativa da UFAL e da Instituição
concedente, bem como as cláusulas do Termo de Compromisso;
(7) Comunicar e justificar, com antecedência, ao Professor Supervisor, sua
ausência nas atividades de estágio;
152

(8) Comparecer às atividades de estágios portando vestuários adequados
às atividades a serem desenvolvidas;
(9) Manter contato permanente com o Professor Supervisor, deixando-o

informado sobre o desenvolvimento do Plano de Estágio;
(10) Apresentar Ficha de Presença preenchida e assinada pelo Preceptor de
Estágio da Instituição concedente, a qual deve conter o carimbo da
instituição e assinatura do Preceptor de Estágio, conforme formulário

específico. Este formulário deverá ser entregue ao Professor Supervisor
em momento solicitado;
(11) Elaborar, manter atualizado e apresentar o Relatório Final de Estágio,
de acordo com o modelo proposto pelo NDE, com aquiescência dos

Professores Supervisores e aprovação do Colegiado de Curso;
(12) Apresentar, ao Professor Supervisor, Ficha de Avaliação Final do

Estudante Estagiário, preenchida pelo Preceptor de Estágio, ao término
do seu programa de Estágios Curriculares Supervisionados;
(13) Participar de

eventos/sessões

de natureza científica

cultural e

pedagógica;
(14) Zelar pelo

cumprimento das normas

de

Estágios Curriculares

Supervisionados.
Ao Coordenador de Estágio compete:
(1) Coordenar a Comissão de Estágios Curriculares Supervisionados do

Curso de Educação Física - Licenciatura/UFAL;
(2) Dar cumprimento às normas gerais do Estágio Curricular Supervisionado;
(3) Definir a concepção, juntamente com os Professores Supervisores, a

estrutura e funcionamento dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(4) Assegurar o relacionamento necessário com os setores de gestão da PróReitoria de Graduação - PROGRAD/UFAL;
(5) Dar parecer sobre o recrutamento de Instituições que servirão de campo
de Estágio Curricular Supervisionado;
(6) Encaminhar, ao MGE/PROGRAD, a relação de Estudantes Estagiários
vinculados aos Estágios Curriculares Supervisionados para providências
de aquisição de seguro individual de acidentes pessoais, garantindo a
153

atualização da mesma, quando pertinente;
(7) Acompanhar e supervisionar o desenvolvimento Estágios Curriculares
Supervisionados I, II, III e IV;
(8) Apresentar ao MGE/PROGRAD, a proposta de Regulamento dos

Estágios Curriculares Supervisionados e zelar pelo seu cumprimento;
(9) Convocar e presidir as reuniões iniciais, intercalares e finais de avaliação
dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(10) Sugerir planos de expansão tendo em vista as necessidades de formação
inicial dos Estudantes Estagiários;
(11) Estimular e apoiar a investigação profissional no âmbito dos diferentes

campos de Estágios Curriculares Supervisionados.

Ao Professor Supervisor compete:
(1) Dar

cumprimento

às

normas

gerais

dos

Estágios

Curriculares

Supervisionados;
(2) apoiar e orientar os Estudantes Estagiários no planejamento, condução e
avaliação das atividades formativas de Estágios Curriculares

Supervisionados;
(3) planejar e supervisionar, em colaboração com o Preceptor de Estágio,
todas as atividades de estágio, de acordo com o regulamento e as

decisões da Coordenação e da Comissão de Estágio;
(4) participar nas reuniões da Comissão de Estágio;
(5) garantir todas as fases do ciclo de formação na realização do Estágio

Curricular Supervisionado de cada Estudante Estagiário;
(6) supervisionar a prática de estágio dos Estudantes Estagiários em todas
as áreas de desempenho, de acordo com os documentos orientadores
pertinentes a cada Estágio Supervisionado;
(7) orientar e apoiar os Estudantes Estagiários no tratamento de atividades
de caráter científico, pedagógico e didático;
(8) orientar, em colaboração com o Preceptor de Estágio, os Estudantes
Estagiários na elaboração dos seus Planos e Relatórios de Estágio,

analisando os documentos de planejamento e avaliação das atividades
154

de Estágio Curricular Supervisionado e emitindo parecer fundamentado
sobre eles;
(9) avaliar, sistematicamente, em colaboração com o Preceptor de Estágio,
as atividades práticas de Estágio Curricular Supervisionado do Estudante
Estagiário;
(10) produzir, em colaboração com o Preceptor de Estágio, relatórios escritos
com as avaliações intercalares fundamentadas, reportando-se ao
percurso de formação de cada Estudante Estagiário;
(11) participar, em colaboração com o Preceptor de Estágio, na avaliação final
dos Estudantes Estagiários;
(12) produzir um relatório final de balanço do Estágio Curricular

Supervisionado, especificando o seu entendimento em relação às áreas
de desempenho dos Estudantes Estagiários.

Ao Professor Preceptor compete:
(1) Programar as atividades de Estágio Curricular Supervisionado do
Estudante Estagiário;
(2) cooperar na elaboração do Plano de estágio dos Estudantes Estagiários,
aos quais supervisiona;
(3) supervisionar as intervenções profissionais dos Estudantes Estagiários,
em contexto de prática situada;
(4) orientar a atividade do Estudante Estagiário nas áreas de atuação, às
quais está vinculado;
(5) Realizar sessões sistemáticas de cariz pedagógico-didático, com todos
os Estudantes Estagiários vinculados à sua Instituição, das quais devem
ser elaborados os registos escritos, para fins de elaboração do relatório
Final de Estágio;
(6) Avaliar individualmente o Estudante Estagiário, elaborando todos os
documentos de avaliação decorrentes da formação profissional inicial, no
âmbito do Estágio Curricular Supervisionado;
(7) Colaborar na classificação do desempenho do Estudante Estagiário,
emitindo e registrando o parecer final em Ficha de Avaliação Final,
155

relativo às áreas de desempenhos e atividades de Estágios Curriculares
Supervisionados.
V - AVALIAÇÃO

A avaliação dos Estágios Curriculares Supervisionados se dará de
maneira processual, com caráter formativo e somativo. Ao final de cada Estágio,
o Estudante Estagiário deverá apresentar o Relatório Final de Estágio como
requisito

para

a

conclusão

de

cada

um

dos

Estágios

Curriculares

Supervisionados.
A avaliação dos Estágios Curriculares Supervisionados atenderá às

orientações prescritas nas normatizações acadêmicas que regem os critérios de
avaliação de aprendizagem da UFAL e daquelas definidas a partir da dinâmica de
cada um dos Estágios Curriculares Supervisionados.
O aproveitamento acadêmico, resultado obtido pelo Estudante Estagiário,
relativo às atividades de Estágios Curriculares Supervisionados, é expresso

pelas médias das Avaliações Bimestrais (AB), sempre no mínimo de duas, ou
pela média alcançada, após submetido à Prova Final (PF).
A verificação do rendimento do Estudante Estagiário na perspectiva dos
Estágios Curriculares Supervisionados far-se-á por meio de produção de Planos
de Estágios, Avaliação intermédia atestada pelo Preceptor de Estágio, produção
de Relatório Final de Estágio, Avaliação final atestada pelo Preceptor de Estágio
e outras avaliações de atividades equivalentes, quando solicitadas pelo

Professor Supervisor.
A avaliação será feita pelo Preceptor de Estágio e pelo Professor

Supervisor. Nela, serão consideradas as Áreas de Desempenho, as atividades
de Estágios Curriculares Supervisionados e as Competências Profissionais, a
serem percorridas e adquiridas pelo Estudante Estagiário no percurso da

formação.
O enquadramento conceitual e pedagógico, com vistas à avaliação,

ocorrerá em termos de desenvolvimento de competências na formação e para o
156

exercício da profissão. A avaliação de desempenho do Estudante Estagiário

deve ser concebida pelo modelo de avaliação criterial, de perspectiva formativa,
que demanda de uma lógica transversal de modo que a regulação das
aprendizagens e as características individuais do Estudante Estagiário assumam
uma destacada importância. Assim se enquadram os critérios de avaliação:
ÁREAS DE DESEMPENHO
Tipo

Detalhamento

Organização e Gestão das Atividades de Intervenção

Busca verificar a capacidade do Estudante Estagiário em projetar a sua
atividade de intervenção no quadro legal das concepções de ensino e
de aprendizagem, das relações educativas e do planejamento,
mediatizadas pelos conhecimentos pedagógicos, das normas e das
metodologias, no sentido de projetar a sua atividade de intervenção.
Participação no Estágio
Considera as ações que levam o Estudante Estagiário a contribuir para
o reforço do papel do profissional de Educação Física, da importância
da Educação Física de forma contextualizada, responsável e inovadora.
Para isso, deve-se privilegiar o entendimento e a importância de ações
pedagógicas e pessoais que o conduza à competente atitude de caráter
integrador, cooperante, sociabilizador e autônomo.
Relações com a Comunidade
Refletem sobre o papel social que a instituição concedente deve
desempenhar. Na sua constituição, o Estudante Estagiário deve
considerar, não só o lado pessoal, institucional ou profissional,
isoladamente, mas ser capaz de fazer uma ligação entre estas três
dimensões de maneira interativa e reflexiva, incluindo neste processo,
o aluno/cliente, a instituição concedente e as principais características
da comunidade em que eles se inserem.
Desenvolvimento Profissional
O Estudante Estagiário deve demonstrar domínio e competência em
sistematizar suas necessidades pessoais e profissionais em termos da
prática e dos saberes docentes, da investigação científica, das
propostas de planejamentos, dos ajustamentos pedagógicos e da
autocrítica reflexiva sobre estas dimensões e seus condicionantes
profissionais e sociais.
ATIVIDADES DE ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS
Tipo
Detalhamento
Intervenção Prática Supervisionada

Considera-se a capacidade do Estudante Estagiário em planejar,
executar e avaliar as atividades de formação que de estágios
Curriculares Supervisionados exigem.
Atividades de Observação e Colaboração em
Avalia-se a capacidade crítica do Estudante Estagiário com vistas à
Situações de intervenção, nas áreas de desempenho.
organização das ideias para uma efetiva autorreflexão.
Considera a avaliação das atividades específicas, constantes em cada
Atividades incluídas nos Programas de cada um dos
Estágios Curriculares Supervisionados
um dos programas de Estágios Supervisionados Curriculares.
Plano de Estágio
Considera a capacidade de planejamento que o Estudante Estagiário
deva demonstrar na organização das tarefas interventivas de Estágio
Supervisionado Curricular, em contexto de prática situada.
Relatório de Estágio
Refere à avaliação da organização e registro das principais atividades
de formação inicial profissional ocorridas no âmbito dos Estágios
Supervisionados Curriculares.
COMPETÊNCIAS
Tipo

Detalhamento

Conhecimento

Avalia a capacidade que o Estudante Estagiário adquiriu na
transformação de saberes disciplinares em saberes profissionais.

Atuação

Avalia a capacidade de agir e de tomar decisões, (saber decidir, saber
ousar, saber aprender com os erros, emocionar-se, saber recomeçar...)
do Estudante Estagiário, de concretizar as atividades concebidas e
planejadas nas quatro áreas de desempenho, com especial relevância
para a atividade de prática profissional.
Avalia a capacidade de autorreflexão do Estudante Estagiário acerca
das exigências colocadas ao profissional de Educação Física no
contexto institucional do exercício da sua profissão, no sentido do seu
desenvolvimento profissional.
Está vinculada à capacidade de se relacionar com a comunidade. Avalia
a capacidade que o Estudante Estagiário demonstra na sedimentação
de atitudes de cooperação com outros atores sociais, para um

Reflexão

Comportamento social

157

desempenho adequado, responsável, autônomo e colaborativo da
profissão.

Assim, as estratégias de acompanhamento e avaliação propostas pelo
programa aproximam-se de uma visão interpretativa (SHULMAN, 1986) que
inclui desde a verificação dos aspectos acadêmicos (participação, interesse,
pesquisas e o progresso do Estudante Estagiário no desenvolvimento dos
Estágios

Curriculares

(elaboração

de

plano

Supervisionados)
de

estágio,

até

os

aspectos

operacionais

fichas

ou

relatórios

parciais

do

desenvolvimento do plano de estágio e relatório final de estágio) com vistas à
compreensão da forma de representação e sistematização dos conceitos, por
parte do Estudante Estagiário (ZEICHNER, 2008; SÁ-CHAVES, 2008; GHEDIN,
OLIVEIRA e ALMEIDA, 2015).

Nota: Prazos de entrega e outras especificações sobre planos, relatórios e
programas, serão estabelecidos no início do semestre letivo, em comum acordo
entre o Professor Supervisor e o Estudante Estagiário e deverão ser entregues
em datas especificadas em cronograma de cada um dos Estágios Curriculares
Supervisionados.

VI - DESLIGAMENTO DA ATIVIDADE DE ESTÁGIO E/OU REGISTRO DE
OCORRÊNCIAS QUE POSSAM GERAR SANÇÕES

O desligamento do Estágio Curricular Supervisionado poderá ser

interrompido a qualquer momento. São considerados motivos para o
desligamento:
(1) Trancamento de matrícula ou abandono;
(2) Não cumprimento das horas mínimas de estágio, firmadas nas normas
do Projeto Pedagógico do Curso; ou,
(3) Outro motivo qualquer que impeça ao Estudante Estagiário a
continuidade do Estágio Curricular Supervisionado.
158

Nota: Não haverá abono ou compensação de faltas ou dispensa de
frequência, salvo nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei nº
1.044 (21 de outubro de 1969), Lei nº 6.202 (17 de abril de 1975) e no
Regimento Geral da UFAL (Art. 57).

As ocorrências que possam vir gerar sanções disciplinares são
caracterizadas por:
(1) Negligência em relação às normas e regulamentos da Instituição

Concedente, do Curso e dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(2) Negligência das atividades programadas no Plano de Estágio;
(3) Não cumprimento do Plano de Estágio, por parte do Estudante Estagiário,
através da prática de atividades penosas, insalubres ou outras que

impliquem em desvirtuamento dos estágios; ou
(4) Outro motivo qualquer que caracterize indisciplina.

VII - DISPOSIÇÕES FINAIS

Em situações de casos omissos, os mesmos serão resolvidos
prioritariamente, pelo Professor Supervisor com anuência do Coordenador dos
Estágios Curriculares Supervisionados e do Coordenador do Curso, quando for
o caso.
REFERÊNCIAS
ALAGOAS, Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº 71 de 18 de
dezembro de 2006 (Disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da
UFAL). Maceió: CONSUNI/UFAL, 2006.

______, Universidade Federal de Alagoas. Projeto pedagógico do curso de
graduação em educação física - Licenciatura. Maceió, PROGRAD, 2006.
39p.
______, Universidade Federal de Alagoas. Manual do professor. Maceió:
UFAL/PROGRAD, 2007.

BRASIL, Congresso Nacional. Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977 (Dispõe
sobre os estágios de estudantes de estabelecimento de ensino superior e ensino
159

profissionalizante do 2º Grau e Supletivo e dá outras providências). Brasília:
DUO, 1977.

______, Congresso Nacional. Lei nº 8.859, de 23 de março de 1994 (Modifica
dispositivos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos
de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio). Brasília:
DUO, 1994.
______,Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília: MEC, 1996.

______,Ministério do Trabalho e Emprego. Cartilha esclarecedora sobre a lei
do estágio: Lei nº 11.788/2008. Brasília: MTE, SPPE, DPJ, CGPI, 2008. 22 p.
______, Ministério do Trabalho e Emprego. Lei nº 11.788 de 25 de Setembro de
2008 (Dispõe sobre o estágio de estudantes) - Brasília: DUO, 2008.
______, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. (2008). Orientação
Normativa nº 7, de 30 de outubro de 2008 (Estabelece orientação sobre a
aceitação de estagiários no âmbito da Administração Pública Federal direta,
autárquica e fundacional). Brasília: DUO, 2008.
______, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de
Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 04 de 06 de abril de 2009. Dispõe
sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração
dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação
Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia
Ocupacional, Licenciaturas, na modalidade presencial. Brasília: DUO, 2009.
GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 11ª ed. São Paulo:
edições Loyola, 2000.
GARCÍA, Carlos. M. Formação de professores: para uma mudança
educativa. Porto: Porto Editora, 2009.

GHEDIN, E., OLIVEIRA, E. S., ALMEIDA, W. A de. Estágio com pesquisa. São
Paulo: Cortez, 2015.
HERNANDEZ, Fernando & VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por
projetos de trabalho. 7ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SÁ-CHAVES, Idalina. da S. C. Portfólios reflexivos: Estratégia de formação e de
supervisão. In: Formação de professores: Cadernos Didácticos. Série
Supervisão nº 1. Aveiro: Universidade de Aveiro, UIDTFF, 2008.
SCHÖN, Donald. A. El profesional reflexivo: como piensan los profesionales
cuando actúan. José Bayo (trad.). Barcelona, A & M Gráfic, 2003.
160

UFAL.
(s/d).
Normas
Acadêmicas.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas. Acesso em: 12.
Ago.2015.
ZABALA, Antony. A prática educativa: Como ensinar. 4 ed.
Artmed, 2008.

Porto Alegre:

ZEICHNER, Kenneth. Uma análise crítica sobre a ‘reflexão’ como conceito
estruturante na formação docente. Educação & Sociedade, Campinas, v. 29,
n. 103, maio/ago. 2008 Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br. Acesso
em: 25 nov. 2008.

161

Projeto

Pedagógico aprovado

na

Sessão

Ordinária do

Conselho

Universitário da Universidade Federal de Alagoas CONSUNI/UFAL do dia 09 de

abril de 2019
Resolução CONSUNI Nº 13

Jean Luiz Davino dos Santos
Técnico em Assuntos Educacionais
PROGRAD/UFAL

Edna Cristina do Prado
Coordenadora de Currículo e Acompanhamento
de Projetos Pedagógicos dos Cursos
PROGRAD/UFAL

Sandra Regina Paz da Silva
Pró-Reitora de Graduação
PROGRAD/UFAL